Notas iniciais
Quanto tempo sem postar essa história! Pois é, eu não sei se continuarei postando, por que esse é o último capítulo que escrevi e queria postar o mais rápido que podia e aqui está. Deverá ter erros ortográficos, não lembro se betei ou algo do tipo. Não tenho muito para dizer, então boa leitura ^^
O sol passava pela janela e atingia o rosto de Kenni, seus cabelos pretos brilhavam com o sol da manhã japonesa, mas o moreno não queria sair de sua cama que estava o confortando tão bem. Colocava a mão para impedir que a luz o atrapalhasse em seu despertar matinal. Aos poucos foi tomando consciência que seu sono da noite passada não era real e fora um choque muito grande saber isto. Bochechou e espreguiçou-se para conseguir sair da quente cama que o dificultava a levar e tomar seu café. Rolou até a beira da cama e fez uma pausa momentânea que prosseguir com seu plano. Pensou consigo: “É agora” Do andar de baixo da casa a mãe pode ouvir um barulho vindo do quarto do filho, e logo foi até onde o som veio. Abriu a porta e encontro seu filho no chão em meio ao edredom e um pequeno gemido foi escutado. — Tudo bem, filho? Por que você está no chão? – a mãe aproximou-se do filho caído. — Está tudo bem, mãe... Eu não conseguindo levantar e então cai da cama. – soltou um riso. – Hoje a cama não queria me deixar sair. – ficou de joelhos. Entendendo a situação do filho, a mulher voltou para a cozinha e de continuou a ajudar sua sogra a terminar o café da manhã da família Matsuda. O jovem moreno que estava entre o edredom, caminhou vagarosamente até o espelho do quarto e ficou parado, olhando-se com um sorriso bobo nos lábios. Relembrou do sonho que teve e novamente criou esperanças que teria a maravilhosa garota em seus braços um dia. Em seu guarda roupa só havia roupas pretas, isso já iniciara um dia mais depressivo. Seu convívio com Ayumi mudara sua visão do mundo mesmo sendo em pouco tempo, ao contrário de si, ela era animada, positiva, sempre vendo o lado bom de tudo até quando não existia ela arranjava algum para ficar feliz, diferentemente do moreno que era sombrio, sem muito amigos, quase não sorriso, fala e só observava o que acontecia ao seu redor. — O café está na mesa, vai esfriar! – alertou a mãe. — Ok, já estou descendo! – respondeu. Pegou seu a roupa que usaria no dia e a vestiu. Pondo seu tênis quando viu alguém entrar em seu quarto com passos pesados. Fitou a pessoa e esperou e dizer algo, pois não entraria em seu quarto à-toa. Seu pai só o mandou descer, era ríspido e seco seu tom de voz, ele nunca fara esse jeito. Obedeceu seu pai e em cinco minutos estava sentado a mesa e escolhendo o que comeria primeiro. Pegou a jarra de suco de laranja e despejou no copo, deslumbrou o liquido e saboreou seu gosto cítrico. A expressão dos mais velhos não estava feliz e sim de preocupado, o clima da comunhão pressão nos ombros do rapaz que imediatamente questionou o porquê de toda pressão em plena manhã. A mãe foi pronunciar algo, mas nada saiu de sua boca, os avós estavam quietos demais, porém está animados. — Ok, o que tá pegando aqui? – disse irritado. — Sabe o que é filho... Temos que te contar algumas coisas... – disse a mãe sem saber por onde começar. — Pois bem... Diga, estou ouvindo... – esperou. — Já que você quer saber tanto assim, direi então. – o pai tomou a frente. — Sim... – pediu para continuar. — Você terá um irmãozinho. – foi só o que disse. — Era só isso? — Não vai ficar feliz com a notícia ou comentar alguma coisa? – ficou visível o desapontamento da mãe. — Qual será seu nome? Escolheram ou ainda estão procurando algum? — Ainda não, como descobrimos ontem, não tivemos tempo de pensar ainda não nome dele. – o pai sorriu e abraçou a esposa lateralmente. — E a outra notícia? — Ano que vem voltaremos à Inglaterra. — O que? Como assim? Não podemos! Não quero ir! – o rapaz protestou. — Até o final desse ano teremos dinheiro para voltar para lá e morar novamente, por que não quer? – o pai ficou apreensivo com o protesto alheio. — Eu tive que vir pra cá contra minha vontade, deixei minha amizades na Inglaterra, agora quando eu estou construindo algo aqui, aqui no Japão, depois de anos estou vivendo algo diferente de anos, você querem tirar isso de mim, de novo! Vocês só pensam em vocês! Nunca em mim! Até quando?! – sem perceber Kenni estava chorando, seu rosto estava todo molhado pelas lágrimas. — Filho, não fala isso, você sabe que vimos para cá só por que as coisas na Inglaterra estavam difíceis, poderá reencontrar seus antigos amigos, ficarão juntos como antes... – tentavam convencer o filho. — Pra que? Pra voltarmos pro Japão de novo? Não quero, obrigado. – levantou-se e subiu as escadas e foi em direção ao seu quarto. — Sabemos o que está vivendo aqui no Japão, você está mais feliz. Não quero que você volte ao que era... – disse a mãe cabisbaixa. Ao ouvir isso, Kenni bateu a porta do quarto e se jogou na cama. Seu travesseiro era um ótimo consolo nessa hora. Pôs seu rosto no objeto para não deixar o som de seu choro ser escutado pelos outros moradores da casa. Não acreditava que teria que voltar à Inglaterra, justo agora. Rolava de um lado para o outro na cama, bagunçando o que arrumou antes de sair, não se importava, queria sumiu do mundo e isolar-se em seu mundo, no mundo do Ice Boy. Tinha deixado de ser o garoto que era e logo depois disso, deixou levar-se pelo coração que nunca tinha chance de querer algo e quando dava essa oportunidade, recebeu uma notícia dessas. Sua vontade era de se enfiar em um buraco em não sair mais dele. Negava-se ao pensar nisso, queria que fosse um pesadelo e que acordaria, mas não era. Olhou as horas no relógio e estava atrasado pela segunda vez na semana. No lado e fora da casa indicava que não tempo estava mudando, ao longo podia se ver nuvens acinzentadas. O moreno inventava mil e uma desculpas para não ir ao colégio hoje após ver essas tensas nuvens. Tirou a roupa que trocou pelo pijama e meteu-se embaixo do edredom. A voz feminina de sua mãe trovejava alertando que estava atrasado para ir ao colégio e para surpresa dela, o filho respondeu com um simples “Não irei hoje”, posterior à conversa que tiveram na manhã, não seria novidade se ele não fosse. A mulher não queria que a situação piorasse então o deixou em seu quarto, quieto e sozinho. Kenni cobriu a cabeça com a manta que abraçou seu joelho, ficando em posição fetal por um longo tempo, até que o ar ficasse quente e ponha a cabeça para fora e retornava. Em uma dessas buscas por ar fresco, o rapaz pegou o celular e mandou uma mensagem para Ayumi. “Ayumi, não ir hoje, quando puder eu te conto Kenni” Jogou o celular na cômoda ao lado da cama e fechou os olhos para dormir, para que isso ocorresse os barulhos de buzinas; freadas; pessoas falando na rua teriam que diminuir. Com muita coragem e paciência o moreno levantou da cama e andou até a janela que ficara aberta a amanhã toda e dela passava um vendo gélido que indicava a mudança de tempo, sem medir força fechou com brutalidade e voltou a quente e aconchegando cama que o esperava.
O sol passava pela janela e atingia o rosto de Kenni, seus cabelos pretos brilhavam com o sol da manhã japonesa, mas o moreno não queria sair de sua cama que estava o confortando tão bem.
Colocava a mão para impedir que a luz o atrapalhasse em seu despertar matinal. Aos poucos foi tomando consciência que seu sono da noite passada não era real e fora um choque muito grande saber isto.
Bochechou e espreguiçou-se para conseguir sair da quente cama que o dificultava a levar e tomar seu café. Rolou até a beira da cama e fez uma pausa momentânea que prosseguir com seu plano. Pensou consigo:
“É agora”
Do andar de baixo da casa a mãe pode ouvir um barulho vindo do quarto do filho, e logo foi até onde o som veio. Abriu a porta e encontro seu filho no chão em meio ao edredom e um pequeno gemido foi escutado.
- Tudo bem, filho? Por que você está no chão? – a mãe aproximou-se do filho caído.
- Está tudo bem, mãe... Eu não conseguindo levantar e então cai da cama. – soltou um riso. – Hoje a cama não queria me deixar sair. – ficou de joelhos.
Entendendo a situação do filho, a mulher voltou para a cozinha e de continuou a ajudar sua sogra a terminar o café da manhã da família Matsuda. O jovem moreno que estava entre o edredom, caminhou vagarosamente até o espelho do quarto e ficou parado, olhando-se com um sorriso bobo nos lábios. Relembrou do sonho que teve e novamente criou esperanças que teria a maravilhosa garota em seus braços um dia.
Em seu guarda roupa só havia roupas pretas, isso já iniciara um dia mais depressivo. Seu convívio com Ayumi mudara sua visão do mundo mesmo sendo em pouco tempo, ao contrário de si, ela era animada, positiva, sempre vendo o lado bom de tudo até quando não existia ela arranjava algum para ficar feliz, diferentemente do moreno que era sombrio, sem muito amigos, quase não sorriso, fala e só observava o que acontecia ao seu redor.
- O café está na mesa, vai esfriar! – alertou a mãe.
- Ok, já estou descendo! – respondeu.
Pegou seu a roupa que usaria no dia e a vestiu. Pondo seu tênis quando viu alguém entrar em seu quarto com passos pesados. Fitou a pessoa e esperou e dizer algo, pois não entraria em seu quarto à-toa. Seu pai só o mandou descer, era ríspido e seco seu tom de voz, ele nunca fara esse jeito. Obedeceu seu pai e em cinco minutos estava sentado a mesa e escolhendo o que comeria primeiro.
Pegou a jarra de suco de laranja e despejou no copo, deslumbrou o liquido e saboreou seu gosto cítrico. A expressão dos mais velhos não estava feliz e sim de preocupado, o clima da comunhão pressão nos ombros do rapaz que imediatamente questionou o porquê de toda pressão em plena manhã. A mãe foi pronunciar algo, mas nada saiu de sua boca, os avós estavam quietos demais, porém está animados.
- Ok, o que tá pegando aqui? – disse irritado.
- Sabe o que é filho... Temos que te contar algumas coisas... – disse a mãe sem saber por onde começar.
- Pois bem... Diga, estou ouvindo... – esperou.
- Já que você quer saber tanto assim, direi então. – o pai tomou a frente.
- Sim... – pediu para continuar.
- Você terá um irmãozinho. – foi só o que disse.
- Era só isso?
- Não vai ficar feliz com a notícia ou comentar alguma coisa? – ficou visível o desapontamento da mãe.
- Qual será seu nome? Escolheram ou ainda estão procurando algum?
- Ainda não, como descobrimos ontem, não tivemos tempo de pensar ainda não nome dele. – o pai sorriu e abraçou a esposa lateralmente.
- E a outra notícia?
- Ano que vem voltaremos à Inglaterra.
- O que? Como assim? Não podemos! Não quero ir! – o rapaz protestou.
- Até o final desse ano teremos dinheiro para voltar para lá e morar novamente, por que não quer? – o pai ficou apreensivo com o protesto alheio.
- Eu tive que vir pra cá contra minha vontade, deixei minha amizades na Inglaterra, agora quando eu estou construindo algo aqui, aqui no Japão, depois de anos estou vivendo algo diferente de anos, você querem tirar isso de mim, de novo! Vocês só pensam em vocês! Nunca em mim! Até quando?! – sem perceber Kenni estava chorando, seu rosto estava todo molhado pelas lágrimas.
- Filho, não fala isso, você sabe que vimos para cá só por que as coisas na Inglaterra estavam difíceis, poderá reencontrar seus antigos amigos, ficarão juntos como antes... – tentavam convencer o filho.
- Pra que? Pra voltarmos pro Japão de novo? Não quero, obrigado. – levantou-se e subiu as escadas e foi em direção ao seu quarto.
- Sabemos o que está vivendo aqui no Japão, você está mais feliz. Não quero que você volte ao que era... – disse a mãe cabisbaixa.
Ao ouvir isso, Kenni bateu a porta do quarto e se jogou na cama. Seu travesseiro era um ótimo consolo nessa hora. Pôs seu rosto no objeto para não deixar o som de seu choro ser escutado pelos outros moradores da casa. Não acreditava que teria que voltar à Inglaterra, justo agora.
Rolava de um lado para o outro na cama, bagunçando o que arrumou antes de sair, não se importava, queria sumiu do mundo e isolar-se em seu mundo, no mundo do Ice Boy. Tinha deixado de ser o garoto que era e logo depois disso, deixou levar-se pelo coração que nunca tinha chance de querer algo e quando dava essa oportunidade, recebeu uma notícia dessas. Sua vontade era de se enfiar em um buraco em não sair mais dele.
Negava-se ao pensar nisso, queria que fosse um pesadelo e que acordaria, mas não era. Olhou as horas no relógio e estava atrasado pela segunda vez na semana.
No lado e fora da casa indicava que não tempo estava mudando, ao longo podia se ver nuvens acinzentadas. O moreno inventava mil e uma desculpas para não ir ao colégio hoje após ver essas tensas nuvens. Tirou a roupa que trocou pelo pijama e meteu-se embaixo do edredom.
A voz feminina de sua mãe trovejava alertando que estava atrasado para ir ao colégio e para surpresa dela, o filho respondeu com um simples “Não irei hoje”, posterior à conversa que tiveram na manhã, não seria novidade se ele não fosse. A mulher não queria que a situação piorasse então o deixou em seu quarto, quieto e sozinho.
Kenni cobriu a cabeça com a manta que abraçou seu joelho, ficando em posição fetal por um longo tempo, até que o ar ficasse quente e ponha a cabeça para fora e retornava. Em uma dessas buscas por ar fresco, o rapaz pegou o celular e mandou uma mensagem para Ayumi.
“Ayumi, não fui hoje, quando puder eu te conto
Kenni”
Jogou o celular na cômoda ao lado da cama e fechou os olhos para dormir, para que isso ocorresse os barulhos de buzinas; freadas; pessoas falando na rua teriam que diminuir. Com muita coragem e paciência o moreno levantou da cama e andou até a janela que ficara aberta a amanhã toda e dela passava um vendo gélido que indicava a mudança de tempo, sem medir força fechou com brutalidade e voltou a quente e aconchegando cama que o esperava.
Notas finais
O que acharam? Não tenho tanto ânimo para continuar, agora mais por que entrarei na universidade e não terei tempo para isso. Se leu, deixe um review, por favor. Tchau o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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