Notas iniciais
Olá queridos! Que saudades... Eu sei vocês querem me matar, mas não se preocupem que daqui alguns dias minha escola faz isso hahaha! Então, eu viajei de última hora e meu pai é do tipo " se for pra continuar com sua vida eletrônica, teríamos ficado em casa e blá blá... ai nem deu pra entrar, já que meu 3G é uma benção e.e Mas o importante é que estou de volta com o próximo capítulo, espero que gostem! Não se preocupem que o grande momento Seddie já está por vir ok? Haha Boa Leitura ;)

Feche os olhos e os abra calmamente. Respire. Foi só um pesadelo. Não é real. Sam dizia a si mesma ao acordar assustada. Normalmente ela tinha sonhos totalmente gordurosos, como pular em uma piscina cheia de frango frito ou devorar um gramado todo feito de bolo gordo, quanto à pesadelos, eram sempre alguém tentando invadir essa tal mundo cheio de guloseimas. Mas, esse havia sido extremamente estranho e não menos assustador. Ela foi diretamente para um banho frio e confortante. Enquanto a água caia sobre seu corpo, seus pensamentos voltaram para a noite passada...

Esquecer e seguir em frente.

Não é tão fácil.

Ela desliga o chuveiro e se enrola na toalha, já indo em direção do quarto, quando se depara com alguém olhando para o tabuleiro que deixou em cima da poltrona em forma de bolacha.

– Mayse? – Ela já vai atrás de suas roupas.

– Nunca deveria usar isso. – Ela diz já nervosa se referindo ao tabuleiro – Você usou não usou?

–Bom, foi só uma vez... – A garota olha assustada.

–Promete pra mim Sam, não procure respostas com os mortos. Se livre do tabuleiro.

– Calma mulher, é só um jogo.

–Se não der um fim a isso vai descobrir que não. – A mulher diz preocupada.

–Tá bom, já entendi. Mas afinal, o que faz aqui? O Spencer viajou então... – Mayse a interrompe.

– Eu sei, ele me ligou pedindo que arrumasse aqui, porque vão vir buscar suas coisas.

– Arrumar para que?

– Ele vai vender o apartamento.

– O que? Por quê?

– Ele disse que vai fazer um curso de arte em Los Angeles e investir na sua carreira como escultor, parece que lá suas obras são mais reconhecidas.

– Então, ele não vai mais voltar? – A garota constrói um olhar triste.

– Não sei ao certo, mas será melhor pra ele lá, aqui tem muitas lembranças de Carly, então... – Mayse se dirige em direção à porta – Vou começar lá de baixo até você se trocar.

Sam assente e começa a vestir-se. Não estava acreditando que Spencer não voltaria, ele era como um irmão pra ela, sempre com suas palhaçadas e ideias malucas. Iria sentir falta de tudo. Ela arrumou suas coisas e resolveu ir para casa, já que agora aquele lugar não á pertencia mais, não poderia arrombar a porta, ou passar suas tardes e noites lá. Perdera sua única forma de se sentir mais próxima de sua amiga.

Mas talvez, isso fosse o melhor.

– Tyler? – Sam se depara com o garoto ao abrir a porta para sair – Oi.

– Oi – Tyler diz sorrindo ao vê-la.

– O que faz aqui?

– Eu fiquei muito mal por ontem à noite e percebi que eu fui muito injusto, você está passando por um momento complicado e eu devia ficar do seu lado independente de tudo. – Ele diz pegando em sua mão.

– Relaxa, está de boa. Você estava com a razão sobre eu começar a seguir em frente.

–Sam, eu só quero estar com você. Cuidando pra que você não sofra mais. – Seus olham se encontraram junto com seus lábios que se uniram de forma doce e calma.

– Então, que tal irmos até a lanchonete e você pagar uma vitamina pra mim? – Diz Sam toda animada.

– Ah, eu adoraria! Mas tenho que ir com minha mãe visitar minha tia.

– A coroca doidona? – Diz Sam entre risos.

–Ela é doente Sam.

–Não deixa de ser doida.

– Ok. Ok. Olha, que tal sairmos para jantar num lugar bem bacana?

– Ah, vai ter comida boa e você vai bancar então eu topo.

– Eu tenho até medo sabia?

– Do que?

– Sei lá, de outros caras com grana e um carrão te chamar pra comer.

– Ah, mas você não tem que se preocupar com isso. – ela sorri olhando pra ele – Dá sobremesa não passa.

– Você não presta hien?! – Ele diz rindo.

– A mamãe aqui gosta de um banquete ué.

– Sei. Te pego as oito. – Tyler em meio a um leve piscar de olhos vira o corredor. Sam se vê perdida em meio ao corredor, agora não teria mais um motivo para ir até aquele lugar e por esta razão tentou encontrar um motivo para continuar ali.

Seus olhos se moveram em diversas direções focando finalmente no apartamento 8 D.

Por algum tipo maluco de impulso bateu na porta.

[...]

Tyler saiu do Bushwell, pensativo. Estava realmente arrependido por ter dito aquelas coisas à Sam noite passada. Não que não tivesse sido a verdade, mas percebeu que não tinha o direito de ter dito daquela maneira. Afinal, ela estava sofrendo muito. Mas ele também, todos estavam. Só queria que ela parasse um pouco de pensar em tudo que aconteceu e realmente seguisse em frente.

Ele se sentia aliviado por ter consertado as coisas e queria que tudo ficasse bem entre eles. Afinal, além de serem grandes amigos ele queria muito dar aquele passo com ela que sempre desejou e está noite ele a convenceria disso.

Ele ia em direção ao local onde deixou seu carro, pegou suas chaves e apertou o botão para destravar o alarme, mas naquele momento foi em vão. Ele analisou bem o controle e apertou de novo estranhando, quando sentiu algo passando sobre si rapidamente fazendo o controle cair. Olhou para os lados e não viu ninguém. Resolveu ignorar e se abaixou para pegar suas chaves e ao se levantar se deparou com o vidro do motorista todo embaçado, sendo somente ele e se encontrava escrito: oi amigo.

[...]

Tasha e Gibby estavam se pegando por algum lugar sobre a praça da cidade, ou mesmo por todos os lugares. Conversavam sobre diversas coisas sem sentido.

– Ai ele pulou a janela e detonou a cozinha. Minha mãe está uma fera. – Gibby conta euforicamente sobre as supostas aventuras de seu gato. Tasha ri de todas as palavras de seu namorado.

– Seu gato é um fofo mesmo Gibbyzinho. – A garota diz docemente.

– Ei, quer ir lá pra casa ver uns vídeos que gravei dele? – Gibby logo se levanta puxando a mão da menina.

– Claro. – Eles seguem caminho passando pelo mesmo beco corta caminho entre a praça e o centro da cidade. Era na verdade, uma construção não acabada, que dava passagem como se fosse uma passarela fechada. Estavam andando e fazendo gracinhas um para outro até que uns barulhos vindos logo adiante do beco os chamam atenção. – O que foi isso? – Tasha diz assustada.

Neste momento uma pessoa passa de bicicleta.

–Calma amor, é só pessoas. – Diz Gibby rindo.

Eles continuam a caminhada, conversando até que um carrinho de supermercado atravessa bem na frente deles, quase os atropelando. Foi tamanha velocidade que ele se choca contra a parede quebrando todas as garrafas vazias que continham dentro. Tasha solta um grito.

– Quem fez isso? – Gibby pergunta alto ainda assustado.

Um silêncio toma conta do lugar. Gibby começa avançar devagarinho, com Tasha grudada em seus braços. Ele pergunta mais uma vez, porém só ouve o eco de sua própria voz. Em meio caminho ele chuta algo.

– O que é isso? – Tasha olha curiosa. O garoto se abaixa para olhar

– Ah é só um giz. Vamos embora.

Eles seguem caminho, a garota ainda assustada olha para todos os lados a cada passo, quando repara algo que eleva seu medo.

– Gibby olha isso. – Ela aponta em direção a uma das paredes semi rebocada, onde se encontra escrito a giz: oi amigo.

[...]

– Então ele não vai mais voltar? – Diz Freddie sentado com as mãos apoiadas na coxa fitando o chão, enquanto uma loira se esticava em sua cama.

– Pelo que a Mayse me contou, não. – Diz Sam olhando pra cima brincando com um barbante qualquer.

– Mas e ai, você falou com o Tyler depois de ontem? — O moreno se encosta na cadeira, apoiando uma das pernas na outra.

– Falei. Ele veio aqui hoje pedir desculpa. – Sam continuava brincando com o barbante.

– Então, vocês se acertaram?

– Acho que sim. Ele me convidou para jantar.

– Ah sim. O famoso jantar romântico. – Diz o garoto dando ênfase no famoso.

– O que você quer dizer? – Sam logo se levanta sentando normalmente.

– Não, não é nada. Eu suponho que seja romântico né?

– Não. Você disse como se já fosse óbvio esse jantar. Por quê? – Ela diz séria e desconfiada.

– Bom é que, ele sempre faz isso com as garotas. Levam elas para um encontro dos sonhos, a conquista com sua lábia, consegue o que quer e descarta.

– Consegue o que quer? – Ela diz como quem pede por mais explicações.

– É. Convence-as a... Você sabe. – Freddie gagueja totalmente sem graça.

– Ele transa com elas. – Sam diz naturalmente.

–É. – Ele cora.

– Então, você está querendo dizer que ele só quer me jogar na cama. É isso?

– Tecnicamente. – Sam ri.

– Não viaja nerd, se ele estivesse à procura disso, não teria corrido atrás de mim por todos esses anos, afinal o que não falta é meninas querendo da pra ele. – Freddie corou mais ainda pelo jeito como Sam se referia a suposta relação amorosa.

– Nunca ouviu falar que a gente sempre quer o que não podemos ter? Então. Você era a única garota do colégio que não alimentava o ego dele, por isso pra ele era essencial poder ter você.

– Está dizendo que ele só passou a gostar de mim porque eu não dava bola pra ele?

– Provavelmente. Porque você acha que ele nunca deu a mínima para Carly? – Sam o olha pensativo – Porque, garotas como ela, ele tinha muitas trás dele e conseguiria fácil.

–Não acredito em você. Ele pode até ser um completo galinha, mas não faria isso. Conheço ele.

– Você pensa que conhece ele. Mas não sabe das coisas que eu sei.

– Como pode dizer essas coisas da pessoa que você diz ser seu amigo? – Sam diz inconformada.

–Eu não estou falando mal dele, se é o que está pensando. Ele é sim meu amigo, o conheço muito e sei o jeito que ele gosta de levar a vida. Por isso estou dizendo pra você, porque não quero que se machuque. – Sam solta uma gargalhada alta.

– Eu me machucar? Até parece que você não me conhece Benson, eu não me machuco tão fácil. Eu é que machuco as pessoas, como minha meia de manteiga. – Diz a garota já imaginando quantas pessoas ela usara sua meia.

– Tá bom Sam. Você que sabe, eu disse isso porque você é minha amiga, mas se não quer acreditar, o problema não é meu.

– Você só está dizendo essas coisas porque a Carly sempre quis ficar com ele e nunca olhou pra você.

– Pode até ser, mas ao contrário de você, ela sempre teve uma pessoa que a amava e os meninos não tinham medo dela. – Freddie só pensou no que disse, depois de já ter feito e reparou logo a burrada. – Ops, me desculpe Sam, por favor, não quebre meu braço. – Ele diz já desesperado se levantando da cadeira. Sam se paralisa por um momento, sentiu raiva e ódio, mas pela primeira vez não conseguiu se expressar de acordo com o que estava sentindo.

– Eu não... – Antes que ela pudesse terminar o barulho da porta se abrindo lá em baixo toma conta do assunto. – Você não disse que sua mãe estava viajando?

– E está. Eu devo ter deixado aberta. – Freddie logo vai em direção as escadas – Quem é? – ninguém responde. – Gibby é você? – Ele desce mais um degrau e a porta bate sozinha.

Freddie entra correndo no quarto gritando e fecha a porta.

– O que foi Benson? Viu um fantasma? – diz Sam rindo. – Quem era?

– Ninguém. – Freddie encosta na porta tremendo.

– Como assim ninguém? – Neste momento a porta do quarto começa a bater como se alguém estivesse tentando entrar. Freddie logo empurra Sam para dentro do armário os trancando lá. – O que você... – Ele cola sua mão na boca da garota.

Shiiii, não faça barulho – Ele sussurra.

– O que está acontecendo? — Sam diz baixinho.

– Tem alguém aqui.

– Sai me deixa ver. – Sam empurra Freddie para trás e olha através dos buracos na porta do armário. Depois de um tempo ela abre devagarinho. – Fica ai. – ela sai e percebe que a porta do quarto está aberta, mas não encontra ninguém. – Freddie olha isso. – Ela aponta para o not book em cima da escrivaninha.

Freddie sai do armário e olha para a tela, onde está aberto em um programa de texto escrito: oi amigo.

Notas finais
Hmm suspensinho sinistro hein?! Será a Carly dando um oi para seus amigos? Será? Hahaha Bom, como em muitas escolas, minhas aulas já começaram ¬¬' Pois é.. Primeiro ano do E.M.. ou seja, tempo vai ser lenda nessa minha escola! Mas eu prometo postar toda semana ok? Vou me adiantar essas primeiras já que é mais tranquilo blz? Não me abandonem por favor rs.. Vejo vocês nos reviews?