Notas iniciais
Allen: Leh-san! Eu trouxe pipoca!
Leh: Obrigada. 'To terminando de fazer chocolate quente.
Lenalee: Andem logo, quero ler a fic.
Yui/Leh: Minha paciência está acabando, Leh-san.

“Eu amo você, Allen–kun!”

A frase ainda soava na mente do rapaz. Seu corpo ainda estava machucado pela última batalha. Comparado aos outros, ele tinha a melhor disposição. O jovem olhava pela janela do quarto aquele belo céu claro, refletindo a cada palavra que ouvira antes de entrar naquele lugar cheio deAkuma. Seus pensamentos estavam confusos. Aquilo foi rápido demais para ele. Nem ao menos sabia o que sentia por ela e isso o fazia temer um encontro dos dois.

– Allen... – batidas na porta o tiraram desse pensamento e o fez retornar a realidade.

– Está aberta. – Lavi apareceu pela porta e encarou o amigo sorrindo. – Como está a perna?

– Apesar de quebrada, está se recuperando muito bem. – ele deu uma risada, mostrando sua perna engessada. – Mas deixe-me ver... Estava pensando no que a Lenalee te disse, não é?

– Não paro de pensar nisso. – confessou o rapaz em um suspiro.

– Sabe o que fazer?

– Eu não sei mais exatamente o que eu sinto por ela. Eu muito confuso. – Allen se voltou para a janela novamente, vendo uma nuvem passar pelo céu.

– Bem... Todos nós estamos surpresos. O Kumoi em acredita que a Lenalee se declarou e estava chorando como um bebê no seu escritório.

– Ela acordou? – Allen perguntou preocupado.

– Ainda não.

– O que o pessoal disse?

– Eles não sabem bem como ela está. O velhote está cuidando dela agora. – Lavi reparou a quietude do ambiente e pensou numa forma de alegrar o amigo, ou pelo menos ajudá-lo. – Você se tornou mais forte. – o rapaz nem reagiu, deixando o plano de alegrá-lo na mão. O jovem se sentou na cama e ficou olhando para sua perna quebrada. – O que pretende fazer?

– Descobri o mais rápido possível o que estou sentindo. Meus sentimentos estão todos bagunçados.

– Bem... O que você faria se ela morre-se? – aquilo foi tão repentino que Allen demorou a responder. Ele olhou assustado para o amigo esperando o pior.

– O que quer dizer com isso?

– É só uma hipótese. Então? O que faria?

– Eu... – o rapaz não tinha a resposta.

– O que você faria se umNoaha rapta-se?

– Eu a resgataria. – O rapaz respondeu rapidamente e Lavi decidiu continuar com aquela brincadeira.

– O que faria se ela tivesse em perigo?

– Eu a salvaria.

– O que faria se ela morresse?

– Eu não ia suportar! – Allen respondeu sem pensar duas vezes, assustando a si mesmo e fazendo um gentil sorriso surgir no rosto do amigo.

– Você a ama? – o rapaz fechou os olhos, imaginando Lenalee sumindo lentamente e a resposta veio mais clara do que esperava.

– Sim. – com a resposta satisfatória, o sorriso de Lavi aumentou e este se levantou com um pouco de dificuldade. Allen se aproximou para ajudá-lo, mas este negou com a cabeça e ajeitou as muletas que usava.

– Ela está acordada. Só falei aquilo para facilitar a reorganizar seus sentimentos. – este sorriu malandramente e viu uma veia saltar do rosto do amigo, o intimidando.

– Não sei se quebro sua outra perna ou te agradeço. – Allen sorriu de canto e seguiu para sair dali. – Só feche a porta quanto sair.

A passos largos, o rapaz percorria os longos corredores até a enfermaria. Não havia ninguém aparentemente e isso encorajou Allen a entrar no cômodo e ir até a ala onde Lenalee estava.

Ela estava deitada como se tivesse adormecido novamente. Seu corpo repousava tão calmamente que o rapaz preferiu não acordá-la. Ele se aproximou ficou admirando o rosto da jovem, que mesmo com alguns curativos, ainda se mostrava linda e radiante. Ele teve a tentação de acariciar a pele da jovem, porém logo ele se repreendeu e preferiu falar agora, pois talvez ele não conseguisse mais falar.

– Eu queria responder o que você me disse antes. Eu demorei a descobrir o que eu sinto, pois eu nunca senti isso na vida e achei que fosse apenas uma amizade diferente. Porém eu estava errado. Eu amo você, Lenalee.

– Sério? – o rapaz assustou-se ao ver os olhos da jovem se abrindo e mostrando que ela não estava dormindo como achava.

– Muito sério. – ela sorriu ao ouvi-lo dizer tais palavras e rapidamente o abraçou, sendo correspondida de imediato.

Eles se olharam e com grande alegria, se beijaram com carinho e felicidade. Aquela sensação era diferente de tudo o que já tinha sentido e infelizmente foram interrompidos pelo gritou incrédulo de Kumoi.

Notas finais
Caros leitores de todas as idades. Gostaria que, humildemente, deixassem uma palavra a esta escritora que aqui vos escreve. Não é pedir muito um simplório Review para dar a luz que um escritor necessita.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!