O Filho do Filho do Brasil

1 Aqui é onde tudo começa.


Notas iniciais
Primeiro capítulo piloto contando o início da história.

Sérgio Moro chegava cansado depois de mais um dia ardúo de sua vida, ele tinha acabado de sair de um depoimento do ex-presidente Lula.

Ele sentou na poltrona de sua casa, estava tudo escuro, as luzes apagadas e não tinha ninguém em casa, com um copo de whisky na mão ele começa a debulhar em lágrimas, chorava demais. Pegava em sua carteira uma foto do ex-presidente Lula e colocava no perto de seu coração.

Ai Papai... por qual motivo você me abandonou?

Ele disse ainda chorando, mas foi interrompido e despertou para a realidade quando seu celular começou a vibrar e ele foi ver quem era, era ninguém menos que Deltan Dallagnol, o desenrolar da conversa você vê a seguir

21:00 — E aí men, mandou bem no depoimento do cara heim? Sou teu fã lek

21:00 — Ah... Oi Deltan, obrigado!

21:00 — De nada, te admiro pô

21:00 — Inclusive quero mais orientações sua pra ver q q eu tenho q fazer né parça, baaaah

21:01 — Darei, qué, mas imagina se nessa alguém vaza nossos diálogos?

21:01 — kkkkkkkkkk

21:02 — Claro que não bobo, isso nunca aconteceria

21:03 — É...

21:03 — Vamos botar pra quebrar então man

21:04 — Vamos Serjão

Ele deixou o celular de lado, voltou a chorar muito, não aguentava mais guardar pra si o rancor de não ter tido Lula como pai, mas queria continuar o que tinha começado.

Enquanto isso...

Em São Bernardo Lula se reuniu com Dilma para conversar, queria muito os ombros de sua amiga.

Ai companheira... não aguento mais tanta injustiça

Dilma lhe fez um afago e disse

Fica tranquilo Lu, um dia a história vai mostrar que por trás disso tudo tinha a figura oculta de um cachorro

Lula não entendeu muito bem

Não entendi muito bem, companheira

Dilma deu risada

Hahaha, ai Lu to só brincando poxa, mas você vai ver que depois de tudo isso vai ficar tudo bem

Quando Lula responde

Tomara companheira, tomara

Ambos comeram um pão com mortadela, em seguida Lula viu que recebeu uma mensagem e leu em voz alta para Dilma

— Ow lek, acho que tu não é inocente não, mas posso tentar te ajudar, e se tu fosse pra uma embaixada? — Alá Dilma, é o Ciro! E olha as ideia!

Dilma sorriu e falou

O companheiro Ciro Gomes é gente boa

Lula franziu o senho e disse

Ele é gente boa, mas não ouve a gente tá ligado? E que papo é esse que não sou inocente? Companheiro Ciro Gomes é muito altivo, tem que baixar a bolinha pô!

Dilma então falou e iniciou-se um diálogo

Ai Lula... mas vamos mudar de assunto, o que você achou do resto do depoimento?

Olha companheira, vou te falar um negócio, eu olhei pros olhos do juiz Sérgio Moro e senti nele algo estranho!

O que?

Eu vejo nele a minha juventude sabe Dilma? Eu vejo fúria nos olhos dele, a fúria de quando eu era sindicalista e ia pra cima dos cara, ele me lembra... é até complicado falar viu companheira... mas ele me lembra de mim

Que bobagem Lula, isso aí é impressão tua!

Pode ser mesmo, eu só to cansado mesmo

Isso, descansa, por falar em descansar o Suplicy disse que te mandou um vídeo de gatinho e de renda básica de cidadania pra tu ver.

Lula viu o vídeo de Suplicy, mas não conseguia parar de pensar no que viu nessa tarde. Quando Dilma foi embora ele ficou deitado no sofá pensando em tudo que viveu, não era possível aquele olhar de Moro.

Ficou se perguntando o que poderia acontecer no futuro...

(Continua, acompanhe os próximos capítulos)

Notas finais
É isso