Notas iniciais
Se alguém curtir, comenta que continuo a história!

Filho de Nike

Meu nome é Alex, tenho 13 anos. Desde os 5 anos faço atletismo com meu pai, que já foi um grande corredor. Hoje tenho treino com ele depois da aula, todo dia da semana é assim, e eu gosto.

No final de semana tenho uma prova de corrida de 100 metros, então treino bastante, pórem sem me desgastar.

A corrida de hoje é como as que estou acostumado a participar, pórem, nessa edição um garoto diferente irá participar. Will tem minha idade, e dizem que ninguém consegue vencer dele nessa prova. Bom, ele nunca disputou comigo.

Quando estou me preparando e me alongando, vejo meu melhor amigo Vitor gritando e acenando pra mim da arquibancada — Esse cara ta sempre comigo, principalmente quando vou competir – Aceno de volta pra ele.

“BUM” estoura a largada

—Meu Deus, ele é muito rápido – penso eu — não posso perder, eu consigo vencê-lo.

Meu corpo faz o maior esforço para aumentar a velocidade. Á poucos metros da reta final eu passo como uma bala por Will e venço. Nem consigo acreditar como fui rápido, nunca havia corrido tão rápido.

Na minha premiação, dedico meu troféu a meu pai/treinador, mas também gosto de pensar que minha mãe ficaria orgulhosa. Meu pai me contou que conheceu minha mãe em uma corrida, e foi ela quem ganhou.

Hoje Vitor ira dormir em casa, para comemorarmos minha vitória com pizza!

Mais tarde meu pai vem me parabenizar e me da um colar com uma asa prateada, diz que ganhou da minha mãe, aquele colar pra mim, valeu mais que qualquer medalha que tenho, e são muitas. Após me abraçar ele sai do quarto e nos deseja boa noite.

Porém não é bem isso que acontece.

Tudo que consigo me lembrar é do meu pai me acordando rápido, dizendo pra correr.

Visto meus tênis as pressas e corro. Ele já estava no carro com Vitor me esperando com uma mochila com roupas pra mim.

—O que ta acontecendo – pergunto a ele todo confuso

—Alex, lembra quando a gente ficava lendo histórias de mitologia grega?

—Ta, o que tem?

—Não era mito, é tudo real, sua mãe é uma deusa, e tem um monstro atrás de nós – Vitor conta meio trêmulo.

—Para de zuar, é sério.

Quando ele diz isso, eu posso ver pelo retrovisor do carro algo escuro correndo atrás do nosso carro, perecia um lagarto BEM grande.

—Filho, é tudo real.

Assim que ele diz isso, eu apago e desmaio.