O Estábulo das Madressilvas
11 Olhares, Adagas e Chuva de Piyam.
Tanto álcool que não notou o marua no canto da taverna. Com um manto verde lodo, no cinto uma espada longa, nas mãos, uma adaga que girava entre os dedos como se girasse uma moeda.
Não havia notado-o, mas quando alguém se senta em sua frente, não há como não notar. Tirou as mãos da mesa quando a faca pousou sobre e se alojou entre seu copo e sua mão trêmula.
— Mercador, não é? Quais tipos costuma trazer de Tamos?
E ele sabia sua cidade como?! O álcool parecia ter evaporado de seu sangue naquele instante. Quem era aquele sujeito?
Notas finais
E é isto.
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