O Diamante Magnífico

4 O Diamante Magnífico


Notas iniciais
OI... Simples assim! Bem, estamos chegando ao último cap de O Diamante Magnífico onde o Bill vai dizer: "Bárbara, aprendi a dançar!" "Ah, Bill!..."; e yo quero agradecer a leitura de todos vocês, o carinho dos meus fãs e as reviews maravilhosamente perfeitas de Allie_Simps, Julie_Pretzito, Luu_Potter, Cchan, velinha e nekohime_yame! Eu sei, cadê esse tal Diamante Magnífico? Bem, ele só vai aparecer no próximo cap que não existe. Just Kidding, ele tá aí pelo meio do último cap, so enjoy it e não me julguem por ser piegas apenas digam se gostaram ou não! Desculpem a demora, I'm REALY sorry!!

Bjs, Gleek3*

- Cadê ele, Pan? Ele já deveria ter chegado! São meio-dia e cinco! Ele nunca se atrasou antes. O que deve ter acontecido? – Lyra estava impaciente, tinha o sol queimando-lhe a cabeleira loura.

- Vai ver ele simplesmente perdeu a hora. Mantenha a calma, garota! – disse Pantalaimon.

- Quem sabe?

Longe dali...

- Vamos, Kirjava! Já estamos atrasados! São doze e cinco! Lyra nunca vai nos perdoar se não nos encontrarmos, sabe, só temos o solstício de verão, e..

- Cale a boca, Will! Menos papo e mais corrida! – reprimiu-o a gata que era o seu daemon.

- Tá!

E permaneceram correndo até bem uns 2 metros do Jardim Botânico, pois perceberam algo incomum: um grupo enorme de pessoas ao redor do banco deles, jornalistas, cientistas repórteres, civis, curiosos, parecia que toda a Oxford viera para assistir um fenômeno muito perturbador.

Will e Kirjava abriram caminho na multidão à procura do banco de todo 21 de junho, porém, ao chegarem nele, havia uma fita amarela ao redor do mesmo e um pesquisador ajoelhado mexendo em algo na terra.

- É ELE! – ouviram-se gritos da multidão

Não seja eu, não seja eu, não seja eu... Will pensava

- É o garoto que vem aqui todo dia! – e apontavam para Will.

Droga! Pensou ele.

- Venha aqui meu jovem, precisamos conversar. – disse o homem que estava mexendo o solo.

Droga! Ele vai acabar comigo! Levantaram a fita e permitiram-no de passar, o pesquisador o encaminhou para uma tenda.

- Meu caro – começou o homem –, você sabe o que é isso? – e mostrou-lhe uma gota cristalizada.

- É um caco de vidro, senhor. – respondeu Will.

- É um caco de vidro, senhor. – arremedou o homem – Não! Não é um caco de vidro! E não, não é apenas uma peça de cristal, nem um diamante, isso aqui é um objeto mágico que tem o poder de abrir passagens para universos paralelos! – entusiasmou-se o senhor.

- Sério mesmo, quantas você bebeu, hein? – perguntou Will se fazendo de desentendido e puxando outro assunto.

- Só vinte, mas isso não é da sua conta! O que estou dizendo é que eu posso criar novos mundos para governar e VOCÊ sabe como e vai provar pra todos que eu NÃO estou louco!

- É bem mais fácil que eles me joguem no hospício com você. A Tamarineira tá esperando, hein?

- Não se faça de desentendido! Eu sei muito bem que você sabe disso! Você vem aqui todo dia pra abrir portais e só está se fazendo de difícil pra tomar minha idéia e governar o mundo, ou mundos, mas se pensava assim, perdeu Playboy, porque essa deixa já é do papaizinho aqui! Meu precioso...

- Tá, cara! Isso já tá ficando estranho! Você precisa seriamente se tratar! Tchau!

O homem agarrou seu braço antes que partisse e disse:

- William Parry, você não sabe com quem está se metendo!

Nessa hora, dois homens vestidos de médicos entraram calmamente falando:

- Doutor... Está na hora da sua pílula... Olha, a de hoje é um ursinho!

- Oba!! Ursinho!! Assim, eu prefiro a de Girafa, mas tudo bem!! – e levaram ele.

- Tá... – disse Will pra si mesmo.

Então ele percebeu que o vidrinho do senhor maluco deixara cair, pegou-o e examinou-o. Ele tinha a forma de uma gota e parecia um diamante.

- Ei, Kirjava, talvez seja isso que vai unir eu e Lyra! Sabe, o título da fanfic é O Diamante Magnífico e isso parece um diamante, e o resumo diz que eu e Lyra vamos ficar juntos, então só pode ser isso, né?

- Eu não sei... Deixe-me ver isso. – a gata tomou o diamante das mãos dele e mexeu – Como eu imaginava... Will, desculpe despontá-lo, mas isso não é um diamante, é uma lágrima cristalizada, o que faz dela um cristal! Então, é bom você procurar outro modo de juntar-se a Lyra.

- Não, mas TEM que ser isso! Você mesma ouviu o que aquele louco disse! – ele falou como se não quisesse acreditar. – Sabe, podemos ao menos tentar? Só pra não dizer que ficamos de braços cruzados...

Em um universo paralelo...

- Ele não vem! – Lyra chorava. – Ele arrumou outra, me esqueceu!

- Não... Não é verdade. Will ama você! Eu sei, eu consigo sentir isso nos meus bigodes!

- Tá... – disse ela enxugando o rosto e se recompondo. – Então... Devemos ficar aqui esperando ou... Espere! AI MEU DEUS DO CÉU! É ele! Pan, ele veio!

- Impossível, Lyra, eu tinha lhe dito aquilo só pra lhe consolar...

- É ele sim, Pan! – disse ela com o rosto já iluminado pela visão do jovem adulto bronzeado, um sorriso cativante, de cabelos castanhos desgrenhados e olhos igualmente escuros, porém misteriosos, cansados e experientes. Ele era belíssimo! Um gatchénho! Forte, mas não bombado, magro, mas não esquelético. Lyra teve certeza absoluta (se é certeza, ela É absoluta!) de quem era quando viu... Apenas três dedos na mão esquerda do rapaz!

- Will!WILL! Pelo amor de Deus! Você está vivo! E voltou pra mim! – Lyra gritava.

- Tecnicamente, Deus não existe mais, então não existe amor de Deus... – corrigiu-a Will.

- Tanto faz! O que importa é que você está aqui, comigo! – e se jogou nos braços dele, apertando forte num abraço de urso.

Will afastou-a e após olhar bem pra ela, para os grossos cachos dourados dela e para suas finas feições de moça, ele enlaçou o seu corpo de mulher com uma mão e tomou sua cabeça com a outra e tascou-lhe um super-beijo apaixonado que faria Jack e Rose (de Titanic) parecerem inimigos. Ela enroscou seus braços no pescoço dele e se prendeu ali no beijo por mais dois minutos. Quando finalmente compensaram tantos anos de seca, Lyra perguntou:

- Ei, como é que vocês chegaram aqui?

- Ah, com esse diamantezinho aqui... – respondeu Will.

- Não é um diamante, é um cristal... – corrigiu Kirjava.

- Que seja! Enfim, o que importa é que estamos juntos e nunca mais vamos nos separar já que vamos criar o nosso próprio mundo! – continuou Will.

- Espera! Você tá me dizendo que esse troço aí, abre portais entre os mundos...

- Isso aí!

- E os demônios que saem por aí aterrorizando a sua mãe?

- Ah, e daí? Ela sabe se virar sozinha!

Lyra olhou pra ele perplexa, o Will que ela conhecia NEM MORTO falaria isso, e ela sabia por experiência própria.

- Brincadeirinha! Não, eu fiz um teste com isso e ele não libera nenhum espectro, é meio que uma faca sutil do bem!

- Sério? – ela estava maravilhada com a idéia, quando...

- Lyra, eu preciso falar com você! Descobri o que é essa tal arma tão poderos... Oh! Olá, Will! Graças a Zeus você descobriu isso antes que caísse em mãos erradas! – era Serafina Pekkala quem dava o histérico.

- Zeus? – perguntou Will. – Agora sem o católico, é o grego que manda, é?

- Não, é que é a onda Percy Jackson! – explicou Serafina.

- Ah, tá... Então, que história é essa de arma poderosa? – indagou Will.

- Não, é que... Bem, sabe quando vocês dois se despediram no Jardim Botânico da Oxford de Will? Então, aparentemente, o amor entre vocês dois é tão forte, que a lágrima de Lyra que se grudou à de Will, ao atingir o chão, cristalizou-se e formou esse cristalzinho aí que é capaz de abrir passagem pra qualquer mundo sem liberar os espectros. Não é happy?

- Mentira! – disseram os dois jovens e seus daemons em uníssono.

- Seríssimo! Então, é melhor vocês se apressarem se quiserem construir um mundo ideal, que nem o de Alladin sem o Jafar, só com essa lágria cristalizada!

- Eu disse que não era um diamante, mas alguém ouve a gata? NÃO!... – disse Kirjava.

- O melhor é que vocês criaram um modo de unir dois mundos pelo amor que existe entre vocês dois!

Os dois jovens estavam radiantes de felicidade e nem perderam tempo dizendo que aquela era a frase mais ridícula que ela já falara, e foram logo abrindo um portal para um novo universo, criado pelo amor entre os dois! E, foi exatamente para lá, que os dois partiram com seus respectivos daemons ao morrerem e permaneceram juntos para sempre, felizes por terem um ao outro!

FIM!!!

Notas finais
Eu tenho que admitir que apesar de clichê, tá muito fofo! Thanks por ler! Please, review me se gostou! Review me se não gostou! Review me se leu! Review me se não leu!

De novo, desculpa a demora!!

Todos os créditos de personagens são de Philip Pullman (para o desinformado que não lê capa, é o autor da série!).

Bejin, Bejin! BYE!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!