O Escritório de Roy V Angel
3 Capítulo 3 - Preciso de umas férias...
Só faz uma semana que Amálie está trabalhando com o Senhor Roy V. Angel, e finalmente iria conhecer a pessoa que manda no seu chefe.
Naquele dia, Darth Vader entrou no escritório afim de enforcar algumas pessoas... Ou pelo menos era alguém muito parecido com o darth vader.- Where is my son?- Aqui não tem nenhum Luke, senhor. – Disse Amalie.- I am not Darth Vader!- Chad Vader?- NOOOOOOOOO! I am Bob Vader!- E quem é o seu filho?- My son is Roy Vader Angel- o V é de Vader?- Exca... Exac... Ex... Exatamente!- Vou chamá-lo. Amálie não fazia idéia do segundo nome de seu chefe, mas aquilo só não foi uma grand revelação, pois nessa semana ela já havia se acostumado com todas as bizarrices. Roy apareceu saindo da porta de seu escritório, com os braços abertos e todo sorridente.- PAPIIIIIIIIS! – Roy correu e abraçou com força o Bob Vader. – É tão bão ti vê.- Yes, but I can’t say the... O mesmo.- Puquê? – disse Roy tentando faze carinha fofa pro “papis”.- You’re worth... worg... u... inútil! Cadê meu seguro aposentadoria? Porque você ainda não processou a AVJ? Porque aqui não tem mini pãezinhos? Porque estou falando em português?!- Pow, a AVJ é f-piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii pra ca-piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Esse país é muito burocrático, eu odeio mini pãezinhos, e vo lá saber por que você está falando em português?-E o que diabos você fica fazendo nesse inferno? Mas que PI de lugar quente – disse Bob Vader enquanto se abanava com um papel qualquer que achou em cima da mesa. -Aaainn... Eu trabalho muito aqui dentro, nunca fica sem nada pra fazer, viu? Seu filho não é um inútil – falou ele de modo bem gay enquanto ajudava a abanar seu pai, como se quisesse agradar.- EU PROTESTO! — dizia Amálie quase pulando de sua cadeira.-CALADA! — dizem pai e filho ao mesmo tempo, e Roy continua tentando amansar a “fera”, que no caso era seu pai.- Você existe por minha causa e não porque simplesmente quis! EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEU mando aqui! E você não manda nada! NADA! NO FINAL DA AULA VOCÊ VAI PARA A DIRETORIA! COM SEUS PAIS!- Hein? – disseram chefe e empregada confusos.- Acho que me empolguei... enfim, quero meu seguro! – Vader saiu com fúria... e grosseria... Nem disse tchau esse bobo...- Preciso de umas férias... – Comentou Roy com Amálie. – Me marque uma consulta com o meu psicólogo.- E isso são férias?- Uh... Aham! – Roy voltou para a sua sala.- Ele não me disse o nome do psicólogo... Amálie marcou a consulta. Finalmente o dia chegou e Roy foi até a faculdade de seu psicólogo favorito! Mas por algum motivo não o encontrou e foi falar com uma servente que limpava os corredores- Uh... licença, tia. Onde fica o psicólogo?- E eu quem vou saber? Eu só limpo o chão!- Exatamente por isso pergunto a você. Deve conhecer muito bem esse chão.- Ai ai... Cada maluco que me aparece aqui na França... Segue esse corredor aqui. 6ª porta a direita. Roy foi naquela direção, mas entrou na 7ª porta a esquerda encontrando-se numa sala escura.- Orra vecham só! A cobaia chegarrr! – Disse uma misteriosa voz com sotaque de cientista maluco.- Cobaia? Muito Engraçado...- Vanham alunas! Famos Pegarr o cérrebrro dela! A luzes se acenderam relevando que a sala estava cheia de ratos brancos.- Ratos... – Disse Roy.- ATACAR! – Gritou um dos ratos e todos pularam encima do humano, derrubando-o e o levando até a cama de cirurgias. Um dos ratos subiu na barriga de Roy e o encarou.- Já chega de sermos rebaixados por esses humanos medíocres! Vamos pegar seu cérebro para uma revoluçãããããão!- RATOS FALANTES! Já vi isso... Um rato uma vez foi até a mim pra processar a humanidade...- Enfim... – Disse o rato líder estranhando.- Vocês são criaturas pandimensionais que encomendaram a Terra pra descobrir a questão sobre a Vida o Universo e Tudo mais, né?- Uh... Não...- Oh... Ok...- Acho que pegamos um humano muito burro. – Disse o ratinho lá embaixo.- Cale-se – Disse o rato encima de Roy, jogando um pedacinho de queijo na cabeça de quem falou. – Precisamos de quantidade, não qualidade. Algum ultimo pedido, senhor humano?- Posso fazer uma ligação?- Ok... Roy simplesmente se levantou da cama e foi até o telefone público logo em frente da porta da sala dos ratos. Ele ligou para Amálie, que tinha levado vários homens para o escritório e estava fazendo uma festança.- ALÔ?!- Amálie. Pode vir aqui nessa faculdade onde vim encontrar meu psicólogo? É que eu acho que ele não está em tem alguns ratinhos camaradas querendo chupar o meu cérebro.- TÔ INDO AÍ JÁ, QUERIDO! — Ela desligou o telefone e virou pro gogo boy atrás dela. – onde estávamos? – Ela se agachou na frente dele. Roy voltou para a cama.- Tenham piedaaaaaaaade! – Gritou ele fingindo estar chorando.- Não! Mwahahahaha! Cortem a cabeça dele! Ratinhos rapidamente colocaram um capacete com serras do lado dele, prontas para se aproximar cada vez mais da cabeça da vítima.
- Liguém os motores! Mwahaha! – Os ratos apertaram um botão no capacete, e depois de um minuto aparentemente nada aconteceu.- E ai? – Perguntou Roy para o rato encima dele.- Sabe... É um processo bem lento... 2 horas depois... As serras pareciam finalmente estar perto da cabeça dele. Roy estava jogando Poker com o rato.- Têm um cinco aí?- Nem... Uma mulher apareceu no corredor. Ela estava com a camisa aberta, de mini-saia e sem calcinha nem sutiã. Ela estava com uma gravata amarrada na cabeça e uma garrafa de pinga na mão. Era Amálie bêbada. Ela entrou na sala onde Roy estava.- Vuxê trinha qi tche vishto acrilo! Aquela feshta fffffoii dimaishh! – Ela foi andando e tirou o capacete da cabeça de Roy. – Agora... Agolia fffamu PA cashhha... cashhaaaaaaaaaaaaassa!- Ok... Mas só se você dirigir.- Tsha thranks! Tirei minha catela pelo corshheeehheeeeiioo! E Roy voltou para o escritório, sentindo que tinha passeado pela montanha russa mais perigosa da galáxia.- Essa... Não é minha casa... – Ele olhou debaixo da mesa da Amálie e viu o corpo de um gogo boy jogado no chão. Ele começou a arrastar o corpo que não sabia se estava vivo ou não, e depois... Deixem sua imaginação fluir, caros leitores!
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