O Golpe!

7 Mudança de planos.


Notas iniciais
Oi oi oi, aqui estou para mais um capítulo deixar. Essa pode ter alguns erros pq não tive como editar rsrsrsrs, tô sem not e escrevendo pelo celular. Espero que gostem.

*Lauren*

— Eu já estou bem. — Digo secando o rosto e saindo do abraço dele. — Não era para você estar aqui.

— Mas eu quero estar aqui!

— Não tem espaço para você na minha vida, isso é errado, eu só quero voltar para minha rotina, preciso que você entenda, as coisas não são como você pensa, sou mãe, isso polpa todo meu tempo, e em outros períodos eu trabalho e muito. — Digo sincera tentando por todos os pingos dos "is".

— Você vai achar uma brecha para mim, eu vou te ajudar a achar. — Ele sorri, e eu não sei se o que fazer mais. Estou desesperada, ele tem que parar. Olho nos olhos dele.

— Preciso que você vá embora. — Digo firme. — Por favor.

— Aqui mãe. — Bran me entrega um copo com água. — Vocês realmente trabalham juntos? — Meu filho parece desconfiado.

— Sim. — Diz Graham.

— Não. — Digo sem olhar. Não vou mentir para ele, conheço meu filho. — Conheci ele no meu aniversário, mas não é o que você pensa filho. Não aconteceu nada, só que como você já sabe, perdi meu celular, e tinha ficado com ele. — Sem jeito e preparada para a bronca do meu filho.

— Eu falei que devolveria o celular se ele fosse jantar comigo. — Diz Graham e vejo que pela primeira vez ele ficou com vergonha.

— Gostei dessa, vou usar futuramente. — A gargalhada do meu filho ecoa pela sala e eu o encaro sem entender nada.

— O que é tão engraçado? — Digo confusa.

— Mãe, se você está preocupada com minha opinião aí vai, eu não ligo se você encontrar alguém. Eu só quero você feliz. — Ele me abraça. E sem me soltar noto que Graham o encara e sei que Bran faz o mesmo. — Mas, se você machucar minha mãe, você vai se arrepender!

— Não vou machucar ela, prometo isso a você e a ela, eu só preciso que ela entenda isso. — Não acredito que está acontecendo isso, meu filho tá doido? Como pode ele aceitar assim?

— Que bom, fico feliz que ela está conhecendo alguém, desde que se separou do Mário, não faz nada mais do que trabalhar.

— Pelo visto, sua opinião é muito importante para sua mãe, então me permite insistir nela, encher o saco até ela dizer sim? — Eu tô pasma e solto meu filho e o fuzilo com o olhar.

— Bran, pelo amor de Deus, isso já está sendo ridículo. — Me levanto. — Graham, vá embora! — Agora brava, não acredito que meu filho está falando de mim, como se eu fosse uma adolescente.

— Boa sorte na sua tentativa. — Meu filho diz rindo. — Mas enfim, mãe... — Meu filho está mega corado. — Vou trazer alguém para jantar em casa hoje, e vou passar o dia fora. — Ele diz pegando a mochila e saindo sem me dar tempo de questionar sobre o que ele disse.

— Lauren? Não vou embora, agora que tenho permissão, vou aproveitar! — Ele sorri e agora ele já está me irritando.

— Ok, o que quer fazer hoje? — Encaro ele seria.

— Que tal um filme de terror? Gosta? — Ele diz animado. Ele parece meu filho, meu Deus, gargalho alto e ele me encara confuso e então dou de ombros.

— Um filme e depois você vai embora e eu vou revisar meu trabalho. — Digo rindo e ele não parece contente com minha atitude. — Escolhe o filme e eu vou fazer uma pipoca. — Ele sorri animado e então vou para cozinha preparar a pipoca. Meu Deus, esses últimos dias estão uma loucura, faz 3 dias que conheci Graham, faz 3 dias que tudo que consigo pensar é nele, faz menos de 24h que meu filho conheceu ele e já aceitou que um estranho entre em casa, durma na minha cama e ainda permitiu que ele me encha as paciências, e para pôr a cereja do bolo meu filho vai trazer alguém para jantar em casa? Termino de preparar a pipoca e volto para sala, Graham fechou a janela e a sala está escura, pegou meu cobertor e trouxe para sala e já colocou filme e está sentado me esperando para dar play. Não consigo conter meu sorriso e vou até lá e me sento ao seu lado.

— Pipoca? — Murmurou mostrando o pote para ele.

— Você! — Ele diz e pega pipoca e come e logo da play. — Me falaram que esse filme é bom.

— Qual o nome?

— Assim na terra como no inferno. — Ele diz animado e eu arregalo os olhos

— Que horror!

— Espero que seja um horror mesmo. — Ele diz rindo e me encara com um olhar diferente mas eu não consigo decifrar o que significa. Ficamos assistindo até que chega uma parte onde do nada aparece algo na tela o que me faz dar um pulo de susto. Ele me encara e começa a rir muito.

— Nem deu para assustar ainda — Ele diz rindo.

— Não quero mais assistir esse filme. — Digo de cara para ele que segue rindo e troca de filme.

— Comédia? — Ele então coloca o filme Gente Grande e então me ajeito e começamos a assistir e muita risada é dada durante o filme.

— Adorei o filme. — Digo assim que acaba. — Fazia tanto tempo que não assistir filme. — Digo e olho pra ele e o noto olhando para minha boca, não consigo mais falar nada, engulo em seco e ele levanta o olhar e me encara e sorri e depois volta a olhar para minha boca.

— Para com isso! — Digo virando o rosto.

— Para com isso!

— Que merda é essa? — Assim que eu falo ele ri.

— Que merda é essa?

— Tá de brincadeira?! — Reviro os olhos e olho pra ele.

— Tá de brincadeira? — Ele ri como um idiota e então tenho uma idéia.

— Eu vou embora agora! — Digo e o encaro.

— Eu NÃO vou embora agora. — Ele ri e começa a fazer cócegas em mim, puta merda! Odeio cócegas, me contorções rindo e tentando empurrá-lo para longe de mim.

— Para!!! — Grito em meio a gargalhada e ele não para, ele é mais forte que eu, paro então de empurrar e tento apenas me defender. Como diabos fomos parar nessa brincadeira? Não sei, o que sei é que quero que ele pare antes que eu tenha um treco. Ele está sobre mim, fazendo cócegas por toda parte. Em um golpe rápido empurro ele para o lado e ele cai no chão me levando junto com ele me deixando montada nele e ofegante de tanto rir o encaro mas antes que eu possa pensar em algo ele inverte as coisas e monta em mim prendendo minhas mãos ao lado na cabeça.

— Você não vai fugir agora. — Ele me olha cheio de luxúria no olhar e eu não estou diferente. Meu peito sobe e desce, minha respiração está irregular, mas as cócegas não tem nada a ver com isso. O encaro e ele está de novo olhando para meus lábios e sei que estou mordendo os lábios e aproveito e passo a língua em meus lábios e ele então sorri e levanta o olhar de encontro ao meu.

— Eu não quero fugir. — O sorriso dele vai de orelha a orelha após ouvir a minha rendição.

— Você não vai se arrepender da sua escolha. — Antes que ele fale qualquer outra coisa, impulsiono a cabeça para cima e tomo seus lábios para mim, depositando nesse beijo todo o desejo que reprimi nos últimos 3 dias. O beijo se torna mais intenso quando ele solta minhas mãos e eu o envolvo, o beijo é muito melhor do que meu sonho, eu só posso estar louca, mas eu preciso de provar dessa loucura, preciso dele mesmo não o conhecendo, ele me faz bem.

Notas finais
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