O Conto Das 6 Fadas
1 O Ínicio
Notas iniciais
A personalidade delas mudou!
Eram cinco e meia da manhã. O céu ficava um pouquinho mais claro, mas era só um pouquinho. Por íncrivel que pareça, não choveu ontem à noite – algo bem díficil onde eu moro, ou talvez não. Era maio o auge da primavera que começou cerca de um mês. O que significa que eu vou ter que aturar mais um mês de aulas até a liberdade, parece pouco, mas esses últimos três meses de aulas foram uma chatisse – É, parece que o sol já vai aparecer!
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– É, parece que o sol já vai aparecer! – foi o que aconteceu, pois dez minutos depois já estava tudo claro.
– Parece que ainda está cedo – Penso eu – Dá para dormir mais um pouquinho.
Já seis e meia da manhã minha mãe grita, eu abro os olhos e lá estava ela: Minhã mãe com a pior cara do mundo, como se tivesse perdido a chance de ganhar milhões.
– Bom dia mãe... – digo eu na maior "cara-de-pau" com um sorriso
– A senhorita sabe que horas são? – pergunta ela
– Não, quais? – realmente não sabia
– Apenas...SEIS E MEIA DA MANHÃ!!!!
– Como? – pergunto eu nervosa – Ai meu Deus! A aula!
Eu entrava na escola as sete horas e eles só deixavam entrar quem chegava até seis e quarenta e cinco, ou seja, estava atrasadíssima! Eu levantei da cama, cai no banho que durou menos de um minuto – literalmente, tinha que economizar tempo – eu coloquei a roupa e já eram seis e trinta e cinco. Eu não tomei café e pensei "eu como na escola, é só comprar lanche lá, pode ser uma fortuna, mas serve" peguei minha mochila e tinham se passado dois minutos. Sete e quarenta e três eu cheguei na rua da escola, porém, a escola ficava no fim da rua e eu tinha que me apressar. Quando era sete e quarenta e cinco coloquei meus pés na frente do portão.
– Por favor, não quero perder aula... –faço cara de maior santa do mundo – Please??
A porteira balança a cabeça dizendo sim e eu entro feliz, porém algo ruim acontece: o diretor olha para mim com uma cara de bravo.
– Atrasada, mocinha!
– Por favor, deixa eu entrar?
– Okay, –cede ele – Mas vá rápido! Faltam 13 minutos para o começo da aula.
Subo as escadas e por sorte consigo pegar um lugar na frente da sala. E a primeira aula? História! Ou seja, duas horas ouvindo sobre a segunda guerra mundial. Na hora do recreio, a mulher que fazia os lanches faltou e eu? passei fome por cinco horas. Mas, tudo bem, pelo menos tudo estava indo muito bem. As aulas terminaram e agora só faltava 28 dias pras férias – sim, eu conto, não vejo a hora – eu vou para um parque.
No parque eu resolvi ler um livro e ouvir músicas no meu i-pad. Quando me dei conta já eram uma da tarde então resolvi voltar pra casa. Eu ouvi barulhos e resolvo ver. Mas, no bosque tinha restos de batalha e uma garota: e essa garota tinha algo de especial. E era: duas...asas? Isso é possível. Resolvo me aproximar dela e perguntar:
– Hey, o que você está fazendo?
– Usando magia, claro – responde ela, como se fosse a coisa mais natural do mundo
– Como assim "magia"?
– Simples, uma Warlock me atacou e era uma bem poderosa!
– War o que?
– Bruxa! E se chama Felly, você também é fada?
– Claro que não! E isso não existe! – digo eu, desconfiando da sanidade da menina
– Me chamo Mia e eu sou mágica! Veja: – ela lança um grande raio dourado e faz uma arvore criar pernas e sair correndo – O que acha?
– Uou! Mia, como é possivel?
– É simples: magia! Qual o seu nome?
– A-Ashley!
– Que nome bonito – diz ela – então quer saber qual o meu poder?
– Claro – digo eu
– Eu sou a Fada Solar! E venho de Sunland! Um reino mágico!
– Legal!
– Pensa rápido! – diz ela lançando um raio e eu surpreendentemente crio um escudo –
– Como? É impossível!
– Há! Eu sabia que você era mágica – diz ela!
– NÃO! É impossível! – começo a chorar
– Não chore – diz ela!
– Eu sou um monstro – eu digo
– Não você é superior! Você é uma heroína!
– Heroina?
– Claro! Tente lançar outro raio...
– Eu-Eu? Tudo bem..."Explosão de Incêndio"? – digo eu imaginando meus poderes sendo de fogo – Um raio de fogo se espande criando uma barreira que enconsta numa árvore e explode.
– Sabia, seus poderes são de fogo! – diz Mia
– Fogo? – pergunto eu... – Legal!
– Então...– diz ela – quer estudar comigo?
– O quê? – pergunto
– Na dimensão mágica! Em Alfea, pra controlar sua magia!
– E minha vida na Terra? Como faço?
– Simples...abandone-ela!
– Não dá! E os meus pais?
– Só tem dois jeitos: fugir, ou contar pra eles da magia!
– Que tal...
– Fugir?
– Não! Contar!
– Okay, mas tome cuidado!
– Com o quê?
– É perigoso contar da magia!
Decido contar assim mesmo. Eu e a Mia vamos pra minha casa:
– COMO É QUE É? MAGIA?
– Sim! Veja – digo eu – Transformo a tv em um rádio e a lâmpada em batata-frita.
– Não acredito, mostre-me de novo – diz meu pai
– OKay! – Transformo o micro-ondas em morangos.
– É o melhor pra ela aprender os poderes – diz Mia
– Tudo bem, porém quero que minha fada volte logo – diz meu pai carinhosamente!
– Agora, vamos! – Mia laça um feitiço e em dois minutos chegamos lá
– É INCRIVEL! – digo
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