O Destino
2 Mirai
Notas iniciais
[ Ao anoitecer.. Mirai foi dar uma visita no Devil May Cry. Entrando no local, se encontrou com Lady, que já estava saindo do escritório. ]
- Olá Mirai!
- Olá Lady! Hmm já vai indo?
- Infelizmente, tenho alguns assuntos a resolver nos vemos depois, até mais.
- Ah... até.
[ Após a saída de Lady, Mirai olhou para a mesa ‘central’ e lá estava Dante, como de costume, sentado em sua cadeira e com os pés sobre a mesa. ]
- Mirai! resolveu visitar meu ‘lar’ hoje?
- Já fazia mais de uma semana que eu não vinha aqui, por isso vim hoje.
- Entendo.
- Onde esta a Trish?
- Não faço idéia, só me lembro de ter visto ela aqui hoje de manhã.
- hmm
[ A menina andou até um dos assentos do escritório e seguidamente sentou-se em um, próximo ao rapaz. ]
- Ne.. desde quando você esta sem serviço?
- Hum, isso já faz quase uma semana.
- Quase uma semana? Nossa... se você já falia com serviços, magina sem.
- Pois é..! (...) Falando nisso, como você consegue dinheiro?
- Faço pequenos favores, as pessoas da cidade e recebo trocados, como não gasto o dinheiro acabo juntando muito. Mais durante esses tempos, as pessoas não andam precisando mais de favores; meu ultimo trocado recebido, foi ha quatro meses atrás. E hoje você pegou o resto do dinheiro que eu tinha. (E duvido muito que você vai me pagar)
- Erm... que jeito estranho de conseguir dinheiro. (...)
[ Dante virou sua visão para o teto, com uma expressão pensativa. ]
- Desculpe a pergunta, mas por que você sempre vai aquela praça e fica lendo esse livro?
[ O livro de antes ainda se encontrava nas mãos da menina. ]
- Falta do que fazer.
- Tem certeza? As vezes você parece tão séria e insegura; quando lê esse livro ou quando termina de ler e fica pensando.
- Absoluta! É só impressão sua. (...)
- Sei...
[ De repente o telefone tocou, Dante com rapidez, bateu com um dos pés na mesa, fazendo o telefone sair do gancho e ir até sua mão. Após isso começou a conversar em voz baixa com algum individuo, Mirai sem nenhum interesse de ouvir conversas paralelas, ficou a fitar o escritório. Alguns minutos depois, o rapaz desligou o telefone; (o colocando de volta no gancho) assim se levantou pegando sua espada Rebellion e ambas armas, que estavam sobre a mesa. ]
- Mirai, nos vemos depois, vou me encontrar com Trish agora. Ah! Caso você saia do escritório, antes de eu voltar, feche a porta pra mim.
- Ok..
[ Com a conversa encerrada, o jovem saiu do escritório, deixando a menina sozinha. (...) Mirai suspirou olhando literalmente para o ‘nada’, pensando a respeito de muitas coisas, ao perceber repetiu aquela ação por quase 1 hora. Abriu o livro que ainda segurava e começou a lê-lo como sempre faz. ]
- SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDE!
[ Uma voz estranha ecoou pelas ruas, dando até para ouvir dentro do escritório. Mirai rapidamente fechou o livro e o deixou sobre o sofá, levantando-se e indo diretamente até a janela para assim, tentar ver o que estava acontecendo lá fora. ]
- A essa hora...
[ A menina olhou para o relógio na parede da sala, vendo que já era bem tarde (quase meia noite). O movimento das ruas estavam tão parados e vazios, logo não se ouvia mais o grito de socorro. Após isso, Mirai simplesmente saiu do escrito, deixando a porta um pouco aberta, e sem perder tempo correu em tal direção como se já soubesse de onde o grito viera. Assim entrou em um beco sem saída, onde encontrou 2 homens e 1 mulher. Um dos homens estava tampando a boca da mulher, em quanto o outro, estava segurando uma arma e apontando-a na vitima. A menina apenas fitava aquela cena, e logo sua presença era percebida pelo trio. ]
- ...
- Hein! Você, o que pensa que esta fazendo aqui? –Disse o homem com a arma na mão-
- (Pensei que só os demônios fossem ameaça aos humanos, mais parece que a própria espécie também é uma ameaça.)
- Esta me ingnorando sua pirralha?
- Fica frio é só uma criança, deve ter ficado paralisada de medo. haha
- É.. tem razão! Se esta com medo é melhor cair fora daqui, antes que eu resolva te matar.
[ Esta ingnorava o que ambos homens falavam, ficando apenas parada, com um olhar serio. Mirai então fitou melhor a face da mulher, e viu uma expressão de medo e pequenas lagrimas escapando dos olhos dela. (...) ]
- Que criança estranha... olhando bem... ela tem cabelos brancos! Será mesmo uma criança ou uma velhinha? Haha
- Solte-na
- Como é que é, menina?
- Creio que você não seja surdo.
- Criança insolente! Acabe com ela.
[ O homem apontou a arma na menina, e seguidamente apertou o gatilho mais de 3 vezes, quase rindo da situação foi surpreendido com a menina na sua frente segurando a ponta da arma. ]
- Sua mira é horrível, até uma tartaruga consegue desviar.
[ O estranho ficou paralisado com a cena, em quanto o outro rapidamente, soltou a mulher, a jogando no chão, e seguidamente atirando em Mirai, que com rapidez desviou dos tiros e atacou diretamente com um soco na face do homem. O mesmo, caiu no chão, e logo o outro (de volta ao estado normal) começou atirar novamente na mesma. A mulher que via toda a cena tremia no chão se encostando na parede, em um piscar de olhos tudo que ela viu, foi os homens caídos no chão e a menina de pé olhando para ambos. (...) Mirai então virou sua visão para a moça, mais após fazer isso, um tirou atravessou seu braço esquerdo, fazendo sangue escorrer e pingar no chão. Esta virou sua visão de onde venho o tiro, e deparou com um dos homens apontando a arma para ela, tremendo. ]
- V-Voce.. n-não é h-humana...
[ O medo do homem era totalmente visível, falava aquilo quase chorando. Mirai sem dizer nada, pisou na cabeça do estranho até fazer ele desmaiar. Com isso, ela voltou sua visão para a mulher, se aproximando. Mais ao fazer isso, a moça colocou os braços sobre a face, em quanto tremia e tentava ir para trás, o que não era possível pois estava encostada em uma parede. ]
- Você esta bem, moça?
- NÃO SE APROXIME, SEU MONSTRO!!!
- ... (Monstro?)
[ A moça gritava aquilo com lagrimas pingando no chão. ]
- VAI EMBORA!!!
- ...
[ Mirai olhou para seu sangue escorrendo, e sem reação, voltou sua visão para a mulher. ]
- VOLTE PARA O LUGAR DE ONDE VENHO!!!
- ...
[ A menina virou-se de costas, sabia que aquilo não chegaria a nada, talvez fosse melhor deixar a moça sozinha. Com sua ação decidida, ela saiu andando para longe daquele beco, assim voltou para Devil May Cry, notando a porta aberta, porem nem quis pensar a respeito, ao entrar no escritório sentou-se no sofá onde deixou o livro. ]
Voltar para o lugar de onde eu vim? Tsc.. como se fosse possivel. (...)
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