O Jovem Príncipe das Trevas
2 Jack conhece Renesmee
P.O.V. Jack.
A campainha tocou e eu atendi. E lá estava uma garota linda.
—Obrigado pelo elogiu. Eu estou procurando Lúcifer Mornigstar. Ele mora aqui não mora?
—Mora.
—Renesmee Cullen. A que devo a honra da sua visita.
—Preciso de socorro. Não pra mim, mas pra minha filha.
—O que aconteceu?
—E você deve ser a detetive Decker.
—Sou eu.
—É um prazer finalmente vê-la pessoalmente.
—Ela é...
—Uma híbrida vidente.
—O que a Jean aprontou dessa vez?
—Um feitiço que deu errado. Ela acidentalmente trouxe alguém do passado para o nosso tempo e agora o cara tá na cadeia.
—Espera isso é possível?!
—O seu namorado é o Diabo garota! Tudo é possível.
—Em que distrito está o garoto?
—No seu. Pode tirar ele?
—Posso.
—Tipo, agora.
—Claro.
Fomos todos para a delegacia onde estava uma garota meio gótica e um rapaz preso.
—Detetive Decker.
—Deixa o menino sair. Eu quero interrogá-lo e ai ele está livre pra ir.
—Vamos.
Levei o garoto para a sala de interrogatório e ele disse:
—Eu quero falar com a Jean. A Jean Mikaelson.
—Tudo bem. Ache essa Jean Mikaelson.
—É a minha filha eu vou buscá-la.
A garota de vestido entrou e se sentou.
—O que está acontecendo? Porque estão me prendendo?
—Porque eles acham que você é louco.
—Mas, eu fui verdadeiro. Contei o que aconteceu. Você devia estar com medo da fogueira.
A garota riu.
—Ninguém mais é queimado vivo querido, os mortais pararam de acreditar em bruxas á um bom tempo.
—Você é uma bruxa?
—Sou. Eu sou uma bruxa Mikaelson.
—E ela é metade vampira.
—Sim. Verdade.
—Vampiros também?
—Sim. Eu sou filha de um dos Originais.
—Originais?
—Um dos primeiros vampiros do mundo. Os Originais.
—Puta que pariu! O que mais tem por ai?
—Tudo. Tudo o que você imaginar. Fadas, demônios, bruxas, vampiros, híbridos, lobisomens, doppleggangers, imortais, nefilim como Jack, anjos como Lúcifer e Castiel. Todas as histórias que já te contaram, cada conto, cada lenda é tudo verdade. Aparições, fantasmas, metamorfos, transformos, viajantes etc.
—Viajantes?
—Os primeiros bruxos. Eles podem entrar no corpo de alguém e habitar nele. Mas, não chame um viajante de bruxo, eles ficam ofendidos. Assim como os conjuradores, chamar um conjurador de bruxo é como chamar um atleta de marombeiro.
—Tudo bem. Como eu sei a diferença entre um conjurador e um viajante?
—Você não sabe. Eu sou viajante, mas eu não ligo de ser chamada de bruxa. Nem a minha filha, a gente não tem essas frescuras.

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