Notas iniciais
Esse capítulo é muito grande, dividi ele em 2 ok?

— Ok, por onde devo começar — PF pensou alto após se sentar no sofá.

— Pelo início, claro — Robson respondeu brincando.

— O problema é, que tem dois inícios, mas vamos começar pelo futuro, bom eu acordei no horário normal e me levantei de minha cama sem acordar Hekapoo.

— A gente se acostuma depois de um tempo — Sophie disse, fazendo com que Pedro confirmasse com a cabeça.

— E desci para a cozinha onde, sempre, encontrava Robson cozinhando alguma coisa, mas, dessa vez, ele não estava lá. No lugar dele estava um robô que reconheci facilmente, um dos robôs cozinheiros de Luka — Ele disse olhando para Luka, que arregalou os olhos.

— Quer dizer que eu estava com você? — Ela perguntou, fazendo com que P.F. risse.

— Não, era Hekapoo mesmo, a gente comprou um dos robôs, de acordo com Hekapoo.

— Ah, sim.

— Continuando, eu estranhei o fato de termos aquele robô e me dirigi a casa dele para procura-lo....

— Espera, vocês não moram na mesma casa? — Sophie perguntou.

— Sim e não, é meio que duas casas só que uma de frente a outra e somente um portão para as duas, como se fosse um condomínio — Explicou e Sophie balançou a cabeça positivamente — Quando saí de minha casa, não havia outra em frente, apenas a minha e a partir daí eu já percebi que tinha alguma coisa errada e depois de pesquisar e pesquisar, eu acabei descobrindo que alguém tinha matado Robson no passado.

— Quer dizer que no futuro eu fui morto?

— Não, você foi morto bem antes de hoje.

— E por que ele está aqui agora? — Pedro perguntou.

— Essa é uma pergunta que eu não sei responder, ele apenas está.

— Certo.

— Continuando, eu tive que entrar em um torneio temporal para poder corrigir isso, mas eu não era forte o suficiente e perdi, mas não morri por pouco, então eu decidi que Robson saberia o que fazer.

— Mas como? Se eu estou morto.

— É exatamente por isso que ele veio aqui, certo? — Pedro disse, fazendo P.F acenar a cabeça positivamente.

— Então meu objetivo era simplesmente esse, voltar n tempo e fazer com que eu seja morto ao invés de você, mas para isso eu precisei fazer algumas coisas lá e descobri que o cara que te matou, voltou no tempo pois sabia que Robson conseguiria ganhar e matou ele, impedindo que Robson ganhe, então minha primeira data já estava certa....

— dia em que você ficou em coma por dois dias — Robson falou e P.F. acenou a cabeça positivamente.

— Você já tinha visto ele? — Luka perguntou.

— sim.

— Na verdade todos me viram, só que somente Robson se lembra, vamos começar.

***

Pedro estava perseguindo a pessoa que, por pouco, não matou Robson, até que acabou em um beco sem saída e começou a lutar contra Pedro, a batalha não demorou muito, Pedro conseguiu supera-lo e retirar sua máscara, descobrindo que era ninguém menos que Jake, só que estava “possuído” e ele recebe um soco poderoso sendo nocauteado, Jake se levanta e coloca Pedro no colo, mas antes dele poder sair, P.F surge pela primeira vez colocando a mão no ombro de Jake.

— Não vai não — Ele disse assustando Jake, que pulou largando Pedro — Cai fora daqui, depois eles vão atrás de você — Jake acenou a cabeça negativamente e avançou correndo contra P.F, que o segurou e o jogou para cima do muro. No momento em que Sophie, Hekapoo e Robson chegaram P.F se escondeu e Jake fugiu. Robson carregou Pedro até a casa de Jake e o colocou na cama do quarto, depois foi para a cozinha, onde estava Hekapoo e Sophie.

— Ele já acordou? — Sophie perguntou.

— Não, ainda não, mas tem algo de errado, parece que ele sofreu apenas uma pancada na cabeça, como ele foi nocauteado tão rapidamente?

— Não sei, Jake sabia um golpe que podia nocautear qualquer um apenas com um golpe na cabeça, mas ele não fez isso, fez?

— Sim e não, é meio complicado de dizer — P.F disse descendo as escadas, todos estavam pensando que ele era o Pedro de sempre.

— Como assim? Se ele fez, você ficaria em como por cerca de dois dias — Hekapoo falou, como se isso não importasse.

— E eu vou ficar, Robson, preciso falar com você — Ele disse e foi para a cozinha e pouco depois Robson chegou.

— O que foi, cara.

— Preciso que você não use sua força total, preciso que finja ser menos forte que eu — Ele disse e Robson arregalou os olhos.

— Como assim!? Por que eu não posso ser mais forte que você? — Robson argumentou e Pedro colocou o dedo na boca, pedindo silêncio.

— No futuro vai haver um problema grande demais para mim, eu não serei forte o suficiente para resolver e nem inteligente o suficiente, eu preciso que você resolva isso por mim.

— Espera, futuro!? Como sabe disse — Ele perguntou arqueando uma sobrancelha.

— Olha, é meio difícil de explicar, eu sou do futuro, eu acabei de chegar aqui, preciso fazer com que eu pareça mais forte que você... — Ele disse enquanto caminhava para o lado de fora, onde estavam Reika e Astral, até ser interrompido por Robson.

— Por quê?

— Porque alguém voltou no tempo e te matou, nós dois sabemos que você é muito mais forte que eu, mas para vencer as vezes é preciso perder.

— Certo, como você pretende provar que é do futuro.

— Eu não preciso, mas se quiser é só esperar um pouco, Hekapoo vai chegar gritando dizendo que eu sou falso — Ele disse montando em Astral — Precisamos ir no laboratório de Toffe pegar um bolo.

— Um bolo? — Robson perguntou enquanto montava em Reika.

— Esse bolo consegue absorver poderes e a pessoa que o com consegue ganhar esse poder, além de aumentar consideravelmente sua força, agilidade e velocidade e mais uma coisa, depois que você come um pedaço, você se esquece dele, mas ele não tem validade — Ele falou começando a voar.

— Ou seja, não estraga.

— Exatamente.

— Robson! Esse Pedro aí é falso! — Hekapoo gritou assim que saiu da casa.

— Viu, eu disse vamos? — Pedro perguntou e Robson acenou a cabeça positivamente e Pedro olhou para Hekapoo — Ela vai me matar quando chegarmos, mas tá tudo bem.

Eles seguiram caminho por algum tempo, até que, finalmente, chegaram ao laboratório de Toffe, onde ele guardava as suas máquinas e outras coisas que criava, incluindo o bolo.

***

— Espera, espera, deixa eu ver se entendi, quer dizer que aquele bolo que você pediu para pegar lá em Jake vocês também comeram?

— É isso mesmo, Jinn, eu, Hekapoo, Sophie e Robson comemos aquele bolo, só que somente Vittorio absorveu o poder do raio de Buu.

— Ata.

— Espera, como assim absorveu o raio de Buu!? — Pedro perguntou.

— Vou chegar lá, vamos continuar de onde paramos.

— Certo.

— Depois de encontrarmos local, nós colocamos Reika e Astral em um lugar seguro e depois nós aproximamos dele para entrar de fininho.

***

— Beleza, deixa eu ver se entendi o plano — Robson disse quando estava encostado na parede do local — Nós vamos hackear as câmeras de segurança, fazer com que elas rodem um loop de 30 segundos, depois entrar pela ventilação, ir até o local onde o bolo está, rouba-lo, colocar uma bomba e destruir o lugar e tudo isso por causa desse bolo!?

— Exatamente, você entendeu muito bem, agora vamos, as câmeras já estão no loop, vamos entrar — Pedro disse e entrou no tubo de ventilação do laboratório e Robson o seguiu assim que ele entrou, eles andaram por alguns metros até chegarem no local certo e saíram do tubo de ventilação.

— Ok, aonde está o bolo? — Robson perguntou.

— Bem ali — Pedro mostrou apontando para onde estava o bolo e três cientistas, eles lançaram um raio no bolo até um momento em que o raio começou a ser refletido e depois um deles socou a parede e não aconteceu nada, depois ele comeu um pedaço do bolo e a socou novamente, destruindo-a — Ele comeu pouco, não vai durar muito, eles tem que comer pelo menos 1/24 do total para durar eternamente.

— Certo e o que faremos?

— Vamos tomar deles — Pedro começou a andar pelo local até chegar perto o suficiente de um dos cientistas, o derrubando sem que os outros vissem e o nocauteou, depois eles nocautearam os dois restantes ao mesmo tempo.

— Certo, cuidamos dele e agora, como saímos daqui?

— Fácil, pela porta da frente.

— Mas como sem sermos detectados?

— Você acha que eles focam somente nesse bolo aqui olhe — Pedro disse mostrando uma espécie de arma e atirou em Robson — Você está invisível, agora é minha vez — Ele atirou em si mesmo e depois no bolo, ficando tudo invisível — Vamos sair daqui!.

Eles caminharam tranquilamente até a saída e Pedro ia deixando explosivos em vários locais por onde passava, esse local iria ser totalmente destruído, pouco antes de passarem pela porta, eles voltaram a ser visíveis, no meio de bastante gente e o alarme foi acionado e vários seguranças apareceram e ficaram ao redor dos dois.

— Muito bem, vocês nos pegaram, mas tomem cuidado — Ele pegou o detonador em sua mão e apertou e começou a ouvir vários bips no local — Esses explosivos detonarão em dois minutos, vocês podem escolher ficar vivos, ou tentar nos pegar — Os seguranças se entreolharam e depois riram.

— Acha que vamos cair nessa, garoto!?

— Não existe bombas que nós não podemos desativar.

— É, se o antibombas fugir, aí a gente tem com que se preocupar — Eles começaram a rir, e, antes que alguém decidisse atacar os dois, um cara passou correndo para a saída e os seguranças se entreolharam novamente, só que agora estavam com caras de assustados.

— Corram!.

— Salvem-se quem poder! — Disseram e começaram a correr e Pedro olhou para Robson.

— Vamos embora agora?

— Claro, por que não? — Robson respondeu e eles foram para a saída, depois para onde Reika e Astral estavam esperando, montaram e foram embora, de volta para a casa de Jake. No dia seguinte, quando, finalmente, chegaram lá, Hekapoo pulou para cima de Pedro e começou a bater nele.

— Desgraçado, quem é você? Quem o mandou? O que você fez com Robson?

— Relaxa, está tudo bem — Pedro disse, mas Hekapoo não parou de bater nele — Chega mulher! — Pedro gritou e segurou o braço de Hekapoo — Tá tudo bem, não fiz nada, eu vou explicar direito, mas antes, deixa eu colocar esse bolo na geladeira.

— Bolo!? Vocês foram não sei aonde durante um dia inteiro só para pegar um bolo!?

— Isso mesmo — Pedro respondeu — Agora vamos comer só amanhã, ok? — disse.

— Ok, agora explica o que você é — Hekapoo pediu depois que Pedro foi a geladeira guardar o bolo, ele foi para o sofá para explicar quem era e o que estava fazendo aqui, mas ao invés dele fazer isso, ele jogou um pó nas duas.

— Vocês duas não se lembrarão de mim, Robson, você vai cumprir o que eu disse, certo? — Ele perguntou e Robson acenou a cabeça — Você trouxe aquele bolo por que eu fiquei desmaiado por dois dias, essa será a desculpa e cada um deverá comer um pedaço, deixe que um fique guardado, beleza.

— Certo, mas uma pergunta, no futuro, como é?

— Você e Sophie são casados e moram em frente a minha casa e a de Hekapoo.

— Você e Hekapoo?

— Exatamente, mas isso é uma outra história, que você vai ficar sabendo com o tempo, mas eu voltarei um dia.

***

— Eu não havia percebido, mas quando eu disse que Robson e Sophie iriam ficar juntos e Hekapoo também, vocês começaram a agir diferente isso foi um efeito do pó que eu não havia previsto, mas de acordo com cada um, vocês estão felizes.

— Espera e quanto a Hekapoo, ela gosta mesmo de você? — Sophie perguntou.

— Uma vez eu a perguntei se ela acreditava em amor à primeira vista, ela me respondeu da seguinte forma: Eu acredito na tesão, paixão, ódio, ciúmes, etc. à primeira vista, mas no amor não, por que o amor é algo que se constrói e prédios sem estruturas caem. Eu a perguntei de onde ela havia visto isso e ela me disse que foi de nós dois, ela disse que realmente demorou um pouco para que ela começasse a me amar verdadeiramente, mas que esse prédio está de pé até hoje.

— Isso foi muito bonito — Sophie disse — A Hekapoo nunca algo assim.

— É verdade, essa não, mas a que está comigo depois de anos, sim, agora vamos terminar a história.

— Certo.

— Depois de sair da casa de Jake, eu fui até Jinn e disse a ela que depois de lutar contra Meruem, ela fosse até a casa de Jake e ela foi, lá ela me encontrou ainda hoje, então trouxemos o bolo até aqui e eu falei para Matt, porque se alguém tocar o bolo quando ele absorve algo, essa pessoa pode morrer, então pedi para que Matt fizesse um altar de Pedra e posicionei o bolo em um lugar em que absorvesse o raio de Kid Buu e refletisse em Youko e depois dei o bolo para Vittorio comer e depois ele lançou aquele poder em Super Buu e foi praticamente tudo que eu fiz até aqui.

— Legal, mas agora me diz, o que é isso? — Jinn perguntou apontando para a Mão de P.F, que estava brilhando e o brilho estava aumentando, indo para os braços e o resto do corpo.

— Isso é bom, Robson, não se esqueça, eu não consegui, mas você consegue, você vai saber quando poder usar todo seu poder — Ele colocou a mão sobre a testa para fazer uma referência — Até depois e boa sorte com Hekapoo — Ele disse e desapareceu.

— O que acabou de acontecer? — Jinn perguntou.

— Eu consegui, fiz com que Robson continuasse vivo e eu morresse, acho, mas essa é outra história.

— Eu encontrei Hekapoo e vocês não vão gostar de saber onde ela está — Matt disse surgindo, fazendo com que todos, com exceção de Pedro, levassem um susto — Eu perdi alguma coisa?

— Basicamente não, praticamente, já que você está em todo lugar na terra — Robson respondeu e os outros olharam para ele e deram de ombros — Mas conta aí, onde ela está? — Todos olharam para Pedro que estava esperando Matt falar onde ela estava.

— Que foi? — Ele disse ao notar que todos estavam o encarando — Eu não consigo ver nada, só não sei o porquê.

— Então, lembramos que quando aquele tal Hacker a jogou para cima de vocês, ele disparou com aquela arma, bem, aquela arma é uma forma de teletransporte e, bem, ela acabou parar no castelo de Ludo, bem ao lado de Toffe e desmaiada.

— O que!? — Todos gritaram para ele.

— Ela está com Toffe, por causa daquela....

— Nós entendemos cara, mas porque demorou muito para falar isso? — Robson falou encarando Matt.

— Bem, isso não é....

— Ei, vocês viram Pedro? — Sophie perguntou apontando para a poltrona onde Pedro estava segundos atrás. Todos olham para a poltrona, Robson fecha o olho, olha para baixo e dá um suspiro.

— E lá vamos nós de novo, muito bem, quem vai? — Robson disse se levantando e indo em direção a porta.

— Para onde? — Jinn perguntou e todos a olharam — Gente, eu não faço a mínima ideia de quem Toffe é, ou do quão perigoso ele é, tipo, ele é muito forte, mal ou algo do tipo? Perigoso sei lá.

— Eu também não — Luka disse levantando a mão.

— Tá de brincadeira comigo né? Bom, basicamente, ele é um cara mal extremamente poderoso e Pedro acabou de ir lá atrás dele sozinho.

— O que que tem eu? — Pedro perguntou chegando e enxugando o corpo — Eu fui para onde? Eu estava no banheiro e então Matt, onde Hekapoo está?

— Você nem ouviu onde Hekapoo estava? E ainda deu tempo tomar um banho? Tipo, depois que você explicou que não podia ver nada você desapareceu, não deu tempo de saber nada? Quer dizer ouvi-lo — Robson perguntou apontando para Pedro.

— Hmm... sim, sim e não e agora, vai me dizer onde ela está?

— Bem, ela está no castelo de Ludo — Pedro correu para a porta, mas foi segurado por Robson.

— Calma desgraça, você vai sozinho?

— Espera, mas o castelo dele não havia sido destruído?

— É outro castelo, eu levo vocês lá, ok, quem vai mesmo? — Matt perguntou e olhou para Jinn e Luka.

— Por mim tanto faz — Luka respondeu.

— Eu vou, quero me divertir um pouco — Sophie respondeu ansiosa.

— É claro que eu vou, só deixe eu pegar meus equipamentos — Jinn disse se levantando do sofá e depois indo para seu quarto, onde ela guardava suas coisas que construía no tempo livre.

— Eu vou chamar ajuda, eles devem poder ajudar em alguma coisa — Pedro disse pegando seu rádio para ligar para os outros.

Algum tempo depois, Jinn já havia pego seus equipamentos e Pedro não conseguiu ligar para ninguém.

— Devem estar em outra dimensão — Questionava Sophie.

— Não, se não a gente não teria conseguido ligar para Star ou para o Marco.

— Quebrado?

— Também não.

— Então o que é?

— Eu não sei, mas deixa para lá, vamos logo.

— Certo.

Então eles foram para o quintal, onde estavam Reika e Astral e partiram para onde está o castelo de Ludo agora e quando chegaram lá, depararam com um enorme castelo sombrio, altas torres, tijolos cor de vinho escuro quase preto e enorme, comparado ao outro e a porta estava aberta, de modo que eles podiam entrar e assim que entraram, eles caíram em uma armadilha, caindo bem fundo no chão e foram separados, de tal modo que Sophie, Jinn e Luka foram por um caminho e Pedro e Robson por outro.

Jinn, Sophie e Luka finalmente pararam de cair, caindo em três poltronas confortáveis que as amarraram assim que elas caíram nelas.

— O que está acontecendo? — Jinn perguntou.

— Por enquanto, nada — Uma voz sinistra disse no escuro — Mas em alguns instantes estará acontecendo muitas coisas — Uma luz vermelha acendeu, mostrando Hekapoo em outra poltrona, só que ela não estava amarrada, estava as encarando sorrindo.

— Espero que curtam isso, meninas — Hekapoo disse se levantando e indo em direção a elas — Nós teremos muitas coisas a fazer ainda — A chama dela acendeu e estava na cor preta, parecendo petróleo novamente, assim como seu cabelo e suas roupas — Espero que gostem de preto, pelo menos como eles gostaram — Todas as luzes acenderam, mostrando vários computadores, cadeiras e pessoas conhecidas, que olhavam para as três sorrindo — Vocês duas vão ser a penúltima defesa e eu e Sophie vamos ser a última — É injetado nas três uma espécie de liquido escuro, que entra nas pernas e braços delas através de agulhas que haviam nas cadeiras e elas desmaiam e rapidamente acordam.

— Acho que preto não é tão ruim assim.

— Eu sei que não, por isso escolhi essa cor — Lait disse surgindo ali.

— Eu encontrei as poções e ele está preso, nós não podemos faze-lo lutar ao nosso lado, mas podemos impedir de ajuda-los — Liza disse surgindo e indo em direção a um computador e liga uma tela mostrando uma cela revestida completamente de metal e dentro dela um ser de Pedra que tentava, a qualquer custo, furar a parede — Isso, meu amigo, continue tentando, são 10 metros de metal para chegar até a terra em cada face.

— Obrigado, Liza — Toffe agradeceu — Se eles passarem pela defesa, somos nós, certo, mas e se eles passarem por nós?

— Aí eu uso uma técnica antiga minha, mas não vai ser preciso, vamos acabar com eles logo.

Eles começaram a rir, todos eles, que estavam lá, começaram a rir.

Alice, Ivy, Brianna, Connor, Gustav, Jake, João, Karius, Katherine, Kathy, Kayke, Kelly Key, Lara, Leif, Raya, Lorena, Macleine, Manu, Megaron, Melissa, Vicky, Nilton, Paul, Rhuan, Rhyama, Nociva e Vittorio.

Todos eles.

— Onde estamos? — Robson perguntou depois que tocou o chão do buraco.

— No começo — Pedro falou, fitando o imenso caminho a sua frente, escuro — Pronto? — Perguntou fitando-o.

— Pronto — Respondeu e eles avançaram lentamente.

***

A muitos anos, dessa dimensão, atrás, existia uma aldeia, casa simples em arvores simples, pessoas simples, mentes voltadas à natureza e dons também voltados para a natureza. Raramente as pessoas gostavam de entrar na floresta, ou ficar do lado de fora de casa depois do sol nascer, eles ouviam os boatos das feras terríveis que tem lá, que eram espalhados pelos caçadores, durante o dia eles viam feras enormes com dentes afiados, corpo amarelo e listas pretas, feroz e pulava para cima do inimigo o arranhando com suas garras e furando-o com seus poderosos dentes, sempre morria um quando via essa fera, um tigre. Outra era maior, mais gordo e de pelo marrom pardo, se ficar de pé chega a ser tão alto quanto um deles, sem falar no poderoso golpe que eles dão quando estão “de pé”, alguns já sobreviveram de seus ataques, mas ele é muito difícil de se enfrentar, uma bela resistência, um urso. E de noite, animais pequenos com olhos grandes, que faziam seu barulho durante a noite para assombrar as presas, grandes e gloriosas corujas, e, alguns animais rápidos e que sempre andam de bando, que quase não são vistos no inverno devido sua pelagem branca, lobos. Macleine, desde seus 8 anos e Leif, com seus 6 anos, adoravam fugir de casa para ver a natureza, sempre encontrando animais pequenos pelo caminho, lagartos, borboletas e sempre os pegando como se fossem coisas gloriosas e a cada dia eles iam um pouco mais longe, até que eles conseguiram sair da floresta e se depararam com uma grande parede branca, que na época, eles não sabiam o que era.

— Legal.

— Será que é um grandão?

— Não seja bobo, Leif, é claro que é — Macleine disse olhando para ele sorrindo e depois olhou para cima e começou a gritar — Ei, grandão, você está acordado? — Ela perguntava, mas “ele” não respondia.

— Eu acho que ele está dormindo, Macleine — Leif disse, e, de repente, uma fumaça branca começa a sair perto de onde eles estão — Legal — Ele disse e foi para onde a fumaça estava.

— O que você está fazendo, isso pode ser perigoso — Macleine disse sorrindo, então viu outra fumaça, só que na cor marrom saindo de lá — Deixa eu ver isso — Ela foi para onde aquela fumaça estava e eles ficaram brincando lá por um tempo e depois foram para casa, antes que seus pais procurassem por eles.

— Me desculpe, senhor, simplesmente explodiu e ela saiu do prédio completamente — Um dos cientistas dizia, tentando se livrar da morte que Maclaus estava por oferecer.

— Como se isso não bastasse, nós acabamos de gastar muito nisso e ela explode e sai toda por esse simples buraco, essas poções estavam perfeitas e agora estão perdidas, nós nunca tínhamos chegado tão longe — Maclaus dizia com raiva encarando o cientista que quase tremia por medo — Eu espero que você consiga fazer com que ela fique pronta até amanhã — Ele disse saindo — Sorte sua que eu tenho cabeças para cortar — Ele disse por fim e fechou a porta fortemente.

— Como é que eu vou recuperar as poções do lobo e da coruja se as anotações se foram junto com as poções.

— Senhor — Um soldado disse entrando.

— O que foi?

— Duas crianças estavam brincando aqui no momento em que as poções explodiram e parece que elas absorveram grande parte das duas poções.

— É mesmo? — O soldado acenou positivamente — Ótimo, descubra onde eles estão, mas não deixe que eles te vejam, vamos observa-los e ver o que acontece.

— Sim senhor — Ele disse e saiu correndo, um outro soldado já estava perseguindo os dois, só faltava as ordens do que fazer.

— Se a poção tiver dado certo, aqueles dois vão consegui se transformar em lobo e em coruja, isso será bom, pois eu vou conseguir recupera-las a partir deles, salvando minha pele.

Leif e Macleine estavam apostando corrida até sua casa, sem perceber que estavam sendo seguidos e sem saber que o que acabaram de fazer mudaria suas vidas completamente. Quando chegaram em casa, finalmente, correram para cima dos pais, que sorriam ao ver eles todo dia e não demorou muito para que eles se pusessem a dormir, o soldado que havia seguido os dois posicionou câmeras para que ele pudesse ver os dois sem que precisasse estar lá.

De madrugada, tanto Macleine quanto Leif começaram a sentir os efeitos causados pela fumaça, mas somente Macleine que recebeu um susto, ao acordar de madrugada e ver um vulto branco na cama de seu irmão, muito maior que o mesmo, mas ela não gritou.

— Leif? — Ela chamou baixo e com os olhos arregalados, e, para sua surpresa, o vulto branco se mexeu e se sentou na cama.

— O que? — O tal vulto disse e, pela voz, ela o reconheceu.

— Leif? — Ela perguntou e colocou a mão na cabeça, ou melhor, a asa.

— Macleine? — Ele perguntou arregalando os olhos ao ver a coruja na cama de sua irmã.

— É você!? — Os dois perguntaram ao mesmo tempo e logo sorriram — Isso é muito legal, você também consegue ver no escuro? — Perguntavam um para o outro animados e desceram de suas camas e se olharam melhor.

— Você é um lobo.

— E você uma coruja, mas como isso aconteceu? — Se perguntaram, até que seus pais chegaram em seu quarto.

— Sem barulho pessoal, estamos querendo dormir — Disseram coçando os olhos e quando abriram arregalaram eles e quase gritaram, se não tivessem ouvido a voz de seus filhos.

— Certo, desculpe mãe, pai — Disseram e se sentaram em suas camas.

— Como vocês... — A mãe ia perguntar, mas foi interrompida por um alto estrondo que fez ambos voltarem ao normal — Depois conversamos sobre isso, precisamos ver o que é isso e fiquem aqui! — Ela mandou e os pais deles foram para onde ouviram o som da explosão.

— Nós vamos não vamos? — Leif perguntou e a irmã o olhou com aquele rosto sério novamente — Então vamos logo — Disse e foi ao local da explosão, Macleine bateu a mão no rosto e o seguiu e quando eles viram o que estava acontecendo arregalaram os olhos.

Eles chegaram no mesmo momento em que dois machados foram jogados na cabeça de seus pais e viram um homem com cabelos pretos, usava uma cota de malha, havia um elmo que estava pendurado em seu cinto, que ele acabou de colocar e ele possuía uma pequena barba, Maclaus acabou de matar seus pais.

A ação de Macleine foi instantânea, ela puxou seu irmão e pulou de arvore em arvora, até chegar em um local onde ela sempre se escondia quando brincava de esconde-esconde com ele.

— Fique aqui tá bem, você não deve sair daqui até que eu venha te buscar — Ela disse e se virou — E mais uma coisa, se eu não disser aquela palavra quando eu te ver, você deve bater em mim e fugir e não me conte para onde, ouviu? — Ele disse olhando para ele novamente, que concordou acenando a cabeça e ela foi para cima das pessoas que estavam atacando. Ela conseguiu se transformar na coruja e voar para cima deles, mas Maclaus a agarrou e ela se destransformou, desmaiando logo em seguida.

— Doutor, peguei uma, acho que ela pega o outro, você sabe o que fazer — Ele disse e jogou Macleine para cima do doutor, acertando-o em cheio, ele deu a ela a poção de controle total que ele havia preparado anteriormente, permitindo que ela estivesse sob total controle dele, fazendo com que ela acordasse instantaneamente.

— Pronto senhor — Ele disse e Maclaus se aproximou dela, fazendo com que ela o encarasse.

— Vá buscar o seu irmão — Ele disse e ela olhou para frente, pulou e se transformou em coruja, indo aonde estava seu irmão, mesmo que ela estivesse chorando.

Chegando onde ele estava, Leif sorriu ao ver a irmã, mas seu sorriso sumiu quando viu olhar dele e por ela não ter o chamado pelo apelido que ele não gostava, ela tentou agarrar ele, mas ele a chutou e desceu da árvore e começou a correr para longe, Macleine tentava segui-lo mas ele desviava de seus golpes, então ele conseguiu se transformar em lobo e conseguiu despistar ela.

— Eu vou te trazer de volta Macleine, um dia eu vou — Ele disse chorando sem parar de correr e começou a nevar, o inverno acabou de começar.

Macleine voltou para seu novo mestre sem nada em mãos, notava-se as lágrimas em seus olhos.

— Eu vi o que você fez, você será útil, não conseguiu por que não tem treinamento, por isso não vai receber punição — Mesmo sem querer, Macleine sorriu — Boa garota, enquanto a você — Maclaus disse se aproximando do cientista que fez as poções — Você fez muito bem com aquelas poções, podemos ter perdido o lobo, mas temos a coruja, você vai juntar as poções de controle com a que fez ela se transformar nisso, eu irei treina-los e então teremos um grande exercito.

— Sim senhor.

Pouco depois do cientista fazer a poção da coruja, Maclaus o matou e trouxe novos cientistas que terminariam o trabalho dele e que fariam, novamente a poção do lobo, mas isso não é importante, pelo menos não agora.

***

Pedro e Robson chegaram em um enorme campo que mais parecia uma arena e pararam de correr quando viram Leif e Macleine no outro lado da arena.

— Que bom que vocês estão aqui, precisamos tomar cuidado, aqueles dois são muito fortes, pintaram o cabelo foi? — Pedro perguntou se aproximando, enquanto Robson ficava parado e recebeu um enorme soco de Leif seguido por um chute de Macleine que o fez voar para o outro lado da arena e quando ele os fitou novamente, eles estavam transformados em tamanhos grandes, mas não a versão que ele gostava de ver, tanto o lobo quanto a coruja estavam pretos como a escuridão, bonito de se ver, mas isso não era bom.

— Acho que sabemos porque você não conseguiu ligar para eles — Robson comentou ajudando Pedro a se levantar.

— Será que eles fizeram isso com todos — Pedro disse se levantando e depois arregalou os olhos — Se ele tiver feito quer dizer que....

— Sophie e Hekapoo estão prestes a mudar de lado, é, acho que sim — Robson comentou e só depois percebeu o que disse — Essa não.

— Temos que passar por eles o mais rápido possível, se todos estão aqui, quer dizer que teremos, no máximo 15 batalhas para ver Hekapoo ou Sophie novamente.

— Isso se todos vierem em duplas — Robson disse fazendo com que suas espadas virassem luvas.

— Verdade, nada de matar, mas se preciso iremos nocauteá-los — Pedro comentou fazendo o mesmo que Robson com suas espadas e avançou contra os dois.

— Você ainda acha que não será preciso? — Robson perguntou e começou a correr.

Macleine e Leif avançaram contra Robson e Pedro, respectivamente, Robson deu uma cambalhota para trás e subiu em Macleine que começou a voar e fazer com que Robson colidisse contra a parede, Pedro chegou em Leif dando um soco em sua face e depois o agarrando e caindo para trás, estava estimulado a fazer uma luta livre, Robson deu um chute na parede, fazendo com que Macleine se afastasse da mesma e depois pulou e deu um chute, fazendo com que ela fosse em direção ao chão, Leif começou a tentar morder Pedro, que deixa que ele o morda e começa a girar segurando-o e o joga para longe, acertando Macleine antes de cair no chão e os dois colidem contra a parede e eles desmaiam devido ao impacto.

— Poxa, essa foi rápido — Robson comentou ao chegar no chão ao lado de Pedro.

— Concordo, mas fazer o que né? — Pedro comentou e do nada Leif e Macleine entram na terra e somem — Será que foi Matt? — Pedro disse desconfiado.

— Espero que não, você contou 15 batalhas, pode ter sido Paul também.

— Espero que sim, eu acho que não tem um método para que eles consigam controlar Matt.

— Concordo, vamos logo — Robson pediu e eles correram pelo caminho, agora iriam para a próxima arena.

***

Três irmãs gêmeas tão diferentes, cabelos de cores diferentes, olhos de cores diferente, estilos diferente, praticamente não tem nada em comum, mas o que elas têm em comum prevalece sobre tudo o que não tem. A confiança uma na outra, isso ela sempre tiveram, mas aumentou muito depois daquele dia.

— O corredor está livre, pode seguir, Manu — Alice informou.

— Portas destravadas e Loop pronto — Lara disse depois de destravar as portas.

— Certo, prosseguindo — Manu disse para confirmar o caminho.

Alice usava um short composto azul e uma blusa cinza com detalhes brancos, possuía um cabelo roxo e amarrado por um grande prendedor de cabelo vermelho, suas irmãs gêmeas, mas diferentes eram Manu, uma garota de cabelos longos de cor vinho, usava uma calça e bostas pretas que a cobriam até quase o joelho, uma jaqueta de cor de vinho que cobriam seus braços e suas pernas e tinha uma arma laser, seus olhos também eram cor de vinho e Lara, que possuía cabelos longos e brancos, olhos azuis e tinha uma tiara preta na cabeça, usava uma blusa vermelha cujo havia uma rosa nela e uma calça preta.

Alice estava monitorando as câmeras e dizendo onde Manu se encontrava enquanto Lara hackeava as portas, fazia um loop das câmeras em que Manu estava passando, para não ser detectada.

— Ok, você vai virar para a esquerda, mas espere, tem um guarda se aproximando, loop nas câmeras 34 e 58 — Alice informou e Lara confirmou acenando positivamente a cabeça — Ele é um pouco alto, aproximadamente 1 e 78 de altura, ele está usando um colete, então mire no pescoço, se você for usar o tranquilizante mire no lado esquerdo do pescoço, se for a bala de choque mire na perna dele e depois nocauteie e ele está a, aproximadamente, 2 metros de onde você está.

— Feito.

— Agora! — Alice disse e Manu entrou no corredor com a arma em mãos, o guarda arregalou os olhos e tentou pegar a arma, mas recebeu o dado tranquilizante no pescoço e caiu sobre Manu que correu para pegar antes que ele caísse no chão — A porta a sua esquerda, é o local onde o cara que limpa guarda suas coisas, só ele vai lá e hoje é domingo, dia de folga dele — Alice olhou para Lara.

— Já fiz isso — Alice acena positivamente a cabeça e Malu entra no local e sai rapidamente sem o guarda fechando a porta.

— Agora você segue em frente — Ela olha as câmeras atentamente e percebe que não tem nenhum guarda — Muito bem, é bem aí, a sua direita.

— Uma parede? — Manu perguntou.

— Espere um pouco — Alice disse e olhou para Lara.

— Quase lá, mas acho bom apontar para a parede, você só vai ter um segundo para acertar o alvo.

— E desde quando isso é problema? — Manu perguntou sorrindo, depois segurou a arma em sua frente e suspirou para se acalmar.

— Consegui, 3, 2, 1. Agora! — Lara disse e as luzes do prédio apagaram e depois ligaram novamente e agora havia um buraco bem fundo em forma de quadrado e no final desse buraco havia um botão, que Malu havia acabado de ativar com a bala que ela disparou, fazendo com que a porta no fim do corredor abrisse e Manu entrou lá.

— Ok, tá escuro aqui e agora?

— Sem contato visual.

— Vamos usar as câmeras em sua roupa, pode liga-la agora — Lara pediu e Malu ativou as câmeras em sua roupa — Estamos conectados, vamos lá, eu vou ativar a visão noturna em suas lentes de contato.

— Siga em frente, vamos te alertar caso vimos alguma coisa no sensor da roupa — Alice avisou e Manu acenou a cabeça positivamente, então ela começou a avançar, com cuidado, para que, caso tenha alguém ali, não o avisar que ela está aí, então, ela acha o interruptor e liga a luz, então ela consegue ver as experiências que estavam fazendo lá, havia 9 cilindro grandes e lá dentro, havia uma coisas e pessoas — Isso parece dutos de regeneração.

Havia um homem com cabelos compridos e de cor preta, seus olhos são de cor branca, ele usava uma camisa azul maçante, bermuda marrom escura e sandálias, fora as ataduras ao redor de seu braço, perna e peito direito. Uma mulher grande e loira, que usava algo em sua cabeça e possuía corpo muito forte e usava uma roupa azul rasgada. Outra mulher com cabelos azuis, corpo pequeno e roupa branca com listas laranjas. Outra mulher com cabelos longos e pretos, testa grande e usava uma roupa um pouco parecida com a de Manu. Outro homem que possui possui três cicatrizes em seu olho esquerdo, que vão da testa até sua bochecha, embora ele ainda consiga ver com ele, ele possui um pequeno bigode e uma pequena barba, seu cabelo é vermelho e um tanto longo, de tal modo que na frente e no lado eles chegam até as orelhas atrás chega até os ombros, ele estava usando uma camisa branca e uma calça azul e o detalhe mais importante e ele não possui o braço direito. Uma coisa que parece com um alienígena verde com um capacete em que tem marcas que parecem larvas no topo e uma calda, que era verde claro com listas pretas, seus olhos são de cor rosa, de suas orelhas descem um alongamento, como se isso fosse seu cabelo. Um homem que possui um corpo musculoso e usa roupas de treinamento de karatê, mas com as mangas rasgadas, ele possui cabelos loiros que vão até depois de seus ouvidos e seu penteado é para os dois lados, de modo que não caia nada em sua testa. Um ser rosa de cerca de um metro de altura, em algumas partes do corpo, entre elas na sua cabeça, peito e braços, ele possui furos que saem um vapor quando ele faz alguma espécie de poder, seus olhos possuem esclera escura, de forma a parecer um buraco sem fundo, seus olhos são de cor vinho e em sua cabeça possui, digamos que uma calda pequena e ele estava usando uma calça branca e sapatos amarelos, fora dois braceletes longos pretos em cada braço, suas orelhas parecem com um tronco de pirâmide com um fundo no centro. E um homem de cabelos longos e azuis, com orelhas de gato, olhos dourados e uma roupa, que parecia romana, totalmente branca e em sua mão esquerda estava uma flor rosa.

— Ok, isso definitivamente é estranho — Manu disse depois de observar atentamente Meruem, que ela não fazia a mínima ideia do que era.

— Isso é perfeito, com certeza vamos acabar com ele depois deles virem isso — Alice disse sorrindo olhando pelas câmeras na roupa de Manu, Lara estava tirando fotos e baixando tudo — Ok, podemos sair agora é só... — Ouviu-se um barulho de vidro quebrando e depois passos fortes foram ouvidos.

— Acabe com ela, menina — Uma voz disse pelo alto falante, uma voz que ela não conhecia, mas o dono dessa voz sabia que ela poderia interferir em seus planos, afinal, ele ainda não terminou de apagar a memória de todos.

— Gente, acho melhor me tirarem daqui e rápido! — Manu disse depois de atirar três dardos tranquilizantes no pescoço de Susana forte, que estava se aproximando lentamente.

— Certo, tem um duto de ventilação aí, você consegue passar por ele, mas vai precisar de três segundos para entrar dentro dele — Lara informou e quando Manu viu onde o duto estava, se preocupou, ela precisaria deixar Susana o mais perto possível de lá, para poder sair dali.

Manu começou a correr e Susana começou a persegui-la, Manu chegou na parede onde estava o duto e ficou em baixo dele, mas era muito alto para ela alcançar e Susana se aproximou dela, então Manu prende uma corda em uma bala e acerta o pé de Susana e depois passa por baixo dela e a chuta, fazendo com que ela caísse, depois fica circulando ela de modo a prende-la e depois fica em cima dela.

— Você subestima Susana — Susana disse, então ela torou a corda e se levantou bruscamente, dando impulso para Manu pular alto o suficiente para entrar no duto de ventilação.

— Obrigada — Ela disse e começou a entrar e Susana começou a pular para tentar alcançar ela, mas estava destruindo o chão, então ela caiu e caiu em cima de um gerador, que pouco depois explodiu, destruindo o prédio inteiro.

— Manu — Lara e Alice disseram ao ver o prédio ser destruído.

— Eu estou bem, não se preocupe — Manu disse e as duas suspiraram aliviadas — Obrigada — Ela disse e P.F. acenou a cabeça para dizer de nada e depois sumiu novamente.

No prédio, uma pessoa saiu pulando extremamente alto e com ela estava todos os outros que estavam lá em baixo e ela caiu bem em frente a ele.

— Me desculpe, senhor.

— Você fez muito bem, agora levantem-se! — Ele ordenou e todos se levantaram — Vocês são meus servos, mas, no momento, vocês serão apenas caçadores de recompensa, sempre que eu precisar de vocês eu os chamarei e pagarei também se achar necessário — Eles assentem com a cabeça positivamente e vão embora — Com suas memórias apagadas, eu terei total controle sobre vocês, mas se necessário, eu uso Kid buu para absorver todo o resto e acabar com esse mundo, mas agora não — Ele pegou sua arma e atirou, abrindo um portal e adentrou, o hacker estava com seu exército.

***

Pedro e Robson continuavam correndo e avistaram três sombras ao longe e depois feixes vermelhos foram atirados neles, mas eles conseguiram desviar de tudo, então receberam dois chutes, fazendo com que tivessem que recuar um pouco devido ao impacto e receberam alguns tiros de Manu, então avançaram novamente e agora usaram escudos, que rebateram os tiros de Manu e acertaram sua arma, e, embora não tenha feito nada, ela guardou a arma e avançou contra os dois ao lado de suas irmãs, então começaram a atacar assim que chegaram perto o suficiente, mas Pedro e Robson estavam apenas defendendo, pois tinham algo que elas conseguiam fazer, enquanto elas estavam tentando acerta-los, elas estavam se comunicando com os dois.

— Pedro! Robson! — As três diziam na mente dos dois — Não nos ataquem ainda, ele consegue controlar nossos corpos mas não nossas mentes, ele usou uma espécie de poção para controlar todos nós, mas estão conscientes, ele está planejando algo, mas nós não sabemos o que é e ele prendeu Matt em uma cela de titânio, nós não sabemos se ele conseguirá sair de lá, mas tomem cuidado! Sempre que Manu dá um golpe de direita, ela deixa uma brecha para seu pescoço, basta apenas um pequeno soco que ela não conseguirá se mexer, Alice, basta apenas acertar seu joelho e Lara é só dar um golpe em seu peito, um pouco forte, um pouco forte, se não o seio dela vai amaciar o impacto, agora sim podem contra atacar.

— Elas não disseram se era o lado do joelho ou o do peito — Pedro comentou sem parar de se defender dos golpes das três.

— É, vamos lá! — Robson disse e acertou Manu no momento em que desviou de um gancho de direita dela, Pedro deu um golpe nos dois seios de Lara, fazendo voar um pouco para trás e os dois chutaram o joelho de Alice, sem quebra-los.

— Beleza, agora vamos continuar — Pedro disse e voltou a correr.

— Esse garoto não cansa mais não? — Robson perguntou para si mesmo e começou a segui-lo, sem perceber que as três entraram no subsolo.

***

Jake sempre foi um garoto feliz, inteligente, alegre e conseguia fazer com que aqueles que estivessem por perto sentir a mesma coisa, ele adorava cozinhar, mesmo que seus pratos sempre saíssem ruins ou queimados, mas em uma semana sua vida conseguiu virar de cabeça para baixo completamente, o mais marcante foi o primeiro, mas o que ele realmente queria que não tivesse acontecido, foi algum tempo depois.

— Alô? — Jake disse ao atender seu telefone, mesmo sabendo que devia atender com um a benção, já que era seu pai, mas disse um alô para brincar, alegre como sempre, então ele ouviu o que a pessoa do outro lado da linha estava falando, ficou de queixo caído quando ela estava quase acabando e então deixou o telefone cair no chão, com os olhos cheios de lágrimas e correu para o quarto de sua tia, onde ele estava no momento e abriu a porta do quarto bruscamente, assustando sua tia, que estava seminua e que, claramente, ficou vermelha devido a situação com o menino.

— O que que ouve? Por que está chorando, Jake? — Ela perguntou após notar que seu sobrinho estava chorando e, praticamente, paralisado devido ao choque que acabou de receber, Jake encarava a sua tia com os olhos arregalados, com o queixo caído, respirando fundo e pensando nas palavras certas para dizer o que acabara de ouvir, afinal, o pai de Jake era o único irmão que sua tia tinha, além de seu amigo e sua mãe era como uma irmã, que a acolhera quando mais precisava e agora estava fazendo o possível para retribuir, cuidando da casa, já que era uma ótima lutadora, do filho dos dois enquanto estavam fora, embora tenha aprendido a ama-lo como um irmão também, Jake sabia que sua tia ficaria muito mais desesperado que ele, mas também sabia que, se escondesse seria pior, muito pior.

— Mamãe e papai, eles sofreram um acidente grave — Jake disse e já se via o desespero na face de sua tia.

— Sabe onde eles estão?

— Na ponte de samambaia, no estado ao lado, possivelmente vão para Jardim do Seridó — Respondeu e sua tia pegou sua camisa e começou a se vestir.

— Vamos lá — Ela disse pronta para sair, então saíram de casa, a trancaram e esconderam a chave, para o caso de a empregada chegar e ela estar fechada.

— Eles estavam entre dois caminhões — Jake dizia no meio da viajem — E o da frente freou e eles conseguiram parar a tempo, mas o de trás....

— Nem tanto, quem te disse isso?

— Foi a pessoa que ligou para mim pelo telefone de papai que disse, mas eu não tenho certeza do resto, pois deixei o celular cair no chão e ela desligou, eu só prestei atenção nessas coisas pois ela disse isso antes de dizer que eles estavam em estado muito grave.

— Como!? Muito grave? — A tia dele disse desviando o olhar no momento em que passava por um carro e acabou que atropelou uma gaivota que estava atravessando a rua, perdendo o controle e saindo da estrada, mas por sorte, nada aconteceu, pelo menos não com Jake, eles bateram em uma arvore amassando o carro, mas um dos galhos mais firmes dela perfurou o vidro e acertou em cheio o braço direito de sua tia, separando ele de seu corpo instantaneamente.

— Tia Katherine! Você está bem!? — Jake perguntou desesperado devido o braço de sua tia estar em cima de suas pernas, mas ela estava desmaiada — Droga! — Ele pegou o braço de sua tia cheio de sangue e usou as unhas dela para cortar o cinto e depois tento abrir a porta, mas estava emperrada, então ele usou o braço de sua tia novamente para quebrar o vidro do carro e depois correu para tira-la de lá, mas quando chegou do outro lado do carro — Tia!? Onde você está? — Ele disse e pulou para trás do nada — O que foi isso!? — Ele perguntou para si mesmo após ter feito esse reflexo sem motivo aparente, então o carro explodiu, queimando a árvore que estava lá e Jake decidiu ligar para o corpo de bombeiros, que não demoraram muito para chegar ao lado de uma ambulância, que o levou para o mesmo hospital onde seus pais estavam, devido ele ter ficado perto do carro procurando por pistas de sua tia, mas não conseguiu encontrar nada.

Depois de chegar no hospital, ele acordou rapidamente e foi para uma sala de espera, mas foi liberado rapidamente, então ele conseguiu descobrir onde estavam seu pai e sua mãe e foi onde eles estavam e descobriu que seu pai estava morto, mas sua mãe não, sua mãe estava melhorando, pelo menos, por enquanto, então ele chorou segurando a mão de seus pais e sua mãe começou a acalma-lo, sua mãe estava bem, viva graças a aparelhos, mas estava indo bem.

— Tá tudo bem, filho, não foi culpa sua, seu pai foi para um lugar melhor, então, onde está Katherine?

— Ela... se foi, quando eu disse que vocês estavam em estado grave ela desviou a atenção e atropelou um animal, então saímos da estrada e ela perdeu um braço, que eu usei para escapar do carro e depois o carro explodiu e eu liguei para os bombeiros apagarem o fogo e uma ambulância também foi lá devido eu ter contado o que aconteceu e eu vim parar aqui — Ele explicou soltando o braço de seu pai e olhando a lágrima que surgira do olho de sua mãe descer.

— Tudo bem filho, olha só, quando nós saímos daqui nós vamos tomar sorvete tá? — Ela disse e fez Jake dar um sorriso, mesmo que por um segundo, mas sorriu então retirou seu sorriso, pois algo muito ruim aconteceu, faltou energia e Jake já sentiu no primeiro segundo o aperto da mão de sua mãe ficar mais fraco e seus olhos começaram a ficar cheio de lágrimas, então ela disse suas últimas palavras — Eu... te... amo... meu pequeno Jake — Ela disse colocando a mão na bochecha de Jake e depois seu braço caiu, mostrando que ela estava morta, então a energia voltou, mas já era muito tarde, ela havia morrido.

— Jake — Uma pessoa disse surgindo — Eu sinto muito — Jake se virou triste e abraçou o seu padrinho, que veio o mais rápido assim que soube do acidente — Vamos para minha casa, tá bem? — Ele disse e Jake acenou a cabeça positivamente e o padrinho começou a andar, levando Jake consigo até sua casa — Karius vai adorar saber que você vai ficar lá um tempo — Comentou, mesmo sabendo que essa não era a hora perfeita.

Mas esse dia foi apenas o mais marcante e Katherine não estava morta, estava muito longe disso graças suas habilidades, mas essa é de Jake, então vamos para o dia em que ele realmente queria que não tivesse acontecido.

Uma semana depois de chegar na casa de seu padrinho, na nova escola, Jake continuava triste pelos seus parentes, mas admitia que, devido a morte de seus pais, ele estava mais triste e sério, o que chamava a atenção das garotas e ele gostava disso, mas também chamava atenção dos garotos, que implicavam com ele, devido as garotas serem doidinhas por ele, mas ele conseguia lidar com eles, devido Katherine, que ensinou muita coisa.

— Ah, vocês de novo? — Ele disse ao notar seus “amigos” ao redor dele batendo as mãos uma na outra.

— Ei gente, deixem ele em paz, ele não fez nada e isso não está injusto? — Karius disse se intrometendo no meio da briga ao notar que era 1 contra 7.

— Relaxa cara, eles não vão bater em mim mesmo — Jake disse sorrindo, o que causou uma raiva neles que os fez partir para cima de Jake com mais vontade, mas, ainda sim, era injusto e Jake sabia disso, por isso não recuou.

Jake avançou para o mais perto dele, desviou de seu soco e chutou em seu queixo, depois o levantou e o jogou para cima de outro que estava chegando perto, então veio mais dois que tentaram soca-lo juntos, mas ele desviou e chocou a cabeça dos dois, o próximo ele segurou a mão fechada dele e apertou, fazendo ele se encolher de dor e enquanto fazia isso, deu um chute no que estava atrás dele, derrubando ele e outro que estava atrás, depois deu uma joelhada no que estava se encolhendo de dor e depois saiu andando do meio de círculo dos corpos desmaiados.

— Mano, você precisa me ensinar essas coisas — Karius disse quando Jake chegou ao seu lado e ele deu de ombros.

— Já disse que não é fácil, minha tia Katherine foi quem me ensinou tudo o que eu acabei de fazer.

— A cozinhar também? Karius perguntou, o que fez Jake parar para pensar, foi sua tia que o ensinara a gostar de cozinhar, mas somente depois daquele dia que ele começou a fazer os pratos majestosos que faz agora.

— Basicamente, sim — Ele respondeu voltando a andar e Karius o seguiu.

— Corrida até em casa! — Karius disse pouco depois de passar por Jake correndo.

— assim não vale! — Jake disse sorrindo e começou a correr para a casa de seu padrinho, seguindo o mesmo caminho de Karius, mas parou quando o viu parado em um beco com as mãos levantadas para cima e depois levantou as mãos pois ele o viu também.

— Olá criança — O ser de cabelos um pouco longos e longo sorriso disse — Passa tudo o que tem — Ele disse e se aproximou de Jake, passando por Karius, que, quando viu a oportunidade, golpeou o bandido, mas não aconteceu nada — Vai pagar por isso, moleque — Ele disse e apontou para Karius, mas antes que ele atirasse Jake pulou e deu uma voadora nele, que voou um pouco longe.

— Corre! — Ele disse e começaram a correr, viravam em ruas aleatórias para que o ladrão os perdesse de vista, mas não adiantou muita coisa.

— Olá, crianças — Ele disse surgindo em frente dos dois com a arma em mãos e atirou em Jake, que desviou e o disparo acabou atingindo Karius, que sumiu, ficando somente as coisas que estavam em seus bolsos, o que fez Jake arregalar os olhos.

— Quem é você — Ele perguntou um pouco assustado e o ser sorriu e o encarou.

— Sou apenas um hacker qualquer — Ele disse e atirou em Jake — Beleza! Depois eu mudo a diferença temporal de lá, quando os 9 estiverem prontos — Ele disse e abriu um portal com a mesma arma e o atravessou e depois voltou — Já ia esquecendo — Ele disse e pegou as coisas que estavam no chão e depois atravessou o portal novamente.

Jake agora se encontrava caindo do céu e gritando, mas, enquanto gritava ele pensava, “Se ele me atingiu com a mesma coisa que atingiu Karius, quer dizer que ele está vivo, mas onde será que ele está” Pensava, então, pouco antes de cair no chão, um portal surgiu em sua frente e ele o atravessou com a velocidade da queda e depois atingiu uma rocha.

— Opa.

— Eu disse que era para ter feito o portal deitado, Sophie!.

— Eu sei, me desculpa Hekapoo, eu só não estou acostumada ainda.

Foi o pouco que ele ouviu e depois desmaiou e, devido ao impacto em sua cabeça, ele acabou esquecendo de muita coisa, de sua tia, de seus pais, de onde morava, de Karius e daquele rosto que o trouxe para esse lugar.

***

Pedro e Robson foram surpreendidos por uma criatura que surgiu do chão onde estavam, empurrando os dois para o ar, ela podia estar com uma cor diferente, mas Pedro o reconheceu no momento em que o viu, mas Robson não, pois a câmera do celular de Pedro não era lá muito boa.

— Prime! — Pedro disse e Robson o encarou e pouco depois Prime chutou os dois fazendo com que eles voassem um pouco longe, depois Karius e Jake surgiram com uma espada cada e atacaram os dois no ar, mas eles conseguiram se defender, mas não conseguiam contra atacar direito, então decidira não o fazer, até que eles caem no chão e avançam contra os dois, mas Pero transformou suas espadas em uma lança e atacou Jake acertando sua face duas vezes girando-a e fazendo com que ele subisse e depois usou ela para se apoiar e dar um chute em Jake seguido de mais dois golpes com a lança, então ele desceu e viu Prime em sua direção, mas ele é salvo por Karius que surgiu voando em sua visão e acertou Prime e depois Jake e Robson estava com suas luvas e eles voltaram a correr.

— Onde aprendeu a lutar assim com uma lança? — Robson perguntou enquanto corriam.

— Eu sei lá, eu vi em um vídeo uma pessoa fazendo naquele jogo, Brawhalla e aí tentei fazer, só que eu só lembrei de fazer isso agora.

— Ata.

***

Desde criança, ela adorava aquilo, achava lindo, maravilhoso de se ver, e, até hoje, nunca deixou de achar, sempre pedia a sua mãe para ir a um circo para ver aquela garota no alto em um aro ou em um lençol, nunca se cansava de ver isso, por isso ela estava decidida a fazer isso, mas ela não achou que seria tão difícil, para começar, ela teria de ser bonita, já que toda vez que ela ia em um circo, a garota era linda, mesmo que com toneladas de maquiagem, mas era bonita, mas isso ela já era, o que ela achava difícil, era os garotos, afinal, o que uma acrobata faz, sempre deixa muitos garotos a fim dessa acrobata e com Katherine não seria diferente. Ela só deixou de ter esse sonho quando ela o realizou, ainda criança, mas quase adolescente, a idade certa para alguns garotos aproveitadores, que não iriam deixa-la em paz, sorte que, como dizia sua mãe, ela não estava sozinha, nunca esteve.

— Olá delicia — Um garoto qualquer disse aparecendo em frente dela quando estava indo para casa, ela o ignorou, mas apareceu mais garotos — Não vai não, siga-me, eu sei um lugar onde todos podemos cuidar bem de você — Os garotos começaram a empurrar ela para um beco ao lado de onde estavam, de forma que eles a forçasse a segui-los mesmo tentando sair dali, ela estava voltando de um supermercado e deixou a sacola cair n chão para bater nos garotos, que não sentiam nem cócegas, afinal, na época ela ainda era fraca, tinha apenas a flexibilidade que ela tem no futuro, mas nada de técnicas de força ou luta, pelo menos não ainda.

— Me deixem ir — Ela dizia enquanto se debatia inutilmente, começando a chorar e eles colocaram ela no colo e quando estavam em um local bem escondido naquele beco, eles a colocaram no chão.

— Pare de chorar, garotinha — Ele disse se aproximando — Você vai gostar — Ele disse por fim e tirou a camisa dela, que tentava evitar isso, mas não conseguia, ela corria de um lado para o outro, mas sempre encontrava os amigos dele evitando que ela saísse e a jogavam para cima dele novamente, mas ele não conseguiu tirar muito da roupa dela, ele se arrependeu de ter pedido para que somente ele tirasse, mas ele não conseguiu tirar mais que a camisa e a calça dela, resultando que ela estava somente com sutiã e calcinha, mas eles não vão ter o que querem.

— Deixem ela em paz! — João disse chegando onde estavam pulando em cima da barreira e derrubando três deles.

— E quem é você para fazer isso? — Ele disse em tom ameaçador e João avançou para cima dele, mas os amigos dele se intrometendo no meio e ele cuidou de todos, já que ele nunca saia sem seu taco de beisebol que ganhou de uma amiga querida e o usou para quebrar a cara de alguns e para se defender dos que avançavam contra ele, até que ele chega no cara que estava retirando a roupa de Katherine e o segura pela gola, o levantando e soca seu rosto duas vezes.

— Eu sou um amigo — Ele disse por fim e o socou mais uma vez, o fazendo desmaiar e depois foi até Katherine que estava encolhida envergonhada, então Matt retira sua camisa e entrega para ela, que veste sem reclamar.

— Obrigada, como me encontrou aqui?

— Você deixou a sacola cair e eu estava no supermercado e já que eu venho pelo mesmo caminho que você....

— Você se preocupou comigo e acabou me encontrando aqui, seminua e correndo perigo de ser estuprada — Ela disse e assim que percebeu o que falou ficou com um leve tom vermelho — Obrigada — Ela disse e João acenou sua cabeça positivamente.

— Vamos! Eu te acompanho até sua casa — Ele disse e ela sorriu e o acompanhou.

Depois desse dia, Katherine se apaixonou por João e passou a chama-lo de João home run. Ele já estava apaixonado por ela a muito tempo, já que ela era sua melhor amiga e a pessoa com quem ele mais confiava e agora, Katherine começaria seu treino de luta, entre os demais ela aprendeu karatê, muay thai, Judô, entre outros, focado para continuar com seu sonho e para que aquilo nunca mais se repetisse.

Já adultos, Katherine era famosa em seu país e se orgulhava disso, João estava em campo e continuava com o mesmo taco que ela o deu e o usava em todo jogo que ia, mesmo sabendo que, quando ela deu aquele taco, era para ser irônico. Katherine e João estavam namorando e se tornariam noivos nesse dia, João já havia planejado tudo, exceto por aquele cara que atrapalhou tudo, desde atrapalhar o pedido de casamento, até quebrar o coração da garota.

— Com licença, eu preciso ir ao banheiro — João pediu, era uma clássica nos pedidos de casamento em restaurantes pedir para ir no banheiro, avisar ao garçom para entregar o anel e pedir em casamento, simples, mas ele foi no banheiro depois de avisar o garçom e lá já havia uma pessoa esperando por ele, um homem, claro, ele não estava no banheiro feminino.

— Olá caro amigo — Ele disse saindo da porta que levava a um vaso.

— Te conheço? — João perguntou sem parar de lavar as mãos.

— Não e nem precisa, afinal, eu sou apenas um hacker qualquer — Ele disse e atirou em João, deixando apenas os itens que estavam em seus bolsos, mas o que o hacker estava procurando não estava lá, afinal, estava com o garçom, em direção a uma ótima guerreira, que deseja João para si desde aquele dia e o conseguira, o que a deixava super feliz, até hoje, que foi quando ela quase teve um infarto ao receber aquele anel do garçom, então o hacker teria de agir, ele chegou para ela como se fosse um garçom — Com licença, senhora — Ele disse calmamente tocando no ombro dela, fazendo com que ela se virasse bruscamente arregalando os olhos — Seu amigo acabou de fugir pelo banheiro — Os olhos dela brilharam devido as lagrimas que o enchiam e ela correu para o banheiro, deixando o anel em cima da mesa, ele tentou pegar, mas ela voltou e o pegou rapidamente e foi embora do restaurante chorando, mas deixou o dinheiro da conta e a gorjeta na mesa — Droga — Ele disse, visando que teria mais trabalho para encontrar aquele anel.

Katherine usou aquele anel pelo resto de sua vida, em seu braço direito, ela acreditava que, mesmo que achasse que ele tivesse fugido, ele ainda a amava, mas descobriu que ele havia sumido e se preocupou, começou a procurá-lo em todo lugar e ela acabou perdendo o emprego e seu sonho, mas ela sabia que seu melhor sonho era aquele homem, sabia que precisava dele. Seu irmão a acolheu, o que a ajudou a recuperar-se um pouco, depois de ter procurado por João durante 5 anos e ela continuava com aquele anel, até aquele acidente, onde ele foi retirado junto de seu braço por aquela arvore e lá estava aquele homem novamente, atrás daquela árvore e ele atirou nela, a levando para o mesmo lugar de João. O anel agora estava com Jake, a única lembrança que ele tinha de sua tia e ele o perdeu pelo mesmo homem que desligou a energia do hospital, atirou em João e em sua tia e depois no próprio Jake, mas ele não sabia disso, não tinha como ele saber disso. Mas isso ainda não acabou, afinal, ela estava com dois braços quando eles invadiram o castelo de Maclaus, não foi?

— Onde eu estou? — Foi o que ela disse quando acordou e depois gritou de dor ao ver que estava sem seu braço direito, sem seu anel, mas estava em uma cama e em uma casa, só não sabia de quem, então ela parou de gritar, depois de perceber que estava gritando por muito tempo e perguntou quem estava ali, ou se tinha alguém ali — Olá? Tem alguém aí? — Nenhuma resposta, mas havia alguém ali sim, estava em cima do telhado, a olhando discretamente pela janela, João só não sabia que havia e passado 5 anos, ao invés dos 157 milhões que ele passou aqui, afinal, o hacker ainda não havia modificado nada em relação a essa diferença de tempo, já que 1 minuto na Terra, são dois anos nessa dimensão.

— Eu sei que você nunca vai me perdoar, sequer me dar uma chance, mas saiba que eu nunca me esqueci de você e nunca vou esquecer — Ele disse para si mesmo, sem saber que estava errado, Katherine o perdoaria assim que o visse, o abraçaria e o beijaria, mas para ele, o que ele fez foi algo imperdoável, mesmo sem ter culpa, então ele apenas vai dar um presente para ela, seu braço de volta, mas ele vai pagar um preço, um alto preço. Então ele correu para longe de sua casa, iniciando sua jornada em busca daquela bruxa, que faria com que o braço de Katherine voltasse..

Depois de chamar tanto, Katherine desiste e sai da cama, seu braço estava doendo, mas dava para aguentar, depois de passar pela porta e ver novo mundo ela se espantou e voltou para a casa, passou dois dias lá, treinando e esperando o dono da casa voltar e ele nunca voltou, então ela finalmente decidiu sair e começou sua aventura, onde conheceu suas amigas Vicky e Raya, que possuem suas próprias histórias e descobriu que para voltar, ela teria de conseguir dinheiro e chamar a atenção de uma tal dama de fogo, para conseguir uma espécie de tesoura que permitiria sair dali. Ela entrava em torneios e juntava dinheiro, chegando a ter o suficiente para comprar uma tesoura dimensional, mas sempre que ia ao torneio via uma pessoa em comum, Maclaus a perseguia, obcecado por sempre perder dela, ele passou a criar porções para tentar vence-la, mas ela parou de lutar depois de alguns anos e sumiu, o que fez com que ele ficasse enfurecido e um tanto louco e se tornou um viking para aprender a lutar mais e ainda um caçador, para ganhar mais dinheiro para poder investir em suas pesquisas, mesmo sabendo que isso poderia ser inutil.

Depois de alguns anos procurando João finalmente achou a tal bruxa e fez o trato com ela, deixando de ser João home run, se tornando um ogro guardião e ele decidiu não encontrar sua amada novamente, não saindo do seu local de proteção, mas quando soube que ela precisava de ajuda, ele foi rapidamente atrás dela, mesmo tendo quebrado o taco que recebeu dela, ela o perdoou e passaram a ficar juntos, ambos com poderes de transformação, a lendária mulher-gato e o ogro destruidor.

Enquanto isso acontecia, o Hacker finalmente tinha o anel que precisava para poder alterar a diferença de tempo entre a dimensão da Terra e essa, agora ele teria de somente ir até ela, para que, ao invés de 2 anos por minuto, essa diferença fosse menor, ou até mesmo nula.

***

Pedro e Robson continuavam correndo em direção ao lugar onde possivelmente estava Hekapoo e Sophie, mas foram parados por uma felina que surgiu rapidamente e os atacou, arranhando seus pulsos e depois pulou longe para que eles pudessem receber um poderoso golpe de um taco gigante, que não os jogou longe pois eles usaram suas espadas para corta-lo ao meio e depois avançaram contra os dois e João se transformou em humano novamente para poder usar ataques rápidos, já que quanto maior mais fácil o alvo e mais lento. Pedro cuidou de Katherine fingindo que iria chutar seu rosto, fazendo com que ela protegesse o rosto e chutou sua barriga e Robson deu alguns socos consecutivos em João, focados em seu rosto e terminou com um chute, jogando contra Katherine que vinha em sua direção, eles se chocaram e caíram no chão e eles voltaram a correr, para o próximo nível.

***

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Ele nunca precisou ir para outros lugares para poder destruir uma dimensão totalmente, nunca tinha visto tanta diferença temporal de uma dimensão para outra, mas ele sempre cumpria sua promessa, se começar, só termina quando acaba, até lá ele não desiste, o trabalho de um hacker nunca acaba.

Ele já havia como diminuir essa diferença temporal, era simples, bastava pedir para que Hope, uma hibrida lendária, filha de um outro hibrido, meio vampiro meio e bruxo e de uma lobisomem, mas ela pediria algo em troca, mesmo não se importando com o que aconteceria, ele só precisava saber o que e para chegar até ela ele precisaria ir para a dimensão de doces x travessuras, onde lá viviam Raya, Ivy Blue, Melissa, Liza, Lorena, Kathy, Kelly Key, Vicky, Brianna e Vittorio, que fizeram de tudo para proteger a ser mais poderosa de seu universo e sua amiga.

Vittorio era um ser humano comum, vivendo uma vida normal, ele nem sequer sabia que era bruxo, seus pais morreram em um acidente de carro e ele vivia sozinho desde então, mas tinha amigos, mesmo que amigos bem ruins.

— Alô, eaí mano — Ele disse ao atender o telefone, um amigo havia ligado para ele, chamando-o para sair está noite — Não sei não mano, eu não estou muito afim de ir não — Ele recusou, temendo que fosse uma pegadinha do amigo, mas foi só três palavras para fazer com que ele mudasse de ideia, três palavras que mudaram sua vida.

— Ela está aqui — Vittorio arregalou os olhos e confirmou sua presença na pequena festa que estava tendo no meio do nada, mas mesmo assim ele foi.

Chegando lá ele se juntou ao seu grupo de amigos e lá estava ela, a garota de quem ele gostava, eles dançavam e bebiam nessa pequena festa, então chegou o momento crítico, o clássico verdade ou consequência. A primeira pessoa que caiu foi para ela, que escolheu consequência e foi desafiada a beijar Vittorio de língua e ela fez sem recuar, esse foi o problema, em sua boca, estava uma pílula que fazia uma pessoa desmaiar rapidamente, uma droga e quando o beijou ele engoliu e desmaiou em cerca de dois minutos. Foi armação.

Acordando novamente, Vittorio estava preso em uma arvore totalmente nu e os amigos rindo e debochando dele e a garota que ele gostava, rebolando perto dele, de modo a provoca-lo, mas ele resistiu e ficou preso lá durante algum tempo, até que eles foram embora, deixando-o sozinho e ele, desesperado, começou a gritar por ajuda, mas ninguém vinha e em sua cabeça só se passava os risos de seus “amigos”.

Até que ela chegou, uma pequena vampira, que era uma rainha, na verdade e precisava proteger sua alma e fez um acordo com Vittorio, ele a ajudaria a se esconder e ela não matava ele, mas a primeira coisa que ela fez sua entregar a alma dela para ele, sendo que, mesmo se quisesse, ele não poderia fugir, praticamente o tornando seu escravo, mas não demorou muito para que os problemas aparecessem.

Antes de sair da floresta em que estavam, eles já foram atacados pela “amiga” de Raya, Kelly acabou de chegar, surgindo do meio das arvores e os atacou, Raya usou seus poderes e fez uma lança de sangue para se defender, Kelly estava usando diversos poderes que ela havia conseguido com o tempo e usou sombras para atacar os dois, Vittorio não tinha poderes, mas fez o que podia para ajudar, ele agarrou Kelly, jogando-a no chão e começou a *brincar* com ela, distraindo-a e conseguiu fazer com que as sombras sumisse, liberando Raya que a fez desmaiar. Ele se orgulhou por ter ajudado, mas recebeu um tapa de Raya pelo o que fez.

— Nunca mais faça isso! — Ela mandou e ele engoliu em seco e acenou a cabeça positivamente.

— Eu acho que o que eu fiz foi esperto.

— Ser pervertido foi esperto? — Raya perguntou enfurecida.

— Exatamente — Ele falou e ela revirou os olhos.

— Rápido, temos que ir, eles estão atrás de nós.

No caminho para a casa de Vittorio, uma garota, que estava em cima de uma casa os avistou, ela possuía asa e cabelo cor de vinho, Lorena alçou voo e ficou invisível, para buscar ajuda.

Chegando em casa, Raya explica para Vittorio o que está acontecendo, explicando que vampiros, ogros, bruxas, etc. existem e que ela o envolveu no que estava acontecendo no momento, estava ocorrendo uma guerra entre bruxos e vampiros, tudo por poder e Raya é a atual herdeira do trono de vampiros, mas ela precisa sumir para salvar seu povo, estando longe de casa, por isso esses ataques repentinos em cima dela e de Vittorio. Depois de toda a explicação, Raya estava com sede e Vittorio permite que ela beba um pouco de seu sangue, ele não se transformou vampiro devido a alma dela estar nele, Vittorio fica cansado e se senta e Raya vai tomar um banho.

— Eu vou no mercado comprar umas coisas, certo? — Vittorio perguntou e Raya entrega a ele uma espécie de pulseira que funciona como GPS e permite que ele saia.

Na volta do supermercado, Vittorio repara aboboras se movendo enquanto caminhava e começa a correr, mas não teve tempo, as raízes das aboboras o pegaram e Nociva o capturou, mas Vicky aparece e o liberta rapidamente, antes dela poder fazer algo e outra garota aparece, Brianna estava ali para ajudar a Nociva e começou a atacar Vittorio, que tentava desviar de seus golpes, então ele faz a mesma coisa que fez com Kelly, atrapalhando Brianna, a impedindo de ajudar Nociva, mas Nociva faz raízes enormes e faz a mesma coisa com Vicky, até que Vittorio convence Nociva a “lutar” somente ele e ela, deixando Brianna no chão desmaiada e Vicky presa por tentáculos. Vittorio faz de tudo para chegar onde Nociva estava, mas acaba ficando preso sem conseguir se soltar, então chega Raya, que os ajuda a acabar com as duas e depois voltam para a casa de Vittorio.

Depois de receber mais alguns tapas, Vittorio acaba descobrindo que é um bruxo graças a Vicky, que o observou atentamente, mas ele não tem poderes fortes, pelo menos não ainda, enquanto conversavam, Kelly planejava um outro ataque, ela, Brianna, Nociva, Liza e Ivy, que acabaram de chegar, estavam fazendo o plano, mas Brianna decide não ajuda-las e foge, indo avisar os outros que deveriam se preparar para um grande ataque.

Quando abriram a porta, a primeira coisa que fizeram foi fazer uma cara brava, afinal, ela acabou de tentar matar todos ali, mas Vittorio pediu para que elas deixassem que Brianna se explicasse e ela conseguiu convencer elas que agora estava do lado certo, mesmo sabendo que ali não havia ninguém forte o suficiente para deter aquele ataque e tudo isso ainda na mesma noite, afinal, o tempo estava parado.

O ataque foi ousado, Brianna, Raya e Vicky ficaram do lado de fora da casa para defender os ataques de Liza, ivy e Kelly e essa batalha durou muito, mas elas não estavam se lembrando de Ivy, que entrou pelos fundos da casa e capturou Vittorio, que conseguiu fazer com que a alma de Raya fosse para um travesseiro antes de ser evado embora. Elas estavam perdendo a batalha, até que a cavalaria chega, Melissa chegou, uma das vampiras mais fortes dessa dimensão e conseguiu fazer com que as inimigas recuassem só com um aviso.

— Vocês sabem muito bem que só existe duas pessoas que podem me enfrentar — Ela disse e era verdade, havia apenas duas pessoas, Hope, a hibrida lendária e um garoto que ela gostava, por isso nunca o matou e seu nome era Megaron.

Depois dessa batalha, ouviu-se gritos de Vicky, ela descobriu que Vittorio havia sido capturado, mas Raya disse que não iria atrás dele, ela teria de ir com Melissa para o local onde estavam os outros vampiros, os que eram amigos, então Brianna e Vicky foram atrás dele sozinhas, no castelo onde estava repleto de inimigas.

Depois de chegarem no castelo, elas já estavam encurraladas, iriam ser mortas e Vittorio estava possuído, havia acabado de descobrir que Liza era sua mãe e ela disse que havia sido Raya que havia matado seu pai, mas a cavalaria chegou novamente, todos os vampiros estavam ali para ajudar a derrotar os inimigos, incluindo Raya e Melissa, então eles lutaram e Vittorio estava do lado de Liza e acabou por quase matar Vicky, com um enorme tronco perfurado seu coração e ele volta ao normal, mas havia perdido sua amiga, então corre furioso para cima de sua mãe, que estava lutando contra os vampiros..

Até aí tudo bem, estava ocorrendo tudo normalmente, seguindo a história do jeito como deveria, mas não iria continuar assim por muito tempo, ele havia acabado de chegar em Hope e iria começar a conversar com ela agora e quando isso acontece, não só o tempo, mas tudo fica parado, é por isso que não dá para saber o que aconteceria depois daqui mas dá para saber o que aconteceu.

— Muito prazer, garotinha — O hacker disse se aproximando de Hope, a garotinha híbrida, que na verdade era uma garota lendária hibrida eu ainda não conhecia seus poderes muito bem, mas sabia que era extremamente poderosa.

— Olá, o que você quer? — Ela perguntou curta e grossa, ninguém nunca havia chego para esse local sem que seja para pedir algo para ela, então ela arregala os olhos ao ver aquele anel, um presente que ela sempre quis e ela sorri — Para mim? — Ela perguntou e ele sorri e acena com a cabeça positivamente.

— Mas antes de colocar, você poderia fazer algo para mim? — Ele pergunta e ela concorda com a cabeça — Na minha casa, o temo é diferente de uma casa vizinha, a diferença é de para cada minuto em casa, equivale a 2 anos na vizinha, você pode fazer com que minha casa fique mais rápida, até que a diferença fique nula?

— É claro — Ela disse e instalou os dedos — Pronto, agora é só esperar, vai demorar um pouco para ficar zero, mas até lá deve demorar, no máximo, 1 semana.

— Certo, obrigado — Ele disse e fingiu sair dali e ela colocou o anel e depois olhou para sua mão sorridente, então o anel brilhou e Hope desapareceu, como se o anel tivesse a sugado — Eu sabia que ela ia cair nessa — Ele coloca o anel em seu dedo e abre os braços — O poder é meu! — Ele disse para si mesmo, agora estava extremamente poderoso, não só inteligente, mas ele não sabia que ela também era inteligente e salvou todos que estavam lutando, apagando suas memorias e os colocando na dimensão onde estão agora, mas teve que retirar os poderes de alguns e modificar outros, já que fez isso enquanto estava sendo sugada pelo anel — Vamos testar esses poderes — Ele disse, então ele destruiu aquela dimensão completamente, agora era o momento em que ele passaria a destruir as dimensões, uma por uma e Hope ficava dentro do anel, triste o tempo todo, sem poder ajudar ninguém, mesmo sem importar muito, afinal, ela sabia que isso ia acontecer, da mesma forma que sabe o que vai acontecer.

***

— Beleza, dessa vez eles colocaram bastante gente para cima de nós, não é mesmo, Robson? — Pedro perguntou, parado olhando para os que estavam em sua frente.

— Eu concordo — Ele respondeu, olhando ara Raya, Ivy Blue, Melissa, Liza, Lorena, Kathy, Kelly Key, Vicky, Brianna e Vittorio, que estavam em sua frente. Liza e Vittorio começaram a voar e a jogar esferas de energia neles, que começaram a desviar, Brianna começou a se teleportar e a atacar os dois, um golpe a cada teletransporte, mas ela acabou recebendo um soco de Kelly, que estava invisível e tentava acertar Pedro e Kathy e Lorena tentavam acertar, mas Raya e Vicky ficavam imóveis, não conseguiam se mexer, ou melhor, não queriam atacar os dois e foram retiradas de lá, sendo sugadas pelo chão, mas ainda estavam lá, apenas ficaram presas.

Depois de defender muito, eles finalmente acharam uma brecha e saíram do lugar onde estavam e acabou que aqueles que estavam no ataque corpo a corpo se acertaram e ele correram para cima de Vittorio e Liza, que estavam voando, então Pedro para e arregala os olhos ao ver o movimento dos dois e do brilho azul que estava se formando e em baixo deles estavam Vicky e Raya, eles iriam acerta-las com o mesmo poder que derrotou Buu, só que agora duas vezes mais poderoso, já que duas pessoas estavam fazendo ao mesmo tempo.

— Robson!.

— Eu vi, eu vi — Os dois iriam tirar elas do local movendo a terra, mas foram acertados por Brianna e Melissa e bateram sua cabeça, então os dois dispararam e acertaram Vicky e Raya em cheio e voltaram a disparas esferas de energia nos dois — Vocês vão pagar por isso! — Robson disse e ele fez um vento poderoso que tirou os que estavam batendo nele de seu redor e avançou contra os dois e Pedro tomou conta dos que ficaram, usando a dobra de ar para afasta-los e derrubar um por um, então Robson cria uma mão gigante de terra e agarra os dois e os joga no chão, acertando os outros.

— Bela pontaria — Pedro disse — Olha só! — Ele apontou para o buraco que havia se formado onde estavam Raya e Vicky e ela surgira novamente e com elas estava Matt, mas elas estavam tentando ataca-lo — Rápido, temos que faze-las desmaiar, apenas — Pedro disse e Robson confirmou e jogou duas pedras que as acertaram em cheio, fazendo com que elas desmaiassem e depois elas foram sugadas novamente, mas Matt não conseguiu impedir isso de acontecer.

— Tudo bem, mas onde estava? — Robson perguntou.

— Preso, tive que atravessar sabe-se lá quantos metros de titânio para cegar em terra novamente, foi um saco! — Ele reclamou — Não vou poder ir com vocês, o local é revestido com titânio, eu irei mais atrapalhar que ajudar, mas até lá, eu estarei com vocês, então vamos! — Ele disse e Pedro e Robson concordaram com a cabeça e seguiram ele.

***

Muitas vezes você pode dizer, ou pensar, que não se gosta de seus pais, devido eles tomarem muita conta de você, baterem quando necessário, negar algo que você queira, etc. Rhuan e Rhyama pensavam desse jeito, antes de perderem seus pais de suas vidas. Eles sentiram muito na perda deles, mas não perceberam que tudo que seus pais negavam a eles, estavam permitidos de pegar, mas sem dinheiro para poder obter o que queriam. Não foram eles que causaram a morte de seus pais, mas eles sempre se sentiram culpados por causa disso, afinal, foram os dois que se esqueceram de trazer o animal de estimação de volta, ficando ele no hotel.

— Como é que você pode se esquecer de trazer o cachorro conosco? — Rhuan protestava com sua irmã, que o olhava com a mesma face.

— Você também se esqueceu dele! E ele gosta mais de você....

— Parem de brigar os dois já! — A mãe dos dois gritou, fazendo com que eles parassem de brigar quase que instantaneamente.

— Tá tudo bem, nós vamos buscar ele, tudo bem se vocês ficarem sozinho até amanhã? — O pai perguntou e eles responderam acenando com a cabeça positivamente, então não demorou muito para que os pais dos dois saíssem de volta para o hotel, onde passariam a noite a sós.

— Por que até amanhã? São apenas 4 horas e saímos de lá de 2 horas da tarde — Rhyama perguntou encostada na janela e balançando o braço, vendo seus pais saírem. E Rhuan revirou os olhos antes de responder para Rhyama.

— Tem o trânsito e eles não vão vim na mesma velocidade a noite, ou eles vão dormir lá, para vim só amanhã.

— Ata — Ela disse, fez com que Rhuan balançasse a cabeça negativamente com os olhos fechados e se desgrudou do espelho e fitou seu irmão com o rosto sério — Preparado para perder? — Ela perguntou sorrindo, fazendo com que Rhuan desse uma leve risada.

— Vai sonhando — Ele disse e eles começaram a correr para ver quem chegava no sofá primeiro, para pegar o melhor lugar para ver a luta de robôs que eles sempre viam na TV todo dia.

Enquanto eles jogavam, os pais dos dois estavam a caminho do hotel onde eles deixaram seu cachorro de estimação, em uma viajem tranquila, pelo menos, por enquanto, eles não estavam prestando atenção no tempo, ventos fortes e quentes, e, nos jornais, estava avisando a possibilidade de um poderoso tornado, mas não tinha como eles saberem disso. O tornado simplesmente apareceu ao lado do carro, se aproximando rapidamente e levantou o carro rapidamente, causando desespero nos dois, que se abraçaram e se desesperaram, mas por pouco tempo, afinal, logo sentiram que estavam no chão e que o tornado havia desaparecido e se assustaram, devido a uma certa pessoa que surgiu em cima do carro.

— Vocês dois estão bem? — Ele perguntou quando apareceu em cima do carro, olhava para os dois com face de preocupado e os dois o olhavam com medo, mas mesmo assim responderam.

— Estamos obrigado, o que acabou de acontecer?

— Um tornado estava vindo nessa direção, eu consegui tira-lo daqui, as quase não consigo pega-los, eu não sabia que havia alguém aqui essa hora, o que vocês estão fazendo aqui? — Ele perguntou encarando os dois e depois olhou para o carro pensativo — É melhor eu botar o carro na estrada, não é — Ele falou e saiu de cima do carro, então fez um movimento com as mãos e o carro começou a flutuar, ele acompanhou o carro até voltar a estrada — Ok, assim está bom, eu já vou indo, adeus! — Ele disse e começou a voar e foi embora.

— Quem era aquele garoto? — Ela perguntou olhando para o marido, que balançou a cabeça negativamente antes de responder.

— Eu não sei — Ele disse, então avistou um papel onde ele costuma colocar os óculos, o pegou e o abriu, então ele arregalou os olhos e mostrou para sua esposa, que leu em voz alta em tom de pergunta.

— Sou apenas um hacker qualquer? — Ela leu e olhou para o marido, que deu de ombros e voltou a dirigir, indo buscar o cachorro de seus filhos, que ele sabia que estariam assistindo aquele programa de luta de robôs.

No dia seguinte, quando Rhuan e Rhyama chegaram da escola, seus pais j[a estavam em casa e estavam assistindo TV, até que passa a propaganda do noticiário urgente, que passa em todos os canais interrompendo qualquer programa que esteja passando e isso fez com que todos eles arregalassem os olhos, afinal, já aviam vistos desastres naturais, mas não como esse.

Em uma cidade, não muito longe da cidade em que eles moram, dava para avistar um enorme tsunami que estava vindo na direção daquela cidade, mas o jornal avisava que aquele tsunami poderia destruir as 30 cidades depois daquela, realmente era algo catastrófico e foi isso que fez com que os 4 se abraçassem preocupados, algo desnecessário.

Surgiu um enorme buraco no meio do tsunami e ele simplesmente quebrou e a água foi absorvida pelo buraco, então ele apareceu novamente, o que fez com que os pais dos dois arregalassem os olhos.

— É ele? — A mãe perguntou e o pai balançou a cabeça positivamente, então o helicóptero que estava gravando o que estava acontecendo se aproximou dele e ele entrou no helicóptero sorrindo.

— Pois não? — Ele falou e se sentou, fechando a porta do helicóptero que ainda estava no ar.

— Quem é você? O que você está fazendo aqui? Como você fez isso? — a entrevistadora, que estava calada até agora, perguntou rapidamente, fazendo com que ele olhasse para baixo e sorrisse, então olhou para ela e respondeu.

— Digamos que eu arranjei um método para fazer isso usando meus poderes, eu vim impedir que isso tudo seja destruído — Ele se levantou e andou para sair do helicóptero.

— Quem é você? — Ela perguntou e ele sorriu novamente.

— Sou apenas um hacker qualquer — Ele disse no mesmo momento em que os pais de Rhyama e Rhuan falaram sorrindo, então ele atravessou a porta do helicóptero e saiu voando e desapareceu de vista antes que a câmera fosse colocada para fora para ver ele, então eles desligaram a TV.

— Vocês conhecem ele? — Rhuan e Rhyama perguntaram ao mesmo tempo e os pais deles se entreolharam e sorriram e depois responderam, explicando o que aconteceu na viajem do dia anterior, então quando eles terminaram de explicar o que aconteceu eles foram almoçar e depois Rhuan e Rhyama foram para seu quarto.

— Conheço esse olhar, o que foi? — Rhyama perguntou assim que entrou no quarto e avistou Rhuan, que a olhou sorrindo.

— Você me conhece muito bem — Ele disse e suspirou — Eu não confio naquele cara, um super furacão? E também um super Tsunami? No mesmo tempo em que ele surge aparecer, tem alguma coisa aí — Ele disse e Rhyama revirou os olhos, conhecia muito bem seu irmão e sabia que ele não vai desistir até descobrir a verdade, então se ela não vai atrapalhar ele, só resta ajuda-lo.

— Certo, o que vamos fazer? — Ela disse se aproximando dele, fazendo com que ele a olhasse sorrindo.

— Muita coisa, eu já tenho um plano — Ele disse abrindo o computador de seu quarto — Muito bem, meu amigo, eu também sei hackear — Ele se sentou e instalou os dedos e começou a mexer no computador.

— O que eu faço?

— O que você faz de melhor — Ele disse olhando para ela, então olhou para o computador novamente e falou — Um robô — Ele disse e ela olhou para a tela que estava um esquema de um robô pequeno, mas extremamente útil.

— Certo, enquanto eu faço isso você faz o que? — Ela perguntou sorrindo, fazendo com que Rhuan revirasse os olhos.

— Tudo bem, tudo bem, eu faço o dever de casa para nós dois — Ele disse e ela deu um pulinho de alegria e o abraçou, então ela foi para a garagem montar o robô.

— Irmãs — Rhuan disse para si mesmo e deu de ombros.

Algumas horas depois, Rhyama j[a havia feito o robô completamente e o testado também e Rhuan já conseguiu fazer um mapeamento completo do corpo do tal herói hacker, ele usaria esse mapeamento para fazer com que o robô mosca que Rhyama construiu seguisse único e exclusivamente aquele cara, e, no momento, ele estava passando os dados para o robô.

— Você testou ele direitinho? Resistência a impactos, durabilidade da bateria, resistência a chuvas?

— Sim, fiz tudo, agora meu pagamento — Ela disse e estendeu o braço e ele a encarou.

— Que pagamento? — Ele perguntou e Rhyama cruzou os braços e fez biquinho, então ele sorriu e pegou o caderno de sua irmã — Tô brincando, aqui está — Ele disse e entregou para Rhyama, que abraçou o caderno como se fosse um travesseiro, então ouviu-se um bip e ambos olharam para o computador.

— Ok, upload concluído — Rhyama falou sorrindo e guardou seu caderno — E agora? Nós ainda precisamos que ele apareça para o robô poder persegui-lo.

— Eu sei, isso não vai demorar, afinal, é ele quem está causando tudo que está consertando — Ele disse fitando a janela.

— Por que você acha isso? — Rhyama perguntou se levantando e se aproximando do irmão, então ela olhou pela janela e arregalou os olhos.

— Não era à toa que aquele tornado surgiu tão de repente aqui perto — Rhuan disse e pegou o robô e o ativou, então o jogou pela janela e ele voou até onde ele estava fazendo o tornado, bem próximo a casa deles, pronto para atingir uma cidade próxima, afinal, eles não moravam dentro da cidade, nem tão longe dela, apenas um pouco perto, perto suficiente para ter que pegar ônibus para ir para a escola.