O Lado Oculto Da, Branca De Neve
3 Flash Black, como conheci Pedro Brukiman.
Notas iniciais
Quando escuto... Todos me aplaudirem, ao ver todos felizes sem pelo menos o conhecer... Irei explicar por que eu o odeio demais!
“Tudo começa... Por que eu e Pedro nascemos no mesmo dia, nunca nos demos bens, estava eu com 8 anos de idade andando pelo jardim com meu querido pai que eu amo de mais, quando vejo um menino caído ao chão... Saio correndo em sua direção com medo que ele esteja morto, solto da mão de meu pai e saio correndo em sua direção, Vejo a fisionomia de meu pai que não era uma das mas felizes mas não ligo, só queria ajudar ele. Meu pai, então o leva para dentro do castelo mandando cuidarem de “Pedro” quando percebo que ele já estava cociente, abro a porta e vou em sua direção alias... Dou a mão para ele e estendo fazendo um gesto de carinho... Quando ele saca uma pequena faca de seu bolso com aqueles olhos me fazendo chorar no mesmo instante, e faz uma cicatriz perto de meu coração... Ele sai correndo pelos corredores e eu vou atrás dele vejo ele pulando nos bancos mas nada digo... Quando vejo meu p-pai e ele indo com a pequena faca em direção ao meu pai e enfiando sua pequena faca no estomago do meu pai e depois pula nele e enfia na sua boca atravessando para o outro lado... Ele vira para trás e deixa um papel cair, sobre aquele chão, não acreditando muito no que aconteceu vou até meu pai chorando e ele me fala um frase, linda antes de morrer (F-força sua vitória, s-será melhor que a MINHA) morrendo em meus abraços, choro como um bebê quando acabou de nascer, mas respiro fundo, quando vejo minha madrasta, me pegando pelo meus cabelos e me jogando em uma cela fria... E inconveniente... Me jogo na cama e choro mas ainda não podendo fazer nada por que eu era criança e não sabia o que fazer, quando vejo o menino que matou meu pai me chamando pela janela, pendurado nas grades de ferro querendo matar aquele menino e minha madrasta que eu nunca gostei!
–Você quer sair dai Princesa? – dando uma risada de canto.
–Não, para que, para você me matar que nem fez com eu querido pai? – se virando perante ele.
–Você não respondeu minha pergunta, quer ou não quer? – viro para ele... E vejo-o me fitando com os seus olhos que o sol iluminava.
–Sim, mas como? – nunca pensei em ser amiga dele, mas isso mudou... Só queria mata-lo, e vingar a morte de meu querido pai, e meu futuro povo!
Ele me tira dali de uma forma tão fácil que nem percebi, pulo a janela e vou a direção a floresta que eu sempre andei com meu querido pai.
–Vem aqui você está segura – erguendo a mão para mim.
Não pego na mão dele subo, pelas pedras sozinha temendo o pior não sei, mas estava.
Quando vejo os anões, parados na frente da caverna...
–O que estão fazendo aqui? – digo meio complexa.
–Estávamos a sua espera princesa – quando vejo um dos anões tirando uma das facas do bolso, o jogo no chão e saio correndo para o fundo de uma floresta estranha e não segura por que ali nada era seguro, não tinha pássaros, animais, NADA, absolutamente, nada que era o que me dava mais medo naquela sombria floresta. Vejo tudo estranho, e nada aparenta ser o que era, mas tinha medo que alguém me ouvisse, por isso ia bem devagar, vagando em um poço escuro que fazia meu coração palpitar, para fora de minha gargantilha, temendo sempre o pior, por que, aliás, de tudo eu ainda era uma pequena e medrosa menina.
–HÁ, te achei – eu com medo pego meu punhal.
–Calma, era uma pequena brincadeira — guardo meu punhal, o encarando – menino como é seu nome? Você me ajudou a sair, matou meu pai, o que você quer de mim? – o levanto-o.
–Quero ser apenas seu amigo, e meu nome é Pedro, Pedro Brukiman! Prazer em conhece-la – ele me diz estendendo a mão.
–Olá meu nome é, Branca de neve, mas pode me chamar de Branca ou neve – corada, de leve eu estava, aliás foi o primeiro menino que eu converso na minha vida”.
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