O Diário Da Pequena Ilha.
4 Capítulo 4
Notas iniciais
revelações nesse cap....
Eu estava lá, deitada no chão, coberto com neve, apenas o que eu conseguia ver era algumas arvores, meu corpo tremia e eu mal podia escutar as coisas a minha volta, eu estava com fome, cansada, meu corpo não se mechia, o frio me dominava, minha visão aos poucos embaçava e quando dei por mim, já não conseguia ver nada, minha visão se escureceu e perdi a conciência.
Brasil.... cade todo mundo, por que sempre me deixam sozinha?
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Quando abri meus olhos, estava em um lugar completamente diferente.
Era uma pequena cabana, com uma pequena janela e uma porta, poucos moveis, apenas uma cama onde eu estava deitada, uma cadeira e uma mesa.
A cabana era simples porem era confortavel e bem quentinha, me sentei na cama onde estava deitada, vi que minhas roupas que antes eu vestia estava sobre a cadeira, meus sapatos estavam em um canto perto da cama, senti meu rosto esquentar.
Olhei para as roupas que eu agora vestia, que concerteza não eram minhas, um casaco de pele, uma camisa preta bastante quente, uma calça cumprida marrom, como o casaco.
Olhei tudo em volta não havia ninguém lá, fechei meus olhos e senti meu coração apertar, aquele sentimento doloroso, aquela dor no meu peito, aquele sentimento que eu conhecia bem, que eu o senti apenas uma vez até agora.
''MEDO''
Medo de estar sozinha, de ninguém estar lá, medo de acabar assim, cade,cade.
''BRASIL cade você?''
Esses pensamentos me atormentavam, se eu pode-se se eu consegui-se começaria a chorar, por que todos me abandonam por que?
–Oh você acordo? — Uma voz tão doce e gentil, meiga como de uma criança invadiu meus ouvidos. — Que bom que você acordo, hehe.
Olhei em direção a porte foi quando eu o conheci, cabelos loiros tão claros que pareciam brancos, pele palida, rosto bonito e infantil, seus olhos roxos com um leve tom avermelhado, ele parecia ter 1,82, nunca havia visto um homen tão alto e bonito, bom e sem senso nenhum de moda, casaco bege, calça verde, cachecol rosa claro, mais não importava senti meu coração disparar, ao velo sorri de maneira tão natural e tão bela, com um toque frio e sombrio, ele era lindo de mais.
–Quem é você? — perguntei olhando seus olhos roxos.
– Sou Ivan, Ivan Braginski mais pode me chamar de Russia. — Ele sorriu.
Ele não era como eu havia imaginado.
–Eu sou a Ilha-Sul, viim no lugar do Brasil, visitar sua casa. — Fiquei um pouco confusa.
–Ahhhh seje bem vindo. — Ele se sento.
Nós dois permanecemos em silêncio por um tempo, até que ele se levantou, segurou minha mão.
–Vamos para minha casa, vai nevar muito essa noite é melhor isso para um lugar mais quente. — Ele sorriu de forma sombria, tão encantadora.
–sim. — Apenas concordei, peguei minhas malas e fui atras dele.
Ele trancou a cabana e fomos andando para casa dele, sabe não sou acustumada com homens e também , nunca fui de andar em neve, obs é terrivel, ela é bonita, mais no olhar do Russia fez ela ficar deprimente.
–Russia-Sama? — Droga eu o chamei.
–Hum... — Ele continuou a andar.
–AHHHH nada. — Continuei a andar.
–Como é a sua casa? — Ele olhou para o céu.
–Ensolarado, quente, muitas arvores e flores, muitos animais e plantas, um enorme mar vem me visitar. — Falei lembrando da minha pequena ilha, olhei para o Ivan que pareceu encantado com o que eu havia falado.
Observando o Ivan, não percebi o relevo no chão e acabei caindo, ele me olho assustado e perguntou.
–O senhor estar bem? — Ele me perguntou sorrindo, mais uma ves com aquela voz infantil.
–Senhor?! — Olhei para o lado. — Eu sou uma garota.
–Bom? — Ele me pego no colo e minhas malas junto -Eu nunca vi uma garota com um *****! — Ele me olhou um pouco assustado.
–Ham? Não é normal? — Olhei pra ele. — Mais o Brasil.... — Parei para pensar bem sobre tudo.
–Não que eu saiba. — Ele riu.
Foi ai que eu descobrir, meu nome é Angelino, sou a Ilha sul, nunca foi menina, Thomas eu vou te MATAR!!!!
–BRASIL ON-
Estava sentado no sofá assistindo TV e vendo futebol.
–Vai Vai, Chuta essa bola. — Ele se arrepio. — Que horro acho que algo terrivel vai acontecer. — Ele olhou para o jogo. — GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!
–BRASIL OFF-
Quando chegamos na casa do Russia conversamos um pouco, depois conheci alguns dois paises que mora com o Russia, nem sinal da Belaruss que bom, fui para o quarto que o Ivan me empresto, deitei na cama e fiquei pensando por qual motivo o Brasil havia mentindo pra mim todos esses anos, fechei meus olhos e acabei dormindo, tava muito frio e eu estava muito cansada para tomar banho antes.
Eu tive um sonho, Um sonho esquisito, eu estava do lado de uma menina identica a mim e nos dois estamos brincando, um homen matou a menina e me levou com ele e depois eu não me lembro de mais nada.
Me levantei ainda confuso e fui tomar banho, o dia estava muito frio mais dava para aguentar, me olhei no espelho e vi que relamente nunca fui normal afinal eu tinha um ***** pindurado em mim.
-Por que? .... AHHHHH! — fui para o quarto.
Peguei a roupa mais quente que eu tinha e sair do quarto, ainda estava com frio, por isso coloquei o casaco de pele novamente o Russia havia saido e eu estava sozinha na manssão do Ivan.
-E agora? — Olhei em volta.
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