O Escritório de Roy V Angel
1 Capítulo 1 - O Primeiro dia dela! Hahaha!
Em uma Sala escura havia uma mesa, um abajur fraco, duas cadeiras e duas pessoas. Os dois estavam trajando ternos negros. O Homem era magro, tinha curós cabelos castanhos e aparentava ter 30 anos de idade; Seu nome era Roy, Roy Angel. A mulher aparentava ter 25 anos de idade e tinha longos cabelos loiros; Seu nome era Amálie
— Em que você é boa? — Sei falar grego, português, espanhol e italiano. Atendo meus clientes sempre com um sorriso... mesmo que as vezes seja falso, mas convence. Sou uma pessoa bem organizada. — Sim, sim. É o quê diz em seu currículo, mas... – Roy encarou a garota seriamente. – Você tem bons reflexos? — Acho... Que sim... – Disse ela assustada. — É boa de mira? — Sou. — Sabe lutar alguma arte marcial? — Sei. — É Tai-chi? — Não. — Então está contratada! – Os dois apertaram as mãos. Alguns dias depois, em um pequeno escritório qualquer em um prédio qualquer. Roy estava em sua mesa brincando com aviõezinhos de papel quando Amálie aparece. — Vóóówn! Tá-tá-tá-tátrárarararararawn! VóóóóóÓóówwn! — Uh-Hum! — Oh! Senhorita Amálie! Ali está sua mesa! – Ele apontou para uma mesa curvada na sala ao lado de seu escritório. Espero que goste de seu novo emprego! E boa sorte! — Obrigado senhor, mas sou só uma secretaria. — É, pode continuar pensando assim. – Debochou. Amálie não entendeu, mas também não ligou. Logo ela se dirigiu a sua mesa, acompanhada de Roy. — Então, Esse é o seu computador. Você pode usá-lo para o quê quiser usar nas horas vagas, exceto comprar coisas e ver coisas tipo Orkut, Facebook ou MySpace... Mas Twitter está ok! Você pode decorar sua área de trabalho com o que quiser, exceto pornografia ou preconceito, ok? — Ok... – Disse ela estanhando as regras. — Caso queira, pode trazer armas para cá, mas no máximo duas pistolas! Não quero metralhadoras aqui! — Certo, chefe. — Ótimo, pode começar atendendo a ligações e marcando horários para meus clientes. – Roy voltou para seu escritório para brincar de aviõezinhos de papel. — Vai ser fácil. – Disse Amálie. – Bom, enquanto eu não recebo ligações, vou procurar um wallpaper e quem sabe um tema. O tema padrão do Windows é um lixo! Logo em seguida, atravessando a porta da secretaria do senhor Roy, estava um homem vestindo um sobretudo preto, e não dava para ver seu rosto. — Em que posso ajudá-lo, senhor? — Você é a nova secretaria do Roy? — Sou sim! – Disse ela feliz e com orgulho. — Em primeiro lugar, boa sorte. Em segundo lugar, eu tenho hora marcada com ele. — Obrigada... E qual é o seu nome? — Inferno. Amálie estranhou o estranho nome do estranho homem que estava ali parado na frente dela. E estranhou mais ainda o estranho fato dele realmente ter uma hora marcada. — Bom, nesse caso... Senh... – Antes que ela pudesse terminar a frase, Roy já estava fora de seu escritório dizendo: — INFERNO! — ROY! — Pelo jeito conheceu a Amálie. — Muito prazer. – Disse inferno se curvando para a garota. – Enfim, Eu acabei com ele Roy. Assim como você me pediu. Ele foi praticamente digerido. – Após essa fala, “inferno” arrotou. — Cara! Não foi nesse sentido que eu mandei você acabar com o cara! — Eu não o comi! Isso foi a feijoada que comi antes de vir pra cá. — Ah, sei. — Mas ele está morto. — Eu não pedi para matá-lo! — Ah não? ... Nesse caso cobro o dobro. — Por mim tudo bem. – Roy deu mil dólares em dinheiro para “Inferno”. – Vai Ressuscitá-lo? — Claro que não! — Ok, até mais Inferno! Amálie ficou meio boba, sem saber o quê fazer e o quê estava acontecendo. — Espera... Tem mais uma coisa. – Disse Inferno seriamente. Ele tirou seu capuz e revelou ter aparência jovem, cabelos brancos, pele avermelhada e pequenos chifres. Amálie se desesperou, pulou da cadeira e ficou fazendo o sinal da cruz contra Inferno. Os dois homens olharam, encararam, e depois ignoraram. — Algum idiota está tentando me processar, acho que o nome dele é... Constantine ou algo assim. Tem como você descobrir por que e depois me ajudar nisso? — Claro! Você é meu amigo. – Inferno tentou golpear a barriga de Roy, mas o advogado segurou a mão dele antes. – Mas nunca vai conseguir minha alma, hehe. — Então até mais! – Inferno deu meia volta e foi embora. Amálie caiu na cadeira e olhou assustada, abobada e pasma para Roy. — Bem vinda ao inferno baby!
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