A noite já havia caído e o carrossel estava funcionando perfeitamente. O parque estava vazio, e apenas a luz suave do brinquedo iluminava a área ao redor. Pacífica e Dipper estavam sentados em um dos bancos próximos, admirando o trabalho que tinham feito.

— Quer dar uma volta? — Dipper sugeriu, levantando-se e estendendo a mão para ela.

Pacífica olhou para ele, um sorriso suave nos lábios.

— Por que não?

Eles subiram em um dos cavalos de madeira, e, enquanto o carrossel girava sob as estrelas, os dois permaneceram em silêncio, cada um perdido em seus próprios pensamentos. Havia algo mágico naquele momento, algo que não precisavam explicar ou discutir.

Quando a volta terminou, eles desceram do carrossel, e Pacífica se virou para Dipper.

— Obrigada, Dipper! Eu realmente não teria conseguido sem você.

Dipper coçou a nuca, um pouco envergonhado.

— Foi um prazer, Pacífica. E, você sabe, foi bom passar esse tempo com você.

Ela sorriu, um sorriso genuíno e raro. Em um impulso, Pacífica se inclinou e deu um beijo em Dipper. Suas bocas se encontraram levemente em um selinho demorado. Quando se afastaram, ela sentiu seu rosto esquentar um pouco.

Dipper congelou, surpreso, mas então sorriu timidamente.

— E-eu… isso foi… legal.

Pacífica riu.

— Acho que sim.

Eles ficaram em silêncio por um momento, mas não era um silêncio desconfortável. Era como se estivessem satisfeitos com o que tinham conseguido juntos, e havia uma nova sensação, uma emoção diferente e gostosa, mas que eles ainda não sabiam identificar.

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