O Fim do Universo
5 O Sussurro de Assassino
Notas iniciais
O Doutor continua seguindo o estranho som. Pergunta para si mesmo "O que é aquilo? Seria grande ou pequeno? Inimigo ou amigo? Devo segui-lo mesmo ou devo fugir?"
O fogo está começando a queimar a tocha, ela está muito pequena comparada a antes, mas o Doutor continua a segurá-la firme em suas mãos enquanto caminha silenciosamente pela selva desconhecida.
O barulho fica mais alto. Ele está se aproximando. O Doutor ainda continua a caminhar devagar e silenciosamente. O som fica cada vez mais alto, e o Doutor continua a caminhar, — com um pouco de medo — seus passos agora começam a ficar mais altos, pois parece ter muitos galhos e folhas secas no chão.
O Doutor se intriga, porque galhos e folhas secas não produzem esse som. Ele leva a tocha em direção ao chão e vê pilhas e mais pilhas de ossos. Ossos humanos e de animais. Pensou consigo mesmo "Agora eu sei. É um inimigo. E muito grande."
Ele começa a correr em direção ao barulho — agora com medo — mas mesmo assim não para. Ele vai determinado.
Ele para. Percebe que a pilha de ossos aumentou. Ele começa a andar cautelosamente. Está se aproximando do inimigo. Ele apaga sua tocha e a esconde com um pouco de terra e folhas para o inimigo não descobrir que ele estava ali.
Ele vê várias luzinhas gigantes, um cidade inteira destruída e a humanidade devorada, em plenos ossos espalhados no chão. O Doutor se aproxima e grita:
— Ei!
— Quem disse isso? — diz a voz que era grave.
— Eu! Bem aqui! — responde o Doutor.
O inimigo se aproxima. Ele é do tamanho de um humano. Usa uma máscara preta com algumas partes furadas e cortadas. Usava uma roupa preta, cheia de correntes. Tinha um chapéu se pirata — uma caveira com dois ossos formando um X — estava usando ossos de animais e pele para fazer os seus sapatos.
— O que você quer? Morte? — diz a voz.
— Quem é você? — pergunta o Doutor.
— Sou o Assassino, quem é você?
— Sou o Doutor.
— O que você quer, Doutor?
— Nada. Só vou lhe dar um aviso. — o Doutor se aproxima da figura — Não encoste suas mãos em nada que pertença a mim. Fique aí com seus poderes, se é que você tem um...
— Sou mais forte do que você pensa! — responde a figura.
— E eu sou seu maior medo.
O Doutor e o Assassino se olharam. Com suas testas franzidas e olhares zangados.
— Ha ha! Acha que vou obedecer ordens de um mero humano?
— Eu não sou humano.- responde o Doutor.
— Não importa. Eu não vou obedecer suas ordens. — responde a voz. — Eu posso te matar a qualquer momento.
O Doutor começa a observar a cidade. Circula rapidamente por ela, seguido por Assassino.
— Me matar com o que?
— Minhas armas de fogo, oras! — grita Assassino.
O Doutor pega sua chave de fenda sônica e a aperta o botão. Toda a cidade explode.
— Que armas? — disse ele sorrindo.
— Eu sou a arma.
Assassino se transforma num gigante com um grande estoque de armas ligadas a seu corpo.
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