O Jogo|Te Voy A Olvidar|
4 __O Amor Tornou_se Lembrança__
Notas iniciais
Já na mesa de jantar,havia um certo silêncio entre eles.
José Alfredo estranhava o comportamento de Maia,e a mesma não sabia qual seria os seua próximos passos.
Carmen estava logo no meio daquele clima,e foi ela que resolveu quebrar oa silêncio.
—Como foi no trabalho José Alfredo?(Carmen estava atenta)
Ele demorou um pouco a responder
—Foi tudo bem tia Carmen,apesar de algumas coisas mais não quero comentar sobre isso.(se expressou contente)
—Você tem que vir aqui mais vezes meu filho,sua filha sente sua falta,todos os dias chama por você ela teve até meio...(parou)Eh..(olhou Maia)
—Meio o que Tia?(se preocupou)
Maia olhava ele e Carmen
—Não é nada,a Maria Clara só esteve um pouco febril só isso!(em poucas palavras Maia tentou explicar)
—Febril?Minha filha esteve febril e vocês não me disseram nada?(ele não reage bem)
—Eu acabei de dizer que ela está bem!
Deve ter sido a mudança de clima só isso José Alfredo.(Maia não queria dar muitos detalhes)
—Mesmo assim Maia.A Maria Clara também é minha filha e eu quero saber tudo o que se passa na vida dela!(disse José Alfredo aflito)
Maia não responde as palavras de José Alfredo,simplesmente o olha,imediatamente ele se retira da mesa pedindo licença e sobe as escadas rumo ao quarto de sua filha.
Carmen e Maia ficam no mesmo lugar olhando ele subir.
—Pensei que teríamos um jantar civilizado,não foi isso que você disse Maia?(Carmen acha ruim a situação)
—Estamos em um jantar civilizado Carmen(tomou a taça de vinho para si e bebeu)Não fui eu que se retirou da mesa!(colocou a taça na mesa)
Nesse instante a companhia volta a bater.
Dessa vez,Maia diz que ela mesma irá abrir.
A mesma se levanta da mesa e diz para a empregada voltar para cozinha.
Ao abrir a porta,Maia vê alguém que não esperava rever facilmente.
—Você.(disse surpresa ao abrir a porta)
—Olá Maia!Posso entrar(disse ao entrar)
Maia ficou parada no mesmo lugar.
—O que você veio fazer aqui aqui Agatha?(perguntou Maia)
—Ontem cheguei de viagem e estava com muita saudades de sair rever minha cidade(caminhou até uma mesinha),e aí pensei em vir te ver!
—Eu estou um pouco tonta!(Maia não se sentiu bem)
—Aih Maia me desculpe vir sem avisar,fui uma tonta!Venha,deixe_me te ajudar.(segurou a mão de Maia)
—Estou bem,foi só um queda de pressão!(se apoiou na mesinha)
—Quer que eu chame alguém?Ou...
—Não é necessário Agatha!
Estamos jantando eu Carmen,talvez você queira nos acompanhar.(Maia foi gentil mesmo não querendo ser)
—Aih Maia eu não sei!(fingiu estar preocupada)Ao me ver você reagiu mal,foi minha culpa isso me perdoe Maia.(fez cara de boazinha)
—Não é isso Agatha!É que...você mudou(a reparou)você já é uma mulher!Entenda que há muitos anos que nós não nos falava.
—Eu sei Maia.(breve sorriso)
—Mais nem por isso vou ser rude com você!
Venha e sente_se conosco.(disse Maia)
Maia reagiu mal ao ver Agatha ali na sua frente,o que ela estava fazendo ali?
Qual é o porque dessa aproximação repentina?
—Maia(a chamou descendo as escadas)preciso que você me explique o...(José Alfredo avistou Agatha ali)
—José Alfredo!(reagiu como se estivesse surpresa ao revê_lo)A quanto tempo!(sorriu cinicamente)
—Agatha!(arregalou os olhos surpreso)O que você faz aqui?(ficou preocupado)
—Vocês já se viram?(perguntou, Maia entra na frente e responde)
Ela veio me visitar,ela disse que acabou de chegar na cidade e...
—E eu quis vir ver como está Maia,mais não sabia que você voltou a morar aqui!(fingiu estar surpresa)
—Ele não vive aqui Agatha!(disse Maia sem jeito)
Carmen estranhou a demora e resolveu ir até eles.
Ao chegar,vê Agatha.
—Agatha Aguilar?(de boca aberta)
É você memsa?(surpresa caminhou até eles)
—Carmen,claro que sou eu e você tão bela como sempre não é!(atenciosa ao comprimentar Carmen)
—Nossa,você mudou demais!
Miami foi ótimo pra você hein!Você se tornou uma mulher lindíssima.(sorriu)
—Aih obrigada Carmen,mais não é pra tanto,quem está radiante é a Maia.(virou e olhou Maia)os anos passa e ela continua a mulher de antes,fina,elefante!(um olhar para Maia e dois para José Alfredo)
—Que isso Agatha!(disse Maia)
—Minha mãe também veio!
—A Cecília enfim deixou Miami,e porque ela não veio com você?(questionou Carmen)
—Como eu disse não fiz planos,resolvi de última hora,estava na rua e de repente me deu uma vontade de vir aqui ver vocês!E a sua filha José Alfredo!Onde está?
—Está lá em cima!(José Alfredo estava incomodado com a presença de Agatha)
—Posso vê_la Maia?Ela deve estar uma gracinha não é mesmo!
—Bom...eu ainda não terminei de jantar e...e..
—Aih não se preocupa!Tenho certeza que o José Alfredo pode me fazer essa gentileza.(descarada)
Claro,se você estiver de acordo e me deixar subir pra vê_la né!(foi convincente)
—José Alfredo!(chamou ele,ele olhou)Acompanhe a Agatha até o quarto da Maria Clara!Vou terminar minha refeição e já encontro vocês.(se direcionou para sala de jantar)
José Alfredo mostra o caminho.
Eles sobem as escadas,ele se sentia inseguro,já ela se sentia tranquila e sabia o que tava fazendo.
José Alfredo se sentiu frustrado ao vê_la ali.
Estavam no corredor.
—Que diabos você veio fazer aqui Agatha.(a pressionou na parede)
—Você está me machuca,me solta.(expressão de que gostou)
—Como você se atreveu a vir até aqui ah?(soltou e empurrou levemente)
Eu disse varias vezes(andou em círculo)Não uma,não duas varias vezes Agatha e você ainda não compreendeu.(apontou o dedo,condenando_a)
—Você é que me faz reagir assim.(falou mais baixo)
E eu também te disse varais vezes que eu estou disposta a chegar até as últimas consequências meu amor.(se apoiou na parede com todo corpo)
—Não!(ele tentou gritar,reagiu)Não sou seu amor e você sabe disso já foi demais Agatha,anda...Saia daqui..(mostrou o caminho com o dedo)
Nunca mais se atreva a vir nessa cada,onde minha filha e minha mulher mora ouviu bem?Jamais volte a se quer direcionar o seu olhar pras duas!(disse ele)
—(gargalhadas)A Maia não é sua mulher faz tempo.
Eu não vou sair daqui até ter uma resposta sua.Anda me diz.(bateu forte no peito dele)Vamos continuar esse papo em outro lugar ou aqui mesmo,no corredor ao lado do quarto da sua filha,onde qualquer um pode nos ver juntos e interpretar mal não é?(começou a reparar a casa)Se bem que...Seria uma maravilha a Maia saber de tudo de uma vez por todas você não acha?(gargalhadas irônicas)
—Você está louca.(voltou a segurar o braço dela,com força)
Não aconteceu nada,nunca houve nada entre agente!Foi maluquice sua e somente sua.(a chocalhou forte)Não se atreva a dizer mentiras Agatha!Não se atreva.(disse ele)
—Ah!
Então você vai negar aquele beijo que agente deu,eu me apaixonei por você José Alfredo e não vou abrir mão disso só porque você resolveu ter pena da inválida da maldita da dua ex mulher!(alterou a voz)
Ele levanta a mão em um momento de raiva,mais nao consume o ato.
—Não repita isso,a Maia não é inválida!(abaixou a mão)
—Olha aqui José Alfredo!(enxugou as lágrimas)
Eu vou te dar até amanhã pra você ir no meu apartamento se não...(abaixou a cabeça e deu uma risada)
Se não eu vou ser obrigada a voltar aqui,e da próxima vez que eu pisar os pés aqui eu te juro...Você vai se arrepender!(deu um tapa no peito dele,foi andando)
Ele ficou no mesmo lugar a olhando descer ad escadas.
—O quê que eu fasso Meu Deus!(engoliu seco)
Agatha vai até a mesa de jantar.
—Me desculpem mais tenho que ir!Carmen foi um prazer revê_la(despediu com um beijo)
—Volte sempre querida!(beijo no rosto)
—Você já vai,você viu a minha filha?(achou estranho,curiosa)
—Não deu tempo Maia!
Quando eu estava no corredor recebi uma ligação da minha mãe e preciso voltar pra casa,mais(a beijou)Terei outras oportunidades isso eu garanto.Bom...Até mais ver!(sorriu)
—Te acompanho até a porta!(ameaçou a levantar)
—Não se preocupe Maia!
Eu sei o caminho!E obrigada por me receber(continuou andando)
Já,descendo as escadas do Jardim.
—Maldita!(parou e olhou pra mansão)
Vou tirar tudo de você,(riu)Até essa pirralha!(havia ódio em seus olhos,foi embora)
José Alfredo,em silêncio olhava sua filha dormir.
—Minha princesa!(fechou os olhos,abriu)
Quanto mal eu fiz pra você.(disse ele,se queixando)
Maia ia abrir a porta,quando o ouviu,parou e escutou atrás da porta.
—Se pudesse voltar no passado,o papai jamais teria abandonado sua mãe!(se apoiou no berço)
Me seguei,não percebi que sua mãe era a mesma!(se culpou)
Eu fui o culpado desse acidente,pelo menos tinha que ficar ao lado dela!(se culpava,até suas veias apareceram de raiva)
Você não sabe o quanto eu a amo minha filha!O quanto amo vocês duas,e o quanto desejo estar aqui com vocês de novo!(disse ele)
Maia ouviu o desabafo de José Alfredo,e entendeu uma coisa.
Por mais que ele tenha se enganado no passado,ele jamais deixou de ama_la.
Mais em seu olhar,no olhar de Maia se via alguém que não podia baixar a guarda.
Então,Maia fechou a porta novamente e seguiu apoiando em cada parede até chegar em seu quarto.
As palavras dele,a deixou um pouco tonta.
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