O Herói do Olimpo
9 Luke Metido a Besta
Notas iniciais
Pov Percy
Todos os líderes de chalés estavam reunidos na mesa de pingue-pongue da Casa Grande. Até agora ninguém falará nada, afinal não havíamos experiencias muito boas com profecias, principalmente eu.
Olhei pelo canto do olho, vi que Annabeth me olhava com um olhar ... Surpreso? Ela, Clarisse, Bianca e Thalia me olhavam assim desde de que tirei minha camisa para mostrar as marcas que as filhas de Vênus fizeram em mim.
–Bom, está profecia está clara para nós Percy, pelo menos para mim e para você certo? -Disse Quiron.
–Porque somente para vocês Quiron? — Perguntou Annabeth se virando para o Quiron.
Me virei e comecei a encara-lo. Somente nós dois havíamos consciência do o que se tratava a profecia.
–Infelizmente não posso dizer o verdadeiro significado da profecia, mas para mim está bem clara. Eu terei de ir a oeste com Annabeth, Thalia, Clarisse, Silena, Grover e Nico. Eu sei que é extremamente perigoso levar mais do que três pessoas mas é necessário. — Eu disse para Quiron, ignorando Annabeth.
–Certo criança eu entendo, vocês ... — Ia dizendo Quiron mas foi interrompido por Luke que havia ficado quieto até então.
–Porque ele? Afinal eu me sacrifiquei para salvar o Olimpo! Eu sou o herói do Olimpo! — Exclamou ele.
Todos se viraram para mim, esperando uma resposta. Luke estava com um sorriso triunfante no rosto. Comecei a rir instantaneamente.
–Você, o Herói do Olimpo? A cara sério me poupe. — Nessa hora eu já havia parado de rir. — Você só fez o sacrífico porque sabia que iria para os Campos da Punição, que Cronos não o tiraria do mundo inferior, você percebeu no ultimo momento que havia sido somente um fantoche de Cronos, você que ficou ao lado dele sempre reclamando que nós semideuses eramos somente fantoches dos deuses, mas no final você que foi o verdadeiro fantoche da historia.
Todos olharam para mim surpresos pela minha resposta. Luke começou a me olhar com raiva. Percebi que ela não havia argumento. Todos se viraram para ele esperando uma resposta que não era dada.
–Você é somente um fraco Luke, induzido por Cronos á fazer tudo o que ele queria, ser o verdadeiro boneco do mesmo. — Eu disse me levantando com raiva. — Você magoou todo o acampamento, todos viam você como um líder, você era um exemplo, o melhor esgrimista do acampamento, mas o que você fez? Nos traiu, se aliou ao inimigo somente por não ter á atenção do pai "Ai mas Hermes nunca me deu atenção" e blá blá blá. Todos os meios-sangues passam por isso, mas os fortes entendiam o lado dos deuses, somente os fracos iam para o lado de Cronos, somente os fracos que davam ouvidos a você.
Todos se viraram novamente para mim surpresos por minhas palavras.
–Então me diga. O verdadeiro Herói do Olimpo, se aliaria algum momento a Cronos, mesmo diante a tentação? Eu ainda me lembro de quando estávamos a procura de Annabeth, quando você a enganou. Estávamos cercados por um pequeno exercito de monstros, um mantícore induzia Thalia a matar o Ofitauro e jogar as entranhas no fogo. Mas ela foi forte, resistiu. Mas e você Luke foi forte o suficiente? Não, você foi um fraco! — Gritei.
Muitos campistas do lado de fora da Casa Grande pareciam ter ouvido a discussão. Alguns entravam para ver o que estava acontecendo, outros assistiam de fora.
Todos os líderes de chalés me olhavam espantados. Alguns pensavam em meus argumentos. Me virei para Annabeth e Thalia, elas eram as que mais deviam sido afetadas pelos meus argumentos.
Não sabia qual era a reação dos campistas. Todos estavam surpresos demais para se pronunciar. Luke me olhava com um expressão com vários sentimentos; Raiva, surpresa, dentre outros.
Eu não me arrependo de dizer isso para ele, afinal eu guardava essas palavras desde de que ele voltou, desde de que vi ele beijando Annabeth.
Dentre todos os sentimentos que Luke estava sentindo, a raiva o dominou. Ele tirou a moeda do bolso e a transformou em espada. Todos os campistas se afastaram imediatamente. Tirei Contracorrente e a tirei do bolso, destampei e a ergui.
–Sem lutas aqui! — Exclamou Qurion.
Luke fingiu não ouvir. Partiu para cima de mim. — Quando ele vai aprender que sou melhor que ele ?– Me perguntei. Quando ele estava bem próximo a mim, usei um dos golpes mais difíceis que já aprendi. O desarmei usando a ponta de minha espada. Alguns campistas me olhavam admirados pelo golpe, outros olhavam surpresos por nunca terem visto o golpe.
Coloquei a ponta de minha espada no pescoço de Luke.
–A Casa Grande não é lugar para isso Castellan, na próxima tente se controlar um pouco mais, ou não é forte o suficiente para isso ? — Perguntei com um sorriso no rosto.
Ele rosnou e tentou avançar para cima de mim com um soco. Desviei e dei um pontapé em sua barriga, ele tentou se levantar mas parecia não conseguir respirar. Dei um suspiro e me sentei na cadeira.
–Levem-no daqui. — Eu disse indiferente.
Os filhos de Apolo foram até ele e o pegaram. Ele tentou contestar mas não conseguia. Foi carregado da Casa Grande até a enfermaria.
Me virei para Quiron que assistia a situação. Ele não conseguia ficar em forma de centauro dentro da Casa Grande.
–Vamos continuar? — Perguntei.
–Claro, claro. Onde estávamos? — Falou Quiron.
–Em quem iria me acompanhar na missão Annabeth, Thalia, Nico, Grover, Silena e Clarisse. — Eu disse me virando para eles que ainda estavam com os olhos arregalados por minha discussão com Luke. — Vocês iram?
Todos assentiram a cabeça. Me virei novamente para Quiron.
–Quiron, teremos que contar pelo menos para eles a verdade. — Eu disse sem tirar os olhos de Quiron.
–Espera ai. Que verdade? — Perguntou Annabeth.
Suspirei. Ela iria me encher até eu contar para ela. Filhos de Atena não gostam de não saber das coisas.
–Quiron, o resto da missão cuido eu. Ainda terei de passar em outro lugar antes de ir ao Oeste. — Eu disse e Quiron capto a mensagem.
Fiz um aceno com a cabeça indicando para que Annabeth, Grover, Clarisse, Thalia, Nico me seguissem. Subi as escadas da Casa Grande e entrei em um quarto vazio. Me sentei na cama e fiz menção para eles se sentarem e assim fizeram.
–Como posso dizer isso ... — Comecei pensando em um jeito de explicar. — Nós somos semideus, filhos de deuses Gregos certo? Então, quando eu fugi eu descobri que existe outros semideuses...
–COMO ASSIM OUTROS SEMIDEUSES! — Grito Annabeth.
–Não grite. — Continuei. — Bom nós aqui somos os semideuses gregos, existe um outro acampamento que é para semideuses romanos. Foi para lá que eu fui quando fugi daqui. Aqueles lobos que você viu em seu sonho Annabeth, eram a matilha de Lupa, a deusa loba, ela me treinou e depois fui para o Acampamento Júpiter. Lá eu consegui respeito, importância, e poder. Essa minha tatuagem no braço — Eu tirei a manga do meu braço e mostrei minha tatuagem. — Ela é a marca de um pretor, ou seja eu sou líder daquele acampamento.
Todos -menos Nico- olharam abismados para mim.
–Quer dizer que você estava esse tempo todo somente treinando em um acampamento romano em quanto nós morríamos de preocupação? — Disse Thalia
–Sim. — Respondi com indiferença.
–Mas porque você esta contando isso para a gente? — Perguntou Grover.
–Porque antes de irmos a oeste, iremos passar no Acampamento Júpiter. — Eu disse.
–Para que nós iremos lá ? — Perguntou Clarisse que até então estava calada.
–Somente Reyna sabe aonde está o item perdido, e quem é o filho de Roma. — Respondi.
–Quando partimos? — Perguntou Silena.
–Amanhã, depois do almoço, iremos por terra, Zeus não gosta de mim nem na forma romana. — Respondi.
–O que vamos levar? — Perguntou Grover.
–O que sempre levamos para as missões menino-bode! — Exclamei pulando de minha cama.
Todos me olhavam surpresos. Eles deviam estar pensando de onde vinha toda essa minha animação.
–Amanhã depois do almoço todos para a colina meio-sangue. — Disse e sai do quarto em que estávamos.
Enquanto caminhava até meu chalé percebi o quanto tentando eu estava por aqueles lábios rosados que tanto queriam me chamavam a atenção. Aqueles olhos cinzas como os de corujas. Annabeth era minha vida. Porque eu não consigo esquece-la?
Fiquei tão perdido em pensamento que nem percebi e já estava em frente ao meu chalé. Entrei e desabei em minha cama. Dormi feito pedra.
Acordei no dia seguinte um pouco antes do horário normal. Decidir ir a praia do acampamento, afinal havia muito tempo que eu não ia lá.
Me levantei e sai do chalé, poucos campistas acordavam a essa hora, e os que acordavam não saiam do chalé.
Cheguei na praia e me sentei na areia. Aquele cheiro de maresia sempre me acalmava. A água batia em meus pés. Vi de longe a sombra de uma garota se aproximando, logo vi seus cachos loiros voando ao vento. Ela veio até meu lado e se sentou. Ficamos em silêncio até ela se pronunciar.
–Iai como são as coisas nesse acampamento que nós vamos?
–Você vai adorar a arquitetura do lugar, sério lá só usamos os melhores arquitetos. — Eu disse e pude ver seus lindos olhos cinzas brilharem.
Ficamos em silêncio por algum tempo. Ela as vezes abria a boca para falar algo mas sempre a fechava antes de falar.
–Mas então como é ser pretor? — Perguntou ela.
–Ah é bem legal, poder mandar nas pessoas, principalmente no nosso Áugure que é meu inimigo desde de que dei uma surra nele nos jogos para pretor. — Respondi olhando fixamente para o mar.
Eu me virei para ela. Ela me encarava fixamente, não entendia o porque disso.
–Porque esta me olhando assim? — Perguntei.
–Eu me lembro de quando você chegou ao acampamento, você era aquele menino magrela que babava ou baba enquanto dorme. — Ela disse rindo. — Mas agora vejo que esses treinamentos estão fazendo bem para você. -
Me olhei de cima a baixo. Eu tinha de concordar. O acampamento Júpiter não pegava leve no treinamento, ainda mais eu, pretor, precisava ser um exemplo de campistas.
Me virei novamente para ela. Nós estávamos muito próximos. Nossas cabeças se moviam lentamente em direção uma da outra. Até que enfim nossos lábios se roçaram.
O beijo de Annabeth não era como os das filhas de Vênus. O de Annabeth havia amor, desejo, e saudade. Saudade de todo esse tempo que ficamos separados, e que agora poderíamos repor.
Ficamos assim, somente nos beijando até que a trombeta anunciando o café tocou. Nos levantamos e fomos andando em direção ao refeitório em um silêncio desagradável.
Nossos amigos já nos esperavam na minha mesa. Eu e Annabeth fomos até lá e nos sentamos. Todos pareciam notar o clima estranho entre eu e Annabeth, todos olhavam diretamente para mim ou para ela.
–Bom o que vamos fazer até a hora do almoço? — Thalia perguntou.
–Eu não sei vocês, mas eu vou tirar uma soneca. Até mais. — Eu disse e fui em direção ao chalé de Poseidon.
Cheguei e desabei na cama. Quando vi, já estava dormindo.
Acordei. Já estava na hora do almoço. Sai correndo do chalé e fui em direção ao refeitório. Chegando lá meus amigos já estavam comendo. Me sentei ao lado de Annabeth e comecei a comer.
Todos comiam em silêncio. Não um silêncio ruim, mas sim um silêncio confortável, todos sabiam que essa missão não seria muito legal por causa da quantidade de semideuses que iria nela.
Mas eu ainda pensava — O que rolo comigo e com a Sabidinha ? -Fiquei tão perdido em meus devaneios que não percebi que meus amigos me chamavam. Olhei para Annabeth e ela desviou o olhar.
Eu sabia que o clima entre eu e ela iria ficar tenso quando chegassemos ao Acampamento Júpiter e todas a meninas tentarem alguma coisa.
–Cada um vai para seu respectivo chalé, peguem suas coisas, e nos encontramos de novo na colina meio-sangue. Não demorem. — Disse Annabeth com seu jeito de líderança e determinação que eu sempre admirei.
Voltei a realidade e caminhei até o meu chalé. Peguei minha mochila que eu havia feito ontem e sai em direção a colina meio-sangue.
Chegando lá todos já me esperavam. Me olharam com cara de tédio e foram em direção á van de Argos. Corri um pouco e alcancei eles.
–Porque não vamos de avião, afinal Zeus não mataria Thalia. — Disse Silena.
–Zeus não, mas Júpiter sim, ele pode não reconhecer a filha e acabar mandando me matar ou matar Nico. — Eu disse.
Todos assentiram com a cabeça e entraram na van do acampamento. Argos iria nos levar até a estação de trem, afinal seis meios-sangues e um sátiro poderia atrair bastante monstro no caminho, se isso acontecesse ele nos daria apoio.
Um silêncio havia se instalado na van. Ninguém ousava tirar aquele silêncio, alguns tentavam abrir a boca para falar algo, mas logo se calavam.
Logo após algum tempo de viajem, ouvimos um barulho no porta malas. Nos entreolhamos, afinal nossa bagagem estava conosco, não havíamos colocado nada no porta malas. Pedimos para Argos parar a van e assim o fez. Me levantei e fui até o porta malas com Contracorrente em mãos. Eu esperava ver algum monstro ali, teria sido até melhor talvez. Mas não.
Luke estava ali, se encolhendo no porta malas com sua mochila. Assim que ele me viu pulou para fora, mas desarmado. Tampei Contracorrente e a guardei em meu bolso.
–O que é que você es... — Não pude continuar minha frase pois Annabeth e Thalia pularam nos braços de Luke. — Era só o que me faltava... — Susurrei para mim mesmo.
Silena me olhou e viu a raiva expressada em minha face. Como filha da deusa do amor ela entendeu imediatamente o meu sentimento; Ciúmes. Ela me dava um olhar de pena e compreensão.
–Eu não podia deixar vocês duas saírem sem mim, afinal ainda somos uma familia, certo? — Disse Luke, logo após sair do abraço das duas.
Antes que Annabeth ou Thalia pudessem responder eu me adiantei.
–Infelizmente Luke, essa missão não é sua, ou seja, ou você vai embora, ou quando chegarmos em nosso destino você acabará tendo um final trágico. — Disse eu pensando no que os filhos de Vulcano(Hefesto), poderiam construir para tortura-lo. Sorri internamente com a ideia.
–Você não vai me impedir de ir com vocês a esse lugar. — Disse ele.
Minha paciência já estava esgotando, afinal desde de quando esse cara aprendeu a ser tão chato? Comecei a pensar no que eu poderia fazer com ele quando chegassemos no Acampamento Júpiter, mandar os filhos de Marte tortura-lo? Não, seria muito pouco, mandarem os filhos de Febo(Apolo) jogarem flechas em partes não muito legais? Não, ainda sim seria pouco...
Fiquei pensando em diversas formas de tortura-lo que não percebi que meus amigos me chamavam.
–Bom, eu vou deixar para vocês tomarem essa decisão, afinal não sou eu que sou amigo dele, mas já vou avisando, Reyna não ficara contente quando souber que ele não faz parte do grupo da missão, não farei nada para impedi-la de mata-lo. — Eu disse saindo, indo em direção a van.
Eles ficaram discutindo sobre a questão por alguns minutos, enquanto eu examinava Contracorrente em forma de caneta. Nunca havia parado para ver ela. Era realmente muito bonita, tinha detalhes em bronze celestial, e bem no meio estava escrito Anaklusmos.
Logo depois eles voltaram com Luke sorrindo em minha direção. Eu já sabia da decisão deles somente pelo sorriso que Luke dera. Sorri de volta, afinal os Romanos não eram tão amigáveis com intrusos.
–Decidimos de que ele irá conosco Percy. — Disse Annabeth.
–Não diga que eu não avisei. — Eu disse e logo me virei em direção a Thalia. — Você e Annabeth serão responsáveis por ele. Não respondam perguntas que entreguem nosso segredo, não respondam perguntas do que vamos fazer e nem nada, somente perguntas que não tem nada a haver com a missão.- Eu disse e elas assentiram com a cabeça assustadas pelo tom frio que eu usei.
Voltamos para dentro da van. Argos continuou nosso caminho. Demoramos cerca de mais duas horas para chegar a estação de trem.
Compramos nossas passagens e estávamos indo em direção ao trem quando uns monstros entram em nossa frente. Todos sacamos nossas armas e encaramos as dracaenas que nos examinavam. Eram mais ou menos umas dez. Nada muito difícil.
Todos nós começamos a lutar. Vi que Grover estava ficando cercado por duas delas. Corri em sua direção e cortei as duas com um único golpe.
–Valeu cara! — Exclamou ele.
Assente com a cabeça e voltei á luta. Alguns minutos depois, todas elas eram somente um bando de pó.
–Vamos rápido, antes que perdemos o trem! — Exclamou Annabeth.
Nós a seguimos e entramos dentro do trem. Grover nós disse que nenhum passageiro era um monstro. Entramos eu, Nico e Grover em uma cabine. Ficamos conversando sobre coisas banais.
–Nico, já pensou o que eles vão fazer com Luke quando chegarmos lá? — Perguntei com um sorriso no rosto.
–Não sei cara, você que conhece os romanos, fala ai o que eles vão fazer. — Disse ele.
–Cara, tem tantas torturas, vamos começar... Reyna pode usar Luke como saco de pancadas, ou os filhos de Marte podem fazer, cara tem tanta coisa! — Exclamei.
–E porque nós não falamos que ele está no grupo? — Perguntou Grover.
Olhei para ele espantado. Afinal era uma ideia tão obvia, que eu não havia pensando nisso. Provavelmente Annabeth pensara, mas era minha palavra contra a dela.Exato, ela se usaria para salvar Luke. Se eu negasse as palavras dela, ela provavelmente seria igualmente culpada pelo senado. Ela sabia que eu não seria capaz de mata-la.
–Cara, eu não havia pensando nisso. — Eu disse.
–Pronto, problema resolvido. — Disse ele se jogando no sofá.
–Não cara! Ele quer roubar minha garota! — Eu gritei me levantando.
–Ei, ei, calma cara. — Disse Nico tentando me acalmar.
–Ah cara, eles devem estar se pegando lá agora! — Eu exclamei.
–Não cara, ela gosta de você, talvez ela se pegue com ele só para te fazer ciúmes, mas não por gostar dele. — Disse Grover.
Grover realmente conhecia bastante eles. Eu apenas assenti e me sentei novamente no sofá.
Ficamos apenas conversando até chegarmos à São Francisco.
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