O Jogo

13 Capítulo XII - Fim de Jogo


Notas iniciais
Olá, boa noite, me perdoem pelo capítulo mal escrito e decepcionante.
Agradecimentos: Primeiro, quero dizer muito obrigada a aqueles que acompanharam essa história até o fim. Obrigada Hufflepuff Pride, Amandha LP, Moonshadow, Vi Joy, Lawlieta e eddiewilliams.

POV — Damon

A chuva parou. Saí da garagem e vi que o incêndio havia acabado também. Eu tinha a impressão de que o Peão estava sobre o telhado da mansão e que ele me esperava. Peguei a faca e caminhei até a mansão, na lateral da casa havia uma escada de bombeiro que levava até o telhado, então, eu subi pela escada. Quando estava no meio do caminho senti um forte vento soprar, olhei para o leste e logo depois olhei para o oeste, quando olhei para o oeste ele estava bem diante de mim, com as mãos e pés fixados na parede, ele usava um manto preto que me lembrava um ceifador. E esse ele era Hideki.

— E aí. — cumprimentou.

— Hideki?! Mas c-como?! Eu vi o seu corpo! — gaguejei — O Demônio da Morte te ressuscitou?

— Não foi só isso que esse velho puto fez. Agora você está diante de um demônio, e ele fez isso porque brigou com a "esposa" dele. — percebi que com "esposa" ele quis dizer Peão — Então, vim te ajudar, você fica me devendo essa também.

— Minha alma é sua quando eu morrer? — perguntei.

— Exatamente. — respondeu.

Suspirei e voltei a subir a escada. Como previsto, ele estava lá a minha espera. Subi no telhado acompanhado de Hideki.

— Vejo que está muito melhor. — disse o Peão.

— Obrigado. — disse Hideki irônico.

— Bem, já que o velho está trapaceando... — disse o Peão.

O assassino ergueu as mangas do macacão deixando a mostra o que parecia ser algemas cuja corrente foi partida ao meio. O Peão pegou as algemas e as arrancou, em questão de segundos ele deu um salto imenso e desumano em minha direção, ele parecia voar. Hideki me jogou para longe e depois se aproximou de mim num salto monstruoso, seria difícil me acostumar com isso. Quando o Peão aterrissou no telhado, ele partiu as telhas próximas e todo o telhado estremeceu. Ele mal havia aterrissado e saltou novamente para me atacar, não podia fazer nada além de correr, Hideki se jogou contra o Peão e os dois caíram na beira do telhado. Logo depois o Peão chutou Hideki, este por sua vez voou para o outro lado do telhado e aterrissou firme, de pé.

— Se segure. — disse Hideki.

Não entendi muito bem a princípio, apenas depois de ocorrer que eu entendi. Hideki socou o telhado e assim o telhado todo estremeceu, houve algum tipo de pressão que eu não sei explicar direito que me jogou para longe, caí no telhado e agarrei a calha. Hideki apareceu e me puxou de volta para o telhado, me sentia fraco, todos ao meu redor eram seres sobrenaturais enquanto eu era apenas um mortal. Olhei para baixo e a faca havia caído no gramado, o Peão correu para nossa direção e Hideki o empurrou, jogando-o para o local onde estava. Hideki encarou a faca e ela se levantou até estar nas mãos dele, então ele me entregou a arma.

— Seria melhor você usá-la. — falei.

— Não posso matá-lo, já morri, apenas posso te ajudar. — respondeu.

— Merda... — murmurei.

O Peão voltou a correr em nossa direção, Hideki invés de contra-atacar, me agarrou pela nuca e me abaixou, o Peão socou o nada. Acontecia tudo tão rápido que minha mente não conseguia absorver e informar o que estava acontecendo, fiquei confuso e desnorteado. O assassino voltou à atenção a nós, mas invés de me atacar, atacou a Hideki, o garoto foi lançado para fora do telhado e foi parar na reserva florestal próxima a mão. Eu e o assassino nos encaramos por um momento e então ele me agarrou pelo pescoço e me ergueu, fui atirado pelo telhado, às telhas sobre meu corpo foram se partindo devido ao impacto, quase caí. Mal havia levantado e o Peão se aproximou para me chutar, atravessei o telhado novamente. Encarei a faca caída a poucos metros de mim, engatinhei rapidamente até a faca e a peguei, senti um chute nas costas. Virei-me para o Peão, segurei a faca com firmeza e ele riu. O fim estava tão próximo, finalmente fim de jogo, toda minha vida passou diante de meus olhos. O Peão ergueu o facão enquanto ria histericamente e algo inesperado aconteceu, Hideki ressurgiu e chutou as costas do Peão, como ele estava desprevenido se desequilibrou, armei rapidamente a faca apontada para o céu e quando o assassino caiu à faca atravessou seu peito, afastei o Peão jogando seu corpo para o lado, ele ainda estava vivo, então me levantei e pisei na faca, segundos depois ele morreu. O jogo finalmente acabou. Começou a ventar com mais força, olhei ao redor e bem diante de mim surgiu o Demônio da Morte.

— Meus parabéns, você ganhou o jogo. — falou — Agora o jogo está terminado, boa sorte.

Hideki se colocou ao lado do Demônio da Morte, a imagem deles começou a se retorcer e contorcer até que eles desapareceram, olhei ao redor, outra tempestade se formava. Senti um tremor sob meus pés e então, a mansão desaba. Se eu sobrevivi? Sim. Se me lembro de tudo? Também. Fiquei um bom tempo no hospital, a polícia pensou que se me interrogassem teriam a história toda pronta, mas se enganaram, fingi perder a memória. Os corpos de meus amigos foram encontrados e os pais de Ariane não ficaram sem moradia, eles tinham outra mansão.

~~ Lê Fim

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!