O Grande Dia

8 Capítulo VIII – Surpresas e Discussões


Notas iniciais
Pessoas queridas, super me esforcei porque recebi reviews que realmente me empolgaram e me animaram a escrever. Em especial, todos sabem que amo quando favoritam uma história minha e recomendam... Dessa vez a campeã foi a querida Sissi que sempre me motiva, dessa vez foi com uma recomendação que me deixou muito feliz! Porém, não tão feliz estou com o fato da história ter 540 visualizações e nem 10% disso em comentários :( Poxa pessoal silencioso, escrevam queridos, deem um OK, digam que gostaram... É para isso que o escritor publica sua história em site e não deixa num caderno perdido em alguma gaveta. Vamos lá gente, incentivo é tudo! Bom, sobre a história, esse capítulo é em terceira pessoa. Quem me acompanha desde o começo sabe que essa é minha forma preferida de narrativa, sendo que acabo por me valer de POVs hora ou outra para poder entrar de fato na cabeça dos persoagens. Mas percebi que estava exagerando, e não consigo contar o mesmo fato do ponto de vista neutro e com todas as maneiras de pensar... Assim, voltei à minha casa e maneira de narrativa nesse capítulo que, espero de coração, que vocês gostem :3 Beijos, com carinho!

Capítulo VIII – Surpresas e Discussões

Alguns dias se passaram com Isaac sem sair da cama, apesar de já se sentir bem para tanto, Hyoga se saindo muito bem nas provas e Milo focado apenas e tão somente nas questões matrimoniais.

Camus precisava dividir sua atenção com toda a sua família, apesar de dedicar cada segundo livre ao casamento que estava montando e que seria em pouquíssimos dias. Milo, por sua vez, experimentava escondido todos os dias seu smoking e treinava sua entrada triunfal na Igreja.

Comemorava internamente ser ele a arrebatar o coração gélido de Camus, tão competido no passado por homens maravilhosos e mulheres extremamente atiradas.

Hyoga, como um caçulinha mimado, fazia de tudo para chamar a atenção de Camus que estava nitidamente mais comprometido com a recuperação de Isaac e o casamento. Um dos chiliques do loirinho quase lhe rendu um puxão de orelha, ficando um aviso acerca do seu comportamento.

Ikki ainda estava na clínica, sendo visitado diariamente por Shion. Assim, apesar dos pesares, a paz parecia ter tornado a reinar no santuário entre aqueles cavaleiros tão atarefados com adolescentes tão endiabrados.

Foi quando Camus, percebendo que Isaac estava melhor, apesar de não levantar da cama nem por decreto dos céus, foi conversar com Milo.

– Amor, gostaria de conversar com você.

– Fala meu geladinho gostoso!

– É sério, senta aí.

Milo fez careta e se sentou, igualzinho os meninos costumavam fazer.

– No hospital, o que você quis dizer quando disse que a culpa era toda sua, que você sabia e não quis me contar que Isaac estava andando fora da linha. Gostaria de esclarecer isso...

Milo revirou os olhos e cruzou os braços, ele realmente pensou que Camus havia esquecido disso, já que não tocara no assunto desde então. Pensava numa maneira de dar uma explicação satisfatória, mas ela não existia, não tinha desculpa. Condenou mentalmente sua boca grande.

– Bom, eu só tinha certeza que ele fumava cigarros, apenas desconfiei que ele tivesse usado maconha pelo cheiro uma vez que o vi com Ikki.

Camus estava nervoso, chegou a ranger os dentes, tentando se controlar para não iniciar uma briga com o escorpiano que sempre achava que tinha razão.

– E em que constelação fumar cigarros não é algo sério que deveria ser compartilhado comigo? EM QUE GALÁXIA A DESCONFIANÇA ACERCA DA UTILIZAÇÃO DE DROGAS NÃO DEVERIA SER TRAZIDA A MIM?

A tentativa de controle de Camus estava se esvaindo com o aumento crescente de seu tom de voz, o que não era bom para a situação, vez que Milo tendia a se defender com afrontas.

– Ah, porque seus métodos educacionais são ótimos! É igualzinho o chifrudo da pinta na testa! Basta desconfiar que os coitados fizeram xixi fora do jornal que já chega descendo o cinto!

Milo confrontou Camus, e aquilo normalmente não acabava bem. Camus estreitou os olhos num silêncio preocupante e ameaçador, Milo cruzou seus braços encarando o aquariano com olhar altivo de quem tem a absoluta certeza de deter toda a razão.

Camus respirou profundamente, fechou os olhos, até que num ímpeto deu um tapa na mesa assustando Milo.

– Aaiiiiii, creeeeedo! Quer me matar de susto?!

– MILO! Como você ousa falar assim comigo? Você tem noção que...

No meio da frase, Milo interrompeu Camus com seus gritos alterados, levantando-se da cadeira. Camus, zangado, forçou-o a sentar-se novamente com um rápido empurrão e encarou o rosto de Milo bem de perto.

– AGORA VOCÊ VAI ME OUVIR!

Milo ficou quieto, conhecia bem Camus nervoso e não tinha intenção nenhuma de piorar a situação.

– Antes eu queria conversar, mas essa sua atitude torna meu intento IMPOSSÍVEL! Em primeiro lugar, enfie nessa sua cabeça que NÓS VAMOS NOS CASAR EM ALGUNS DIAS! Não somos amiguinhos, somos parceiros, você não é cúmplice das crianças, VOCÊ É PAI!

Milo estava assustado, começou a ouvir sem reações exageradas. Ele sabia lá no fundo que estava errado, que devia ter conversado com Camus sobre o que vinha observando acerca das condutas de Isaac, mas ao mesmo tempo que proteger sua mais nova cria.

– Está me ouvindo, Milo? O futuro desses meninos depende de nós! Não apenas quanto à saúde, vestimentas, educação escolar... Nós somos os guias no que tange ao caráter deles! Somos responsáveis se fazem algo errado, é nosso dever corrigir. Você precisa falar comigo, precisa existir diálogo!

– Muito engraçado você vir me cobrar diálogo!

Camus levantou uma de suas sobrancelhas intrigado com o sentido das palavras do escorpiano.

– O que quer dizer?

– Porque você não me ouve! Sempre que eles passam dos limites, você desce a lenha nos coitados sem sequer ouvir meus apelos para que se acalme. Como me cobra que eu te conte algo, que exista diálogo se você nunca me ouve.

– Milo, você não sabe o que está falando...

– E você por acaso me ouve?

– Vamos lá. Primeiro, você diz como se eles apanhassem todo dia, e você sabe que isso é mentira! Bati no Hyoga duas vezes sério na vida, apesar de distribuir avisos e puxões de orelha merecidos. Isaac, por sua vez, nunca apanhou de verdade, só aquelas cintadas que dei quando me afrontou no castigo de Hyoga. Teve aqueles tapinhas de nada quando era criança, mas isso você nem era meu namorado direito. Estou mentindo.

Milo olhou para Camus contrariado, mordendo o lado direito de sua boca por dentro. A tática de fazer o aquariano sentir-se incomodado com sua severidade não estava dando certo. O que Camus disse fez a ficha de Milo cair, era verdade, os castigos não eram constantes.

– E, pelo que me lembro, nas duas vezes em que bati em Hyoga conversei com você. Inclusive, naquela vez que tive que dar uma palmadas dele na escola, não o fiz antes de seu aceno concordando comigo! Ou estou mentindo.

Milo ficou em silêncio, aquilo tudo era verdade. Camus conversava com ele sobre o que faria, como faria. E em todas as vezes antes da surra, Milo concordava sobre a necessidade.

– E digo mais, você sempre concordava, mas no meio da surra ficava com dó e vinha tentar me parar, tornando a função ainda mais difícil para mim! Poxa Milo, coloque-se no meu lugar por um minuto. Alguma surra foi injusta? Alguma vez você realmente acha que eles não mereciam?

– Não...

– Alguma vez eu passei dos limites e machuquei um dos meninos?

– Não...

– Ora, então não me venha com essas agora! O que você fez acorbertando Isaac foi inadmissível! Se tivesse me falado antes, talvez eu pudesse ter interferido e então eles não teriam visitado aquele buraco de drogas num bairro tão perigoso! Por Zeus, Milo, eu tive que saber do que estava acontecendo pelo Shion!

– Aaaah, isso tudo é você se sentindo com o orgulho ferido porque levou bronca do Mestre dos Chifres?!

– Não Milo, isso sou eu extremamente preocupado com o nosso futuro, vez que meu futuro marido me esconde coisas sobre os nossos filhos.

Milo olhou para os olhos quase mareados de Camus e pensou “Touche – você ganhou – xeque-mate”. Deu-se conta que Camus estava certo, e lembrou-se do quanto odiava debater com ele.

– Ok Camus, talvez eu devesse dividir essas coisas com você.

– COMO TALVEZ? Milo, para que isso dê certo precisamos ser parceiros além da cama, além do nosso amor, precisamos ser cúmplices completos em nossas vidas! Você consegue entender isso? O que você fez foi muito errado, e poderia ter sido muito pior! Não me importo com a bronca do nosso mestre, me importo com a segurança dos nossos filhos!

– Seeeeeuuu mestre, não nosso. Está bem, não vou mais esconder nada, eu realmente não achei que era algo tão sério, afinal, eu mesmo fumava cigarros até pouco tempo atrás.

– E você sabe que sempre odiei isso! Hábito desprezível, ainda mais para um cavaleiro como nós! Você tem que me prometer que nunca mais fará isso, minha confiança em você depende disso e o sucesso do nosso casamento também.

Camus falava pausadamente e com um tom firme em sua voz, deixando claro que cada palavra era importante. Milo estava pouco acuado na cadeira, como quem leva uma bronca, mas as palavras de Camus estavam lhe pesando muito. Nada para ele era mais importante do que a felicidade em seu casamento e o bem-estar de seus filhos.

– Tudo bem, tudo bem. Eu errei, tá? Me desculpe... Porém, quero que me ouça mais quando chegar aos extremos com as crianças!

– Eles não são mais crianças, são adolescentes, eu vou continuar ouvindo você, mas não quando tentar me parar no meio. Sei que você fica aflito e com pena antes da hora, lições devem ser ensinadas.

Milo cruzou os braços, mas parou de olhar feio para o noivo, queria acabar logo com aquela discussão. Camus também estava cansado de discutir, e eles tinham pouco tempo um com o outro ultimamente, já que Camus estava ocupado com o casamento e Milo com Isaac.

Camus olhou no relógio e viu que Hyoga estava fora de casa além da hora permitida, pegou o telefone na hora e discou para o menino.

– Hyoga, onde você está?!

– Oi mestre, tô com o Shun no planetário do santuário.

– E quem deixou você ficar até essa hora fora? Você tem prova amanhã!

– Mas eu já estudeiiiiiiii...

– HYOGA, EU JÁ AVISEI PARA VOCÊ PARAR DE ME TESTAR, você vai conseguir o que anda querendo! Volte já pra casa e coloquei seu nariz nos livros, você ainda não está de férias!

Camus desligou, tornou a olhara para Milo que já estava com o rosto normal, olhando uma revista de fofocas sobre celebridades.

– Amor, precisamos conversar sobre os padrinhos. Eu estava pensando...

– Ah, sim Milo, já escolhi o meu.

Camus disse sem muita tensão na voz, estava pensando em Hyoga ainda e nessas pequenas atitudes de quem tenta chamar desesperadamente a atenção.

– Como assim? Quem será seu padrinho?

– Shion. – Camus respondeu sem dar muita atenção ao assunto. – Hyoga está me preocupando um pouco, acho que é ciúmes de Isaac, você acha que...

– O QUE? VOCÊ CHAMOU AQUELE CORNO LEMURIANO ROXO PARA SER NOSSO PADRINHO DE CASAMENTO?

Camus ficou estático por alguns segundos, não imaginava que aquilo poderia ser um problema. Na verdade, não imaginava que Milo se incomodaria com isso.

– Não devia ter pedido a ele? Por que?

– Porque o padrinho tem que ser alguém especial, que aconselha, que ajuda e está presente em nossas vidas.

– É, acho que você descreveu o papel de Shion em minha vida... Ele é a figura paterna que eu tenho em minha vida, a única, quem me aconselha quando preciso.

– Mas eu ODEIO ele! ODEIOOOOO..

– Milo, não seja assim, ele nos ajudou tanto quando menores e o faz até hoje.

– Arg! A mulher barbada era melhor que ele! O cara de máscara dos jogos mortais era melhor que ele! Aquela menina de “O Grito” era melhor que ele! Um gremlin molhado era melhor que ele!

– Quem eu deveria ter escolhido, então? Não é cada um que escolhe o seu? Eu tenho direito a um, e você a outro. Não vou me intrometer na sua decisão.

– Ah é?

– Sim!

Milo sorriu maliciosamente e pegou o telefone.

– Alô?

Camus ficou encarando, perguntando-se para quem Milo estava ligando.

– Oi Frofrô! Tudo bem querido?

Foi quando o aquariano arregalou os olhos, rezando para aquilo ser mentira. Condenou Milo em pensamentos, ele não poderia convidar uma pessoa que dava em cima dele descaradamente, desrespeitando Camus, só por picuinha.

– MILO...

Camus avisou...

– Tenho um convite para você querido... By the way, preciso elogiar aquela calça justa que você estava usando ontem, estava uma delícia...

Camus respirou fundo, aquele era Milo querendo provoca-lo.

– Desligue essa porcaria de telefone agora.

Camus falou sério e baixo, ameaçadoramente. Milo adorava quando conseguia provocar o aquariano, por mais perigoso que fosse, e decidiu continuar.

– Sabe lindinho, o meu casamento com o picolé está chegando... E queria te fazer dois convites especiais: o primeiro é estar comigo na minha despedida de solteiro! Vamos nos divertir hor-ro-res! E o segundo é para que seja...

Camus arrancou o telefone da mão de Milo com tanta força que quase o quebrou, e então desligou a ligação jogando o telefone com força no sofá.

– Você deve ter perdido o juízo, é a única explicação!

Milo sorriu sorrateiro, provocando Camus com todas suas artimanhas. Por um lado gostava disso, não era porque tinham uma família agora que não teriam tempo para as suas briguinhas habituais e suas provocações.

– Ora, você não podem escolher “quem você quer e eu quem eu quero”? – Milo disse abrindo aspas com seus dedos no ar.

– Milo, não brinque comigo! Você está provocando e sabe muito bem que eu não gosto disso! Se quer fazer uma despedida de solteiro, saiba que eu também vou fazer!

Camus detestava essas coisas, mas precisava fazer Milo enxergar o absurdo.

– Você não ousaria!

– Quer pagar para ver? Além do mais, eu escolhi uma figura paterna, que nos ama e ajuda para meu padrinho. Você vai e quer que Afrodite, aquele que tenta nos separar há anos, que já fez com que terminássemos inúmeras vezes seja o nosso padrinho de casamento? Ah, Milo, você está regredindo!

Pronto, a briga estava instaurada e Milo adorava aquilo. Conseguiu pescar Camus e imaginava que teria uma noite muito quente, vez que sempre que brigavam Camus tornava-se mais agressivo na cama, o que Milo adorava.

Porém, os planos foram interrompidos quando Hyoga chegou com Shun. Camus recompôs-se na mesma hora e olhou feio para o discípulo.

– Hyoga, eu falei com você há quarenta minutos! – Disse Camus olhando no relógio, condenando-se por perder tanto tempo em discussões com o escorpiano e ter esquecido de buscar Hyoga pela orelha quando ele demorou mais do que o devia.

– Ah mestre, eu já disse que já estudei. Vamos pro meu quarto, Shun! – Hyoga disse, ignorando Camus, puxando Shun para entrar com ele.

– Nada disso, mocinho. Shun, hora de você ir para casa, já está tarde e ambos têm aula amanhã cedo. Hyoga, em especial, tem prova amanhã! – Disse fuzilando Hyoga com os olhos.

– Mas que saco, eu já estudei!

Foi a hora de Milo se irritar, estava um pouco cansado de Hyoga querendo chamar a atenção o tempo todo só porque Isaac estava de cama e recebendo os paparicos.

– Chega Hyoga! Mas que saco digo eu! Não dá para você sentar a bunda por um segundo e estudar, fazendo o que Camus mandou? Não vê que é uma época complicada, cheia de coisas para todo mundo se preocupar! Pare por um segundo de ser tão egoísta, antes que eu deixe Camus esquentar sua bunda, aí quem sabe você para né?

O silêncio se instaurou na casa, Camus arregalou os olhos embasbacado olhando para Milo, Hyoga fez uma carranca contrariado com a bronca na frente do namorado e Shun, por sua vez, quase se encolheu de vergonha com a fala firme de Milo.

E Milo não parou, para a surpresa de todos.

– Hyoga, você vai para o seu quarto AGORA, vou levar Shun para a casa dele e por Zeus, eu não quero mais problemas por hoje!

Disse Milo jogando as mãos para o ar e pegando Shun pelo braço para leva-lo até Shaka e Mu em segurança, afinal já era bem tarde.

Hyoga ficou parado, olhando para a parede com o cenho franzido. Levar uma bronca de Milo não o tinha agradado em nada, ainda mais em frente ao seu namorado e quando tentava provocar Camus.

– Não ouviu Milo, Hyoga? Já para o seu quarto, se eu tiver que levá-lo para lá você não vai gostar do que vai acontecer! E já fica aqui o meu aviso, DA PRÓXIMA VEZ QUE EU TIVER QUE TE LIGAR PARA VOCÊ VOLTAR PARA CASA, VOCÊ VAI APANHAR, ENTENDEU?

Hyoga cruzou os braços nitidamente aborrecido e saiu andando para o seu quarto.

– E, antes que eu me esqueça, você está de castigo. Da escola para casa por uma semana!

– Mas minhas aulas acabam amanhã! – Disse Hyoga batendo o pé no chão.

– Então, já que me aprontou essa presepada hoje, vai perder parte das férias!

– Mas isso não é justo!

– Hyoga, eu vou contar até três para você ir para o seu quarto, senão eu te dou a minha palavra que...

Camus parou e fechou os olhos, estava começando a perder a paciência com esse teste constante de Hyoga.

– Um....

Hyoga não se moveu.

– Dois...

Quando Camus viu que Hyoga não se mexeu, começou a andar em direção ao menino, mas antes que começasse a dizer o número “três”, Hyoga já estava fechado em seu quarto.

Isaac que acordou em meio a briga apenas pensou revoltado sobre a atenção que Hyoga tinha, mesmo com ele naquela situação. Sua revolta aumentou com o fato de todos só darem bola para o irmão naquela casa, e continuou a cogitar e arquitetar a sua fuga daquele lugar.

Enquanto Milo chegava e Camus o abraçava, indo para o quarto, Isaac resmungava consigo mesmo, longe da audição de todos:

– Odeio esse lugar, e em breve estarei muito longe, onde ninguém poderá me achar!

Notas finais
E aí??? O que acharam borboletas?