O Fim do Universo
20 Todos Desistem
Notas iniciais
— Isso não é um decepticon! — disse Kelly.
Herbet enfiou o poste que havia arrancado no olho do gigante. Ele deu uma cambalhota para o lado, desviando de um golpe do gigante. Pegou um carro lançou para dentro da boca dele perfurando a garganta do gigante. Optimus tinha subido em um prédio mais baixo e pulou, cravando sua lâmina fervente no peito do gigante.
— Isso é um decepticon. — disse Optimus — Mas ele estava com um sistema antigo.
— O que você quer dizer com isso? — peguntou o Doutor.
— Isso... — Optimus apontou sua mão metálica voltando ao normal depois da batalha — é um decepticon...atualizado.
— Não. — disse o Doutor. — Não pode ser. De novo? Não acredito. O que ela está fazendo aqui de novo? Já matou os mortos e voltou! Não entendo essa mulher.
— Doutor, — peguntou Kelly — do que você está falando?
— Tenho de voltar para Londres. — disse o Doutor — Ela vai estar lá.
— Doutor... — disse Katniss — você poderia nos deixar em casa? Estamos fartos de batalhas constantes.
— Podemos ajudá-los com isso. — disse Hermione — O Doutor não gosta de estranhos na TARDIS.
— Finalmente alguém inteligente. — disse o Doutor.
— Precisamos ficar aqui mesmo, — disse Scott — Não queremos mais essas lutas só para salvar o mundo.
— Doutor, você tem alguma idéia? — perguntou Kelly.
— Claro que tenho. — ele respondeu.
— Vamos para nossa cidade atual de vivência. — disse Optimus — Eles precisam de nós.
Katniss, Gale e Peeta foram guiados pela desaparatação de Harry, Rony e Hermione. Optimus se transformou no caminhão e Herbet num avião maior que antes. Herbet abriu o compartimento de carga para Optimus poder entrar e assim partiram. Stiles, Scott, Derek e Allison entraram em uma cafeteria para fazer um lanche pois eram, bem... lobisomens.
O Doutor e Kelly. Apenas.
— Kelly, onde você mora?
— Londres.
— Você não tem sotaque.
— Vivi muitos anos em Nova York.
— Vou deixar você na sua casa e eu resolvo isso. — disse o Doutor, procurando algo. — Onde está minha TARDIS?
— Não! Não vou para casa! — disse Kelly, cutando o ombro direito do Doutor — Vou ficar e lutar!
— Não posso arriscar mais vidas. — disss ele, indo em direção a caixa de polícia azul dos anos 60. — Deixarei você em casa.
— E deixar você arriscar a sua? — disse ela virando o Doutor, para ele olhar em seus olhos — Não.
— Vivo arriscando minha vida o tempo todo. Você se lembra daquele ataque alienígena do ano passado?
— Não.
— Exatamente. De nada. — disse ele ainda procurando sua TARDIS.
— Doutor, eu quero ir com você. — disse ela segurando o Doutor pelos ombros. — Oh, desculpe. — ela retirou suas mãos dos ombros dele.
— Você é muito jovem. — disse ele — Tem uma vida longa pela frente. Eu sou mais velho.
— Ah, claro. Você parece ter quase 60. — disse ela com deboche — Super velho. Sou mais velha que você.
— Eu tenho quase 2.000 anos de idade. — disse se afastando rapidamente de Kelly — Você tem uns 15 anos.
— Não tenho.
— 14? — palpitou o Doutor.
— Tenho 80 anos. — disse Kelly.
— Não, você não tem. — disse o Doutor — Achei!
— Você sabe a história do Capitão América? — peguntou ela.
— Uma menina me contou. — disse ele — Picolé.
— Exato. — disse Kelly, entrando na TARDIS depois do Doutor — Fui fazer uma experiência na Antártida.
O Doutor abaixou alavancas, apertou botões. A TARDIS começou a fazer o clássico barulho dos freios sendo puxados.
— Como você foi congelada? — perguntou o Doutor olhando do painel da TARDIS para Kelly. Seus olhos fixaram nos dela.
— Houve um acidente. — disse Kelly se aproximando so painel da TARDIS — O avião onde eu estava, caiu no mar e... — ela se virou para uma escada, apoiou suas mãos no corrimão — Fui a única sobrevivente. Mas eu só acordei...70 anos depois.
A TARDIS pousou e o Doutor continuou a olhar para Kelly. Ele abaixou uma alavanca e se aproximou da porta. Ele a abriu e saiu. Kelly ouvindo o barulho da porta abrindo, virou e saiu da TARDIS.
— Londres. — disse Kelly — Ficamos fora por quanto tempo?
— Sinto muito... — disse o Doutor de afastando da TARDIS — pelo seus amigos a bordo.
Kelly, pegou um jornal que estava em um lixo.
— Não...não se desculpe. — disss Kelly, abrindo o jornal — Não foi você que criou o gelo. Não foi você que quis ir para a Antártida. Não foi você que dormiu por 70 anos.
— Ok, então... — disse ele — Em que dia estamos?
— 4 de março de 2015. — disse Kelly folheando o jornal. — Não nos afastamos muito.
— Três meses no futuro. — disse ele — Gostou?
— Não vi diferença. — respondeu ela — Ei. Olhe isso. — mostrou ao Doutor uma notícia na página 7 do jornal. — Acho que teve uma pequena diferença.
— O que tem de novo? — disse ele — É só um anúncio do Mc Donald's.
— Não isso, isso! — disse Kelly apontando para a foto de um homem.
— Nova revolução tecnológica? — perguntou o Doutor — Tem certeza de que estamos em 2015?
— Vou conferir — Kelly voltou as páginas do jornal e olhou a capa — 4 de março de 20...
— 2075! — disse o Doutor — Tem gordura em cima do "7".
— Não parece ter mudado muito. — disse Kelly olhando para o centro de Londres — Ainda fazem jornal?
— Kelly, isso seria o "presente". — explicou o Doutor.
— Ficamos fora por 60 anos? — berrou Kelly.
O Doutor olhou em volta e depois para Kelly, ele saiu correndo e entrou na TARDIS. Mecheu em alguns botões e digitou algumas coisas, estavam no futuro.
— Kelly! — disse o Doutor, chamando-a.
— O que foi? — disse entrando na TARDIS.
— Estamos no futuro! — disse o Doutor abrindo os braços para o lado.
— Isso é bom, né?
Ele programou a TARDIS para ir ao presente de Kelly. Em segundos, a TARDIS estava decolando fazendo seu clássico barulho.
Em questão de segundos, a TARDIS pousava no possível presente de Kelly. Saíram da TARDIS e Kelly peguntou a uma mulher em que ano estavam.
— Estamos no ano certo. — disse Kelly — 18 de maio de 2015.
— Tem algo errado. — disse o Doutor — Algo que não percebemos.
— E o que isso seria?
— Eu não sei.
— O que estamos fazendo aqui? — perguntou Kelly.
— Oh, não, não, não, não! — disse o Doutor — A pergunta é: Por que as pessoas estão andando assim?
— Assim como?
— Meio...robótico.
— Ai meu deus! Nem tinha reparado.
— Parece o mundo paralelo que visitei a uns 9 anos atrás.
— Como assim?
— Elas estavam sendo "possuídas" por Cyberman.
— E se elas estiverem agora?
— Boa pergunta. Vamos descobrir.
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