Após o beijo, Cássio continuava sédulo e brincalhão, sem tocar no assunto, o que a fez espelhar o comportamento.

— Passei suas roupas e guardei. — Adriana informou, sentada em sua cama vendo televisão.

— Valeu, essa semana emendei os turnos no hospital e no bar, tô morto. — Cássio suspirou, deitando-se com a cabeça no colo dela.

— Vai dormir na sua cama. — comandou, mas já começava o cafuné.

— Aqui é mais confortável. — O rapaz ronronou. — Quer deitar?

Adriana assentiu, encaixando-se nos braços dele: — Obrigada por me deixar deitar na minha cama.

Ele riu, beijando-a na testa.

— Só porque você é meu travesseiro favorito.