Notas iniciais
Presente para Naluza atrasado em uma semana!
Feliz aniversário minha assistente-top-master!
Nas notas finais tem mais dedicatória, explicações sobre minhas atualizações e hiatus.
Também devo disponibilizar na página principal do Nyah e lá no Facebook minha agenda de atualizações.
Boa leitura! o/

“This ain't a song for the broken-hearted

Essa não é uma canção para os corações partidos

Nor silent prayer for faith-departed

Nem uma oração silenciosa para os que perderam a fé

I ain't gonna be just a face in the crowd

Eu não serei apenas um rosto na multidão

You're gonna hear my voice

Vocês vão ouvir minha voz

When I shout it out loud

Quando eu gritar isso bem alto:

It’s my life

Essa é a minha vida”

(It’s my life – Bon Jovi)

O Detento Gato

Por Andréia Kennen

Prólogo

“Estão indo pela Rio Blanco. Milo, Alde, podem encurralá-los na ponte? Câmbio”.

— Tenha certeza, Cam! — O homem fardado, detrás do volante, respondeu ao chamado do rádio com empolgação. — Deixe esses desgraçados com a gente. Vamos, Alde, vamos mostrar do que...

O entusiasmo do que falava diluiu-se, de repente, ao encarar o colega de trabalho ao seu lado e notá-lo despreocupado, jogando pelo celular com uma mão, enquanto segurava com a outra o copo de Milk Shake sabor morango, o qual sugava de forma barulhenta. No colo do amigo, estava repousado o balde tamanho família, cheio de ossos do que foram coxas de frango frito, as quais ele havia “detonado” como o “lanchinho” da noite.

— Alde? — chamou-o devagar, evitando deixar sua irritação transbordar.

— Hm?

Ao notar que o colega continuava desinteressado, permitiu-se elevar o tom de voz e deixar sua indignação transbordar.

— Você por um acaso ouviu a merda do rádio?!

— Pera, Milo. Estou quase passando dessa...

“Eles devem estar passando por vocês nesse exato momento. Milo, Alde? Conseguiram acompanhar? Câmbio.”

O Jeep Cherokee passou por eles feito uma bala, pulando em alta velocidade. Os gritos e o som de música alta dentro do veículo deixaram um rastro sonoro ao passar. Seria impossível não notá-los.

— Merda, Alde! Merdaaa! — praguejou o policial ao volante, ligando o carro depressa e desajeitado. — Coloca a sirene para fora! — gritou a ordem para o parceiro e deu marcha ré no carro, manobrando o veículo do acostamento para a estrada.

A próxima manobra feita pelo policial foi tão rápida que o carro derrapou e saiu cantando pneu, o balde da loja de conveniência, que estava no colo do parceiro grandão, voou, bateu no teto e espalhou ossos de galinhas para todos os lados, inclusive em cima da aba do quepe do homem ao volante.

— Ah! Eu juro... — ditou em tom de ameaça, trincando os dentes. — Eu vou matar você, Alde! — vocalizou em bom som a advertência, tirando o osso de cima da sua cabeça e jogando pela janela.

Mas o colega não demonstrou constrangimento.

— Mas a culpa é sua... você quem está ao volante.

— Cale-se e coloque a sirene para fora!

— Calminha, meu amigo, você está nervosinho hoje, hein? Já estou indo, estou indo!

— Não estou nervoso. Estou empolgado. Quantas vezes participamos de uma perseguição nesses nossos dias monótonos? Nenhuma, Alde. Nenhuma. E quando a oportunidade acontece você está aqui para me atrapalhar. Queria tanto estar com o Cam.

“Eu estou ouvindo isso, Miller. Não diga coisas nojentas. Eu não queria estar com você. Concentre-se no seu trabalho. Câmbio”.

— Tsc.

Alde abriu um grande sorriso, não se preocupava com as palavras ferinas do companheiro Miller, apelidado de Milo, era aquele tipo de cara, entusiasmado e apaixonado pela profissão, além de ser do tipo “bonitão” das garotas. Por isso que, quando ele se empolgava, dizia as coisas grosseiras sem pensar, mas sabia que ele não tinha intenção de ferir ninguém, porque conhecia o coração bom que o colega tinha, um homem que adotava desde um gatinho abandonado de rua, até uma criança, era certamente um homem bom. Se Camus não tivesse sido promovido a Delegado Administrativo, os dois continuariam sendo a bela dupla dinâmica que foram por tanto tempo. Então, estava fora de cogitação ele, Alde, ocupar o lugar que “Cam” — o apelido carinhoso dado por Milo — ocupou por tanto tempo. Havia determinado que teria seu próprio lugar.

“Estamos mandando reforços, iremos encurralá-los na saída da ponte. Preparem-se para a abordagem. Câmbio.”

— Certo, Cam! Já disse que te amo hoje?

Apesar de Alde ainda sentir uma pontinha de ciúmes, por mais estranho que fosse sentir ciúmes de dois caras, quando presenciava eles interagindo daquela forma tão íntima, mesmo estando separados.

“Concentrem-se no serviço. Câmbio”.

— Okay! — responderam os dois ao mesmo tempo. Milo, totalmente empolgado, Alde, nem tanto, mas sorria, divertido, contagiado pela animação do parceiro.

...

Dentro da Cherokee, o condutor tirou uma das mãos do volante e direcionou-a para o botão do aparelho de som, com a intenção de aumentar o volume, só então notou que o volume estava no máximo. A música alta é que não estava dando conta de abafar as vozes dos companheiros que não paravam de discutir e gritar entre eles.

— Estamos fodidos, caras! Fodidos! Vamos ser pegos! Merda, merda, merda! — gritava e praguejava o mais desesperado deles. O homem que tinha um moicano descolorido no centro da cabeça e olhos tão fundos que chegavam a ser cavernosos, dando-lhe um aspecto esquelético.

— Cara, porra, caralho! — O outro apertava a cabeça entre as mãos. — Não acredito nessa merda! Não acredito. A Elisa está grávida, caras. Se eu for pra cadeia agora ela vai descobrir que eu sou casado! Estou mais fodido que todos aqui!

— ‘Cê engravidou a porra da sua vadia de novo, Nachi?! — o moicano exclamou indignado. — Você é idiota ou o quê, seu puto?! Você já não tem quatro filhos com a Loren? Agora arrumou o segundo com a sua amante?!

— Ichi? — o motorista chamou, ao desligar o som do carro, fazendo sua voz sobressair e todos se calarem para encará-lo. Não só sua voz fora ouvida, mas o som gritante da sirene atrás deles ficou evidente.

O homem ao volante encarou os dois no banco traseiro pelo retrovisor, não precisava chamar atenção do parceiro ao seu lado, Geki já estava fixo nele.

— O que manda chefe?

— Você é o mais magro, saia pela janela quando chegar a hora, o Nachi te dará suporte. Eu vou tentar manobrar e ficar ao lado da porta do motorista. Os idiotas andam lado a lado dentro do carro, então não terá como o parceiro dele atirar. Acerte as rodas, esse é o único jeito de tirá-los da nossa cola.

Ichi pareceu incerto, mas Ikki era o cabeça do grupo deles e inteligente suficiente para armar um plano mesmo naquelas condições, tinha que confiar nele. Respirou fundo, tirou a arma do cós da calça e acionou o botão que desceu o vidro da janela.

— Vamos botar para quebrar! — assentiu, empunhando a arma.

Talvez não escapassem daquela vez, pensou o líder ao volante, mantendo-se sério e voltando a se focar na estrada enquanto acionava o rádio novamente, deixando que a voz do seu cantor favorito ecoasse dentro do ambiente e embalasse o ritmo da adrenalina que era injetada em cada fibra do seu corpo. Apesar de aparentemente calmo, adorava aquela sensação que fazia seu coração bombear de forma frenética. Na sua opinião, a sensação era até melhor que o prazer de uma boa foda. Sentia até mesmo seu membro enrijecer dentro da roupa apertada. Suspirou fundo, procurando manter a calma, seria vergonhoso se melasse as calças naquele instante.

Avistou a placa da ponte e entrou na contramão com tudo, aumentado a aceleração para fazer as ultrapassagens necessárias e escapar. Porém, o barulho infernal da sirene da polícia fazia com que os motoristas na ponte abrissem passagem ou parassem no acostamento, àquela hora da madrugada o fluxo de veículos era menos intenso. Manteve-se na pista da esquerda, obrigando a viatura tentar cercá-los pela direita.

Ouviram o som da voz do policial no megafone, certamente, pedindo para que encostassem.

— Coloquem as máscaras — demandou para os demais.

Apesar da máscara dele cobrir apenas metade do rosto e deixar seus olhos azuis a mostra, o líder do grupo não a havia retirado a sua em momento algum. A máscara era estilo “Baile de Carnaval Veneziano”, cujo o colorido e os adornos foram inspirados nas asas flamejantes de uma Fênix.

Geki colocou a máscara de urso que encobria o rosto completamente e Nachi a de lobo. Somente Ichi usava uma máscara feita de meia-calça feminina na cor branca, cujo o único cuidado que ele tivera fora abrir os buracos para os olhos, boca e o moicano.

— Agora é comigo! — falou Ichi empolgado, abrindo a janela e sentando-se no beiral, mirando a arma para a roda traseira da viatura. — As tá lá vista, panacas!

Houve o som pipocante de tiros, o estouro do pneu, som de derrapagem, frenagem, batidas, gritos, e até uma explosão.

...

O policial Miller abriu os olhos devagar, acostumando-os a claridade, até que a imagem do homem robusto diante dele ficou nítida, fazendo-o recordar do que havia acontecido e despertar por completo.

— Alde? — Sentou-se na cama. — E os bandidos? — sentiu uma forte tontura e uma dor latente no braço, onde um dos tiros havia passado de raspão.

— Boa tarde, primeiro, companheiro. É melhor ficar de boa. Você passou o dia tomando soro.

O colega tinha razão, sentia o corpo pesado, a cabeça rodopiando, principalmente ao ser carregada das lembranças da noite anterior.

— Ai, meu amigo, é verdade, minha cabeça tá girando... — concordou e recostou-se na cabeceira da maca.

De forma alguma iria voltar a se deitar, precisava de notícias urgente. Lembrava-se perfeitamente de ter perseguido o líder do grupo de assaltantes, que tentou escapar da perseguição deles causando um engavetamento na ponte, após o roubo da joalheria Séculos do centro da cidade.

— Diz, Alde, pare de fazer suspense, quando vamos receber nossas condecorações pelo nosso ato de heroísmo da madrugada?

— Tá mais fácil recebermos uma bela de uma suspensão. O capitão tá fulo pelos estragos.

— Ah, qual é — revirou os olhos. — Os caras estavam armados até os dentes. O que o Camus queria que fizéssemos? Você tá de brincadeira, não é? Prendemos os caras, Alde. Faz horas que estamos atrás deles.

— Pois é. Você conhece o capitão mais do que qualquer um. Ele apenas mandou o recado que queria nos ver assim que tivéssemos em condições.

— Tsc. Que saco. O Camus é pior que a minha avó — constatou, sorrindo. — E você, como está?

— Tranquilo. Sem nenhum arranhão. Você foi o único louco dessa ação, meu amigo, podia ter morrido indo atrás do chefão daquele jeito. Os caras que tínhamos pego acabariam delatando ele.

— Não, não, eu não podia deixar o maldito escapar, Alde. Ele era a peça preciosa do quebra-cabeça. Valeu a pena, não tô nem aí se o Cammy tá todo enjoadinho pelos estragos na viatura.

— “Perda total” você quer dizer, né, Milo? Aliás, foram quatro viaturas envolvidas no engavetamento, nove carros de civis e mais alguns estragos nas vias.

Os olhos claros do policial no leito se arregalaram, em preocupação, mas deixou o sorriso brilhar por fim.

— Aqueles idiotas não tinham nada que nos atrapalhar. Ou ao menos o Camus tinha que ter tido o bom senso de falar que estava mandando reforços. Como iríamos saber?

— Ele falou, Milo. Antes que começássemos a perseguição eu ouvi claramente ele falando que mandaria reforços.

— E você... bem que percebi que estava fingindo desinteresse, mas ‘tava ouvindo tudo muito bem, né, filho da puta?

— Olha a boca, meu amigo. Estamos no hospital — advertiu, e retomou o assunto em seguida. — Não tinha nem como não ouvir, quando entramos em conflito na ponte o capitão estava esgoelando pelo rádio para termos cuidado porque tinha viaturas do outro lado. Você que não quis ouvir.

— Sério mesmo?

O grandão assentiu.

— Seríssimo. Você é que é incorrigível, policial Miller. De qualquer forma, vamos deixar quieto por hora. Melhor eu deixar você descansar.

— Não, não, nem pensar. Chama uma enfermeira para mim, Alde. Vou pedir minha alta agora mesmo e ir para departamento. Eu vou pirar se ficar mais um minuto aqui sem saber a repercussão da nossa captura. Aliás, cadê meu celular? Vou dar uma bisbilhotada na internet. Talvez tenha até vídeos. Sempre tem alguém que grava esses grandes acontecimentos e joga no Youtube.

O grandão balançou a cabeça em negação, destravou o seu celular e jogou para o colega, seguindo em direção da saída.

— Fica com o meu. O seu deve estar no guarda pertences, e descarregado. Vou ver se encontro alguém.

— Encontre a mais peituda!

— Nem machucada você toma jeito, Milo.

No leito, Milo sorriu, animado, mordendo o lábio inferior enquanto acionava a página da internet do celular do colega e notando de cara que havia várias notificações do Facebook. Logo, imaginou que haviam postado algo na página do Departamento. Acessou as notificações sem pensar duas vezes e como imaginou havia mesmo uma postagem sobre a prisão de Ikki Amamya, o líder de uma facção criminosa especializada em grandes roubos, com uma imagem imensa dele de capa na primeira página. Olhou a quantidade de “curtidas” da reportagem e notou que o número era exacerbante, abriu um sorriso maior, certo que havia mesmo se tornado um grande herói.

“Eu sabia!” comemorou, enquanto descia para os comentários, que aliás, era um número tão exagerado quanto de “curtidas”. O coração passando a bater mais depressa, precisava saber o que estavam falando dele.

Porém, assim que leu os primeiros comentários, juntou as sobrancelhas, incrédulos no que lia.

A maioria dos comentários eram de mulheres e eram...

— “Será que posso ser preza com ele?”. Que assanhada, hein? — passou para o próximo. — “Gente, indo cometer um crime agora mesmo, será que terei a sorte de ser algemada ao lado desse homem?” — prosseguiu. — “Ele é mesmo um bandido, acabou de roubar meu coração”.

Não havia uma única menção sequer ao seu ato de heroísmo. Todos os comentários remetiam “a beleza” do preso.

A adrenalina do momento em que a situação ocorrera não o permitira levar aquilo em consideração, apesar de ter notado sem querer, assim que arrancou a máscara que encobria o rosto do bandido, que o cara tinha uns olhos puxados de um azul muito mais claro que o seu, quase transparente, o qual se destaca na face morena. Voltou a olhar a imagem central da reportagem, era foto tirada na delegacia, ele estava com uma cara séria, não do tipo “coitadinho arrependido”, mas do tipo “eu sou mal e foda-se essa merda”. Parecia até mesmo um daqueles modelos de roupas de grife. Mesmo assim, era irritante, não se conformou.

O companheiro de Milo entrou no quarto, atrás dele, a melhor enfermeira que havia encontrado, uma estagiária morena, de peitos não tão volumosos, mas com a parte traseira bem avolumada, exatamente o tipo que gostava. Mas viu o parceiro estranhamente “murcho” enquanto olhava atentamente para o celular.

— O que foi, meu amigo?

Milo voltou a atenção para o colega.

— Você viu isso? — apontou o celular do colega para ele mesmo. — Você viu o que estão comentando sobre aquele maldito que capturamos ontem?

— Ah? — exclamou a enfermeira, deixando transparecer uma clara excitação no belo rosto moreno que ela tinha. — Então foram vocês os policiais que prenderam o detento gato? Gente, eu também deixei meu comentário e a minha curtida na página. Que homem é aquele? É um desperdício ele ser preso.

— “Detento...gato”? — Milo repetiu a informação, entredentes.

— Sim! — ela continuou falando com empolgação, sem perceber que estava ajudando a inflamar a ira do policial acamado. — Esse é o apelido que ele está sendo chamado, parece que se tornou um viral na internet. A foto dele na página do Departamento de Polícia, se não me engano, foi compartilhada mais de 150 mil vezes nas primeiras horas do dia.

Alde olhou inseguro para o amigo, preparando-se, mentalmente, pela explosão que viria a seguir.

Continua...

Notas finais
Mais um presente de níver! O último desse ano, se não eu não consigo mais atualizar meus trabalhos. T^T

Era pra ter sido na sexta passada, a Nalu, minha assistente-master, já tinha me pedido um presente de níver, comecei a elaborar, mas parei, porque ela faz aniversário em uma época bem conturbada para mim, que é o final de mês (são todos corridos devido ao trabalho que desenvolvo, já que trabalho na área contábil, fazendo cálculo de pagamentos). O problema é que, fevereiro, é o pior mês do ano pra quem trabalha com isso, porque ele é um mês muito mais curto e até quatro dias as menos que os meses normais. Então, eu enfrento praticamente uma maratona todo ano nessa mesma época. Mesmo assim, tentei desenvolver esse trabalho que já estava na gaveta fazia alguns meses.

Agora, falando da fic. A ideia foi da própria Naluza, baseada em um fato que aconteceu de verdade há alguns meses atrás, que for curioso e quiser ler vou deixar o link aqui -> [link: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/06/detento-gato-faz-sucesso-em-pagina-da-policia-nos-eua.html]. Então ela me mandou a reportagem falando: Chefa, essa não daria uma boa ideia para uma fic?. Claro que na hora que li achei que daria uma super ideia. Como a Nalu e eu estamos ligadas pelos meus trabalhos em Cavaleiros do Zodíacos, evidentemente, a fic deveria ser de cavaleiros e ela sugeriu até mesmo o protagonista: Ikki. E eu amei, porque sou apaixonada pelo Ikki.

Fazia algum tempo que eu estava querendo escrever uma fic completamente em Universo Alternativo de Saint Seiya. Eu já fiz uma, mas que poucos conhecem, o nome dela é O Príncipe e o Plebeu e só tem postada no meu blog. Mas ela é tão fora do universo e é tão fantasia, que está mais pra original do que para fanfic, então, eu nem considero ela muito como fanfic de Saint Seiya. Por isso, vou considerar essa aqui como o meu primeiro trabalho em Universo Alternativo de Saint Seiya, e espero que gostem e me apóiem nessa nova empreitada. Porém, já quero deixar o alerta abaixo, sobre a questão de atualização.

Então, depois da explicação acima, quero deixar avisado que esse trabalho também é um dos trabalhos que estou postando o prólogo agora, assim como Cerejeiras Azuis, Conteúdos Proibidos, mas que ficará parado por um tempo. Porque depois dessa leva de presentes de aniversário e do Amigo Secreto da comunidade Olho Azul [link: http://oafanfics.livejournal.com] da minha colega Anita, eu vou me dedicar as atualizações dos trabalhos que tenho em andamento, porque pretendo finalizar pelo menos: Pintando O Sete, As Origens de Sebastian e Entre Sem Bater, esse ano ainda e só depois, dar continuidade a esses trabalhos iniciados como presente.

Até porque, depois de Pintando O Sete, quero começar a última fic da saga dos Sete, De Sete em Sete (já revelando o nome do trabalho em primeira mão) e depois de As Origens de Sebastian pretendo lançar a próxima original da saga, que será As Origens de Luke, e então retomar os trabalhos que irei deixar parados a partir de agora.

Bem, é isso! Obrigada por quem dedicar um tempinho para comentar. (:

Feliz aniversário atrasado, Nalu! Obrigada por ser essa assistente dedicada que me apoia com tanta paixão sempre. ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.