O Cowboy

38 15 de outubro


Notas iniciais
Oi gente! Eu sei que to meio sumida tanto aqui quanto na outra fic, mas é que semana passada começou o intensivão no meu pré vestibular e eu saio de manhã e só chego à noite em casa, então eu tava meio moída, mas já estou me adaptando e as postagens voltarão ao normal. Quero agradecer à todas que me mandaram Mp preocupadas comigo, vcs são uns amores, de verdade ♥
Hoje é o dia do último cap de "A filha do reitor" e eu vou postá-lo com o coração na mão, vcs sabem como eu sou sentimental. Vou começar a chorar daqui a pouco kkkkk. Ainda vou chorar mais esse mês, pq "O cowboy" tbm vai terminar logo... Temos mais dois ou três capítulos aí e a fic chegará ao fim :/ Vai ter fic pra repor, só que agora vai ser uma só ao invés de duas. Em breve falaremos sobre isso.
O nome do cap tá misterioso, mas vcs vão entender o significado logo...
Queria agradecer às lindas que recomendaram... Leidi, JenniSwan, Marrie Masen, Caroool, Kiki_Vampire (Conseguiu! To feliz por vc! E por mim também é claro kkkk), mayazevedo e Myllene.
Bom, é isso, espero que gostem do cap...

Eu já estava com cinco meses e ainda não tinha comprado tudo para o enxoval, não por falta de dinheiro, mas por falta de vontade mesmo. Eu estava sempre cansada, por mais que não fizesse nada. Minha mãe já me enviou várias coisas além de ligar todos os dias para acompanhar cada detalhe da gravidez, e Edward era o pai mais babão do mundo. Minha barriga já estava redondinha, e grande.

Minha filha já mexia e muito, dava até pra ver minha barriga se movendo, era uma cena linda de se ver, toda vez que ela fazia isso Edward colocava a mão nela, ele dizia que quase podia senti-la fisicamente, era realmente incrível e todos se renderam, exceto Carlisle é claro, mesmo depois de tanto tempo ele ainda não conseguia digerir muito bem, só que eu nem me importava, na verdade eu nem estava dando muita confiança a ele, que tentava se aproximar, mas eu sempre o tratava com imparcialidade. Era distância de mim e dos problemas que eu trazia nas costas que ele queria? Pois agora ele teria.

Eu não estava com um pingo de vontade de sair de casa, mas Rosalie, Alice e Esme insistiram para que fôssemos fazer todo o enxoval do bebê.

– Mas não pode ser outro dia? – Perguntei. – Estou tão indisposta.

– Não Bella. – Disse Rosalie. – Já é a quarta vez que tentamos sair poxa. Todas as vezes você diz que está indisposta.

– É da gravidez. – Disse Esme. – Não deve se render a isso. Senão não vai viver enquanto esse bebê não nascer.

– Ai, tá bom, vamos. – Eu disse me dando por vencida, porém desanimada.

Me arrumei e saí com elas até a cidade, para comprar mais coisas para o bebê.

– Meu Deus. – Eu disse enquanto estávamos a caminho. – Essa criança vai ser mimada por demais. Ela já tem tanta coisa!

– É claro que ela vai! – Disse Rose como se fosse óbvio. – É a nossa menininha.

– Pois é. O único bebê na família! – Disse Alice.

– Ah, é claro. – Eu disse sorrindo.

Assim que chegamos à cidade começamos nossas compras que sempre iam além da conta. Era roupa, sapatinho, toquinha, e mais um milhão de coisas que não acabavam mais. O pessoal da cidade já me conhecia, já que Edward me deixava na feira da cidade aos domingos para comprar os legumes, enquanto ele comprava a ração dos animais da fazenda, fora as ultras, atendimentos médicos e os nossos passeios aos fins de semana, no início da minha estadia, eles me chamavam apenas de “A garota do Edward” mas aos poucos foram me conhecendo melhor e já me chamavam de Bella.

Quem eu ainda não vi desde que cheguei foi a vadia oxigenada. Edward me disse que ela ia passar alguns meses na casa de uma tia aí. Então a qualquer momento estaria de volta para encher o meu saco.

Depois das compras nós fomos para casa e eu preparei um lanche para comermos. E então começamos a conversar.

– Mas e a sua vida sexual? – Rosalie perguntou sem cerimônias, fazendo com que Alice, Esme e eu ficássemos vermelhas. – Ih, começaram as puritanas. Vão dizer que nunca transaram?

– OK Rosie... – Eu disse rolando os olhos. – Eu respondo. Minha vida sexual está maravilhosa. Na verdade acho que o Edward não está mais aguentando. Digamos que eu ando bastante... Fogosa.

– Mas a barriga não atrapalha não? – Alice perguntou.

– Mais ou menos. Mas nada que faça diferença. Afinal, gente barriguda faz sexo, não é? Então pronto. Dá pra fazer de boa.

– Dá mesmo. – Esme concordou prontamente. – Da Alice nem tanto, mas quando eu estava grávida do Emmet, meu apetite sexual também era insaciável.

– Então eu acho que isso acabou refletindo no filhão. – Disse Rose erguendo as sobrancelhas e todas rimos.

Nós conversamos por mais algumas horas, e depois elas foram embora, porque tinham marcado com uma moça que levaria algumas roupas até a fazenda para que elas experimentassem. Até queriam ficar, mas faltava menos de uma hora para Edward chegar, então insisti para que fossem.

Fiquei assistindo TV enquanto esperava, então alguém bateu à porta, deduzi ser Edward, já que ele poderia chegar a qualquer momento, mas assim que abri, constatei que não era ele, mas sim a ex rainha do milho. Aquela vadia estava de volta para me atormentar, isso era fato, agora o que ela estava fazendo vindo até a minha casa?

Tânia estava com um sorriso torto nos lábios, como quem estivesse prestes a ganhar alguma coisa, eu só me perguntava o que era.

– Pois não? – Perguntei sem fazer a mínima questão de ser educada.

– Fiquei sabendo que o meu titio de segundo grau vai ser papai. Vim visitar, só que você já tinha visitas, então fiquei esperando lá fora até que elas fossem.

– Pois perdeu o seu tempo, eu não costumo deixar os animais entrarem em casa. – Eu disse com um sorriso irônico no jeito que só eu sabia dar.

Segurei a porta e tentei fechá-la, mas Tânia colocou o pé na entrada, impedindo meu ato. Em seguida empurrou a porta, fazendo com que a mesma abrisse.

– Conseguiu o que queria né? – Perguntou com uma raiva evidente em sua voz. – Provavelmente o Edward se cansou de você, aí esperta como eu sei que você é, deu um jeito de engravidar dele.

– Eu não preciso disso. – Disse calmamente, porém fervendo por dentro. – Sempre tive o homem que eu quisesse na palma da minha mão, engravidar pra segurar homem é coisa de mulher fracassada e insegura, assim como você.

– Ah é? – Perguntou. – Já que você “Não precisa disso” então vou te fazer um favor, te livrar deste problema. – E então começou a se aproximar, automaticamente comecei a chegar para trás, o olhar que ela estava me lançando estava começando a me dar medo.

– Fica longe de mim. – Avisei firme.

– Ou...

– Ou o Edward vai atrás de você até no inferno se preciso. Você sabe o que ele fez com a última bruxa que tirou o filho dos braços dele.

– Eu posso perfeitamente fazer parecer um acidente. – Disse se aproximando ainda mais.

– Acha mesmo que ele não vai acreditar em mim?

– Não importa em quem ele vá acreditar, sem provas, sem certezas.

– Você não vai tê-lo mesmo. Então por que não o deixa ser feliz com quem ele escolheu?

– Porque eu não gosto de você! – Disse gritando. – Desde que chegou aqui na cidade a minha vida nunca mais foi a mesma! E você não é diferente de mim, também está forçando a barra de algo que não é bom pra ele, acha mesmo que toda vez que ele olhar pro seu pirralho ele não vai lembrar daquele outro que tá enterrado? – A forma que ela falava fazia tudo parecer tão pequeno e inútil. Ela me dava nojo. – Você acha que não dá pra ver o quanto toda essa história está se repetindo? Por isso vou fazer o melhor para o Edward, cortar esse mal pela raiz.

Tânia me empurrou com força e eu bati com tudo contra a parede.

– Vou te ensinar a não mexer mais no que é meu. – Ela disse me empurrando novamente.

– Sai daqui sua nojenta! – Gritei. – Me deixa em paz!

Tânia foi direto em meu pescoço e começou a me sufocar, eu tentava bater nela, mas parecia que nada era capaz de impedi-la.

– O que está acontecendo aqui? – Edward perguntou com os olhos arregalados assim que entrou em casa.

Imediatamente a loira nojenta me soltou e olhou para ele com cara de pamonha. Edward parecia furioso, eu estava vendo a hora dele mesmo avançar nela com tudo e eu definitivamente não ia impedir.

– Edward, eu posso explicar. – Ela disse desesperada.

– Estou esperando. – Disse furioso.

– Ela está fazendo tudo isso pra te usar, eu vim até aqui pra te visitar e ela me provocou.

– Ela está na casa dela Tânia, se não gosta dela o que faz aqui?

– Essa casa também é sua.

– Mas também é dela. Se não é capaz de respeitar isso, quero que saia daqui agora mesmo, antes que eu chame a polícia.

Tânia olhou para mim, lançando um olhar mortal, depois foi embora. Imediatamente Edward veio até mim e me abraçou.

– Tá tudo bem? – Perguntou preocupado.

– Tá sim. – Respondi.

– Tem certeza?

– Tenho. Pode ficar tranquilo. – Eu disse acariciando seu rosto. Por mais que aquela maldita ficasse me ameaçando, quando ele me olhava assim, eu sentia que tudo estava bem na nossa vida e não seria ela ou nenhuma outra pessoa que estragaria tudo.

No dia seguinte, fui até a mansão de Carlisle e fiquei a tarde inteira com Alice, Rosalie e Esme na varanda, jogando papo fora. Rose e Emmet ainda queriam fazer aquela viagem de carro até o Canadá, só que adiaram para que Edward e eu pudéssemos ir também. Afinal mesmo com a nossa filha já estando nascida no final deste ano, ainda estaria muito nova, então achamos melhor esperar mesmo.

Mais três meses se passaram, eu já estava com oito meses e a minha barriga estava tão grande que parecia estar prestes a explodir, mas Esme estava me ajudando muito com simplesmente tudo, ela estava sendo um verdadeiro anjo para mim.

A megera da Tânia não me perturbou mais, ela ainda me olhava torto quando esbarrávamos na cidade, mas não passava disto.

Edward tinha terminado a faculdade e foi efetivado no emprego que fazia estágio, só que ele trabalhava depois do almoço até as seis da noite, então deu pra ele continuar trabalhando na fazenda, o salário era bom e dava para vivermos muito bem, fora que agora ele estava em casa mais cedo e podia me dar mais atenção.

Faltava uma semana para o dia 15 de outubro, meu aniversário de 18 anos, eu não queria fazer absolutamente nada pra guardar mais dinheiro para o nascimento do bebê, mas minha mãe, Esme, Alice e Rose teimaram que nós devíamos fazer pelo menos um almoço para os mais íntimos. Sim, minha mãe também estava junto. Ela e Charlie vieram para passar o meu aniversário comigo. Era raro encontrá-la agora, já que ela largou o emprego, alugou a nossa antiga casa e caiu no mundo junto com Charlie, agora eles estavam em uma espécie de operação do bem, eles estavam há meses em alguns dos países com maior índice de fome e pobreza da África, ajudando os mais necessitados. Minha mãe dava assistência médica e Charlie comprava o que era necessário. Ambos pareciam extremamente felizes quando chegaram. Eles optaram por ficar hospedados em um hotel no centro da cidade.

Passeei bastante com minha mãe durante a semana e ela não parou de ficar babando na minha barriga o tempo inteiro.

O sábado – Dia do meu aniversário. – chegou rápido. Toda a comemoração ia ser na minha casa mesmo. Minha mãe, Esme, Alice e Rosalie prepararam tudo, eu até queria ajudar, mas elas não deixaram, acho que o tamanho da minha barriga as assustava um pouco.

Logo pela manhã elas começaram a arrumar tudo, eu até tentei, mas não permitiram que fizesse qualquer coisa. Quando todos já estavam em casa minha mãe serviu o almoço e nós comemos enquanto conversávamos empolgados, a comemoração estava muito boa. O assunto central era o bebê, e todos já especulavam sobre os nomes, Edward estava com um livrinho de significados em mãos, eu não conseguia segurar o meu riso. Cada um queria uma coisa diferente, mas eu estava tranquila, porque sabia que na hora certa Edward e eu decidiríamos o nome juntos.

Depois do almoço Esme foi até a cozinha e buscou a sobremesa, todos comemos e continuamos conversando, Rosalie, Emmet, Charlie Carlisle jogavam cartas enquanto Edward, Jasper, Alice, Esme, minha mãe e eu assistíamos a um filme na sala. Quando eram três horas da tarde minha mãe pegou o bolo e nós começamos a cantar parabéns, estava tudo maravilhoso, então de repente senti um líquido escorrendo por minhas pernas e eu já sabia exatamente o que aquilo significava.

– Ai meu Deus. – Eu disse, porém ninguém ouviu já que estavam empolgados cantando parabéns com as luzes apagadas. A primeira contração começou e a dor era forte, Edward estava ao meu lado, então segurei seu braço com força.

– Ai amor. – Disse sorrindo. – Tá machucando o meu braço.

– Edward. – Eu disse tentando chegar o mais próximo de seu ouvido possível para que ele me ouvisse.

– Oi?

– Vai nascer. – Eu disse simplesmente, então imediatamente ele me segurou com força.

– Tem certeza? – Perguntou.

– Tenho. – Eu disse minimamente por causa da dor.

Ele colocou minhas mãos apoiadas na mesa e acendeu a luz, fazendo com que todos parassem de cantar e olhassem para ele.

– É agora gente. – Ele disse vindo até mim, e então todos entenderam.

– Vamos para o carro. – Disse Charlie. – Rápido.

Edward me pegou no colo e eu segurei firme em sua camisa, enterrando meu rosto em seu pescoço e tentando conter meus gemidos de dor. As contrações passavam, mas cerca de dois minutos depois já estavam de volta e eu respirava fundo tentando me conter. Entramos na picape que Felix deixou com Edward, que foi dirigindo, enquanto Charlie ia ao seu lado e minha mãe atrás junto comigo, logo atrás estava a picape de Carlisle e o Jipe de Emmet.

– Calma meu anjo. Eu sei que parece o fim do mundo, mas vai dar tudo certo. – Minha mãe disse docemente. Só que isso não foi o suficiente para me acalmar, a dor era enorme.

– Não era pra ser agora. – Eu disse em um dos intervalos de contrações. – Só tem oito meses mãe, me fala que ela vai resistir, por favor.

– Calma filha, tantos bebês nascem prematuros, vai dar tudo certo.

Assim que chegamos ao hospital fui direto à sala de parto, parecia que eu ia morrer. OK, eu podia estar exagerando um pouco, mas que tava doendo pra cacete, isso tava! O médico disse que apenas duas pessoas poderiam entrar. Minha mãe foi a primeira a dar um passo a frente, e Edward foi logo depois. Ela estava até com uma câmera filmando tudo.

– Tira essa merda da minha cara mãe! – Gritei arfante.

– É um momento especial, tem que ser guardado para sempre. – Ela disse calmamente. Estava calma daquele jeito porque não era ela que estava ali parindo.

Edward estava ao meu lado, segurando minha mão, eu já estava quase esmagando seus dedos, mas ele não reclamou, apenas ficou me desejando força e falando para eu pensar na nossa filha. Era nela mesma que eu estava pensando, porque se dependesse de qualquer outra coisa acho que já teria pedido pra morrer logo. Olha o exagero aí de novo!

Eu fiquei por muito tempo ali, parecia que ela não queria nascer de jeito nenhum e aquilo já estava me matando. Eu fazia tanta força que já estava vendo a hora de botar as tripas pra fora e nada dela sair.

– A cabecinha já está saindo. – Anunciou o médico.

– Graças a Deus! – Eu disse exausta.

Ele foi anunciando a saída do bebê e de repente só ouvi o choro fino e Edward olhava para frente maravilhado e emocionado.

– E depois de oito horas em trabalho de parto... Uma linda menininha! — Disse o médico e eu sorri. Mas espera, oito horas? Pareceram mais oito anos! Tá bom, eu sei que exagerei de novo.

Aos poucos a inconsciência foi me pegando, sem que eu esperasse. Eu me sentia exausta demais para lugar contra isso, então resolvi deixar que ela me tomasse de vez.

– Oi amor. – Disse Edward sorrindo assim que abri os olhos.

– Oi amor. – Respondi sorrindo também. – Há quanto tempo estou dormindo?

– Uns dois meses.

– O que?!

– Brincadeira. – Disse sorrindo. – Deve ter umas dez horas que você está dormindo.

– Ah sim... Cadê a nossa filha?

– Tá lá fora, no berçário.

– Então ela não precisou ir para a incubadora? – Perguntei mal conseguindo conter a minha felicidade.

– Não. – Respondeu sorrindo também. – A incubadora tem a ver com o peso do bebê ou no pior dos casos a má formação, ela tem um pouco mais de três quilos e meio, e segundo os exames sua saúde está perfeita, exceto pelo cálcio, ela vai precisar de algumas vitaminas que o médico vai receitar. Fora isso, tá tudo perfeito. O médico disse que se ela ficasse até os nove meses, ia nascer com mais de quatro quilos.

– Nossa! – Eu disse contente. – Eu nasci com menos de três.

– Como vai a mamãe de primeira viagem? – Perguntou a enfermeira carregando um bebê enrolado num mantinho rosa. Meu coração disparou, pois já sabia quem era.

– Ansiosa. – Respondi.

– Hum, que bom, porque a princesinha aqui também está.

E então a enfermeira veio até mim e me entregou cuidadosamente o bebê saindo em seguida. Edward se aproximou de mim e eu olhei para baixo, analisando cada traço de seu lindo e angelical rostinho. Seus olhos eram azuis, como os de Edward e os cabelos castanhos como os meus. O nariz e a boca eram minhas, porém o semblante doce e sereno era de Edward. Dei um leve sorriso e então ela esticou a mãozinha tocando a ponta do meu nariz e então abriu um grande e lindo sorriso, mais uma coisa de Edward!

– Ela é linda. – Eu disse sentindo minhas lágrimas descerem.

– E perfeita. – Edward disse segurando sua mãozinha e estudando seus dedinhos. – E nasceu no dia do seu aniversário.

– É? Pensei que quando ela tivesse nascido já era o dia seguinte.

– Não, ela nasceu dia 15 de outubro, onze da noite no dia do seu aniversário.

– Ah Edward, isso é tão lindo. – Eu disse me emocionando novamente. Eu já estava começando a sentir que seria a mãe mais boba desse mundo. Daquelas que chora por cada detalhe da vida do filho.

– É mesmo. – Disse sorrindo lindamente.

– E o nome? – Perguntei curiosa.

Olhei para Edward ainda um pouco indecisa. Essa era uma decisão que teríamos que tomar logo, por mais que por hora o assunto nem parecia tão importante assim.

– Eu li aquele livro de significado de nomes. – Ele disse simplesmente.

– Ah Edward, por favor né?

– Não, é sério. Eu vi um que achei que seria perfeito e agora olhando para ela vejo que teria tudo a ver mesmo.

– Qual?

– Melissa.

– É... – Eu disse considerando de forma positiva a ideia. – É um belo nome e realmente combina com ela. Mas por que este?

– Significa “Abelha que produz mel”. Me lembrou de você.

– É perfeito. – Eu disse sorrindo e acariciando bem de leve seu rostinho. – Melissa... A nossa Abelhinha.

Notas finais
E aí gente? O que acharam? Não posso deixar de dar os créditos à Marrie Masen porque eu tinha um nome em mente, só pq o achava bonitinho mesmo e ela me deu a ideia desse que tem todo um significado, muito obrigada mesmo! Não deixem de comentar e se possível recomendar. Bjs e até mais ;)

P.S.: QUEM COMENTOU NO CAP PASSADO, NÃO DEIXE DE COMENTAR E DEIXAR O E-MAIL POR MP OU POR REVIEW NESSE CAP PRA RECEBER O POV ALTERNATIVO DO EDWARD!