O Deus de Sempre.
3 A aparição de um inimigo.
Notas iniciais
Fisher: -Pera, antes de começar esse capítulo, você não acha que deve umas explicações por não ter postado todo esse tempo Autor?
É...Eu acho que si—
–Você ainda diz “Acho”?! Fala sério, começa a se explicar aí.
Tá...Enfim, fiquei sem meu PC esse mês, na verdade acho que foi uns dois meses, mas foda-se, ele tinha dado um problema do caralho, eu até desanimei de escrever, mas agora voltei. Me desculpem por isso ;-;. Agora podem ler o capítulo em paz. Melhorou?
–É, bem melhor assim.
***
Logo após o intervalo os alunos foram liberados, sem um motivo aparente. Mas o que ninguém sabia era que o bichinho de estimação da diretora por algum motivo tinha perdido as unhas e os dentes.
Lily segue Birth e Fisher no caminho para casa, eles não percebem a presença dela, até que Birth chega na mansão, Lily fica surpresa, mas pensa que a casa é do Fisher, até que ele grita.
–Parece que ela tá maior! Isso é gigante! – Ele ainda não sabia o por que estava surpreso, pois já presenciou a vista das estrelas e nem por isso ficou tão empolgado.
–Eu moro aqui a 16 anos, posso dizer melhor que ninguém que ela continua a mesma coisa.
Logo Lily percebe que o verdadeiro dono da casa é Birth, ela fica mais surpresa ainda, também ficou se perguntando o por que de Fisher ter entrado na casa dele se ele tinha dito que acabaram de se conhecer. Mas ela já não ligava mais pra isso, ela volta pra casa dela, mas com a ideia de seguir a rotina de Birth, pra poder saber o que mais ele escondia dela.
***
–Ok...O seu colégio é muito estranho... – Disse Fisher meio traumatizado.
–Ué...Porque? – Perguntou Birth dando uma risadinha.
–Porque?!Você ainda pergunta?! Eu posso te dar 4 respostar pra isso! – Disse Fisher nervoso.
–Siga em frente. – Birth não conseguia não achar aquilo tudo engraçado, e mesmo com um deus ficando louco na sua frente ele conseguia manter toda a calma do mundo.
–Primeiro: Fêmeas enlouquecidas. Fala sério, elas não tomam nenhum tipo de calmante não? Se bem que eu acho que seria preciso de um calmante pra cavalo pra abaixar o fogo delas...
–Ué. – Birth estava segurando o riso.
–Segundo: tem gente lá grande demais pro ano que você está.
–Mas eu to no primeiro ano do médio...
–Eu vi pessoas na sua sala que parecem mais velhos que os professores.
–Tá...Talvez um pouquinho mais velhos...
–Os professores tem em média 30 anos.
–Tá, chega, continua com seus motivos.
–...Terceiro: Eles liberam os alunos mais cedo do que o esperado sem motivo aparente.
–E Isso é ruim?
–...Tá bom, deixa esse quieto. Mas o pior de tudo...
–Para de enrolar, fala logo.
–Tá tá tá...Aquela escola não recebe alunos novos a 6 anos, e o governo ainda não fechou ela, como isso é possível?
–Tá ai um ponto interessante.
–Eu te fiz uma pergunta.
–Você é o deus aqui, você quem deveria saber.
–Estou com preguiça de pensar sobre isso.
–Fala sério...
–Eu não brinco quando o assunto é preguiça.
–Mas achei que o assunto era a minha escola caótica.
–Cala a boca, você começou a me irritar.
–Tá, foi mal. E como depois de 20 minutos que eu chego do colégio mais cedo já são 11 da noite?
–Então...Digamos que já ta na hora de parar de encher linguiça e ir pro outro dia onde vai acontecer umas coisas interessantes pra essa história.
–Pera, como assim histó— Fisher faz Birth apagar na hora com uma magia.
–Bem, ele não vai lembrar disso amanhã, e é melhor assim.
***
–Hm...? – Birth acorda bocejando meio tonto.
–Dormiu bem? – Disse Fisher querendo rir.
–O que aconteceu? – Perguntou Birth
–Nada não, você só dormiu mesmo. E também, não sei como você consegue acordar tão cedo, sem despertador...Sem nada.
–Mas você já não estava acordado antes de mim?
–Eu sou um Deus, não preciso dormir.
–E eu sou rico, não preciso ir à aula.
–Seu cu.
–Você tá bem agressivo né?
–Sempre sou assim, mas preferi não ser mais relaxado com alguém que nunca vi na vida. Por mais que eu seja um Deus e não deva me importar com boas impressões ou algo assim.
–Tá bom então, um dia é o bastante pra você se soltar?
–Claro, não percebeu que em apenas um dia eu já dormi na sua casa?
–...Pera, nem me liguei nisso...
–(Mas é muito lerdo puta que pariu...)
–Que seja, não gosto que fique falando palavras de baixo calão na minha casa.
–Foda-se, seu filho da puta, eu falo a merda que eu quiser seu bosta.
–...Olha aqui amigo, eu não sou obrigado.
–Era só pra te irritar mesmo, hehe. – Disse Fisher com uma cara zombadora.
–Você definitivamente conseguiu...Cusão.
–Uau, não sabia que gente rica conhecia palavras tão baixas.
–Eu não gosto de dizer, não quer dizer que eu não saiba, dois dias naquela escola e você já aprende mais palavrão do que tudo.
–Não posso descordar, quando eu apareci por lá juro que ouvi alguém gritar “Fisher seu gostoso, me comeee”...E não era uma mulher.
–Nossa. De qualquer jeito eu tenho um lugar pra ir agora.
–Onde?
–Uma padaria aqui perto, eu costumo tomar o café da manhã lá.
–Então eu também vou.
–Espera, quem te chamou pra ir?
–Meu querido, acho que você não compreendeu o sentido da palavra “Deus”, eu vou basicamente onde eu quiser, entende?
–...Falou o fodão.
–Meh. – Fisher dá de ombros
–Eu vou indo. Se quiser vir, que venha.
***
No meio do caminho Birth faz uma pergunta a Fisher um tanto quanto imprudente. “Que tipo de Deus você é?”. Neste momento você presenciaria a cara de desespero de Fisher, e no mesmo momento em que tal pergunta avassaladora fora feita uma dimensão acaba de ser destruída por um grupo de átomos que sofreram modificações absurdas pelo desespero de Fisher, eles explodiram destruindo tudo que havia lá, a dimensão não era necessariamente grande, mas quem liga pro tamanho da dimensão a ser destruída por efeitos colaterais de uma pergunta idiota feita à um Deus cuja a importância é absoluta mas que mesmo assim é desprezado até por deuses de vasos de flores?
Claro que Fisher se recusou a responder esta pergunta, e desviou o assunto com outra pergunta, desta vez bem menos desesperadora, e bem mais ridícula.
–Já estamos chegando? Perguntou Fisher suando um pouco.
–Já chegamos pra falar a verdade. –
Birth entra na típica padaria que sempre ia todas as manhãs, Fisher entra logo depois. Eles se sentam e Birth já pede logo o de sempre, um copo de café e um bolinho. Fisher pede só um chá. Quem atendeu os dois dessa vez foi o marido da velhinha da padaria, ao que parecia ela havia saído pra comprar algo. Os dois terminam o café e logo quando vão pagar a conta a velhinha chega, percebe que Birth estava com um garoto e logo manda.
–Ah, eu sabia, você é gay! – Disse a velhinha da padaria orgulhosa por sua teoria ser real.
–Mas do que você tá falando?! – Disse Birth espantado.
–Ué, esse aí não é seu namorado?
–Mas é claro que não! Ele é só um amigo meu! – Disse Birt se segurando pra não discutir com a velhinha da padaria.
–Ah, qual é amor, não adianta ficar escondendo né? – Disse Fisher com um tom zombador com um sorriso maligno no rosto.
–Eu sabia! – Disse a velhinha da padaria ainda orgulhosa de sua proeza.
–Ah meu Deus---
–Oi? – Disse Fisher interrompendo Birth
–Não você, você já entendeu, mas por que até você entrou nessa agora?
–É divertido né?
–Claro que é, eu vou caminhar. – Birth sai andando irritado
–Ah, você não pagou a conta! ...Bem, eu não sei quanto é mas isso deve dar pra pagar. – Fisher tira do bolso um pedaço de diamante de uns 10 centímetros. – Isso é diamante, fiquem com o troco...Se tiver.
A velhinha da padaria para de rir na hora e arregala o olho. O marido da velhinha da padaria entra em um colapso interno pois não acreditava no que estava vendo.
Enquanto isso Fisher já havia ido atrás de Birth. E o que ninguém sabia até o momento era que Lily estava seguindo os dois desde o começo.
–Birth, você sabe que eu tava só brincando, não é motivo pra ficar irritado.
–Tá cara, já entendi. – Disse Birth meio estressado. – Espera, você tá ouvindo esse barulho estranho? Parece uma música...Super depressiva e melancólica, da onde tá vindo essa merda?
–Ah, é o meu celular, hehe, é o povo da dimensão dos Deuses me ligando, o que será que aconteceu lá dessa vez? – Fisher atende ao celular e recebe um comunicado de alerta, o pessoal da dimensão dos Deuses diziam que alguém estava querendo matar o Fisher, e que esse alguém já estava na dimensão em que Fisher se encontrava. – Espera, vocês estão me dizendo que Miguel está aqui?! – Disse Fisher um pouco preocupado.
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