O Melhor Da Casa Ao Lado.
1 1º capítulo
Notas iniciais
Esse aqui é o primeiro capítulo.
Bom, eu comecei falando um pouco mais deles e só irei aprofundar no segundo capítulo, então espero que me acompanhem... Desculpa se tiver algum erro.
Espero que goste, boa leitura!
Mas uma tarde na Califórnia vai chegando ao fim... Ah, Califórnia, quem não gostaria de passar um longo período desfrutando desse perfeito lugar? Com praias maravilhosas? E com um ar tão bom e com bairros calmos como desse lugar? Cléo era uma recém-chegada que curtia seus últimos dias de férias com suas amigas Lola e Valentina, logo começaria a universidade. As três dividiam uma casa a quatro quadras da universidade, era um bairro estudantil, não eram só elas que dividiam casas por lá. Tinha Felipe também, que dividia a casa ao lado da de Cléo, com seus amigos Andrei, Tyler e Gabriel, assim como vários outros adolescentes estudantes por ali.
O relógio marcava seis horas em ponto. Fazia um dia que as garotas tinham acabado de arrumar suas coisas e a casa, então ela aproveitaram para pegar uma praia, ver os gatos e pegar aquele bronzeado. Lola estacionou seu carro conversível em frente à casa, Cléo saiu correndo com a chave de casa na mão e foi direto para o banheiro.
- Se você demorasse mais um pouco, ela iria fazer xixi no short. – disse Valentina, pegando sua bolsa de dentro do carro e limpando a areia do braço.
- Na próxima vez iremos demorar um pouquinho. – respondeu rindo.
Lola pegou a chave do carro, entrou em casa batendo a porta. Os últimos raios do Sol entravam na casa pela janela, bem fraco, já estava quase anoitecendo, as luzes da cidade começaram a acender. Tinha gente saindo de casa indo andar de skate e bicicleta, enquanto outros marcavam de ir para uma festa na praia. As luzes das casas iam acendendo e ali estava quarta-feira à noite, um pulo para o final das férias. A ansiedade de uns para seu primeiro dia na universidade só ia apertando, enquanto os antigos já estavam sentido saudades das férias.
- Então, o que iremos fazer? – Cléo perguntou entusiasmada, enquanto secava o cabelo.
- Tem a festa da praia, vocês topam? – respondeu Valentina, devorando um saco de biscoito.
- Sai com esse biscoito daqui, Valentina! Ele fede demais. – reclamou Lola. – Eu topo qualquer coisa, gatinhas, afinal, estamos na Califórnia! – deu uma risada alegre.
- Então vai ser isso mesmo, vamos pra festa. – sorriu respondendo Lola e Valentina. – E Valentina, eu espero que você tome outro banho, viu?!
- Reclamam, reclamam e reclamam, mas na hora que não tem nada pra comer correr procurando um saco desses né? – ironizou lambendo os dedos, levantando do sofá e indo para a cozinha, fazendo Lola revirar os olhos.
- Enfim... – Cléo deu um giro pela sala com sua toalha na mão, parecendo que estava procurando algo. – Você viu minha bolsa, Lola?
- Acho que você esqueceu no carro, Cléo!
- Ah, verdade! Segura aqui pra mim. – jogou a toalha em cima da amiga e foi até o carro com seu cabelo enorme todo bagunçado.
Cléo andava lentamente até o carro, que como dito, era um conversível. Passavam algumas pessoas na rua de carro e de bicicleta, mas ela pouco se importou. Após andar pelo jardim, chegou ao veículo, olhou no banco de trás estava atrás do banco. “Ahhh, te achei!” teve um pensamento rápido ao ver sua bolsa. Sem pressa alguma de voltar para dentro de casa, abriu sua bolsa ali mesmo e ficou procurando seu celular dentro dela.
O Céu já estava totalmente escuro e a Lua já estava brilhando. Felipe chegou com seus amigos em um carro esportivo, preto. Os vidros estavam aberto, e o som estava alto demais, todos sabiam que aqueles garotos curtiam uma boa música do 50cent. Os garotos perceberam a presença do carro das garotas na casa ao lado, logo eles observaram Cléo ao lado... E claro que não poderia faltar um comentário infeliz dos garotos.
- As gostosas já começaram a aparecer, hein parceiros! – comentou Tyler.
Cléo levou um susto ao ouvir o som alto, observou o carro dos garotos e ficou até eles saírem do carro a encarando. Até que decidiu pegar sua bolsa de uma vez logo e entrar pra dentro de casa.
- Aposto que só tem gatinhas nessa casa ao lado! – comentou Andrei.
- Você e Tyler não perdem uma, né? – perguntou Felipe, saindo de dentro do carro.
- Não mesmo, mulher é uma invenção de Deus, não existe coisa melhor. – Tyler falou fazendo gestos.
- Já que vocês vão ficar discutindo sobre mulher, irei tomar um banho pra dar uma relaxada! – avisou Gabriel, entrando em casa.
- Vai dar uma brincada com o palhaço, né? – ironizou Andrei.
- Na verdade, irei dar um jeito nele já que quem vai dar uma brincada serão as gatinhas de hoje. – respondeu subindo as escadas.
- Ih caraca, hoje é a festa da praia! – lembrou Felipe.
- Po, começa as nove? Temos que nos arrumar e arrumar algo pra bater um rango antes de ir né. – disse Andrei.
- Mermão, vou à lanchonete da esquina comprar algum salgado pra gente comer. – Tyler pegou a chave do carro e a carteira, enquanto Felipe e Andrei iam dando uma agitada nas coisas da casa.
A hora passava voando ali, já eram sete e meia. Tyler parou em uma lanchonete na esquina da rua. Desceu do carro com toda a marra de garanhão do mundo, mas ele podia e como podia... Com um corpo totalmente definido, estilo ‘sou rato da academia’, mas um rato bem gostoso, com cabelo bem curto e meio loiro por causa da parafina... É, gostava de surfar! Era o tipo certo do que pega, mas não se apega. Seus olhos verdes, bastante claros eram maravilhosos, era aquele cara que pegava a garota com um olhar.
- O que você deseja? — perguntou a atendente.
- Bom... – respondeu olhando para o que tinha na lanchonete. – Vou querer quatro croissaint de peito de peru e uma promoção dessa caixa com 14 donuts, para a viagem.
- E vai querer algo para beber? Tipo, um suco, café, milk-shake... – perguntou, enquanto colocava as luvas para preparar o pedido do garoto.
- Pode ser milk-shake. – respondeu.
- Vai querer quatro?
- Vou sim e para viagem!
- E qual é o sabor? – perguntou, enquanto escrevia no papel.
- Morango! – sorriu.
A atendente preparou muito rápida seu pedido, logo entregou para o garoto que aguardava e já ia atendendo outro cliente. Ele foi até o caixa e pagou. Saiu da lanchonete, sendo observado por algumas garotas que estavam sentadas em uma das mesas. Abriu o carro e logo partiu para a casa com o lanche dos amigos.
As horas se passaram voando. Os garotos, além de baterem aquela boquinha, puderam assistir ao um bom jogo de futebol que passava em um canal de sport. Enquanto as meninas estavam se arrumando. Não só as nossas meninas, e sim as de todas do bairro. O céu já estava totalmente escuro e a Lua brilhava iluminando as ruas. Difícil acreditar, mas no relógio marcavam 20:45.
Felipe puxou o bonde, como sempre, tomando a chave da mão de Tyler e partindo para o carro. Eles passaram pelo jardim, percebendo que o conversível da suposta ‘vizinha’ ainda estava parado ali, mas sem dar nenhuma importância. Ignorando qualquer detalhe ou qualquer pessoa que passava na rua, os quatro entraram no carro e logo, partiram.
- Gaaaarotas! – Lola deu um grito de surpresa, saindo da janela.
- O que foi? – perguntou Valentina.
Cléo estava na frente do espelho, colocando seus brincos.
- Saíram quatro gatos da casa ao lado...
- Será que são nossos vizinhos? – interrompeu.
- Ah, eu já esbarrei com eles. – comentou Cléo.
- Como assim? Como você não falou com a gente? – perguntou Valentina com certa indignação.
- Na verdade nem falei com eles, é porque quando eu fui pegar minha bolsa no carro, eles chegaram, mas não prestei muita atenção não...
Lola e Valentina observaram Cléo falando, trocaram um sorriso e voltaram a fazer o que estava fazendo.
Cléo usava com uma saia de renda branca e um croppet branco com detalhes dourados, que combinavam com suas joias simples. Valentina já estava com um biquíni azul, tomara que caia que realçava seus seios e uma saia longa branca. Lola já usava um vestido colado pelo corpo branco também. Pareciam aquelas modelos. E é claro, branco sempre combinando para a praia.
Depois de horas se arrumando, as garotas decidiram dar partida e ir logo para a festa. Valentina decidiu ir dirigindo, já que para ela Lola dirigia muito mal. Então, o ronco do motor do carro dominou e assim então saíram arrancando pela rua.
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