O Garoto que Roubava Canetas

6 Ás vezes é bom jogar sujo, pagar com a mesma moeda


Notas iniciais
* le estúdio de gravação cheio de poeira * West Virginia: * tosse* Nossa, a gente passou tanto tempo sem atualizar assim? Im a Blue Marshmallow: A gente não, foi você que demorou caralhas para atualizar ¬.¬ West Virginia: Pera lá, que eu tenho vida social, ok ? E segundamente, não foi culpa minha se trocaram a programação da emissora sem a minha permissão *humpf* Im a Blue Marshmallow: Ah, isso é verdade. Assinaram contrato com outro ficwriter e colocaram uma novela mexicana bem da ruim no lugar da nossa web-novela diva. Não é à toa que perderam a audiência e recolocaram a gente. West Virginia: Issaê! Aqui é só BR poarr! * plateia vibra balançando a bandeirinha do Brasil e segurando uns menes de macaco * Im a Blue Marshmallow: Sentiram falta da gente, né? Eu sei que sentiram... * a plateia joga uma banana na convencida da Blue* West Virginia: HAHAHAHA Ainda fala que eu sou convencida. Duda_Badass: Cheguei, povo e pova! * le aparece do nada* Im a Blue Marshmallow: Como é que tu chegou aqui, mulher? E que porra de roupa é essa? Duda_Badass: Tenho meus contatos. Ah, e isso aqui? É minha fantasia de Carnaval. Curtiu? West Virginia: Gente, isso aí seria o que? Estou pretérita. Duda_Badass: Ah, é só um modelito bem básico gótico emo que gosta de One Direction. Consiste em jaqueta de couro, navalha para futuros cortes e pulseirinha com o logo do 1D. Bem inovador, né ? Im a Blue Marshmallow: Porra, com certeza! A perfeitamente perfeita Mary Sue Gótica que fica com o badboy da escola. West Virginia: E que teve os pais mortos em um acidente de carro e é ruiva e diferente também, cara. Duda_Badass: É isso aí! Aposto que ninguém vai pular carnaval que nem eu no bloco. É hoje que eu perco a virgindade. NINGUÉM ME SEGURA Im a Blue Marshmallow: Prevejo altas putarias nesse Carnaval hehe Mas enfim, vamos ás perguntas, né West? West Virginia: Sério? Já tinha até me esquecido que isso aqui era um Talk Show '-' Im a Blue Marshmallow: A primeira pergunta é da Carolina Andrade no Facebook. Pera aí que essa aqui tá meio tensa... Duda_Badass: Já começamos mal? West Virginia: Prevejo haters e muito, mas muito pedido de ménage com você, Duda. Im a Blue Marshmallow: Eita, West, tu tá virando mãe de santo? Wut? West Virginia: Estou quase lá, Blue. Quase lá. Duda_Badass: * rouba o tablet das mãos da Blue e começa a ler a pergunta * '' Iscutaáh akii çua rekalkadaáh!!11!!1onze O pedruú é mêuuu......É mélior tu largäarr deliíh sua pirannhaáh tinjidas. Tíìhh adoruuh. Bejus nu kore'' West Virginia: Mas que merda foi essa? Chama o samu, rapariga! Im a Blue Marshmallow: Cara, na boa, acho melhor chamar logo o Silas Malafaia mesmo. E a Mãe Dináh, e o Papa Francisco, e Jeová, e a Yemanjá...Porque tá foda, viu? West Virginia: Gente se existisse um recorde de mais erros ortográficos por frase, essa guria seria a vencedora e teria uma página de ouro reservada no livro do Guinness. Duda_Badass: Queridinha, minha resposta para você é simples: ele é todo seu. Isso da gente estar junto dentro e fora da fanfic é tudo boato. Se algum dia você me ver na rua sorrindo para ele, é tudo encenação. E, aliás, Deus e o universo já sabem que ele é passivo, né? Faça-me o favor... Im a Blue Marshmallow: Para tudo! Então vocês não se amam de verdade? Duda_Badass: Gente, ele é gay e geral sabe. Nem seme da relação ele é. Ele gosta mesmo é de dar... West Virginia: A única coisa que eu não entendi nisso tudo é que a guria te xinga no comentário inteiro e depois fala que te adora. What the fuck? Im a Blue Marshmallow: O pior foi o ''Bejus no kore'' no final. Cara, ''bejus no kore''. Bejus no kore * facepalm* Duda_Badass: Tô tão abalada com isso, que eu acho melhor a gente fazer o resto das perguntas após os comerciais. West Virginia: Concordo plenamente. * clap clap clap* Im a Blue Marshmallow: Idem. * le wild Pedro brota do chão * Pedro_Diva: E agora, não percam o mais novo capítulo de ''O Garoto que Roubava Canetas''...

Ding Dong

A campainha tocou e o Sr. e a Sra. Bittencourt foram atender. Ficaram um pouco assustados. Não pela aparência horrível e de pobre das pessoas que viram, mas pela quantidade. Eram 3 pessoas, mais precisamente 1 garoto e 2 garotas. Nosso trio maravilha.

—Oi, mãe do Pedro — Ribeiro cumprimentou — E oi, pai do Pedro!

— Nossa, é um prazer receber vocês, meninas — o Sr. Bittencourt respondeu —E menino.

Os pais de Pedro deixaram os três entrarem na casa à vontade e logo, colocaram as bolsas com suas roupas e outras coisinhas na cama do quarto de Pedro.

— E aí, mãe. E aí, pai. E aí... — Pedro parou drasticamente de secar o cabelo molhado do chuveiro enquanto descia as escadas de casa. O garoto estava só de toalha. Que vergonha. — Pera, o que vocês tão fazendo aqui ?

— Ué, Pedro, você se esqueceu ? A gente combinou de dormir na sua casa hoje, lembra? — Neto forçou um sorriso, cutucando Duda ao mesmo tempo.

— É, lembra, Pedro ? — Ela perguntou, ajudando o amigo a disfarçar o óbvio.

— Ah, claro que me lembro! — Pedro tentava tirar a suspeita de seus pais o máximo que conseguia. Aqueles três cretinos gananciosos o pagavam. — Meus amigos!

O roubador loiro natural abriu os braços e deu um grande abraço em seus ‘‘amigos’’. Por um segundo, achou que a toalha iria cair. Ribeiro estava se contentando a não ter um ataque de nojo, porque o Pedro estava todo molhado. Eca.

— Vocês me devem uma explicação — Ele murmurou enquanto apertava os três amigos até morrerem sufocados. — E rápido.

— Relaxa, véi — Neto bateu de leve nas costas de Pedro.

— Bem, — Duda suspirou e se separou daquela suruba, pronta para pegar a sua mala e ir ao banheiro. — Vou colocar um pijama para me sentir mais confortável, beleza ?

Eles assentiram e Duda puxou Ribeiro e Neto por um instante para o cantinho do corredor ao qual o quarto de Pedro dava.

— Distraiam ele. — Duda sussurrou para os dois, os largando logo após de ter finalmente colocado o plano em prática.

Quando ninguém mais estava prestando atenção, ela saiu correndo para o banheiro. Por sorte, ainda se lembrava aonde ficavam os cômodos. A casa do Pedro é grande para caralho.

‘‘ Meu Deus, no que eu me meti ?’’, ela pensava, se culpando cada vez mais por ter concordado com Ribeiro.

Escolheu uma blusa de pijama com estampa de dinossauro e um short curtinho, porque, aliás, isso tudo se passa no Rio de Janeiro. E no Rio, é calor para cacete.

Saiu do banheiro e colocou sua mala no quarto junto com as outras novamente. Sua busca pelas preciosas iria começar agora.

***

Enquanto nossa heroína mais ruiva procurava feito louca pelas canetas, Ribeiro e Neto tentavam conversar (lê-se: tapear) com o Pedro.

— Cara — Neto começou, devolvendo um estojo azul com o material completo de Pedro e cheio de bilhetinhos passados em aula também — Foi mal mesmo.

— É, Pedro — Ribeiro lamentou — A gente tava tão cego pelas canetas que nem pensamos nos seus sentimentos.

— A gente veio aqui para se desculpar — Neto suspirou ( de falsidade ) — Sentimos muito mesmo.

— Ah — Pedro soltou — Se vocês realmente estão se sentindo culpados, eu perdôo. Senti falta de vocês também.

— Também senti sua falta, meu amor — Ribeiro choramingou, utilizando todas as suas técnicas teatrais para convencer Pedro.

— Tá bom, chega de choradeira. — Neto ordenou, levantando da cadeira — O que a gente vai fazer ?

— Tive uma idéia! — Ribeiro se entusiasmou — Vocês já comeram brownie com Banana Split e ovomaltine ?

— Não, nunquinha.- Pedro respondeu.

— Ah, queridinho, então você vai comer hoje a melhor coisa que já viu na vida!

Nossa fofoqueira correu feito uma estabanada procurando os ovos, a farinha, a manteiga e o chocolate em pó. Após alguns minutos e com uma ajudinha extra do Pedro e da tartaruga, ela conseguiu todos os ingredientes e começou o seu ‘‘ programa de culinária’’.

— Bem vindos ao Mais Você! — ambos gritaram, arrancando umas risadas de Pedro — Hoje, nós vamos fazer um Brownie Split com Ovomaltine! Não é, Louro José ?

— Com certeza, Ribeiro! Bora chamar a Duda para a gente cozinhar! — Ele repentinamente se lembrou da ex. Acreditava-se ela que estava (ainda) no banheiro. Sabe de nada, inocente.

— NÃO! — Neto gritou, o que chamou a atenção de Pedro — Quer dizer: Não, porque ela tá com uma Diarréia que só, viu ? E...

— Ela tá com T.P.M! — Ribeiro ajudou.

— E ebola também. — Neto continuou.

— Nossa, coitada. Tem certeza que ela não precisa de ajuda ?

— Temos! — ambos disseram em uníssono. — Absoluta certeza.

—Ok, né — Pedro disse, desconfiado.

— Crianças! — a Sra. Bittencourt disse. Nem me pergunte o nome todo dessa mulher, porque eu não sei. Eu vou continuar chamando ela de Sra. Bittencourt mesmo e dane-se.— Vocês querem ver algum filme mais tarde ?

— Claro, tia!- Neto concordou na hora.

— É que eu e o pai do Pedro vamos na locadora e depois vamos passar no McDonalds. — a velha de 40 e poucos anos disse, toda feliz.— Vão querer algum lanche também ?

— Eu quero! Eu quero! — Os três responderam simultaneamente e não pararam de falar desde então.

— Calma, crianças! — ela tentou acalmá-los. — Um de cada vez, por favor.

Eles obedeceram à mãe de Pedro e pediram calmamente seus Big Mac’s e Quarteirões, porções grandes de batatinha e muita, mas muita Coca-Cola.

A verdade, como você, leitor, já deve saber, é que nenhum dos heróis de nossa história se esqueceram das canetas. Eram grandes aproveitadores, isso sim! Queriam roubar as canetas do nosso loirinho e ainda acabaram com o dinheiro da mãe dele no McDonald’s, mesmo sabendo que um lanche lá é caro. Bando de gordos...

Enquanto parte do trio maravilha se aproveitava da mãe do Pedro, Duda se descabelava para encontrar a merda das canetas. Tinha passado pela sala, pelo banheiro, pelo quarto de hóspedes e agora no quarto dos pais do ladrãozinho. Tinha virado um terço da casa de cabeça para baixo. Todas as roupas estavam jogadas no chão e os móveis fora do lugar.

Estava fudida.

Passara por vários cantinhos e não estava em nenhum lugar. Ele era realmente muito bom nesse joguinho de esconder canetas.

Não conseguiu pensar em mais nenhum lugar para procurar os objetos preciosos, então foi direto pro quarto de seu ex tirar uma folga. Se lembrava muito bem de todas as vezes que fora naquele quarto ver filmes com ele e também de todas as besteiras que o Pedro fazia só para divertí-la. Ela ainda o amava, mesmo não querendo. Ela precisava ter terminado com ele, mas não foi porque ele era infantil. Na verdade, ela gostava dele exatamente por causa disso. Seus pais é que eram o problema. Já falara milhões de vezes com eles, mas eles simplesmente não entendiam que ela amava um garoto mais novo. Diziam que era uma paixonite boba e que iria passar logo, logo. O fato é: meses se passaram depois do término de seu namoro e o sentimento prevalecia.

Ok, chega de romance e vamos partir para o resto da história.

De repente, enquanto descansava em meio às roupas jogadas no quarto do ex, achou um livro. Um livro não, um caderno mesmo. Daqueles bem baratinhos e vagabundos que tem imagem de paisagem, normalmente de praias ou florestas ( bem irônico, não? )

Sentiu que precisava abrí-lo. Ver seu conteúdo.

Abriu rapidamente em uma página qualquer, pois estava sem paciência de ver página após página. Iria demorar um século.

Aquela folha datava do dia 20 de Julho de 2013.

‘‘ Sei que é bobagem escrever sobre isso e que parece coisa de menininha, mas hoje eu conheci a garota mais incrível da minha vida. Ela é legal, engraçada, linda, e o cabelo dela é... extremamente cheiroso. O único problema é: ela é alguns anos mais velha, ela nunca ficaria comigo. Aliás, ninguém aprovaria um namoro assim. Mas talvez seja só coisa da minha cabeça. Eu deveria falar mais com ela. Quem sabe ela não goste de mim também? Nada vai me impedir! Vou conquistar essa garota.’’

Duda sentiu pequenas lágrimas em suas bochechas. Estava chorando (que menina sensível, Jesus). Ela ainda gostava dele, mas as canetas estavam pedindo para serem encontradas. Ela prometera a Ribeiro e Neto e eles confiaram na palavra dela.

Voltou a jogar tudo pro ar. Era o único jeito de encontrar as canetas. Tirou os móveis do lugar novamente e abriu todas as gavetas existentes. Eram as roupas de baixo dele.

Que nojinho.

‘‘ Nossa, ele tem cuecas vermelhas.’’, ela pensou. ‘‘ Que gozado. Isso aqui parece um sex shop.’’

Pegou uma, desta vez cinza, e deu uma cheirada rápida (impulsivamente, porque né...)

Até que não era tão fedido assim, achava que seria pior.

Ouviu passos vindo em direção ao quarto. Sem mais nada a fazer, colocou a cueca na cabeça e se escondeu debaixo do monte de roupas, que mais parecia o Pico da Neblina de tão alto que já tava.

— Duda, querida, o lanche já está... — a mãe do Pedro parou — Duda , você está aí?

Continuava escondida no meio do montinho, que infelizmente não é tão grande assim (outra falha na minha narração, esqueçam o Pico da Neblina) e deixava a pontinha da cabeça dela à mostra. Mesmo com a cueca cinza em cima para dar uma tapeada.

Sem querer, mas sendo destrambelhada mesmo assim, Duda pisou no caderno de Pedro, que estava no confim do mundo (vulgo: Pico da Neblina) junto com todas as outras tralhas. Caiu de bunda no chão e sentiu uma coisa afiada a incomodando. Era a merda do arame do caderno. Porra, Duda, sério mesmo que você nunca falha? Faça-me o favor, né...

— Duda, você está aí? — A mãe de seu ex perguntou, preocupadíssima (mais ou menos).

— Ahn oi, tia! — Duda respondeu, sem graça — E-eu, eu tava... arrumando a bagunça!

— Mas não estava assim antes — ela disse desconfiada.

— É que... É-é que veio um vento! — Duda falou desesperada. No que ela fora se meter... — Veio uma ventania bem forte e bagunçou tudo, tia!

— Tem certeza? — ela perguntou, com pena da nossa ruiva tingida.

— T-tenho, claro. — Duda soltou rapidamente. Uma mistura de sarcasmo e desespero. — Você não percebeu a ventania que deu aqui, tia?

— Hm... — ela a olhou da cabeça aos pés, que ainda estavam cobertos de roupa. — E o quê que a cueca do meu filho está fazendo na sua cabeça?

— Ah! — Duda começou a suar frio. — A cueca do seu filho? É...é...

— É o que? — a Sra. Bittencourt se zangou de vez.

— É que ele, ele me pediu para organizar por cores, tia. — Ela arrumou uma desculpa, tirando a cueca cinza da cabeça e pegando a vermelha no meio do montinho. — Viu? Vermelho e cinza, cores completamente diferentes, né?

— Está bem, então — A mãe disse, ainda um pouco conturbada — Eu só vim para dizer que o lanche já chegou e está servido.

— Claro, tia — respondeu com certa vergonha. -Eu já vou lá comer, tá?

A mãe do nosso protagonista assentiu e saiu do quarto lentamente. Tinha os olhos pregados na nossa ruiva, como se dissesse ‘‘ eu tô de olho’’. Nunca se engane com mães boazinhas demais...

Quando a velha finalmente saiu, Duda suspirou de alívio. Não iria mais arriscar procurar no quarto de Pedro. Foi tirando as coisas de cima dela pouco a pouco até que estava finalmente livre daquelas tralhas.

Enquanto passava pela porta do cômodo, percebeu que se esquecera de umas coisas.

Voltou o mesmo caminho, se agachou e pegou o caderno/ diário vagabundo de Pedro, colocando-o em sua bolsa logo depois. Além de ter pegado a cueca vermelha também, só por precaução mesmo. Vai que algum dia dá a louca na nossa ruiva e ela sai correndo com a cueca na cabeça?

Notas finais
* le comerciais começam a aparecer * Voz_de_Narrador: Dolly, Dolly, Dolly, Guaraná Dolly, o melhor! Dolly Guaraná, o sabor brasileiro! * le comerciais acabam e o programa volta ao ar* West Virginia: Ué, trocaram os comerciais? Im a Blue Marshmallow: É, antes eram do Boston Medical Group. Duda_Badass: Ah, aquela parada de ejaculação precoce? Meu primo já foi lá e disse que é uma merda... West Virginia: Prefiro mil vezes o comercial do Dollynho. É muito amor! Im a Blue Marshmallow: Issaê. A única coisa que eu concordava naqueles comerciais é que sexo é vida. Duda_Badass: Sex is love, sex is life! West Virginia: Poxa, eu sou a única que tem medo de sexo aqui, que horror... Im a Blue Marshmallow: Bem, vamos ignorar a atitude de santinha da West e bora para a próxima pergunta. É da @HairyLumpyPrincess69 no Twitter: '' Oi, pessoal! No primeiro momento em que a Duda foi apresentada, me apaixonei pelo cabelo dela. Queria perguntar que tintas ela usa? Vocês sabem? Duda_Badass: Cara, a minha tinta é a da mais vagabunda, sério. A primeira vez que eu tingi foi no salão eu nem vi qual foi. Provavelmente alguma cor mais comum, tipo vermelho vinho. Sabe aquela cor de cabelo menstruado? Então, é isso aí. Mas o que acontece é que meu cabelo é castanho claro e a cor acabou misturando. Por isso parece ruivo, sacas? West Virginia: Nossa, momento de revelações aqui no programa. Bixa, a senhora é destruidora mesmo, viu, viado? Duda_Badass: Mas é verdade! Inclusive, se você tingem o cabelo e conhecem algum site que vende a tinta cor laranja fogo mesmo, me indiquem nos comentários, please. Estou necessitada e quero muito testar a cor certa. Valeu, falou. Im a Blue Marshmallow: A terceira pergunta é da Paola e do amigo dela, o Vinicius: '' Duda, eu e meu amigo Vinicius somos gays. Minha namorada terminou comigo há uma semana e eu não sei o que eu faço. Ele também tá na seca. O que você faria se alguém te desse um pé na bunda? P.S.: Aceita fazer um ménage qualquer dia desses? Eu te passo meu número se tu quiser.'' West Virginia: Nossa, o pessoal é ganancioso aqui, viu? Nunca perguntam sobre a vida dos entrevistados, só querem saber da deles. Duda_Badass: Olha, se alguém me desse um pé na bunda, eu provavelmente transaria com todos até esquecer a pessoa e pegar AIDs. Eu poderia dar chance a outras pessoas para fazer ciúmes também. E sobre o ménage, não, muito obrigada. Eu não sou lésbica e eu não curto essas surubas loconas. Eu gosto de sexo com uma pessoa só, beleza? Im a Blue Marshmallow: Gente, a Duda responde bem as perguntas. Várias coisas foram esclarecidas. West Virginia: Também achei a mesma coisa. Então, Duda gostaria de fazer as honras e se despedir do programa? Duda_Badass: Gente, foi super legal responder as perguntas divas e safadas de vocês. Semana que vem quem será entrevistado é o João Neto, nossa eterna tartaruga tuchê. Se quiserem, postem suas dúvidas e perguntas nos comentários para ele, viu? Um beijo e até o próximo capítulo de ''O Garoto que Roubava Canetas''!