O Jardim de Persephone
11 XI
Notas iniciais
Palavra do dia: sitiomania
1. Fome insaciável ou avidez insana de comida.
O submundo reagia à ausência de Persephone tal como o mundo humano: trazendo um longo inverno, como se o mundo dos mortos fosse consciente de sua partida.
Já Hades buscava pela presença da esposa constantemente, como se sofresse de sitiomania. Passava longos dias preso dentro do quarto e quando saia, caminhava pelo jardim.
O jardim.
Um presente para a amada, que no início vivia suspirando pelos cantos, saudosa do mundo humano e da natureza.
Um jardim repleto de belíssimas flores das quais as pétalas eram feitas de pedras preciosas.
Um jardim belo, mas sem vida alguma.
O Jardim de Persephone.
Notas finais
Minhas considerações para o capítulo:
Usei a palavra de forma figurada aqui hahahaha, acho que fiz de uma forma legal até, encaixava com o que eu queria da história.
Hades é muito cadelinha da Persephone, ai ai! Parece que ela foi trabalhar e deixou ele em casa com um potinho de ração e só hahahaha.
E o que esse homem tanto faz no quarto deles na ausência dela, vocês podem imaginar bem. Afinal meio ano, minha gente.
Vou fazer o possível pra encaixar tudo que quero e fazer tudo bonitinho aqui hahahaha. O jardim tem, de fato, uma importância para ambos, mas também para o próprio submundo. Pretendo falar mais sobre ele amanhã.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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