O Início De Um Romance
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Amu’s pov on
Etto...O Ikto ainda estava preso pela Easter e ninguém sabia o que os esperava.
Em um dia igual aos outros, eu estava com os guardiões na escola pensando em um lugar provável para o próximo ataque de Ikuto.
— Não dá – falei indignada. – Não dá para sabe onde e nem quando ele vai atacar.
— Amu-chan tem razão – Tadase concordou. – O máximo que podemos fazer é esperar.
— Não desanimem! – Yaya gritou. – Temos outras coiss pra fazer.
— Sim.] – Rima balançou a cabeça. – Hoje vamos...
Ela foi interrompida pelo som do violino de Ikuto.
-Ikuto... – Sussurrei esperançosa. – Vamos!
Ele estava no campo de basquete e haviam vários batsu-tamas em volta dele.
— Ikuto~nyah! – Yoru gritou. – Responde~nyah!!!
O violino se transformou em uma foice e ele nos atacou.
— Amu – Nagi disse apressando-se.
Fizemos o chara nari e começamos a lutar.
Yaya, Nagi e Rima com os batsu-tamas e eu e Tadase com Ikuto.
Chegou uma hora que conseguimos trazê-lo de volta ao normal e eu cheguei perto dele.
— Não – ele falou. – É perigoso.
— Não importa! – Gritei quase chorando. – Eu quero te ajudar e você não vai conseguir me afastar.
— Amu... – Ikuto começou.
Eu o abracei e depois gritei para o diretor da Easter:
— Eu tenho uma proposta! Um duelo. Se eu ganhar, ele estará livre, mas se ele ganhar, ele fica.
— O que? – Tadase perguntou preocupado. – Você vai lutar com ele?
— É o único jeito. – Respondi fazendo uma pausa. – Yoru, vai pra lá.
— Hai~nyah!
Todos se afastaram (N/A: finge que eles já purificaram os ovos, ok?) e eu e Ikuto começamos a lutar. Eu só meu defendi e estava tudo bem até Ikuto resolver me atacar de verdade.
— Ai! – Deixei escapar o grito.
— Gomen. – Ikuto pediu se aproximando. – Eu não queria te machucar.
-H-heart Rod. – Falei com esforço.
O Heart Rod o atingiu na nuca e ele caiu em cima de mim.
— Ikuto~nyah! – Yoru falou desfazendo o chara nari.
— Ikuto? – Sorri quando ele abriu os olhos. – Que bom.
— O que houve? – Ikuto perguntou confuso.
— Eu venci. – Respondi com um sorriso no rosto. – Você está livre.
— Eu te machuquei. Gomen.
— Tudo bem. Teremos que achar um lugar para você ficar.
— Eu te levo para casa.
Ikuto me segurou e me carregou até em casa.
Chegando lá, ele me colocou na cama e meus pais chamaram um médico.
— Não é nada muito grave, mas você terá que ficar de repouso por um dia. Terá que trocar as ataduras uma vez por dia. Limpe bem a cada vez.
— Eu cuidarei dela para que não faça nenhuma besteira.
— Você é o namorado dela?
— O q-que? Não! – Me apressei em falar.
— É sério? – Perguntou. – Que pena...Vocês dariam um belo casal. – Me senti corando. – Bom, é só isso mesmo.
— Chotto. Você pode olhar a cabeça dele?
— Hã? Não precisa. É sério.
— Ikuto, por favor.
— Hai, hai. – Ele virou os olhos.
O médico examinou a cabeça de Ikuto e disse que não parecia nada demais, mas que era melhor fazer um raio-x para ter certeza e foi embora.
— Ah, é. Cadê a Utau? – Ikuto perguntou.
— Trabalhando. – Respondi.
— Filha, a Utau-chan tá subindo! – Minha mãe avisou.
— E por falar nela...
— Cadê o Ikuto? – Ela perguntou ao entrar.
— Aqui. – Ele falou.
— O que você está fazendo aqui?
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