O Diário Dos Famosos
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Aiya POV:
Eu não sei o que se passou mas o meu irmão foi para o banco de traz e mandou me a mim e ao Luka para os bancos da frente, enquanto ele ficava no banco de traz com a Arice (acho que o meu irmão mandou com a cabeça em algum lugar ou ele está a sentir alguma coisa), bom eu deixei-os estar e olhei para o vidro a ver a paisagens que passavam rapidamente enquanto o carro andava.
Passado uma hora …
Saímos do carro, despedindo nos do Zero e do Luka.
Zero – A que horas é que vos vimos buscar?
Deus da Caparica o meu irmão está doente.
1º abraçou a Arice, coisa que ele nunca faz com ninguém (exceto quando tem segundas intenções, mas não com ela) não sei se me estou a fazer intender?!
2º deixou o Luka guiar o seu SWET, coisa que ele nunca faz (se cair em cima do carro uma pena, ele leva logo a porra do carro para a oficina).
3º agora está nos a perguntar a que horas saímos do treino?! É o que eu digo, eu não tenho uma família normal.
Aiya – Não é preciso, nos vamos a pé, a mãe percebe.
Zero – Está bem!
Arice – Obrigada por o de à pouco Zero.
Zero – Não foi nada. – disse demasiado calmo (minha Santa Mariza).
Luka – Então até logo!
Depois eles entraram no carro e foram embora e nós também, entramos na escola e fomos aos nossos cacifos buscar as malas, e entretanto a Arice voltou ao normal, aos gritinhos sobre o meu irmão a ter abraçado.
Depois fomos andando até que chegamos ao lugar em que cada uma ia para o seu pavilhão, acho que me esqueci de mencionar que eu e a Arice não praticamos apenas volley.
Eu pratico hip hop desde que era pequena, costumo ir todo o meu tempo livre treinar para um pavilhão que não fica muito longe da escola, os meus treinos com o professor e com o meu “grupo” ás minhas tardes livres que são nomeadamente à segunda e a sexta feira, mas eu fico muitas vezes sozinha no pavilhão depois do treino, as empregadas já me conhecem e alem disso os meus pais pagam o suficiente para eu poder lá estar até às horas que eu quiser (isto é a parte boa de ter uma família rica).
A Arice pratica ginástica rítmica com a bola e as fitas, ela também pratica desde pequena, só é pena não praticarmos as duas no mesmo pavilhão, o dela fica exatamente à mesma distancia do meu à escola só que no sentido contrário, e os pais dela também pagam para ela poder lá ficar a treinar até mais tarde, e a nossa vida é assim.
Quando cheguei ao pavilhão fui para o balneário equipar me, e depois fui aquecer, ainda era cedo, o treino começava às 18H00 e acabava às 19H30 (é claro que para mim nunca acaba a essa hora), eu comecei por correr umas quantas voltas ao pavilhão, depois alonguei até que todos chegaram e começamos a aula, às vezes a ginástica rítmica e o hip hop trocam de pavilhões, e hoje era um desses dias.
Durante a aula …
Luka … não sei porque que me estou a lembrar dele, mas porque será eu sou assim para ele, desde a primeira vez que o vi achei o LINDO, mas depois daquilo com a Arice comecei a detestar lo … mas também acho que fui um bocado exagerada, ele é primo dela tem todo o direito de lhe dizer o que quiser, eu detesto admitir mas ele tinha razão, ela às vezes é um bocado peixeira, mas mesmo sendo primo dela eu não admito que ninguém diga isso a ela (eu confesso que às também sou … mas raramente).
Em casa dos Kiryuu …
Luka POV:
Elas nunca mais chegavam e eu já estava a ficar preocupado … não é que eu me preocupe muito com elas, mas é perigoso andarem de noite sozinhas, sabe-se lá se não encontram um tarado pelo caminho que as --- … eu nem quero pensar, eu vou mas é buscar las.
Dirigi me para a porta e pelo que parece o Zero também ia sair, eu perguntei me durante alguns segundos para onde é que ele iria.
Hanna – A onde vocês os dois pensam que vão?
Zero – Cumprir o castigo mãezinha.
Hanna – Como assim?
Zero – Eu vou buscar las ao pavilhão.
Hanna – Fazes bem.
E eu aproveitei e assim que pus um pé fora a dona Hanna disse com um tom de voz assustador:
– E tu?
– Ainda não respondes te à minha pergunta.
Luka – Eu também vou cumprir o castigo, dona Hanna!
Hanna – Não me trates por dona, só Hanna.
Luka – Sim, Hanna, então até logo.
Saí de casa e assim que ia par montar me na minha mota de topo de gama, a parece o Zero de carro e diz:
– Vais buscar a tua prima?
Luka – Sim.
Zero – Queres boleia?
Luka – Ahh … sim!
Entrei no carro e fui o caminho todo a falar com o Zero, eu gostava dele, era um bom rapaz, tirando a parte de ele ser um pouco frio com as outras pessoas sem ser da família dele (somos parecidos nisso).
Quando chegamos ao pavilhão onde a Arice costumava treinar, vimos as luzes apagadas, eu fiquei tipo “ela já bazou”, mas logo de seguida o Zero cortou o meu pensamento.
Zero – É mesmo assim, não se nota mas dentro tens as luzes ligadas.
Luka — Tadinhos não têm dinheiro para mais.
Zero – É mesmo assim baka, o pavilhão tem mais luzes só que elas quando estão sozinhas só acendem uma pequena luz.
Luka – Ah, OK!
– Olha não te preocupes em vir me buscar depois, eu vou a pé com a minha prima pois eu quero falar com ela.
Zero – Tens a certeza?
Luka – Sim, não te preocupes.
Depois disso o Zero foi embora e eu estive meia hora a tentar abrir a merda da porta, a coisa que me apetecia fazer era mandar aquela porta po caralho, para não dizer outro palavrão, eu não gosto de esperar, sou muito pouco paciente, e este tipo de situações são as que me tiram do sério.
Mas com a pouca paciência que me restava tentei novamente abrir a porta, mas aquilo NÃO ABRIA E EU ESTAVA ME A PASSAR, por isso comecei a trepar, pois eu vi uma janelinha aberta, e por sorte se eu tivesse o azar de cair, não ia ter problemas pois sou um DEMONIO (graças ao meus pais).
Trepei aquela porcaria e não cai uma única vez, provavelmente o “rei dos demónios” estava comigo nessa altura, depois entrei pela janela e quando olhei para baixo vi …
Notas finais
O que será que vai acontecer?
Descubram no próximo capitulo ... =P
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