Notas iniciais
espero q gostem aliens esse é meu capitulo preferido kkkkkk

lia chegou andou boa parte da tarde sem saber para onde ir.
mas estava feliz por poder fazer o que quisesse
achou um hotel. velho, com as paredes descascadas e janelas meio sujas.
entrou e foi até a velhinha que estava no balcão
— boa noite — a velha cumprimentou
— boa noite. eu vou querer um quarto.
— claro querida — disse a velhinha pegando uma chave — mas o pagamento é adiantado.
— tudo bem — lia revirou a mochila procurando o envelope que camile lhe deu.
pegou o dinheiro deu para a senhora no balcão
— vou pagar por duas noites ok — ela disse e a velhinha lhe entregou a chave
— venha filha eu vou te mostrar onde fica o quarto — ela disse saindo de trás do balcão

não era um quarto muito grande mas era o suficiente. lia estava com uma sensação muito estranha se sentia exausta.
isso era novidade para ela, lia não dormia desde que acordara para essa nova vida. nem sabia que vampiros podiam dormir.

trancou a porta e deitou-se na cama

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— bill com se mata um vampiro? — kemy perguntou
— voce não est� planejando me matar não é!? — bill brincou
— claro que não! só quero saber
— estaca.
— só isso — kemy fez pouco caso — que facil!
— não é tão facil assim kemy. é muito dificil pegar um vampiro de surpresa
— imagino que seja mesmo ja que voces ouvem tudo e vem tudo não é.
— pois é. a maneira mais segura de fazer isso é quando o vampiro está dormindo, ficamos totalmente vulneraveis.
— voce não tem medo de me contar isso tudo — disse kemy — e se um dia desses eu tentar matar voce enquanto voce dorme
— eu confio muito em voce — bill disse passando os labios em seu pescoço — e se eu fosse morrer preferiria que fossem as suas mãos a empurrar a estaca em meu coração. só voce, mais ninguém
— eu jamais faria isso — kemy disse

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"bam bam bam"

lia acordou com batidas na porta. estava com muita sede teria que caçar o mais rapido possivel

— menina voce está bem? — ouviu a voz da velhinha
— sim estou bem — disse abrindo a porta
— desculpa é que voce não sai desse quarto desde que chegou aqui e fiquei preocupada
— eu estava dormindo
— esse tempo todo? — perguntou
— como assim esse tempo todo? — perguntou lia confusa
— vai fazer dois dias que voce chegou aqui meu bem
— dois dias — repetiu lia tentando assimilar
a senhora apenas a observou
— obrigado pela preocupação mas eu estou bem — disse lia e depois fechou a porta

lia tomou um banho e se arrumou para sair estava resecada, com muita sede
teria que sair para dar uma volta na rua. ver bem onde estava e onde poderia achar alguém para se alimentar

— obrigado por me acordar — lia disse á velhinha que estava atras do balcão quando saiu

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kemy e bill em seu quarto sozinhos se beijando
bill passando suas mãos frias pelas costas, cintura beijando-lhe o pescoço sentindo seu cheiro doce. bill está com sede, mal consegue se controlar.
suas presas saem.

nesse momento o sangue de kemy parece ainda mais tentador para ele...

bill toma conciencia do que está prestes a fazer e para

— que foi? — pergunta kemy ofegante
— estou com sede — bill diz envergonhado

kemy olha as presas de bill e sente um arrepio percorrer a espinha, mas não é medo e sim excitação

— voce fica lindo assim — diz ela olhando os olhos de iris vermelhas de bill
— tenho que ir embora — bill diz
— não! por favor.
— não quero te machucar
— tudo bem. eu não ligo, pode tomar um pouco. — kemy diz afastando os cabelos. deixando o pescoço a mostra
— não posso fazer isso — ele disse mas podia sentir o sangue circulando e isso o deixava com agua na boca

kemy chegou mais perto e o beijou. bill passou as mãos carinhosamente em seu pescoço sentindo o sangue pulsar nas veias. acompanhou o movimento com os labios

— tem certeza? — perguntou
— tenho — kemy respondeu

kemy mal podia esperar. sentia sensações que nunca sentira antes. nervosismo, desejo. desejava senitr que bill a queria de todas as maneiras possiveis e não queria ser tocada por mais ninguém além dele.
suas mãos, seus labios em sua pele era como fogo incendiando tudo. o sangue corria cada vez mais rapido.
então bill cravou seus caninos no pescoço de kemy
ouve uma dor aguda de algo sendo rompido e quase simultaneamente uma onda de prazer. kemy sentia como se estivesse nas nuvens, sabia em um canto de sua mente que seu sangue estava sendo drenado do corpo mas não se importava queria mais. queria sentir a sensação dos labios de bill em sua pele. labios frios mas que deixavam sua pele quente como se estivesse pegando fogo.
bill sentia o sangue da amada fluindo para dentro dele, seu gosto estava em sua boca e era delicioso. o cheiro de sua pele o deixava em extase. sua pele estava quente e o esquentava por dentro e por fora, ao mesmo tempo sede e desejo se confudiam.
bill agora sentia mais do que nunca que kemy era sua. só sua. não poderia viver sem ela. não existiria sem ela.
podia senti-la dentro dele
então kemy arquejou e bill sabia que isso significava que estava ficando fraca, então se forçou a parar

— voce está bem? — perguntou
— sim — kemy disse com um sorriso nos labios
— eu...eu não devia ter... — kemy interrompeu o que ele dizia com um beijo. sentindo o gosto do próprio sangue nos labios de bill

— eu te amo — kemy disse com a voz um pouco fraca
— tem certeza de que está bem?
— só estou um pouco tonta. que bom que eu ja estou deitada, acho que não conseguiria ficar de pé
— desculpe. — disse bill
— voce ainda está com sede?
— não. eu estou bem. mas acho que voce precisa de um curativo.
— tem bandaid no banheiro — bill se levantou e foi em direção ao banheiro e voltou com um bandaid na mão
— ok. — ele disse colando o bandaid no pescoço de kemy — agora acho melhor voce comer alguma coisa. ja consegue ficar de pé?
— não quero. quero ficar aqui com voce mais um pouco.

bill deitou-se ao seu lado e a abraçou

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no dia seguinte kemy acorda com o despertador

— bill? — nenhuma resposta

kemy se apronta para ir ao colégio e desce as escadas

— oi filha — seu pai estava lá na sala com os braços abertos. kemyquase teve um trco tamanho foi o susto mas se recuperou rapidamente
— pai — kemy correu para abraça-lo — estava com saudade
— eu também — ele a afastou um pouco para poder ve-la melhor — voce está um pouco palida. não tem comido direito?
— eu estou bem pai! agora tenho que ir pra escola. voce vai ficar em casa agora não é?
— sim. mas dentro de alguns dias vou ter que viajar novamente.

kemy ficou triste mas pensou: quando o meu pai não está aqui o bill passa a noite comigo. ficou satisfeita com esse pensamento

— entendo pai. — ela beijou-lhe o rosto e saiu

encontrou sunny a caminho da escola

— oi amiga — sunny disse
— oi — sorriso — o meu pai esta em casa hoje.
— legal. voce vai apresentar o seu namorado pra ele?
— por acaso voce apresentou o seu para sua mãe!?
— mas é diferente kemy a minha mãe ia pirar. já o seu pai parece ser bem tranquilo ele te deixa fazer tudo o que voce quer.
— mais eu nunca tive namorado e não sei como ele vai reagir
— que isso no seu pescoço? — sunny perguntou
— me machuquei só isso

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quando saia da escola kemy viu o carro de bill parado

— xii será que o bill vai querer te levar pra casa hoje!? — disse sunny
— eu vou falar com ele.
— ta bem eu vou...
— o que? pra onde voce vai? — kemy perguntou desconfiada
— eu marquei de encontrar o tom. te vejo depois ta — sunny falou ja se afastando.
kemy foi em direção ao carro

— oi amor — disse quando ele abriu a porta
— oi — beijo — entra ai
— voce não pode me levar pra casa hoje bill — kemy falou
— porque o seu pai está em casa. eu sei
— voce estava lá quando ele chegou? — perguntou kemy de olhos arregalados
— estava. mas ele não me viu! eu sai pela sua janela
— ufa! — kemy respirou aliviada
— como está se sentindo? — bill perguntou passando a mão delicadamente pelo pescoço de kemy e olhando o curativo
— bem
— quanto tempo seu pai vai ficar?
— só alguns dias
— voce fica triste por saber que ele vai viajar logo não é.
— é, mas quando ele for voce vai ficar mais tempo comigo, e isso é bom
— agora eu tenho que ir.
— ok — ele segurou o rosto dela entre as mãos e a beijou.

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lia estava com muita, mutia sede mas o dia ainda estava claro e ela preferia se alimentar á noite para não correr nenhum risco de ser vista pelos humanos.
andou por um tempo até se afastar bastante do hotel. lia passava por varias casas, parques e achava tudo tão familiar, mas quando tentava se lembrar de algo não conseguia e isso a deixava muito frustrada.
— que bom que a noite ja esta chegando — disse quando viu o sol se pôr

lia começou a se preparar para caçar. deixou que o cheiro doce do sangue a guiasse.
o cheiro tão doce vinha de um rapaz que parecia não ter mais de 15 anos. lia se aproximou tão rapido que ele nem a viu, quando percebeu o que estava acontecendo lia ja o havia imobilizado e segurava seu pescoço.
o rapaz a olhou com os olhos arregalados de susto
— lili? — ele a chamou — lili é voce?
lia se afastou como se ele a tivesse ferido. aquela voz lhe trazia uma sensação estranha e conhecida...
uma lembrança!

(lembrança on)


uma menina e um menino corriam pelo parque. brincando. sorrindo. eram irmãos
derrepente uma mulher entra em seu campo de visão. ela é tão linda...
"mamãe" diz o menino correndo para ela
"vamos para casa agora" ela diz as crianças
"vamos ficar só mais um pouco mãe" pede a menina. ela parece tão familiar para lia
"não" "temos que ir agora lia..."
(lembrança off)

— paulo! — lia disse com os olhos arregalados
— o que aconteceu com voce? — paulo perguntou
— eu...eu... — lia não sabia o que responder ao seu irmão
— lia por que voce foi embora? a mamãe quase morreu de preocupação! — ele disse olhando bem para lia — voce ta diferente, ta usando lente?
— não. eu...eu mudei muito porque...
— como assim não é lente? voce ta maluca lia?! vc ta se drogando? — paulo a interrompeu
— claro que não paulo!
— vamos pra casa, a mamãe vai ficar tão feliz...
— não. eu não posso.
— por que?
— eu tenho que ir — lia disse e começou a se afastar mas paulo segurou seu braço.
— vamos para casa lia. por favor... — lia podia sentir o cheiro quente e doce do sangue circulando em sua veias e isso lhe dava agua na boca. mas não podia ele era seu irmão. não podia machuca-lo
lia soltou-se da mão de paulo e correu. tão rapido que paulo nem soube para que lado ela havia ido. ele ficou lá parado com os olhos arregalados de susto.

lia correndo o maximo que podia mas quando ia passando por um bar sentiu cheiro de sangue... tão perto e tão quente...
ela foi seguindo o cheiro e entrou no bar e viu de onde vinha o cheiro doce. um homem estava limpando o sangue do canto da boca onde alguém havia batido nele.

— oi gracinha — ele disse quando viu lia olhando-o
— olá — ela disse
— quer uma bebida? — ele perguntou
— não. eu quero alguém para me tirar desse lugar.
— não precisa falar duas vezes — o homem disse levantando-se e pegando lia pela mão puxando para fora do bar

continua

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.