Notas iniciais
Minha primeira fic. Escrita por: Petizy The Penguin. Boa Leitura!

Era um dia ensolarado em Londres. Naturalmente, Sherlock Holmes tinha que resolver um assassinato. Ele iria sozinho, já que Jonh não queria acordar. Chamou um táxi e indicou aonde gostaria de ir. O taxista, um homem magro e alto, deu partida no carro. Holmes deduziu que ele devia ter uns vinte anos e era um pouco antissocial, já que desde que havia entrado no carro, não tinha pronunciado uma palavra. Curioso, perguntou:

-Como se chama?

-Hory. Você deve ser o famoso Sherlock Holmes. Sabe, aquele cara que resolve uns assassinatos bem bizarros? Então, é você né?

-Sim, sou eu mesmo. Por quê? Tem algo de errado?

-Excluindo o fato de que devo estar dirigindo para o local de um homicídio, não- ele deu um sorriso uso-colgate-total-zero.

Sherlock olhou para seu relógio de pulso e bufou. Tinha dito para Lestrade que chegava na cena do crime ás dez horas da manha e passava do meio dia. "Que lesma retardada" pensou, com raiva. O tempo se passou e Holmes estava ficando emburrado. Sem poder se conter, perguntou:

-Por que a porcaria do carro ainda não chegou em seu destino? Estou atrasado para encontrar Lestrade! Não me importo se sair costurando a rua, só chega na droga da cena do crime!

-Amigo, sei que está irritado, mas n desconta em mim, afinal não é minha conta se o trânsito está lento. Respire e inspire, parça.

Holmes olhou para a janela e se deparou com uma placa muito conhecida. A placa de seu apartamento. "Esse homem só pode estar tentando morrer" pensou, se controlando para não pular em cima de Hory e estrangula-lo. Olhou para o taxímetro. "Setenta pounds?!" pensou "Não é possível!". Resolveu fazer um teste.

Pouco tempo depois olhou de novo para a janela. Ali estava a placa. O carro tinha, no entanto, se movido. Aquele taxista malandro estava dando a volta no mesmo quarteirão. Holmes gritou:

-Seu desgraçado! Percebi que está dando a volta pelo quarteirão! Me leve aonde te mandei agora! Se não fizer isso juro que irei descobrir onde você mora!

-Colega... calma. Estou indo- disse, brincando-Só não me mate, chefe.

-Chefe tua vó. Ande logo.

Quando chegaram, Sherlock pagou o homem, relutante.

-Aqui estão cento e quarenta pounds.

O táxi sumiu e Sherlock olhou para a casa. "Nenhum policial na porta, estranho" pensou adentrando a casa. Mal tinha pisado dentro do ambiente, quando foi atingido por uma panela de fazer arroz. Uma mulher com os cabelos cheios de bobs estava segurando a panela, com força. Ela estava com muita raiva. Muuuita raiva.

-Dá o fora da minha casa seu imundo que não vale um tostão.

Holmes foi para fora da casa, com a cabeça doendo, quase sem uma moeda na carteira e confuso. "Aquele taxista maldito me trouxe para o fim do mundo e n tenho como voltar! Maravilhoso, simplesmente maravilhoso" pensou, ligando para Watson.

-Jonh? Pode vir me buscar? Estou na rua...

E foi assim que Sherlock Holmes ficou pobre (mentira) e caiu na armadilha de um homem qualquer.

Notas finais
"COMO ASSIM?!" vc deve estar se perguntando. É então... também n sei. Bom, tchau. Reviews talvez?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!