O Duque De Palm Woods
2 O casamento!
Lagrimam nos olhos, mãos frias, um aperto no peito, sensação de enjoou, desesperada... Era assim que eu me encontrava antes de entrar naquela Igreja e ser condenada para o resto da minha vida, eu já estava na carruagem que irá para a Igreja, Minha Mãe estava comigo, ela ajeitava meu longo vestido branco com detalhes e bordada a fios de ouro, que não fosse por eu estar sendo obrigada a fazer isto, seria uma Honra me casar com esse belo vestido, ela me dirigia à palavra mais meus pensamentos tomaram total conta de minha mente... Não entendi ao certo nenhuma palavra do que ela havia me dito, apenas acenava para ela de vez em quando.
-Filha, Chegamos... Oh por favor, coloque um sorriso neste rosto querida! – ela desceu da carruagem com a ajuda de um guarda e não demorou muito para que meu pai aparecesse estendendo sua mão para mim.
-Vamos querida!
-Sim meu pai! – segurei em sua mão e desci com ajuda de algumas criadas, pois elas seguravam meu vestido, envolvi meu braço ao do meu pai enfrente a entrada e respirei fundo para não começar a chorar ali mesmo. Adentramos e eu pude ver todos os olhares em cima de mim, pessoas sorriam e acenavam, alguns homens me olhavam de um jeito estranho... Muitas mulheres me olhavam emocionadas e outras raivosas, mais eu não sabia o porquê, e sem finalmente pela primeira vez o vi, eu vi o Duque... e ele era tão... Bonito?Charmoso?Sensual? mais como? Ele não era nada do que eu já avia imaginado de como ele fosse, ele não era velho, era bem novo, tinha um sorriso... Que se eu não soubesse que este casamento é uma farsa, diria que era o sorriso mais bonito de todos os noivos apaixonados... Ele era alto, tinha pele morena mais bem clara, seus olhos... Ah seus olhos eram verdes e Brilhavam... Ele sabe muito bem atuar, um ótimo ator pelo visto, sabia bem interpretar um o papel de “Noivo Feliz”, meu pai me entregou a ele no altar e sussurrou um “Cuide bem de minha Princesa, Duque” e de retirou, sentando próximo a minha Mãe que chorava emocionada, eu não via o motivo para isso...
Ficamos nos encarando um de frente para o outro enquanto a cerimonia começará, pude reparar e decorar todos os traços de seu rosto belo e pensar “como ele pode ser assim”? Realmente se fosse à outra ocasião eu acho que me apaixonaria por ele... Não acho que não!” Seu olhar era como um caçador para mim, eu me sentia presa a ele, eu não conseguia desviar o olhar para nenhum outro lugar, e aos poucos eu poderia jurar que esse olhar que tanto me prendia estava mudando os sentidos, parecia um olhar Malicioso? Não... Talvez eu esteja sonhando é isso... Me pedi completamente em meus pensamentos, apenas voltei a mim quando chegou a frase que me condenava.
-Princesa Elizabeth Pacelli, aceita se casar com o Duque James Diamond, para ama-lo e respeita-lo, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza até que a morte os separe? – para ama-lo e respeita-lo? Será que eu ouvi direito? Como eu queria que isso fosse apenas um sonho, e que nada disso fosse a minha realidade! Não sei ao certo mais acho que demorei alguns segundos, longos segundos, para responde uma simples pergunta que põe um tanto peso na consciência.
-S-sim – Meu nervosismo me deixou falhar, então abaixei meu olhar em um grande arrependimento.
-Duque James Diamond, aceita se casar com a Princesa Elizabeth Pacelli, para ama-la e respeita-la, na saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza até que a morte os separe?
-Sim! – e pela primeira vez, escutei sua voz... Uma voz grossa, autoritária, que transmitia medo... Foi um “sim” muito confiável como se soubesse o que estará fazendo... Espero que sim, ele não sabe o que lhe aguarda!
-O Noivo pode beijar a Noiva! – senti seus lábios macios pela primeira vez, tocar os meus em um rápido beijo, sem nenhum atrevimento de sua parte e nem da minha.
[...]
POV Duque
Tudo que eu menos queria para mim aconteceu, eu me casei!
A viagem tinha sido muito cansativa e irritante também... Quem diria eu ser obrigado a eu casar para provar que posso cuidar muito bem de um Pais? Tudo graças ao meu arque rival o “Duque Harry Styles de Baskerville” ele foi quem se intrometeu na reunião, supondo que se eu não era capaz de cuidar de uma “Familia” como seria capaz de cuidar de um pais?! Queria responder isso, com um belo estrago em seu rosto!
Mais também, andei pensando muito antes de fazer isso, era o ultimo desejo do meu pai, ele queria que eu me casasse, tivesse um herdeiro para que um dia eu passasse o Titulo de Duque para ele, e assim excessivamente... já que eu não tem mais nenhum membro de minha família, éramos só eu, meu pai, minha irmã que morreu a alguns anos e minha mãe que também me deixou... E bem que já estou na idade mesmo, tenho 27 anos, e eu aceito que não vou ser jovem para sempre, que um dia não terei os mesmos encantos que tenho hoje, Não sou homem de uma mulher só, gosto de ser cobiçado, olhado com desejos pelas mulheres e escolher qual a sortuda que terá uma noite de prazer comigo... Eu não me apaixono não me envolvo de verdade, gosto de ser frio com elas, talvez esse seja um charme meu, e tenho sempre um lugar reservado para meu Bom Humor, acho melhor forma de provocar ou calar uma pessoa...
Quando declarei que me casaria com a Princesa que vencesse o jogo, não imaginei que teria tamanha lista de candidatas, até pelo fato de eu não ter uma fama muito “boa” de pegador, mais apenas uma venceu e eu teria que me casar com ela, Pois logo soube que seu nome era Elizabeth Pacelli Princesa de Salveburgo, e descobri que ela tinha 17 anos, era a princesa mais Cortejada e desejada por muitos, além de Teimosa, logo deduzi que não seria fácil domar a Ferinha que todos diziam ser... E ela estava ali a poucos metros de mim na Igreja, linda como eu já havia visto em uma fotografia feita a mão, deslumbrante, com seu corpo esculpido por Deuses, com um olhar raivoso, triste e amedrontados, um sorriso de infelicidade em seu rosto tão bem feito, ela era tão... Convidativa. Vários pensamentos Maliciosos se passaram pela minha cabeça, de imaginar rasgando seu vestido, a jogando na cama, beijando e sentindo cada parte de seu corpo com as minhas mãos, e minha boca, poder beija-la e senti seu gosto de verdade com desejo...
-Parabéns Duque de Palm Woods! – Meu grande e confiável amigo Lorde Carlos Garcia VI de Bonavitch, tirou-me de meus pensamentos perversos, me fazendo voltar a atenção a festa, me abraçando logo em seguida.
-Obrigado amigo! – Sorri de volta o cumprimentando – Quanto tempo não nos via? Um ano?
-Deixe de exagero James, não faz nem um mês que não nos falamos... – rimos juntos, Carlos e Logan eram os únicos que podiam se dirigir a mim com intimidades, assim como eu a eles.
-Ok, como você esta? E sua esposa e seu filho? – perguntei seguido de um gole no meu vinho em minha taça.
-Eles vão muito bem, obrigado, estão por ai depois você os cumprimentam – Carlos movia seu olhar a procura por eles entre os outros convidados na festa – a proposito sua noiva é Linda... Se eu fosse você tomaria mais cuidado, há lobos famintos nesta festa! – ele fez sinal para que eu olhasse para trás e pude ver o Insuportável do Harry dando em cima da Elizabeth... Mais o que ele pensa que esta fazendo? Vou dar lhe uma lição para ver se aprende.
-Licença amigo!
-Toda! – Carlos voltou a beber seu vinho e eu me dirigir vagar mente até eles dois, Elizabeth tentava se afastar dele, mais ele a puxava pela cintura e dizia coisas que eu não conseguia escutar... Mais coisa boa não deveria ser! Com os braços cruzados e serio, perguntei ao me aproximar:
- Atrapalho? – os dois me olharam assustados, e notei um sorriso malicioso no rosto de Duque rival, que eu mais odiava no mundo só por ele existir.
-Sim! — Harry respondeu para minha raiva.
-Não! – Elizabeth tinha uma expressão de alivio em seu rosto, ao contrario de Harry que tinha um de decepcionado, pois acho que estraguei suas brincadeirinhas com minha noiva.
-Duque Harry minha Esposa é diferente da sua, não as confunda! Venha Elizabeth, vamos dançar! – a puxei pela cintura deixando ele para trás, seguimos para a o meio do salão e começamos a dançar a linda valsa que tocava.
-Porque o senhor fez isso Duque? – ela me encarava curiosa.
-Eu não permito que minha esposa fique de atrevimentos com outros homens, espero que tenha entendido o recado! – respondi sem ao menos encara-la, logo percebi a sua mudança repentina.
-Educação e modos de falar lhe mandaram lembranças! – sua voz soou irônica, seguido por um sorrisinho debochado.
-Me dirijo a você como eu quero, não o ao contrario... – sorri com ironia, e a encarei novamente.
-Verdade... Meus bons modos e minha educação são demais para um homem de tão baixo nível como você! – apenas soltei uma risada desviando o meu olhar do seu.
A musica terminou e paramos de dançar, as pessoas aplaudiram e assim saímos do salão.
-Se despeça de seus pais e vamos! Estou muito cansado. – falei e acenei para um convidado.
-Mais agora? – ela costuma ser teimosa desse jeito?
-Sim, agora! – nos aproximamos de seus pais e ela logo tratou de se despedir deles, abraçou sua mãe e em seguida seu pai.
-Antes de você irem quero lhes apresentar o Meu Cavaleiro, o homem que ganhou a batalha para você minha Filha... – apareceu um homem loiro, alto, não muito musculoso. – Seu nome é Kendall Knight!
-Prazer lhe conhecer senhor Kendall Knight! – o Cumprimentei.
-O prazer é todo meu Senhor Duque! – ele estava bastante nervoso.
-Ah então foi você que estragou a minha vida? – Elizabeth disse alto, arqueando uma sobrancelha e cruzando os braços.
-B-bom.. Desculpe-me Princesa... – o rapaz só faltou se ajoelhar para ela.
-Elizabeth querida, esses são modos de falar com os outros na frente de seu Marido? – a mãe dela tentava amenizar a vergonha que sentia.
-Tudo bem, Vossa Alteza! Eu não me importo... – respondi sorrindo para ela- Mas nós realmente temos que ir!
-Tudo bem Duque! – disse o Senhor Fernando.
-Por favor apenas me chamem de James, agora somos da mesma família! – tentei parecer realista.
-Tudo bem James! – respondeu o Fernando, Maria Isabel apenas afirmou com a cabeça. –Até algum dia, Tenham uma ótima lua de mel!
Saímos de lá e fomos seguindo para o carro que nos esperava lá fora, o segurança abriu e entramos, ela estava tão quieta que resolvi provoca-la um pouco.
-Você está pronta? – a encarei malicioso, com o sorriso mais perverso que eu pude dar...
-Pronta? Para que? – seu olhar assustado, me excitou por completo...
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