O Circulo Proibido
2 Capítulo 2
Capitúlo 2
parte 1- Descontos na loja de vestidos.
Alice tinha apenas 15 anos naquele dia de verão, ela se sentia gorda olhando-se no espelho de seus quarto, uma lágrima sem motivo escorria pelo seu rosto.Sem motivo??Ela era magra, apenas se sentia gorda por que foi chamada assim por uma vagabunda da área de aprendizado. Ela, com intenção de se jogar na cama, olha para ela, mas algo esta diferente.Há uma carta nela.
Oi fofis! Mandei-te isso só para te dizer que há descontos na nossa loja de vestidos Incomparáveis, ótimos para uma ocasião como o baile do príncipe!
A carta a interessou, não apenas pelos descontos, mas por que pensava que os boatos sobre o baile ser aberto a plebéias serem apenas... Boatos.
Rapidamente ficou animada! Se o príncipe herdeiro estava lá, seu irmão também estaria, não??Ela suspira, ela realmente gostava daquele garoto, e sua mãe, quando estava viva, sempre dizia que um casamento divia ser por amor e nada mais importava, mesmo que isso exigisse certos sacrifícios.
parte 2- O grande Baile
Brumaliz desce as escadas do grande palácio. Todos param e a olham, ela estava maravilhosa. E completamente entediada também. Sua mãe a obrigara a ir naquele baile idiota. “É sua única chance de algum dia ser rainha. Você vai.”xaaato. E ainda a obrigara a ir com seu melhor vestido.
Para ela, está história de se casar com um príncipe só pelo poder ou riquezas era coisa idiota. Aquele era Tão FEIO!
Ainda entediada, andou até a mesa de ponches ignorando os pedidos para dançar com ela, dos rapazes convidados.Sentou-se sozinha em uma cadeira no jardim, agora com seu ponche na mão.
1,2 badaladas... 9,10... 12! Era meia noite. Os espíritos disseram uns meses atrás que a aura do verdadeiro herdeiro do trono brilharia na cor de seu sangue, e que algo totalmente inesperado iria acontecer. Naaaada interessante para Bru, é claro que aquele feioso brilharia como um estrela feia e azul. Não querendo ver a desgraça do próximo rei, ela entrou no jardim real, encontrando uma clareira.
Sentou-se em uma cadeira de balaço de dois lugares, roseiras subiam pela madeira que segurava o banco.
O barulho da água vinda do lindo chafariz, luminoso por causa dos piscas piscas vermelhos, combinando com as rosas.Ela queria poder morar naquele lindo palácio, não apenas pela beleza, mas por que ela se sentia muito avontade, como se aquele fosse o seu lugar, o seu lar, e não na sua prória casa.
Lindo lugar. Foi então que algo começou acontecer. Algo em volta de sua pele começou a brilhar, ela ofegou, surpresa.A sua volta, um círculo de fogo roxo começa a aparecer. A cor da coisa que a estava contornando era azul, mas não apenas azul, o azul claro se entrelaçava com um lilás delicado. As cores ficaram cada vez mais fortes, e a cada mais intensidade que ela ganhavam, Brumaliz se sentia cada vez mais forte e... Leve. Tão leve, que a gravidade pareceu dar-te uma folga, seus pés saíram do chão. Suas unhas roídas cresceram uns dois centímetros e ficaram listrada, azul e roxo, claro.
Seu cabelo cresceu, uma coroa linda e brilhosa, com um lápis-lazúli em forma de estrela no meio. E por fim, uma pulseira, aparentemente, de ouro branco, com um pingente, um prisma transparente.
De repente, há meio metro do chão, ela cai, o círculo no chão desaparece, mas a coroa, suas unhas, e a pulseira, não votaram ao normal, nem ao menos seu cabelo.
Apesar de tudo, ela conseguia manter a calma. Até que...
Sussurros começaram a falar em sua cabeça.Ela estava sentada na grama, seu vestido esparramado a sua volta, seu cabelo caído aos ombros, e sua mão segurava sua cabeça, com os cotovelos apoiados em sua perna.
Encontre-o, princesa, encontre-o. Delfusfory, encontre-o, você precisa dele, ele precisa de você.Encontre-o...
As vozes repetiam, e repetiam... Os sussurros ficando cada vez mais altos, dentro da cabeça dela e simultaneamente dentro do castelo, pois as pessoas estavam alarmadas, nada acontecera com o “príncipe”.
Brumaliz estava cada vez mais atordoada, sua cabeça parecia estourar, ela soltou um gemido, e logo em seguida um grito estridente saiu raspando de sua garganta, ecoou, fazendo as árvores balançarem as sua folhas, a água do chafariz tremer, e as pessoas do palácio tamparem seus ouvidos.
Sim, o grito foi alto desse jeito. E agudo. Ai.
Logo as pessoas estavam formando uma roda a sua volta, e gritando algo como: Ela deve ser a herdeira do trono!! Os espíritos a escolheram! Ou... Como a Rainha diz:
— Você!Você é a tal de república!
Bru, revira os olhos se sentido bem melhor, estava apenas um pouco confusa com tudo aquilo.
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