Notas iniciais
AAAHHH!!! Não consigo escrever sem POV's...eu tentei!!! Bem só vai trocar de observador uma vez...pelo menos nos próximos capítulos ^^ Cara lamento, de novo, por ter demorado para postarcapítulos novos na fic, é que eu entrei em semana de provas...bem mas agora ela já passou e eu voltarei a postar...logo a fic vai terminar, espero que gostem!!!!

Ok, eu não tinha muito sobre o que pensar naquele momento, na verdade, eu apenas conseguia ficar olhando fixamente a Quimera e a coisa esquisita que era Equidna.

Primeiramente eu realmente não sabia o que fazer. E depois todos olharam para mim como se esperassem algo de mim, e deuses, o que eles queriam que eu falasse? Não era óbvio? Ataquem os monstros, não é difícil. Talvez seja difícil vencer a luta, mas sair correndo feito um doido e atacar os monstros é razoavelmente fácil.

- Façam qualquer coisa, menos tirem sarro do nome dela. – Orientou Percy. Após isso, foi como um flash. Eu liguei o nome Equidna ao animal da Austrália.

- Ah! Porquanto deram o no...

- Cala a boca Nate! – repreendeu-me Annabeth e eu fiquei me sentindo um idiota. Porém, logo ignorei isso e notei o fato de que, tanto a Quimera quanto a sua mãe estavam apenas olhando para gente.

Sério. Ela não estava fazendo absolutamente nada. As cabeças não soltavam fogo ou veneno. O único sinal de vida era que Equidna sorria malignamente.

- O que vamos fazer? – Perguntou Michael. Eu meio que o ignorei inconscientemente e falei:

- Alguém além de mim notou que eles não estão fazendo nada?

Eles se viraram para mim como uma cara de: “Sério? Não diga!”. E por causa disso comecei a me sentir ainda mais idiota, era realmente frustrante o que estava acontecendo comigo.

- Ok, então vamos atacar. – afirmei seriamente – Percy, Michael e eu vamos “emboscar” a Quimera e vocês, garotas, cuidam da mulher réptil esquisita ali, beleza?

- Ta bom, Nate. – disse Annabeth sacando a faca de bronze celestial. Helena pegou uma espada e Roxy abriu seu livro.

- Vamos! – Eu disse.

Assim eu peguei a minha flauta e disse:

- Anksus! – a flauta se tornou um arco dourado, que logo, puxei a corda e a soltei na direção da Quimera.

Não importa quantas vezes eu utilize esse arco, eu não consigo me acostumar quando a flecha simplesmente se materializa no meio do caminho. Como sempre, sem querer me gabar, a flecha acertou exatamente onde eu queria: A cabeça de dragão. Ainda não querendo me gabar ( talvez só um pouquinho) mais acertei bem na testa daquilo, ser filho de Ártemis e ter um arco abençoado por Apolo tem suas vantagens.

O animal híbrido se irritou e começou a avançar em minha direção, porém, uma outra flecha acertou a mesma cabeça. Michael também era muito bom com o arco. A Quimera parou de avançar para mim e se voltou para Michael, o dragão cuspiu uma poderosa labareda de chamas em direção a Michael, mas o fogo foi barrado por uma coluna D’água. Em seguida Percy fez com que a mesma fosse em direção a Quimera, derrubando-a no chão.

Assustada aquela coisa se afastou da água, mas Percy foi mais rápido e fez um circulo de água em volta dela.

- Vamos vocês dois! Façam alguma coisa! – gritou Percy

Rapidamente nós preparamos uma flecha disparamos no monstro, a flecha de Michael foi desviada pela a água, e a minha, por causa da benção, acertou uma das patas da Quimera.

- Vamos mirar para cima! – disse a Michael, observando a cena calculei mentalmente um ângulo aproximado para que acertássemos o monstro com eficácia. – Uns 75° graus!

Michael assentiu e junto comigo mirou e atirou. Desta vez a flecha subiu e caiu na vertical, bem nas costas da Quimera. O monstro rugiu, cuspindo veneno e chamas.

- Nate! – gritou Percy – Cuidado! Atrás de você!

Virei-me a tempo de apenas ver Equidina correndo para mim. A espada de bronze celestial envenenada rasgou o ar e cortou minha barriga. Instantaneamente deixei-me cair cedendo à dor.

- NATE! – ouvi meus amigos gritarem, lenta e dolorosamente, senti meu corpo queimar e meus sentidos me abandonarem.

POV — ANNABETH

A raiva me consumiu. Nate foi gravemente ferido, se eu tivesse conseguido matar Equidina quando tive a chance isso não teria acontecido.

-Pronto, cumpri o que Zeus mandou-me para fazer! – Riu-se Equidina.

- Rindo por que otária? – perguntou Roxanne transtornada, seus olhos mestiços faiscavam – Logo darei motivo para rir. – Equidinia fechou a cara. – Secktra Allauns Marsognes!

Imediatamente começaram a brotar estacas grossas e afiadas, de rocha bruta do chão. Cada uma delas perfurou violentamente a Quimera destruindo-a rapidamente, em seguida Roxanne caiu inválida no chão. O feitiço deveria ter consumido muita energia.

Equidna urgiu. Correu para o pó que restava de seu filho e começou a gritar descontrolada.

- Sua vadia! O que você fez, feiticeira? — Se é que isso era possível, ela estava chorando. – Matou o meu bebê!

Equidna levantou-se rapidamente. Para um monstro gordo e escamoso, ela se movia bem rápido e. Começou a correr para Roxanne com a espada erguida, aproveitei essa nova chance e corri por trás dela fincando a minha faca em sua nuca. Com um grito surdo que se perdeu no ar, ela se desfez em pó dourado.

Agora que tudo estava acabado, nós fomos tentar ajudar os garotos que cuidavam de Nate. Todos estávamos apreensivos. Sabíamos que ele iria morrer, não como, mas que ele iria. Ninguém queria que esse momento chegasse.

- Eu estou tentando, não tenho poder o suficiente! – disse Michael de um jeito que jamais imaginei ver. – Percy, dá mais ambrósia para ele, e néctar também! – Percy hesitou por um momento. – AGORA!

Assustado pegou um pouco do que Michael pediu. A ambrósia colocou um pedaço na boca de nate, e o néctar derramou sobre o ferimento.

- Isso é perigoso, já demos a ele isso! – disse Percy.

- Não importa, ele não pode morrer! – gritou Roxanne, ela se jogou no chão ao lado de Nate e apertou firmemente a mão dele. Chorando gritou olhando para cima:

- Ó deusa Ártemis, tenha piedade de vosso filho!

Imagine como se um caminhão te atropelasse e em seguida uma manada de bois te pisoteasse, esse foi o que eu senti ao ouvir aquelas palavras.

- Ele é filho dela? – perguntou Percy com os olhos arregalados – De Ártemis?

Roxanne o fuzilou com os olhos, foi o suficiente para que ele percebesse que esse não era o momento. Eu estava igualmente desacreditada, mas comecei a chamar pela deusa, não queria que Nate morresse.

Nada pareceu acontecer, até que um tempo depois vimos lobos brancos circundarem-nos e que um monte de garotas adolescentes apareceu. Todas seguiam a uma menina ruiva que parecia ter 12 anos.

A garota afastou Michael de nate e tomou seu lugar, hesitando em tocar no corpo pálido e suado do filho ela sussurrou:

- Meu querido, minha vida. – Roxanne, olhou para ela, seu rosto estava inchado e marcado fortemente pelas lágrimas que ainda desciam.

- Minha senhora, pode fazer algo?

- Oh, minha querida, não. Mas meu irmão pode, talvez. – respondeu Ártemis. Ela fechou os olhos e olhou para o céu e clamou em voz baixa:

- Meu irmão, teu sobrinho precisa de ti, eu preciso de você! Ajude-nos!

A última coisa que percebi antes de uma luz cegante, foi uma lágrima escorrendo do rosto da criança.

Notas finais
reviews???