Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo.. me perdoem pela demora é que achei q a fanfic não tinha agradado, mas agora decide retomá-la.. espero q continuem comentando!! valew :)

O despertador de Hiago toca pontualmente às 6h30 da manhã. Seria o primeiro dia da aula e ele estava muito ansioso. Era um garoto de 17 anos. Conseguira entrar na faculdade cedo, e fora morar junto a alguns amigos. Considerava-se um garoto desastrado, apesar de ser hábil com coisas frágeis como pequenos circuitos elétricos. Era alto e forte, o corpo se assemelhava ao de um jogador de basquete. A pele era morena, o cabelo preto cacheado.

Seus amigos e colegas de quarto eram Alison, Davi e Fernando. Todos estavam na faixa de 19 e 20 anos. Ele era o mais jovem, mas provavelmente o mais responsável. Primeiro Davi e Alison adoravam festa. Davi era o típico amigo bêbado. Alison era o que trolava todos 24 horas por dia. Depois Fernando é um cara tranquilo e relaxado, não estava nem ai para as responsabilidades da casa, apenas pagava as contas. Hiago iria fazer o curso de Engenharia Mecatrônica, ele era fã de robótica e tecnologia. Davi cursaria Teatro. Fernando faria Letras. E Alison cursaria Educação Física.

Quando terminou de se aprontar, Hiago sai do quarto, encontra-se com Fernando no corredor. Foram para a cozinha, onde Davi, Alison e uma garota tomavam o café da manhã. Hiago logo entendeu que era a namorada de Alison. Era uma menina linda, mas não linda de “gostosa”, e sim linda de natural. Chamava-se Renata. A noite de Alison com certeza foi melhor que a sua.

Mais tarde, se encaminharam os cinco para à faculdade.

***

A morada dos deuses era enorme. Construído em ouro e mármore, o Olimpo era um lugar magnífico. Dezenas de deuses estavam reunidos no pátio central. Os olimpianos e os deuses menores esperavam a decisão dos três grandes. Júpiter, Plutão e Netuno votam sobre aceitar ou não a guerra contra os anjos. Apolo havia sido atacado, os boatos tinham sido confirmados. Agora, os senhores do mundo encontravam numa reunião fechada, falando sobre o assunto. Quando soa um trovão, Mercúrio parte apressado rumo ao salão dos doze. Ele era o mensageiro divino, e a decisão tinha sido tomada. Alguns minutos depois, estava de volta.

- Os três grandes decretaram guerra contra os anjos!

Havia certa satisfação em sua voz. Era bajulador de Júpiter, e apesar de não apoiar a violência, ele fingiu que sim.

- Então, estamos prestes a enfrentar a maior batalha de nossa existência! Os anjos são muito numerosos e bem treinados. Temos que ter cautela e boas estratégias. – Fala Minerva, deusa da sabedoria.

- E quando nossas tropas sairão por este mundo afora arrancando cabeças dos anjinhos? – Interrompe Marte, o deus da guerra, ansioso pela batalha.

- Muito em breve caro Marte! – Afirma Mercúrio.

***

Hiago entrou na sala. Seria a primeira aula. Já tinha pelo menos quinze alunos ali, todos nerds ansiosos pela vida de universitário. Sentou-se na fila ao lado da janela. Na sua frente uma garota ruiva cheia de sardas com uns óculos grandes no rosto. Ela usava aparelho odontológico e escrevia algo num caderno.

O professor, um velho com óculos fundo de garrafa e uma barriga enorme, embora as pernas magras, entra na sala trazendo um data show.

- Bom dia! – fala o professor – Bem vindos ao curso de Engenharia Mecatrônica!

Hiago olhou pela janela. Chovia. Teve a impressão de viu um homem olhando diretamente nos seus olhos. Na poça de água aos pés do homem Hiago pensou ver asas em suas costas. O garoto desvia o olhar um instante para olhar para o professor, e quando volta o homem não estava mais lá.

***

Chegou a hora do intervalo. Hiago estava com sono após uma hora e quarenta minutos de pura chatice, com slides explicando as competências éticas de um engenheiro. Como o combinado ele e os colegas de quarto se encontraram para falar de como foram suas primeiras aulas.

***

Um navio de guerra grego emergia das nuvens, descendo na direção do senado. O Argo II era impressionante, com uma figura na proa, uma cabeça de dragão de bronze, que dava uma impressão feroz ao navio. Escudos de bronze reluziam nas laterais. E uma bandeira branca de trégua balançava no mastro mais alto.

Fileiras romanas fortemente armadas se preparavam para atacar ao menor sinal dos pretores ou de hostilidade. Percy e Reyna eram os pretores. Percy era um rapaz alto, uns 17 anos, cabelo preto, meio desarrumado. Reyna tinha a expressão de uma guerreira. O cabelo escuro preso numa trança. Ambos usavam sua toalha de pretores, roxa, decorada com metais de ouro sobre suas próprias armaduras douradas. Reyna tinha ao seu lado seus cães de ouro e prata, Aurum e Argentum.

Percy sorriu. Ele sabia que havia muito em jogo. Sabia que esse dia poderia dar horrivelmente errado. Mas também sabia que Annabeth estava naquele navio. Se tudo corresse bem, este seria o melhor dia da sua vida. Ele passou um braço em volta de Hazel e o outro braço em torno de Frank.

— Vamos lá —, disse ele. — Quero apresentá-los à minha outra família.

Depois de um pouco mais de 8 meses, a saudade de Annabeth era imensa. O garoto, já não aguentava mais ficar longe da namorada. Foi quando Términus, o deus romano das fronteiras, uma estátua de pedra grande e musculosa, surgiu gritando nervosamente para o navio.

O navio está cada vez mais próximo. Enfim, atinge o chão, fazendo um barulho estranho e levantando poeira. O motor foi desligado e uma porta de bronze se abriu. Um garoto moreno, de cabelo preto encaracolado e usando uma armadura grega sai com um sorriso no rosto. Diz:

- Olá romanos, sou o comandante supremo do Argo II e vim em missão de paz!

Notas finais
Gostaram? Deixem reviews valew :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.