Notas iniciais
Oi gente! Estou de volta! Bom, ontem o Nyah trollou geral né? Resolveram fazer manutenção em pleno domingo chuvoso. É nessas horas que dá vontade de matar, mas enfim, espero que gostem desse cap porque eu particularmente ADORO! Boa leitura!

Nós saímos e ficamos esperando na porta Emmet ir buscar o Jipe.

— Quer ir comigo ou prefere ir de carro? – Edward perguntou.

— Quero ir contigo. – Respondi.

— Vou buscar o Trovão.

— Eu também. – Respondi.

Avisei a Rosalie e Alice que iria com Edward e elas me lançaram aquele olhar maldoso. Fui atrás dele até o estábulo e ele parou de frente para Trovão.

— Eu posso ir com o Hércules? – Perguntei.

— Melhor não Abelhinha, o Hércules é um cavalo muito arisco e por mais que você já esteja conseguindo montá-lo sem cair, ainda não tem total controle sobre ele, não é uma boa andar na pista, porque se ele se rebelar pode entrar na frente de algum carro.

— Você está certo, vou pegar mais intimidade com ele antes de me atrever a andar na rua.

Edward pegou a sela e começou a colocá-la em Trovão.

— Todos ficaram muito impressionados porque eu consegui te tirar de casa. – Eu disse.

— Eles acham que eu sou um bicho do mato.

— Eu também. Você só sai pra namorar e mesmo assim porque sente necessidade.

— Eu também saio pra fazer compras e beber um pouco quando recebo meu salário.

— Isso não te torna o senhor sociável.

— Eu não vejo graça alguma nas pessoas, todas tão estúpidas, com suas necessidades estúpidas e seus assuntos estúpidos, eu só vou à faculdade porque gosto do que estudo. Tenho duas pessoas na qual eu converso um pouco no intervalo e peço a matéria quando perco. Todo o contato humano que eu preciso eu tenho aqui, com minha irmã, meu cunhado e meus sobrinhos, quando preciso de alguma companhia feminina eu procuro pela faculdade mesmo, mas agora estou de férias, então tenho que ir até a cidade, mas é apenas por isso.

— Você não gosta de pessoas?

— Sei lá, a maioria delas só chega perto de você porque quer alguma coisa, eu não gosto de gente assim, por isso amo tanto os animais, eles são puros e quando gostam de você é pra valer, prefiro mil vezes estar com eles a ficar horas em um local cheio de gente vazia.

— E naquele dia? Você estava no aniversário da rainha do milho.

— Porque eu já fiquei com ela algumas vezes e ela insistiu muito pra que eu fosse. Já fazia mais de uma semana que eu não pegava ninguém, então resolvi dar uma passada lá pra ver o que conseguia.

— E conseguiu ficar com alguém?

— Não, eu fiquei encantado demais com uma abelha raivosa, mas quando tentei me aproximar acabei tropeçando e derramando cerveja nela que me tratou mal, eu poderia ter partido pra outra, mas eu não consegui tirá-la da cabeça.

— Sério? – Perguntei sorrindo e olhando para o chão, sentindo minhas bochechas corarem.

— Eu sei que não faz sentido e não é tem nada a ver, mas os animais que eu mais gosto são os rebeldes, porque a rebeldia deles me instiga a domá-los, acho que serviu da mesma forma com essa Abelhinha linda.

Ai meu Deus! O cowboy estava flertando comigo. E eu estava gostando. Eu tinha vontade de ir até ele e beijá-lo, mas é claro que me contive, a final eu era uma menina que gostava de flertar, as coisas não eram tão fáceis assim comigo, ele teria que tomar a iniciativa, mas antes mesmo que eu pudesse responder qualquer coisa Emmet apareceu no estábulo.

— Atrapalho? – Perguntou percebendo a tensão entre nós.

— Claro que não Emm, pode falar. – Eu disse.

— Eu vim perguntar se vocês querem que a gente espere por vocês pra ir ou se é pra irmos na frente.

— Pode ir na frente. – Disse Edward. – Eu sei que você gosta de correr e apesar do meu Trovão ser muito resistente e veloz eu tenho certeza que não consegue competir com um Jipe, não se preocupe conosco, a gente chega logo depois.

— OK. Até logo então.

— Até logo.

Emmet saiu e Edward terminou de celar Trovão o tirando do estábulo em seguida. Ninguém falava mais nada depois do que foi dito por ele, eu estava sem graça, porém não acreditava que ele também estivesse. Eu tinha certeza que todo esse silêncio da parte dele era só porque não tinha nada pra falar mesmo.

— Você queria cavalgar não queria? – Ele perguntou.

— Sim.

— Então suba, vamos cavalgar juntos.

— Legal. – Eu disse empolgada.

Subi em Trovão sem sua ajuda, ele era mais manso que Hércules, mas era visível que foi um cavalo lapidado.

Edward montou atrás de mim.

— Segure as rédeas.

Fiz o que ele mandou e Edward apoiou o queixo em meu ombro e segurou minhas mãos, me ajudando a guiá-lo para fora da fazenda.

— O Trovão já foi um cavalo tão selvagem quanto o Hércules? – Perguntei.

— Tão selvagem quanto o Hércules? – Perguntou rindo. – O Trovão é o cavalo mais arisco que eu já tive o prazer de conhecer. Foram meses até que ele ficasse assim. Nunca tive tanto trabalho pra domar algum animal, por isso ele é o meu favorito, ele não deixa ninguém que não esteja comigo montá-lo, esse cavalo é mais fiel do que um cachorro e eu amo animais fieis.

— Será que o Hércules vai ficar assim comigo também?

— Sim. É só você não desistir dele, porque ele realmente gosta de você e isso já é um bom começo.

— Como você sabe que ele gosta de mim?

— Só tem quatro dias que você começou com ele e já está conseguindo montá-lo. Primeiro que se ele não fosse com a sua cara você nem conseguiria tocá-lo.

— Nossa.

— Pois é. O Trovão também gostava de mim e foi fácil domá-lo, o problema é que ele gostava demais, eu não podia levar ninguém comigo que ele fazia de tudo pra derrubar essa pessoa, isso que demorou mais pra tirar dele.

— Hum.

Edward e eu fomos o caminho todo assim, abraçadinhos e eu estava sentindo arrepios por toda a espinha, ainda mais com a mão quente dele sobre a minha, sua respiração forte e ritmada em meu pescoço e seu corpo atrás do meu completamente colado.

Não demoramos para chegar até o bailão, e ao chegar Edward desceu primeiro e eu fui logo em seguida, lá tinha um local específico onde as pessoas guardavam seus cavalos, e Edward foi guardar o dele, eu o esperei na porta e ele veio logo em seguida, nós entramos e logo avistamos o pessoal que acenou para a gente. Fomos até eles e nos sentamos nos lugares que eles reservaram.

— Vocês demoraram hein. – Disse Emmet.

— Huuuuummmmm. – Alice, Rosalie e Jasper disseram e todos riram.

— Não foi nada disso. – Disse Edward. – A Abelhinha veio cavalgando e ela ainda é nova nisso, então não corremos.

— Abelhinha? – Rosalie perguntou confusa.

— É gata. – Disse Emmet. – O Edward chama a Bella assim.

— Own, que fofos!

— Mas o motivo não é nada fofo Rose. – Eu disse.

— E qual é?

— Diz ele que é porque eu sou uma abelha raivosa. – Rosalie gargalhou.

— É amiga, você tem seus momentos de Abelhinha mesmo.

— Momentos? – Edward perguntou com os olhos arregalados. – Com ela é o tempo inteiro!

— Cala a boca. – Eu disse batendo em seu braço.

— Tá vendo?

— Vamos dançar? Hein Bella? Vamos mover esse esqueleto. – Disse Rosalie empolgada.

— Ai Rose, daqui a pouco. Já ralei bastante hoje, estou cansada. – Eu disse.

— Você já foi mais resistente hein. Lembra quando a gente ficava o dia inteiro treinando as coreografias.

— Coreografias? – Perguntou Emmet confuso.

— Sim, nós somos líderes de torcida, a Bella é a chefe e eu a base.

— O que a chefe e a base fazem?

— A base é que faz todo o serviço pesado, quem fica em baixo da pirâmide, que fica atrás nas coreografias, é a parte mais bruta da dança e a chefe é a que fica no topo de tudo e em destaque nas coreografias, geralmente é a que dança mais. – Disse piscando para mim e eu sorri. – Quando a treinadora falta é ela quem comanda tudo, é a que representa todas nós caso alguém tenha que falar alguma coisa. É basicamente a líder mesmo.

— Viu Cowboy? Sou uma abelha rainha. – Eu disse a ele que sorriu.

— Só quero ver se dança isso tudo mesmo. – Disse me provocando.

— É claro que danço.

— Então me prova.

— Ih, desafiou. – Disse Emmet colocando pilha.

— Eu até poderia fazer isso, mas não sei dançar country.

— Uma boa dançarina encara qualquer parada.

— Então vamos lá, vou te mostrar como posso dançar qualquer coisa.

— Vamos. – Disse se levantando.

chattahoochee — alan jackson

Nós fomos até o centro da pista de dança, antes de fazer qualquer coisa prestei bastante atenção em como as meninas ao redor estavam dançando e comecei a imitar os movimentos, Edward também começou a dançar e eu tinha que confessar que ele mandava bem, em pouco tempo eu já estava familiarizada e nós já dançávamos como dois profissionais chamando atenção de todos ao redor. Logo Emmet e Rosalie já estavam na pista perto da gente e até Alice e Jasper vieram, nem digo por Alice, porque ela é muito serelepe, mas por Jasper, quem diria que aquele nerd podia dançar? Ainda mais country!

— Você dança muito bem Abelhinha. – Disse Edward enquanto dançávamos.

— E você também Cowboy, minha mãe sempre me diz “Nunca confie em um homem que dança!”.

— Eu nunca disse que era digno de confiança. – Disse com um sorriso malicioso e em seguida me puxando para seus braços, o que fazia parte da dança.

Nós dançamos a noite inteira e foi muito legal, até uma hora que olhei para o lado e não vi mais Jasper e Alice.

— Rose, Emm. – Eu disse os chamando e eles pararam de dançar para me encarar. – Cadê o Jasper e a Alice?

Eles olharam em volta e fizeram uma expressão confusa.

— Não sei. – Rosalie respondeu.

— Vamos atrás deles. – Disse Emmet.

Nós quatro saímos em busca dos dois e surpresa foi a de todos ao chegar aos fundos do grande galpão onde estava rolando toda a festa e vê-los aos beijos.

— Alice! – Disse Emmet gritando e assustando a todos, inclusive ao novo casalzinho sensação.

— Emmet. – Disse ela com os olhos arregalados.

— Deixa só a mamãe saber que estava aos beijos com esse menino que acabou de conhecer, ela vai te matar.

— Emm, por favor, sem exageros tá bom? – Disse Rose tentando acalmá-lo. – Nós não viemos aqui pra nos divertir? Pois então, deixe que eles também aproveitem a festa.

— É. – Eu disse incentivando também. – A Alice não é mais nenhuma criança, sabe se cuidar sozinha. Vamos voltar lá pra dentro e deixá-los a sós.

— De jeito nenhum. – Disse Emmet. – Vocês podem até ficar, mas lá dentro, onde tem pessoas ao redor, aqui é quieto demais, podem entrando.

— Ai Emmet, ninguém merece hein. – Alice disse emburrada passando por nós enquanto puxava Jasper pela mão.

— Olha a birra hein menina. – Disse Emmet.

— Vamos entrar agora? – Edward perguntou.

— Vamos.

Nós entramos e nos sentamos à mesa para descansar um pouco, Alice e Jasper pareciam ter perdido toda a vergonha porque não paravam de se agarrar, enquanto Emmet e Rosalie ficavam cochichando entre si e passando a mão no rosto um do outro.

— Bem que eu te falei. – Eu disse a Edward.

— O que?

— Se você não viesse, eu estaria sozinha agora.

— É verdade. – Disse sorrindo. – É só por isso que quis que eu viesse?

— Não.

— Por mais o que então?

— Pela sua companhia também. – Eu disse mordendo os lábios em seguida, fazendo com que ele olhasse fixamente para eles.

— Você gosta da minha companhia é? – Perguntou com aquela voz sedutora e fodidamente sexy.

— Eu nunca vou admitir isso em voz alta. – Eu disse sorrindo.

— Tão orgulhosa essa Abelhinha.

— O pior é que eu sei disso. – Eu disse sorrindo.

— Edward! – Disse alguma pessoa do sexo feminino com uma voz estridente, não me surpreendi ao olhar e ver de quem se tratava. A rainha do milho.

— Oi Tânia. – Disse Edward.

— Não te vejo desde o dia do meu aniversário e, aliás, por que você não me esperou? Pensei que você ia me dar um presente no fim da festa. – Disse com uma maldade evidente em seu tom de voz.

— Eu não estava muito bem naquele dia.

— Hum, é que você quase não aparece por aqui, só vive enfurnado naquela fazenda, quando você vem, eu quero que me procure.

— Eu sei, é que estou muito ocupado com os afazeres de lá.

— Quer que eu te espere até mais tarde hoje? – Mas que garota inconveniente! Não está vendo que o caipira está acompanhado? E pior, tá na cara que ele está tentando a todo custo fugir dela. Por que não se manca?!

— É que estou acompanhado. – Toma! – Ah, esqueci de apresentá-las, Tânia essa é Abe... Bella, e Bella essa é a Tânia.

— Prazer em conhecê-la. – Disse com o tom mais irônico que já ouvi estendendo a mão para mim.

Eu apenas sorri na mesma ironia para ela sem me dar ao trabalho de estender a mão.

— Oi. – Foi o que eu disse.

— De onde você é? – Perguntou abaixando a mão.

— Los Angeles, Califórnia.

— Hum, muito bom. – Disse debochada. – Uma menina da cidade. O que a trás aqui?

— Minha mãe me obrigou a vir passar três meses com o meu pai.

— E quem é o seu pai?

— É o Carlisle, dono da fazenda onde o Edward trabalha, marido da irmã dele.

— Ah sim, sei quem é. Seu pai tem uma bela fazenda.

— Como sabe?

— Ora, Edward já me levou lá várias vezes, bom, eu tenho que ir agora. Edward se quiser me encontrar é só me procurar por aí, só vou embora quando o bailão acabar.

— Eu não vou te procurar hoje Tânia, não espere. Quem sabe outro dia?

— Tudo bem, estou indo.

— Tchau.

Tânia saiu e eu olhei para frente, ignorando Edward, eu me sentia ridícula por estar incomodada, eu era tão superior àquilo tudo, nenhuma daquelas pessoas tinha a metade da popularidade que eu tinha, então eu não devia me importar com nenhum desses caipiras.

— Abelhinha? – Disse sussurrando perto o suficiente para eu sentir seu hálito de hortelã.

— O que?

— O que houve? Você mudou depois que a Tânia apareceu.

— Eu não gosto dela e não gostei do tom de deboche que ela falou comigo.

— Não ligue, ela é assim mesmo, está se sentindo ameaçada porque você é nova aqui, mais nada.

— Eu não acho que seja isso, porque a Rose também é e em momento algum eu a vi olhando torto pra ela.

— Porque você estava comigo e ela tem essa paixonite por mim desde os quinze anos. Nada que você deva se preocupar.

— Mas você também fica dando confiança.

— Eu?

— É, você ela perguntou se você não ia encontrá-la mais tarde e você disse que hoje não, mas quem sabe um dia?

— Foi só pra não ser grosso.

— Ah é? Porque não foi o que pareceu.

— Vem cá. – Disse em um tom divertido. – Você está com ciuminho é?

— Claro que não. – Eu disse como se fosse óbvio. – Não seja absurdo!

— Tem certeza que estou sendo absurdo?

— Sim, agora eu quero ir pra casa.

— Mas já? – Perguntou sorrindo.

— Sim, eu quero ir pra casa agora.

— Ah, eu não sei se quero ir.

— Então eu vou pegar o seu cavalo e ir.

— O Trovão não vai deixar você montá-lo sem mim, ninguém consegue montar nele sem a minha presença.

— Então vamos embora, por favor, Edward. Essa porcaria de bailão acabou pra mim, eu só quero ir pra casa.

— Ah, tá bom, vamos então. – Disse Edward levantando.

— Gente. – Eu disse, mas ninguém me deu atenção. – GENTE! – Gritei e então todos olharam. – Edward e eu vamos embora.

— Huuuuuummmmm. – Todos disseram em coro.

— Tchau pra vocês. – Eu disse me virando para sair e Edward sorria.

Nós saímos e eu esperei na porta enquanto Edward ia buscar o cavalo.

— Oi Bella. – Disse Tânia chegando ao meu lado com duas amigas.

— Oi.

— Olha só, é o seguinte, fique bem longe do Edward, senão vai se ver comigo.

— Ah é? E se eu não ficar? Você vai fazer o que hein ô caipirinha de quinta?

— Olha bem como fala comigo, lá onde você mora pode até ser alguma coisa, mas aqui quem manda sou eu.

— Só se for nesse bando de xucros, porque em mim você não manda porcaria nenhuma. Fica aí crente que é gatona, mas não tem um pingo de noção de moda e sensualidade, nem sabe andar direito, vê se aprende a ser gente pra depois vir cantar de galo garota. Agora vaza que o Cowboy já vai vir me buscar.

— Olha só... – Ela começou a dizer.

— Vamos Abelhinha. – Disse Edward chegando o nosso lado com o Trovão.

— Vamos. – Respondi.

Fui até ele e subi em sua frente no cavalo, olhei para Tânia e joguei um beijo. Edward segurou minhas mãos novamente e apoiou o queixo em meu ombro. Nós saímos deixando a metidinha com a sua corja de caipiras cafonas pra trás. Não demoramos muito para chegar e eu fui junto com Edward guardar Trovão no estábulo e ele olhou para mim.

— O que foi? – Perguntou me olhando. – Por que está agindo assim?

— Aquela estúpida veio falar besteira pra mim quando você foi buscar o cavalo.

— Abelhinha, apenas ignore. Finja que ela não existe e ela não mexe mais contigo.

— Eu não consigo ignorar, quando vejo já estou falando.

— Só esqueça. – Disse vindo até mim e me abraçando. – Você vai trabalhar comigo amanhã?

— Huhum. – Eu disse me aconchegando em seus braços.

— Que bom, porque senti sua falta ontem à tarde quando foi buscar seus amigos com a Alice e o Emmet.

— Eu também senti falta de trabalhar contigo.

Senti uma das mãos de Edward que estava nas minhas costas passear por ela, trilhando uma linha de fogo por onde quer que passasse e logo depois senti seus lábios quentes em minha testa, respirei fundo e ele abraçou ainda mais forte. Foi então que percebi o quão íntima era a situação.

— Cowboy, já está tarde, eu vou embora. – Eu disse me afastando de seus braços.

— Tudo bem, eu te levo até a porta da mansão.

— OK.

Edward segurou minha mão e nós fomos assim, até a porta da casa de Carlisle.

— Bom, essa é a minha deixa. – Disse ele. – Até amanhã.

— Até amanhã. – Respondi sorrindo.

Edward puxou minha mão fazendo com que meu corpo chocasse contra o seu, segurou minha nuca e me deu um selinho.

— Boa noite Cowboy. – Eu disse enquanto sentia minhas pernas trêmulas.

— Boa noite minha Abelhinha. – Disse saindo enquanto eu apenas observava ele desaparecendo pela enorme fazenda.

Subi até meu quarto segurando em cada local que passava para não cair de tão nas nuvens que eu estava. Edward tinha me roubado um selinho e ainda por cima disse “Minha Abelhinha” quando se despediu, mas por que eu estava tão feliz? Era certo se sentir assim? Não podia ser.

Fui direto para o banheiro, tomei um banho e me deitei nua na cama me enrolando nas cobertas, eu mal via a hora de vê-lo novamente.

Notas finais
Oi galera! E aí? Gostaram? Bom, quem ainda não passou no meu blog sinta-se a vontade. Já que o Nyah tava em manutenção e eu não tinha nada pra fazer, dei uma arrumada nele ontem, agora tem os links das minhas redes sociais e tal, mas quem quiser me add no face, avisa por MP antes, porque não aceito ninguém sem saber a procedência, enfim, o blog não tá muito bonito porque não sei arrumar essa merda, mas mesmo assim a intenção é o que vale né? Quem quiser que eu divulgue alguma fic lá é só pedir. Em breve vou colocar todas as recomendações que eu já fiz no Nyah lá. E vou fazer mais algumas.
http://mariacarolinefanfics.blogspot.com.br
Ah, votem na enquete! Bjs e até quinta!