P.O.V. Jean.

Eu dormi com o Jack e agora vou ter um bebê mágico e milagroso.

—Que porcaria. Eu não consigo dormir com essa barriga imensa.

—Você está grávida. Como é estar grávida?

Perguntou Jack e eu respondi:

—É um misto de emoções. É um amor imensurável e um desconforto monumental.

—Eu vou ter um filho.

—Nós vamos ter um filho.

—Se for uma menina, eu queria dar o nome da minha mãe.

—E qual era o nome da sua mãe?

—Kelly.

—Kelly é um bom nome.

—Se eu morrer no parto, eu quero que cuidem do bebê. E não façam nada que eu não faria.

—Você é uma imortal. Não vai morrer.

—E meu bebê é meio anjo.

—Eu não me importo em morrer pela minha criança. Se não cuidarem bem dela, eu volto pra assombrar vocês.

—Você não vai precisar voltar Jean. Você não vai partir.

—Você tem peitos lindos.

—Dean!

—Idiota! Eu to lactando!

—Lactando?

—Produzindo leite. Pro bebê mamar.

—Bebês mamam?

Perguntou Jack. Ele era tão inocente.

—Se forem mamíferos, eles mamam.

—Ele é um mamífero?

—É. Por isso estou lactando.

Eu subi as escadas, troquei de roupa e peguei um daqueles absorventes de seios que eu tinha comprado. O Jack comprou fraldas, montes e montes de fraldas.

P.O.V. Chloe.

O meu enteado nefilim engravidou a namorada, uma híbrida de dezessete anos. Eu não acreditei na história do Lúcifer de que ele era o diabo tirando férias em Los Angeles, mas quando o filho dele apareceu eu tive a prova definitiva de que era tudo verdade.

Como eu fui abençoada antes de nascer pelo anjo Amenediel eu torno o Lúcifer mortal, quando ele tá perto de mim ele perde os poderes.

Eu sei, é loucura mas é verdade.

—Eu queria poder ver a sua cara de demônio.

Foi eu falar isso a doutora Linda veio entrando pela porta e dizendo:

—Não você não quer não. É muito assustador.

—Linda. O que está fazendo aqui?

—Eu trouxe um presente para o novo bebê. Como eu não sabia se era menino ou menina, eu comprei amarelo.

—Eu acho que é uma menina. Eu posso senti-la. Posso sentir o meu bebê.

—Tudo bem.

—Está chutando. Sabe que estamos falando dela.

—Eu... posso... tocar?

—Pode.

P.O.V. Jack.

Sentir o meu bebê chutando foi emocionante. Eu sinto as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.

—Eu tava pensando em fazer um chá de bebê. E convidar todos os nossos amigos e os Volturi.

—Os Volturi?!

—Achei que seria bom pra tentar uma oferta de paz.

—É uma boa ideia querida.

—Carslile! Não pode estar falando sério!

—Eu estou.

—E se chamássemos o bebê de Amy?

—Eu gosto de Amy. Mais do que de Kelly, na verdade.

—Eu também.

—E se for menino?

—Chamamos ele de Castiel. Castiel Jr.

—Como meu pai.

—Isso.

—Gostei disso.

—Eu sou seu pai!

—Biologicamente falando.

—E sobre os Volturi?

—Façam o que quiserem, mas se eles tentarem alguma coisa... a gente mata.

—Não vou deixar machucarem minha família.

—De acordo.

Disse o Lúcifer.

—Temos que escolher uma madrinha e um padrinho.

—Os seus pais podiam ser os padrinhos. Quero dizer, o seu pai e a Chloe.

—Seria uma honra, mas eu pessoalmente não sei se estou apta a criar uma criança como essa.

—Como assim?! Uma criança como essa?!

—Uma criança sobrenatural.

—Você teme.

—Sim. Eu temo.

—Isso passa. Eu fiquei muito assustada quando soube que não eram metáforas, mas aprendi a viver com isso. Ele é o Diabo e um bom homem.

—Bom, então tá decidido. Vamos decidir a data e mandar os convites.

Algumas semanas depois em Volterra...

P.O.V. Aro.

Acabo de receber um convite, dos meus caros amigos Cullen. Eles convidam a todos nós para um chá de bebê. Para o chá de bebê da filha da neta de Carslile.

—Bom, parece-me que temos um compromisso.

—Mestre?

—Vamos á um chá de bebê meus queridos.

—Um chá de bebê? De quem?

—Da filha da neta de Carslile Cullen.

—E porque nós vamos?

—Porque fomos convidados.

—Fomos convidados? Nunca somos convidados pra nada.

—A filha da neta de Carslile, Jean nos mandou um convite.

—E porque nós vamos?

—Para conhecer a futura mamãe, verificar seus dons e dar uma olhadinha na criança. A Família Cullen tem a sorte de nascer muito bem dotada, cada geração mais potente do que a anterior. Os dons são passados para a frente são herdados, esses híbridos são mais poderosos do que pensamos que eles seriam.

—A mãe pede cordialmente para que vamos sem uniforme para não chamarmos a atenção ou assustar seus convidados. Porque, P.S. As capas são horríveis.

—Ela escreveu isso?

—Escreveu. Mas, sabemos como são os jovens não é?

—É claro irmão.