O Filho de Harry Potter
17 O Segundo Dia
Notas iniciais
Depois de um dia como aquele decidi me deitar às exatas 21h. Deitei e apaguei totalmente até 23:58h, que acordei depois de um pesadelo, ele era assim...
Eu estava dentro do castelo, tudo a minha volta desmoronava, as pessoas corriam, bem somente aquelas que estavam vivas, e eram bem poucas. Eu saí by Text-Enhance\">correndo para fora do castelo, mas ao sair dei de cara com Black, que agarrava Alvo pelo braço. Eu gritava para ele soltá-lo, mas nenhum som saia da minha boca. Aquele sonho parecia muito real. Mas antes que eu pudesse fazer outra coisa, a sena mudou.
Dali à alguns segundos eu estava em uma floresta, e uma pessoa apareceu, era um homem. Ele tinha uma pequena barba, que não era feita à pelo menos alguns dias. Ele se aproximou de mim, e sorriu.
–Querida... – Ele dizia e acariciava meu cabelo. Eu não sabia quem era aquele homem, mas ele falava como se eu o conhecesse há anos. Eu me afastei dele.
–Quem é você? – Eu perguntei.
–Eu sou... – Antes que ele terminasse de falar, eu acordei com alguém me mexendo.
Aquele pesadelo foi bem esquisito, mas eu não podia ficar ali pensando nele, eu precisava dormir, precisava descansar.
[...]
Ao acordar no outro dia, o dia lindo fazia até parecer que tudo que havia acontecido era apenas um sonho, mas ao olhar pela janela e ver todos treinando, chorando, machucados, eu voltei à realidade.
Troquei-me e fui até a cozinha, onde comiam poucas pessoas. Realmente não havia como servir um café da manhã, todos estavam ocupados. Já devíamos agradecer por ter café da manhã.
Depois de comer uma panqueca com mel, fui para fora do castelo, e comecei a treinar com todos. Passei horas treinando com eles. Passei metade do tempo com Corvinal e Lufa-Lufa, ajudando-os com a defesa, e a outra metade com Sonserina e Grifinória, ajudando com o ataque. Os dois eram realmente muito bons. Eu não era um especialista, mas qualquer um repararia o talento deles.
Dei um tempo do treinamento sentado numa árvore, olhando para o céu, que estava lindo, por poucas horas. Fui interrompida por um homem, que ao se sentar ao meu lado falou comigo.
–Você está agindo muito bem Sophia. – Ele disse. Eu me virei para o sujeito ao meu lado, e meus olhos se arregalaram ao eu ver quem era. Harry Potter estava do meu lado, me elogiando.
–Muito obrigada. – Sorri, corada.
–Meu filho diz para mim milhões de vezes que ele é um covarde, que não é herói, ele quer se entregar Sophia. – Harry disse, abaixando a cabeça.
–Ele não pode fazer isso Harry, ele não pode. Nós estamos planejando tudo isso exatamente pelo motivo de não entregarmos ele! – Eu acabei ficando um pouco nervosa, mas ainda me controlava. O medo, a ansiedade, o cansaço, tudo isso acabava me deixando confusa e irritada às vezes.
–Eu não deixarei, pelo menos farei o possível, afinal, é o mínimo que posso fazer. – Ele disse. – Além de ajuda-los a lutar, claro.
–O que você quer dizer com isso Harry? – Perguntei.
–Bem, todo mundo sabe que isso tudo que está acontecendo é culpa minha Sophia. Eu quero ajudar a concertar isso. – Harry disse, com um olhar sério em direção aos alunos, que treinavam sem descanso.
–Isso não é sua culpa. Sabe o que é sua culpa?- Harry olhou para mim, curioso. –É culpa sua Hogwarts ter ficado segura por tanto tempo. É sua culpa Voldemort ter sido derrotado, isso sim é culpa sua. E olha, acredite, tanto eu quanto Alvo queremos ter essa culpa.
Um sorriso se formou no rosto de Harry, que me abraçou e se despediu, ele também tinha que se preparar para a guerra. Eu me levantei dali e voltei a treinar por mais algumas horas.
Depois de muito treinar, cansei daquilo. Sai do campo um pouco antes de escurecer e entrei no castelo, esbarrando com Rose acidentalmente. Ela parecia estar apavorada, lágrimas saíam de seus olhos, ela respirava rapidamente e quase dava para ouvir seu coração batendo.
–Sophia, ele... Ele simplesmente... E agora... Me ajuda... Ajuda ele... – Ela gaguejava entre os soluços devido ao choro. Eu fiquei nervosa e a ajudei a se acalmar.
–Rose, relaxa está bem? Eu só vou poder te ajudar se você me contar o que aconteceu. – Eu disse, a fazendo respirar fundo e começar a falar.
–O Alvo fugiu, a única coisa que ele deixou foi essa carta. – Rose disse, secando as lágrimas e me entregando um papel. Na carta dizia:
“Queridas Rose e Sophia,
Desculpe por ter ficado sem falar com vocês algum tempo, eu estava planejando essa fuga. Olhem, eu não fugi da guerra está bem? Eu estou tentando impedi-la. Quero ajudar, mas vocês não me deixam fazer nada, por isso decidi agir por vontade própria.
Vou me entregar a Black. Se ele me matar, grande coisa, como se isso fosse mudar a vida de alguém, além da de vocês, que eram as únicas que realmente me conheciam. E é claro, da minha família. Meu pai... Minha mãe... Todos eles... Vou sentir saudades.
Bem, talvez eu não morra, vamos pensar positivo! Mas de qualquer maneira, quero dizer obrigada e desculpa por tudo mesmo!
Beijos, Alvo.”
Notas finais
Gente, quero avisar que só pretendo postar o próxima se houver pelo menos uma recomendação. Olha, eu posso demorar para postar, mas eu acho que mereço uma recomendação... sem querer ser convencida... HAHAHA Bem, até o próximo capítulo, eu espero.
Beeeijos' ♥
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