O Fim de Uma Vida eo Recomeço de Outra
1 O Despertar
Notas iniciais
Um grito cortou o silencio da pacata cidade de Mystic Falls, Bonnie Bennett estava dando a luz aos seu bebes, filhos dela com o irmão da sua amiga Elena, Jeremy. Caroline estava fazendo tudo o que podia, mas Bonnie já estava fraca demais, de repente o choro dos gêmeos é escutado, e Bonnie pede:
— Caroline, deixa-me pegá-los.
Então Caroline os entrega a ela. Bonnie os nomeia de Anna e Joseph.
Damon já sabendo o que iria acontecer distanciou-se com uma garrafa de uísque em mãos, esperando o que já era comum acontecer. Começaram a se despedir, um á um.
Caroline sentiu-se um pouco culpada por não ter conseguido salva-la.
Enzo, que sentia alguma coisa por Bonnie, no entanto sem ter certeza sobre o que era, emoções boas ou ruins, resolveu que era melhor guardar sua confusão de sentimentos para si.
Valerie, apenas se despediu.
Stefan e Alaric muito tristes agradecem por tudo o que ela já havia feito por eles.
Jeremy, quem mais chorou pediu desculpas por ter passado tanto tempo longe para fazer um curso fora de Mystic Falls, e por ter voltado muitos anos depois.
Bonnie olha a bolsa de Caroline e vê e diário que ela estava escrevendo, então lembra Demon:
- Damon, a Elena.
Neste momento um barulho na porta é escutado, então Damon vai até lá, a abre e vê Elena do lado de fora perguntando:
- Posso entrar?
- S-Sim – diz Damon
Então todos olham para ela com um olhar de espanto. E Elena olha para a cama e vê Bonnie deitada, com dois bebes no seu colo, se aproxima e pergunta:
- Como eles se chamam?
- Anna e Joseph.
Vendo e sabendo o que iria acontecer as duas se abraçam e começam a chorar.
Então, Bonnie para de chorar e seus bebes também, seus dedos começam a se desvencilhar das pequenas mãos dos seus filhos, e todos começam a chorar menos Damon que mesmo abalado tenta se manter no controle.
No dia seguinte eles fazem um lindo funeral, todos muito quietos até que Damon resolve fazer um discurso para homenageá-la, já que não teve coragem de dizer adeus para a sua melhor amiga.
— No tempo que eu e ela estávamos presos no mundo prisão, brigávamos todos os mesmos dias, mas essa foi uma maneira de nos termos nos aproximado, e quando ela me soltou e ficou presa lá, me senti na obrigação de fazer algo para libertá-la de lá, mas no final quem a soltou foi ela mesma, e então eu percebi que ela sempre cuidou de nós, e de si mesma, e que nunca tivemos a oportunidade de agradece-la.
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