O Labirinto de Fiore

2 Henry Folks, o Cliente Misterioso


Notas iniciais
Aqui está, o segundo capítulo! Desculpa àqueles que estão acompanhando a fic por eu não ter postado domingo, é que eu tenho estado muito ocupada. Enfim, neste capítulo narrado por Natsu, nossos três protagonistas conhecem um pouco mais sobre Henry, aquele que enviou a missão.

Cá estamos eu, Lucy e Erza na guilda, prontos para sair. Lucy, Após estudar por um tempo um mapa que trouxe, diz que já sabe o caminho. Esse tal de Henry Folks mora longe, então infelizmente teremos que ir de trem. Ah, cara, por que eu não posso simplesmente ir voando com o Happy? Erza, animada, nos pergunta se estamos prontos. Dizemos que sim e partimos para a estação, após avisar Mira e Makarov sobre a missão.

...

Agora, de acordo com a Lucy, já estamos quase chegando. Erza diz que passaram-se duas horas, mas para mim parece que já passaram vinte. Caramba, mal consigo me manter acordado, estou enjoado para valer. Lutando contra a vontade de vomitar, consigo escutar um pouco da conversa de Lucy e Erza:

– Lucy, eu sei que deveria ter dito antes, mas acho que é importante você saber disso... Sabe esse Henry Folks? Eu conheço esse nome de algum lugar, mas simplesmente não me vem à cabeça de onde — diz Erza preocupada.

– Ah... Eu já tinha percebido. Assim que eu citei o nome dele mais cedo na guilda você pareceu surpresa. Mas você acha que ele, é, tipo, mau?

– Não me lembro, Lucy. E não sei por quê. Isso é tão frustrante... E acho que é melhor não contarmos sobre isso para o Natsu. Vai que ele fica desconfiado e resolve bater no cara antes mesmo de eu me recordar se ele é bom ou mau? Olha, já estamos chegando. Acorda ele.

É, pelo visto a ruiva nem notou que eu escutei a conversa. Mas, pensando bem, ela está certa em não querer me contar. Eu estou totalmente desconfiado agora. E se for tudo uma armadilha? Não seria a primeira vez que isso acontece. Bom, após andarmos por alguns minutos, chegamos na casa do nosso cliente. Ela é enorme! A mansão situa-se entre dois largos campos floridos, e em sua frente há um belo jardim com flores exóticas. Ao chegarmos na porta, somos recebidos pelo mordomo, Ricky, que nos conduz pelos longos corredores até o escritório de nosso anfitrião. Por fim, nos sentamos em um sofá em frente a mesa de Henry, que nos espera sorridente e diz, alegremente: “Bem-vindos!”.

– Boa noite, Senhor Henry. Meu nome é Lucy Heartfilia e estou aqui pela missão que o Senhor enviou à Fairy Tail. Estes são meus parceiros Natsu e Erza, que vão me ajudar na missão. Gostaríamos de saber mais sobre seu pedido, por favor – diz Lucy polidamente.

– Boa noite, Senhorita Lucy, Erza e Natsu. É um prazer recebê-los em minha casa, e fico feliz em saber que foram jovens valentes como vocês que aceitaram a missão. Bem, basicamente, eu preciso que vocês encontrem rapidamente meu medalhão de esmeralda, que está perdido no Labirinto de Fiore. Suponho que conheçam pelo menos uma das entradas do Labirinto– responde o homem.

Nós três nos entreolhamos, confusos. Nenhum de nós havia sequer ouvido falar desse Labirinto, imagina conhecer uma das entradas dele. Após um minuto de silêncio, Erza retoma a conversa:

– Na verdade não. Para ser sincera, nenhum de nós nunca ouviu falar do Labirinto de Fiore, por mais imenso ou famoso que seja. Precisaremos de ajuda para entrar no Labirinto.

– Entendo. Não se preocupem garotos, realmente não é tão comum que as pessoas conheçam o Labirinto, já que ele fica muito bem escondido. Eu apenas pensei que como vocês são de uma guilda, talvez... Enfim, vamos direto ao ponto: vocês conhecem o Parque do Sul, certo?

Respondemos, em uníssono, que sim, e Henry continua:

– Certo. Procurem pela maior árvore do Parque, localizada no centro do terreno. Ela é incrivelmente grande, então vocês não terão dificuldades para encontrá-la. Depois, levantem a enorme e pesada pedra que tapa a entrada do Labirinto na base da árvore, do lado oeste. Essa é a entrada mais acessível, mas já aviso: o Labirinto é perigoso. Traiçoeiro. Nunca se separem ou andem sem algo para iluminar o caminho.

Falta de luz não será um problema para mim, já que sou um Dragon Slayer do fogo, e posso simplesmente queimar qualquer coisa para obter luz. Acho que seria impertinente comentar isso agora, então continuo ouvindo Henry:

– Eu não me lembro muito bem da área da cidade na qual perdi o medalhão, mas sei que foi em um campo ensolarado, provavelmente no Leste.

– O que? Como é possível que haja um campo ensolarado no subterrâneo? – Pergunta Lucy, incrédula.

– É como eu disse, Senhorita, o Labirinto é imenso. Vocês tem mais alguma dúvida?

– Eu... Eu tenho. Sei que isso deve ser meio pessoal, mas... Por que o Senhor precisa tão rapidamente desse medalhão, e por que a recompensa para quem conseguir achá-lo é tão alta? – Pergunta Erza.

– Eu prefiro não falar sobre isso. Tenham uma boa noite, e não voltem aqui sem aquele medalhão! É brincadeira... Mas vão, não tenho muito tempo.

...

Chegamos no Parque do Sul. Quando Henry disse que a árvore era gigante não estava brincando, esta árvore é imensa! Neste momento Happy voa acima de nós, procurando pela pedra, e Erza, Lucy e eu estamos vasculhando os buracos entre as raízes das árvores, tentando achar a entrada. Parece que isso ainda vai demorar um bom tempo...

...

Notas finais
Espero que tenha gostado! O que achou do segundo capítulo desta nova fic? Deixe seu comentário para que eu possa saber em quais aspectos posso melhorá-la. Obrigada por ter lido, e até o próximo capítulo! Novo capítulo todo domingo, acompanhem a fic :)