O Inicio do Fim...

3 Nosso filho...


Notas iniciais
Oi gente oh eu aqui mais uma vez ^^ to com a imaginação a flor da pele o que é uma coisa ótima eu não sei ao certo ainda mas do jeito que vou acho que posto mais um capitulo pela noite. Bom espero que gostem em. Besos.

7 meses antes...

–Ah estou tão emocionada Gil! É hoje que nós vamos ver pela primeira vez o nosso bebê, ai meu deus o tempo passou tão rápido Gil.

Seus lindos olhos azuis brilhavam com empolgação é carinho enquanto ela me falava da que iria ser a primeira ultra-som do nosso bebê.

–Meu amor eu mau vejo a hora de poder carregar o nosso filho entre meus braços.

–Filho Gil?

–Sim, vai ser um menino, eu sei do que estou falando.

–Gil, Gil, Gil, quando você vai aprender que eu sempre estou certa? Não importa o quanto você tente vai ser uma menina, disso eu tenho certeza.

–Cath, Cath, Cath, meu amor eu sinto lhe dizer isso mas dessa vez você esta errada.

–Eu nunca estou errada grandão.

–Sempre tem uma primeira vez para tudo pequena.

–Quando eu lhe mostrar que estava certa vou esfregar isso na sua cara e você vai ter de trocar fraudas por um mês inteiro Gilbert Arthur Grissom.

–Bom e se eu estiver certo digo o mesmo.

–Você também vai esfregar a sua vitória na sua cara e ficar trocando fraudas por um mês inteiro? Ah essa eu quero ver.

–Que, que, que?

–Hey! Foi você que disse não eu.

–Mas eu não quis dizer isso, quer dizer, arg! Droga! Você entendeu Catherine.

Mais uma vez ela gargalhava a todo volume... Seu riso era contagiante então eu também comecei a rir da situação que me encontrava.

–Sabe você é uma mulher má! Má... Perversa.

–E você me ama mesmo assim.

–Sim eu te amo de qualquer jeito... Vestida ou nua...

–Mas deixa de ser tarado que você esta dirigindo.

–Mas o que isso tem haver?

–Eu não quero que você perca a concentração da estrada Gil.

–Esta certa, você esta sempre certa.

–Aha! Eu sabia! Eu sempre estou certa, não te disse.

–Mulher má!

–Posso até ser uma mulher má mas sou a sua mulher má.

–Você tem razão eu te amo Cath.

–Eu também te amo Gil.

Quando finalmente chegamos ao consultório do ginecologista uma mulher vestida com um jaleco branco nos levou a uma sala onde um homem nos esperava.

Ele me comprimento educadamente mas quando ele foi cumprimentar Catherine eu reparei em seus gestos demasiados íntimos e seu olhar cheio de euforia. Eu sabia que esse não era o momento mas os ciumes me consumiam, esse homem parecia devorar Catherine só com o olhar, mas ela não estava prestando a minima atenção nele e isso me animou.

Tudo ocorreu muito bem tirando os sinais visíveis de interesse daquele homem pela minha esposa, porém quando finalmente chegou a hora e finalmente conseguimos ver o nosso filho foi um momento perfeito... Parecia que aquele homem havia sumido e só havia nós dois ali... Um sorriso se formou em meu rosto quando a ouvi.

–É ele Gil... Esse é o nosso bebê.

–O nosso bebê.

Eu nem percebi quando as lagrimas começaram a rolar pelo meu rosto eu só a beijei com amor pensando “O nosso filho”...