Notas iniciais
Olá!!!!!!!!!! Tudo bom? Bem...Aqui está o primeiro capítulo. E já adiantando, postarei o próximo assim que possível.

Amu’s pov on

Etto...O Ikto ainda estava preso pela Easter e ninguém sabia o que os esperava.

Em um dia igual aos outros, eu estava com os guardiões na escola pensando em um lugar provável para o próximo ataque de Ikuto.

— Não dá – falei indignada. – Não dá para sabe onde e nem quando ele vai atacar.

— Amu-chan tem razão – Tadase concordou. – O máximo que podemos fazer é esperar.

— Não desanimem! – Yaya gritou. – Temos outras coiss pra fazer.

— Sim.] – Rima balançou a cabeça. – Hoje vamos...

Ela foi interrompida pelo som do violino de Ikuto.

-Ikuto... – Sussurrei esperançosa. – Vamos!

Ele estava no campo de basquete e haviam vários batsu-tamas em volta dele.

— Ikuto~nyah! – Yoru gritou. – Responde~nyah!!!

O violino se transformou em uma foice e ele nos atacou.

— Amu – Nagi disse apressando-se.

Fizemos o chara nari e começamos a lutar.

Yaya, Nagi e Rima com os batsu-tamas e eu e Tadase com Ikuto.

Chegou uma hora que conseguimos trazê-lo de volta ao normal e eu cheguei perto dele.

— Não – ele falou. – É perigoso.

— Não importa! – Gritei quase chorando. – Eu quero te ajudar e você não vai conseguir me afastar.

— Amu... – Ikuto começou.

Eu o abracei e depois gritei para o diretor da Easter:

— Eu tenho uma proposta! Um duelo. Se eu ganhar, ele estará livre, mas se ele ganhar, ele fica.

— O que? – Tadase perguntou preocupado. – Você vai lutar com ele?

— É o único jeito. – Respondi fazendo uma pausa. – Yoru, vai pra lá.

— Hai~nyah!

Todos se afastaram (N/A: finge que eles já purificaram os ovos, ok?) e eu e Ikuto começamos a lutar. Eu só meu defendi e estava tudo bem até Ikuto resolver me atacar de verdade.

— Ai! – Deixei escapar o grito.

— Gomen. – Ikuto pediu se aproximando. – Eu não queria te machucar.

-H-heart Rod. – Falei com esforço.

O Heart Rod o atingiu na nuca e ele caiu em cima de mim.

— Ikuto~nyah! – Yoru falou desfazendo o chara nari.

— Ikuto? – Sorri quando ele abriu os olhos. – Que bom.

— O que houve? – Ikuto perguntou confuso.

— Eu venci. – Respondi com um sorriso no rosto. – Você está livre.

— Eu te machuquei. Gomen.

— Tudo bem. Teremos que achar um lugar para você ficar.

— Eu te levo para casa.

Ikuto me segurou e me carregou até em casa.

Chegando lá, ele me colocou na cama e meus pais chamaram um médico.

— Não é nada muito grave, mas você terá que ficar de repouso por um dia. Terá que trocar as ataduras uma vez por dia. Limpe bem a cada vez.

— Eu cuidarei dela para que não faça nenhuma besteira.

— Você é o namorado dela?

— O q-que? Não! – Me apressei em falar.

— É sério? – Perguntou. – Que pena...Vocês dariam um belo casal. – Me senti corando. – Bom, é só isso mesmo.

— Chotto. Você pode olhar a cabeça dele?

— Hã? Não precisa. É sério.

— Ikuto, por favor.

— Hai, hai. – Ele virou os olhos.

O médico examinou a cabeça de Ikuto e disse que não parecia nada demais, mas que era melhor fazer um raio-x para ter certeza e foi embora.

— Ah, é. Cadê a Utau? – Ikuto perguntou.

— Trabalhando. – Respondi.

— Filha, a Utau-chan tá subindo! – Minha mãe avisou.

— E por falar nela...

— Cadê o Ikuto? – Ela perguntou ao entrar.

— Aqui. – Ele falou.

— O que você está fazendo aqui?

Notas finais
Tá bem curtinho, mas... Foi o melhor que eu consegui (eu escrevo no caderno, então é meio difícil fazer capítulos longos). Espero que me perdoem.