Notas iniciais
Boa Leitura

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Maia Reyes era uma mulher que vivia tensos conflitos com seu marido,apesar de Jose Alfredo não viver na mansão,eles ainda eram casados.

Os dois tinham uma filinha,a pequena Maria Clara de 2 anos.

José Alfredo queria reconquistar Maia.

A mesma tinha uma deficiência na perna que dificultava seus passos.

E pela qual foi motivo de separação.Maia se tornou uma mulher frágil depois do acidente.

{Cidade do México}

César estava na biblioteca de sua casa,sentado com os olhos fechados ele segurava uma foto.

{Flashback On de César}

—Meu amor!Meu amor!(Victoria sorria chamando ele)

—O que é isso amor?(a olhando)

—Estou gravida!(pulou de alegria)Estou esperando um filho seu!(com as mãos na boca)

—Victoria!Meu amor!(César a abraçava e a beijava)

{Flashback Off}

César se assusta e se recompõe.

Ester entra.

—César!(o achou estranho)Tá tudo bem?

—O que você faz aqui Ester?(questionou ele a ela)

—Bom!(caminhou até a mesa)Aih não César!(viu a foto)Você sabe perfeitamente que isso te faz mal!Me dê isso!(tentou pegar a fotografia das mãos de César)

—(forçou a mão)Solte Ester!Que direito você acha que tem pra isso!Se retire daqui por favor!Me deixe com minha amargura!(César estava amargurado)

—Você está cada dia pior!

Entenda uma coisa cunhadinho!

Minha irmã está morta...morta..(repetiu)E ficar relembrando isso aí(mostrou)só vai te fazer mal.A Victoria já não está aqui César,coloca isso na sua cabeça de uma vez por todas está bem.

—Para mim não.(expressão de raiva)Para mim Victoria sempre estará viva!Viva.Porque você ainda está aqui Ester?Saiaaa(grito)

—Mesmo que você me expulse um milhão de vezes eu ainda vou estar aqui!Esta casa não é só sua,foi da minha irma portanto também tenho direitos nela!(sorriu irônica)

Ester sai da biblioteca,deixando César furioso.

Ele se trancava ali horas e horas somente ele e suas lembranças.

Sua esposa Victoria Santos havia morrido em um trágico acidente à 5 anos,com ela morreu também seu filho,ainda no ventre de sua esposa.

{Santa Cecília}

Maia estava de braços cruzados olhando o jardim.

Com os olhos fechados,ela simplesmente queria aquele tempo a sós com a natureza,sentindo o ar puro em seus cabelos.

De repente ela sente cheiro de rosas,e sente também a presença de alguém atrás dela.

Logo imaginou quem poderia ser.

—Suas preferidas!(José Alfredo)

—(abriu os olhos)Rosas?(sorriu)Em todos esses anos você ainda não compreendeu que minhas favoritas são Tulipas!(virou e olhou ele)

—Tulipas?(bateu em sua cabeça)Como fui tonto,me perdoe,eu irei trocar!(disse José Alfredo)

—Espera José Alfredo!(levantou os braços)Me dê...Maria Clara sim adora rosas!Lembre_se disso!

Maia caminha lentamente até um mesinha do Jardim e se senta,coloca as rosas na mesa.

José Alfredo também se senta e a olha em silêncio.

—O que você veio fazer aqui?

Agente não combinou de você vir para ver só a Maria Clara.(disse sem olhar para ele)

—Sim Maia!Sim,agente combinou isso!(desanimado)

Só que hoje eu vim conversar com a mãe da minha filha,com você!É tão difícil assim você olhar pra mim Maia?Por favor!(ele pediu)

Maia não conseguia olhar para José Alfredo,sem perder suas forças.

José Alfredo a abandonou no momento mais difícil da vida de Maia.

—Não olho no olho de um traidor como você José Alfredo!(se levantou)

E fique com essas rosas,leve_as daqui,ou eu mesma as jogarei no lixo.(tentou andar rápido e sair dali)

Maia não suportava ficar muito tempo ao lado de José Alfredo.

Talvez ela tivesse medo de errar ou de cair mais uma vez nad lábia dele.Seu coração se despedaçou depois do acidente,o amor dele foi se desfazendo.

Ao entrar na sala,Carmen estava descendo as escadas e parou quando viu Maia,a mesma também parou e a olhou.

—A Maria Clara já dormiu.

O José Alfredo estava aqui!(disse Carmen ao descer as escadas)

—(cruzou os braços)É eu sei Carmen!(virou para a mesinha)

Acabei de falar com ele!(Maia se senta)

—Aih Maia,isso está indo longe demais.(tentou convencer)

Eu sei que meu sobrinho errou,mais ele já pagou por isso e além disso ele se arrependeu Maia.(Carmen apelava para os sentimentos de Maia)

—(suspirou)O José Alfredo não entra mais nessa casa para ficar Carmen!Essa é a minha última palavra!(gestos com a mão)Ele me abandonou assim que a Maria Clara nasceu...(apontou o dedo)Quando eu fiquei assim..assim Carmen.(mostrou sua perna)Ele não quis saber de mim,uma mulher que o amava,uma filha recém nascida uma família(gritou)não foi o bastante para ele.

—Não se altere Maia!

Eu só quero que você veja as coisas com mais clareza!Só isso.(disse Carmenao se levantar rapidamente)

—Há dois anos que isso ficou claro Carmen!Se não ficou para você para mim sim!E Agora me deixe sozinha...Por favor dê uma olhada na minha filha por mim está bem?(se sentou e abaixou a cabeça fechando os olhos)

Carmen fez um gesto com o rosto,sentindo o que estava acontecendo entre seu sobrinho e Maia.

Depois em silêncio ela subiu para cuidar de Maria Clara.

Maia se confortou no sofá,e ali se repousou um pouco.

José Alfredo chega em seu apartamento e encontra Agatha,uma mulher extremamente insistente e possessiva,que há muito tempo teve um caso com ele.

Ele se assusta ao vê_la ali.

—Agatha.(surpreso)Como você entrou aqui?(fechou a porta)

—(pernas cruzadas)Ahh..O porteiro me deixou esperar você aqui!Ele já me conhece neh!(levantou)Sentiu saudades?Uhm?(tentou beija_lo)

—Agatha!(virou o rosto e segurou a mão dela)

—O que er José Alfredo?Não sentiu saudades?Me diz!(o abraçou)

Agatha lhe agarra de uma maneira que ele não estava conseguindo se soltar.

—Por favor pare com isso.(se afastou)Não quero problemas!Muito menos quero você aqui,saia por favor!(apontou para porta)

—(estranhou)Aih José Alfredo,o que aconteceu com aquele homem que gostava de se arriscar

,que gostava do perigo?Ah!(mordeu os labios)

Aquele homem que me fazia delirar(mexeu nos cabelos)Que todas as noites me procurava jurando amor(cruzou as pernas sensualmente)

José Alfredo a olhava fazer aqueles gestos sensuais,nos quais ele desejava profundamente.

No passado,Agatha e ele,tiveram uma queda,e ela ainda tem poder sobre ele.

—Esse homem não existe mais Agatha!(pensou em Maia)

Perdi quem eu mais amava na vida!(triste)

—Você me ama e não pode negar isso!Mais eu vou te dar esse tempo.(segurou no queixo dele)

Eu tenho todo o tempo do mundo.(Agatha lhe dá um celinho e sai batendo a porta)

José Alfredo fica no mesmo lugar,apoiado no sofá,pensativo ao recordar o que ele tinha e o que agora já não tem.

Maia havia pegado no sono no sofá.

A babá Suzana,descia as escadas com a pequena no colo.

—Senhora!(chamou Maia)

Maia assusta com a voz e acorda,sonolenta.

—(se reconpomdo)O que foi Suzana?(Maia ficou de pé)

—A menina acordou chorando chamando pelo pai Senhora!(caminhando até Maia)

Ela não quer nada!

—Me dê ela!(estendeu os braços)

Oh meu amor(beijou a filha)Oh minha vida o que foi?Uhm?(suspirou)Hein minha menina(a abraçou)

—O que eu fasso Senhora!Eu ligo para o Patrão?(angustiada)

—De maneira alguma!(balançando a menina)

Não quero que você diga nada pra ele e o José Alfredo não é seu patrão está bem!(advertiu)Sua patroa sou eu e somente a mim você deve obediência Suzana.(Maia disse séria mais preocupada)

—Está bem Senhora.Me perdoe!(inclinou a cabeça para baixo)

—(piscou os olhos)Aih está tudo bem,volte a seus afaseres eu fico com minha filha!Quando eu precisar de você te chamo.(disse Maia)

—Com licença Senhora!(Suzana se retira)

A companhia toca e Maia olha para porta.

Maria Clara,estava mais calma,mais ainda chorava.

Uma empregada abre a porta e Alvaro entra.

Surpresa,Maia caminha até ele para comprimenta_lo.

—Que surpresa boa!(sorriu ao abraça_lo)

—Surpresa é minha de poder te ver novamente Maia!(pegou em seus braços)E essa menina linda ah?(cariciou Maria Clara)

—Ela está um pouco febril,é normal nessa idade!Mais senta,fico feliz que você,pelo menos você se lembre de mim.(brincou Maia)

—Claro que sim!Você diz isso pela Cecília não é Maia?(pensativo)

Notas finais
Continua