Notas iniciais
espero que gostem.

Simon Cowell.

A morena na minha frente, tinha um rosto surpreso e assustado.

_ Então, você matou ele ?

Ellen estava sentada na minha cama ainda tentando processar o fato que eu mesmo acabará de lhe contar, ela era mulher do Andrew e também minha amante, eu precisava de alguém de dentro da casa do imbecil pra saber de informações antes de matá-lo.

Me levantei e fui até a geladeira mim servindo de um pouco de água.

_ Pois é, digamos que ele mexeu onde não devia.

_ Simon — ela sussurrou.

Fui até ela e sentei do lado dela.

_ Sim, querida ?

_ Você vai me matar também ?

_ Talvez.

Ela não disse nada mas lágrimas já desciam do seu delicado rosto.

_ Eu não vou contar a ninguém, eu prometo, por favor, Simon.

_ Oh! Darlling, sempre tão sensível — eu disse enquanto alisava com as minhas mãos, o pescoço dela — sabe eu poderia matá-la agora, apenas precisaria colocar um pouco mais de pressão nas minhas mãos no seu pescoço.

_ Simon ...

_ Xiii, Não diga nada, é adorável quando está calada.

_ Mas eu preciso ...

_ Não á matarei, por enquanto, pelo menos.

Me levantei e a puxei comigo.

_ Mais um erro seu e já era, entende ?

Ela assentiu.

Beijei ela que ficou um pouco insegura mas depois acabou cedendo.

Jonas Marra.

Eu nem conseguiria acreditar, eu estava lá montando o Bro, o meu computador, meu, só meu.

O meu primeiro feito, que iria não só mudar a minha vida mas a da tecnologia, eu sabia que o Bro é um grande projeto, pena quem nem todo mundo confiava em mim, faltava muita coisa ainda mas em breve ele estaria pronto pra usar, pra ser vendido e pra mudar a minha vida.

De repente meus pensamentos voaram pra noite de ontem, mas precisamente pra morena que acabei encontrado na praia, ela tinha um sorriso lindo e me apertava o coração de vê-la triste, me olhei no espelho que tinha na minha frente e caramba, eu tava sorrindo que nem um idiota afim de uma garota no colegial, mas logo veio na minha cabeça a Sandra e o fato das duas serem irmãs, concerteza era roubada também.

João Monteiro.

_ O QUE ?

_ Sentimos muito, senhor.

_ Ok, é eu vou levá-los, até a porta — disse indo até a principal entrada da minha casa, acompanhado de dois policiais.

_ O que aconteceu ? — minha mulher disse descendo as escadas.

_ O Andrew, ele ... ele se suicidou, Laura — disse suspirando e sentando no sofá.

_ Como assim ? o Andrew ? Meu Deus.

_ Os seguranças o encontraram morto no quarto dele, um tiro na cabeça, ele estava com a arma na mão, não tem vestígios de invasão nem nada na casa, até porque o alarme teria soado sem alguém não permitido tivesse entrado, mas a polícia vai fazer uma perícia na arma e na casa outra vez, mas quase não há dúvidas de que se trata de um suicídio.

_ E a Ellen ?

_ Ta viajando, não deve nem saber o que ta acontecendo aqui.

Laura Monteiro.

Estávamos no enterro do Andrew, não tinha muita gente, a polícia confirmou que realmente foi um suicídio.

Eu e João, Sandra e Led, Verônica e Alice, Ellen e suas irmãs, uns quatro amigos próximos ao Andrew e alguns empresários estávamos acompanhado o enterro dele, ele não tinha ninguém da família, era sozinho exceto pela mulher dele, mas não tiveram tempo de ter filhos.

Olhei pro fundo e me surpreende a ver uma figura desconhecida, ele estava perto de outras lapides, estava de costas, a única coisa que eu conseguia ver é quem ele usava um sobretudo masculino preto, tinha um corte de cabelo crewcut militar, era alto e me parecia atraente.

Luiz Edmundo Diniz.

Eu estava na casa dos pais da Sandra, depois do enterro, resolvemos jantar todos juntos, ela tinha ido lá pro quarto da irmã, falar sobre coisa de mulher e como sempre seu João me prendia lá embaixo pra conversas sobre negócios mas hoje o clima tava tão tenso que ele nem mim impediu quando eu soube as escadas indo em direção ao quarto da Verônica pra falar com a Sandra.

Cheguei lá e resolve ver sobre o que elas tanto conversavam, sei que é errado mas a minha curiosidade é maior que tudo, não tinha ninguém no corredor, coloquei o meu ouvido na porta e comecei a ouvir.

_ Espera, você traiu o Led ? — era a voz da Verônica.

_ Foi a primeira vez que isso aconteceu, eu juro que tentei fugir daquela atração mas não deu.

_ Quem é esse cara, Sandra ?

É sua vadia quem é o vagabundo ?

_ Não importa, acabou, foi duas vezes e acabou.

_ Como ele é ?

_ Por favor.

Essa cachorra me traiu, mas eu vou descobrir quem é esse pilantra e vocês dois terão o que merece.