Notas iniciais
Hey gente tudo bem? Desculpem como terminei o capitulo anterior mas eu estava preparando uma coisa diferente para esse capitulo, então, pela primeira vez teremos a perspectiva do Edward e devo dizer que foi um desafio para mim, pois nunca escrevi nada pela perspectiva masculina relacionado a esse tema em especial... Espero que gostem! E eu já vou responder os comentários do capitulo anterior! Beijos!

POV Edward

Nossas bocas ainda estavam unidas quando entramos no quarto.

Sua flagrância era inebriante.

Ela gemeu quando meus lábios desceram pelo ponto sensível abaixo de sua orelha. Afastei seu cabelo, puxando sua cabeça para trás para expor sua garganta. Meus dentes e lábios roçaram seu queixo e seu pescoço, então voltei a beija-la.

Ela ofegou, permitindo-me acesso a sua boca quente e úmida.

O ruído apreciativo doce ecoava através de mim, até minha ereção.

Sua língua encontrou a minha, sondando minha boca com hesitação.

Ela tinha um gosto maravilhoso.

Envolvi meus braços firmemente em torno dela, segurando-a no lugar, corri minhas mãos por sua espinha até sua bunda e a pressionei-a contra minha ereção com um sorriso satisfeito nos lábios.

Ela provocava esse efeito em mim.

Ela gemeu novamente quando suguei seu lábio inferior.

Segurei-a pela cintura, e caminhamos para dentro do quarto sem nos desgrudar.

Senti uma de suas mãos subirem para meu peito, e a outra acariciar meus cabelos.

Nossas línguas se tocavam.

Gemi quando ela torceu os dedos nos meus cabelos.

Nossa. Isso era bom.

Ela desabotoou minha camisa com urgência, deslizando-a pelos meus ombros, então deixei-a cair no chão.

Ajoelhei-me em frente a ela, eu podia sentir seu olhar firmemente em mim.

Engatei meus polegares em sua calça, a puxando para baixo.

Lentamente, deixei meus dedos percorrerem suas pernas, de baixo para cima, até minhas mãos alcançarem seus quadris.

Ela vestia uma calcinha branca de algodão por baixo.

Lambi os lábios em expectativa, e me inclinei para frente, até o meu nariz tocar o centro de sua calcinha, inalando seu sexo.

Fechando os olhos, eu a apreciei.

Ela era tão atraente.

— Você tem um cheiro muito tentador.

Minha voz era rouca de desejo e minha calça jeans estava se tornando extremamente desconfortável.

Ela era tão receptiva, era excitante de se observar.

Deliciosamente excitante.

Eu a soltei e me levantei. Voltei a beijá-la, e delicadamente a empurrei contra a beirada da cama. Queria vê-la fora destas roupas.

Queria despi-la, excitá-la, dar-lhe prazer.

— Deite-se. – Eu comandei.

Ela se deitou, seu corpo esguio sobre a cama.

Era uma visão maravilhosa.

Retirei seus sapatos, e os joguei no canto do quarto. Retirei os meus também, fazendo-os se juntar com os seus.

Ela observava tudo que eu estava fazendo.

Ela estava apenas com a camisa, os cabelos mogno espalhados na cama emoldurando seu rosto perfeitamente, suas pernas longas e pálidas estendidas em um convite para mim.

Subi em cima dela, nossos olhos fixos uns nos outros.

Voltei a beija-la.

Senti sua língua mergulhando na minha boca.

Então desci minha boca em sua orelha.

— Tem alguma ideia do que eu poderia fazer com você? – sussurrei.

— Acho que consigo imaginar. – Ela respondeu com a voz suave e senti meu jeans ficar ainda mais apertado.

Inferno.

Minhas mãos desceram pelo seu corpo, e lentamente retirei sua camiseta, e seu sutiã, e os joguei com as outras roupas.

Gentilmente plantei beijos suaves do seu queixo até seus ombros, então finalmente desci a boca em um de seus mamilos.

Eles estavam duros.

Tomei seu mamilo enrijecido, atiçando o bico com a língua e os dentes, em seguida, peguei seu outro mamilo, enquanto rolava o outro suavemente entre meu polegar e o indicador.

Ela arfou, e agarrou os lençóis firmemente quando suguei com mais força, e aumentei a intensidade da minha língua.

— Ah! – Ela gemeu.

Ainda acariciando seus mamilos com os dedos, desci a boca por sua barriga, e lentamente passei a língua em sua pele perfeita, pousando a língua em seu umbigo.

Então levantei uma de suas pernas, traçando um caminho de beijos antecipando minha língua no ápice de suas coxas, arrancando suspiros profundos dela.

Beijei o tecido fino de sua calcinha. Ela se remexeu em expectativa.

Deslizei-a para baixo, separando suas pernas.

Afundei minha cabeça entre suas pernas, arrancando outro gemido dela quando toquei seu ponto sensível com a ponta da língua.

Ela se contorceu, mas não parei.

Girei minha língua implacavelmente em seu clitóris. Suas pernas endureceram, seus dedos puxaram os lençóis da cama com mais força.

Então lentamente deslizei meu dedo médio dentro dela.

Nossa.

Ela estava molhada.

Molhada e esperando.

Comecei a mover meu dedo no sentido horário, estirando-a. Minha língua continuava a atormentar seu clitóris, mais e mais. Senti-a endurecer debaixo de mim.

Ah, ela estava perto. – Sorri.

Senti um imenso desejo de ter meu pau dentro dela.

Meus dentes rasparam seu clitóris, provocando-a com a quantidade de pressão suficiente, enquanto eu aumentava os movimentos dos dedos.

Eu queria leva-la ao êxtase.

— Edward! — Ela gritou quase sem fôlego.

— Goze para mim. – Eu disse.

Senti os espasmos percorrerem pelo seu corpo, ela gemeu, afundando a cabeça no travesseiro, a respiração acelerada.

Fui me deitar ao lado dela, ela tinha a respiração entrecortada.

Ela se virou em minha direção, então inclinou-se para vir de encontro com a minha boca, nossos gostos se misturando ao cheiro de sua excitação.

Rolei-a sobre mim, eu podia sentir meu pau latejar de expectativa.

Suas mãos foram passando da minha barriga, até chegar no cós da minha calça.

Então ela se afastou por um momento, desafivelando meu cinto, o botão e o zíper da calça.

Levantei um pouco para ajudá-la a tirar.

Ela puxou de uma só vez a calça e minha cueca para baixo.

Ah!

Finalmente meu pau foi liberado daquela prisão.

Ela pegou meu pênis e o apertou com firmeza.

Caralho.

Quase doeu.

Gemi e fiquei rígido fechando os olhos.

A sensação de sua mão em mim eram quase demais.

De repente, sua boca quente e úmida me envolveu.

Ela me chupou com força.

— Ah!

Ela me enterrou mais fundo em sua boca, cobrindo os dentes com os lábios, pressionando-me.

Flexionei os quadris para entrar mais fundo em sua boca.

A sensação era maravilhosa.

Ela continuou, sem parar, e era mais do que excitante.

Então ela começou a girar a língua ao redor da cabeça do meu pênis repetidamente para me provocar.

Caramba.

Ela me chupou até atingir o fundo da garganta, e senti que estava perto.

— Isabella. – Disse com um pouco de dificuldade. – Pare. — Disse cerrando os dentes.

Não queria gozar agora, queria estar dentro dela quando explodisse.

Mas ela não parou.

Continuou a me torturar com sua boca.

Agarrei-a pela cintura, rolando por cima dela, prendendo-a embaixo de mim.

— Você é muito teimosa. – Disse em seu ouvido.

Ela sorriu provocativa.

Seus olhos brilhavam de desejo e excitação.

Então de repente me ocorreu uma coisa.

— Preciso pegar os preservativos no meu quarto. – Disse.

Ela me olhou com uma expressão divertida.

— Que foi? – Disse sorrindo. — Você me pegou desprevenido.

— Não precisa fazer isso, se quiser. – Ela disse.

Franzi a testa.

— Você não quer...

— Não. – Ela disse rapidamente. — Estou falando dos preservativos. Eu tomo pílula.

Senti um sorriso se formar, mas ao mesmo tempo, isso parecia estranho.

— O que foi? – Ela disse. – Não tem problema se quiser usar, eu só...

— Não. Não é isso. – Disse. Finalmente eu poderia ter a sensação de senti-la por completo. — É que eu nunca não usei, entende?

— Ah. – Ela disse surpresa. – Mas você quer?

Sorri.

Antes que eu pudesse responde-la, deslizei as mãos pelos seus cabelos e puxei seu rosto, beijando-a intensamente.

Minhas mãos passearam por seu corpo, acariciei seus seios, descendo minha boca em seu pescoço até um de seus mamilos.

Ela ofegou.

Um desejo violento queimou dentro de mim, eu precisava estar dentro dela.

Então de repente, afastei suas pernas com as minhas, segurando minha ereção com a mão.

Lubrifiquei a ponta do meu pênis com a umidade de seu sexo, antes de deslizar para dentro dela.

Wow.

Ela gritou.

A sensação era indescritível.

Eu podia sentir tudo.

Os lábios dela vieram de encontro aos meus novamente, beijando-me com mais urgência.

Ela gemeu na minha boca, enquanto eu investia nela de novo e de novo.

Eu podia sentir os espasmos conforme eu me aprofundava mais e mais dentro dela.

Ela abraçou as pernas em torno de mim, me puxando cada vez mais fundo.

Minhas emoções eram primitivas e eu estava desesperado por busca de alivio.

Porra, ela era muito sexy.

Retrocedi minhas estocadas, e investi novamente, a atingindo mais fundo.

Ela estava ofegante.

Mas eu queria prolongar esse momento.

Ela gemeu quando me afastei.

Sorri.

— Deite-se na horizontal, de costas. – Comandei.

Ela fez o que eu disse, então depositei um beijo em sua nuca.

Sua pele se arrepiou, e senti um sorriso satisfatório se formar em meus lábios.

Eu estava em pé ao lado da cama, comecei uma trilha de beijos pela sua nuca, ombros, descendo devagar por sua coluna. Acariciei seu corpo, sentindo a pele macia em minhas mãos.

Passei minhas mãos por sua bunda perfeita. Dei um tapa de leve em suas nádegas, provocando-a.

— Ai! – Ela riu.

Sorri, abaixando-me mais, beijando suas nádegas.

Ela deu uma risada baixa.

Rocei minha mão pelo seu corpo para a parte de trás de seu joelho, em seguida, engatei-o para o alto, separando suas pernas, mantendo-as abertas.

Apoiei um dos meus joelhos na cama, levantando seu corpo, então coloquei meu pênis em sua entrada, penetrando-a com força.

Ela gemeu, suas mãos estavam espalmadas contra os lençóis, os puxando.

Me retirei novamente dela, com minha mão livre, comecei a circular lentamente seu clitóris.

Seus músculos se contraíram enquanto ela tentava se mover.

Ela começou a acompanhar os movimentos da minha mão em busca de alivio.

Eu sentia aquilo também, aquela necessidade de explodir, de ser tragado por esse desejo selvagem.

— Fique quieta. – Disse.

Eu queria prolongar o momento.

Lentamente inseri dois dedos em seu interior e movi-os lentamente.

Ela ofegou, tentando se mexer novamente.

Eu sentia as contrações de seus músculos.

Retirei meus dedos de dentro dela.

Me ajoelhei em frente a ela, puxando-a mais para frente, e inseri minha língua em sua entrada.

Ela gritou.

Eu sentia o gosto de sua excitação.

Circulei seu clitóris com a ponta da língua, lentamente, provocando-a.

Estava ficando com a respiração ofegante.

Parei os movimentos, virando-a novamente de barriga para cima, puxando- a pelas pernas.

— Pronta? – Disse.

O calor queimava em seus olhos.

Ela travou as pernas em torno do meu quadril.

Eu a penetrei novamente com força.

— Ah!

Seus olhos estavam escuros, a boca, aberta. Ela ofegava alto.

Comecei a me mexer dentro dela.

Rápido. Impiedoso e bruto.

Uma das muitas maneiras como eu adorava tê-la.

Ela estava completamente ofegante e exasperada, gostava de vê-la assim. Queria saborear o momento, o momento em que faria seu lindo corpo se contorcer de prazer.

Seus olhos estavam escuros e ardentes, eles encontraram os meus e, bem lentamente, comecei a me mover dentro dela.

Cacete. Era tão bom.

Ela ergueu o quadril na minha direção, jogando a cabeça para trás, o queixo erguido, a boca aberta.

Ela estava perto.

Ela curvou a pélvis, acompanhando as investidas repetidamente.

Ela parecia tão impaciente quanto eu em busca da libertação.

Massageei seu clitóris com meu polegar, assumindo o controle de todos os movimentos até que estivesse perigosamente à beira do êxtase.

Meus músculos ficaram tensos, eu estava perto também.

Ela parecia mais ofegante à medida que eu impulsionava dentro dela.

Uma brisa fria soprou da janela, refrescando minha pele, escorrendo a fina camada de suor que me cobria.

— Edward! – Ela gritou.

Senti-a endurecer, então ela choramingou.

— Goze para mim. — Falei com os dentes cerrados.

Eu podia sentir minha liberação.

— Ah!- Ofeguei derramando-me dentro dela. –

Meu pau se contraiu enquanto ela agarrava meus quadris com as coxas. Um clímax se seguia ao outro, até que ela começou a gozar comigo.

Desmoronei em cima dela, ofegante.

Ficamos deitados ali por alguns minutos, enrolados um no outro, unidos por aquela experiência, enquanto o alívio e ondas de pura felicidade tomavam conta de mim.

Deslizei a mão pelas mechas úmidas de seus cabelos, enquanto ela contornava meu rosto com as pontas dos dedos.

Seus olhos escuros me olhavam com uma intensidade quase reverente.

Eu nunca tinha me sentido tão conectado a outra pessoa, física e emocionalmente.

Ninguém jamais me fez sentir daquela maneira como ela me fez sentir.

Tão exposto, tão natural.

Quando finalmente recuperei o fôlego, rolei ao seu lado.

Ela estava com os olhos fechados agora, mas sabia que não estava dormindo.

Peguei suas mãos, levando-as aos meus lábios. Ela abriu os olhos.

Seus olhos estavam dilatados como eu nunca havia visto. Claros e saciados.

Ela me deu um sorriso tímido, então comecei a beijar cada dedo de sua mão.

Ela se aproximou mais de mim, ficando a centímetros do meu rosto.

Segurei seu queixo e a beijei outra vez.

Ela retribuiu o beijo com a mesma intensidade.

Sua língua exigente explorava minha boca com voracidade. Suguei sua língua, arrancando um gemido dela.

Suas mãos subiram até meu cabelo, os puxando com força, me fazendo gemer de dor e prazer.

Gemi, com o desejo espesso em minhas veias.

Eu precisava estar dentro dela de novo.

Ela passou as mãos desde a minha barriga, até minha ereção, de uma forma provocativa. Senti um rastro de fogo com a intensidade de seu toque.

— Você está me provocando. – Disse.

Ela sorriu, mas não parou, massageando meu pênis lentamente, com os olhos fixos no meu.

Porra.

Ela estava me deixando louco.

Ela continuou me masturbando, inclinando-se para alcançar minha boca.

Minha respiração estava ficando ofegante.

Agarrei-a pela cintura, montando-a em cima de mim.

Segurei meu pau até sua entrada, e lentamente a penetrei.

— Ah! – Ela gemeu, jogando a cabeça para trás.

Ela começou a se mover, afundando-se em mim. Comecei a mexer meus quadris acompanhando seus movimentos.

Ela se moveu para frente bruscamente, tomando minha boca, a língua buscando a minha com movimentos aveludados profundos, até que eu mal conseguisse respirar.

Gemi quando ela se afundou ainda mais em mim.

Ah, Deus.

Gemi em sua boca, me curvando com plenitude.

Começamos a nos mover, freneticamente, cada vez mais rápido, os movimentos se tornando cada vez mais urgentes.

Eu segurava sua cintura com firmeza guiando sobre meu pau, forçando-a mais fundo e mais rápido em mim. Seus seios balançavam na minha frente, em uma dança sensual.

Eu sentia novamente minha liberação se aproximar.

Os movimentos ficaram mais rápidos, sua respiração estava ofegante, e se igualava à minha.

Afundei minha boca em seus seios, provocando seus mamilos até eles se tornarem pontos enrijecidos. O apreço carnal no olhar dela me aqueceu instantaneamente.

— Caralho, Isabella. Eu vou gozar! – Eu disse em um grito entrecortado.

Ela afundou novamente em mim, senti minha libertação finalmente explodir dentro dela.

— Ah!

Ela gritou meu nome, jogando a cabeça para trás, enquanto gozava, e desmoronava em meus braços.

Notas finais
Comentem! O titulo quer dizer " uma noite de amor"