O Casamento do Meu Melhor Amigo

5 Capítulo 5 - Despedida de Solteiro!?


Notas iniciais
Quanto tempo!!!! esse negócio de nyah sai nyah volta ao ar é foda! o pessoal acaba desistindo de vir aki. mas ok. vou postar hoje 3 capítulos pq sou boazinha :) q nada....hihihih

XD

Depois de deixa-la em casa, ele me levou no meu apartamento. No caminho, ele tentou puxar assunto comigo e aos poucos fomos nos soltando e voltando aos velhos tempos . Nós cantamos juntos uma música que tocava no rádio até chegarmos onde eu morava. Enfim sós! Era tão bom estar ao lado dele novamente. Sentir o perfume dele, ah aquele perfume. Era tão bom! Sentia falta do cheiro do perfume dele. Quando chegamos na frente do prédio onde eu morava, eu permaneci ainda no carro olhando para ele que sorria para mim. Era encantador aquele sorriso.

M: que foi? – perguntou ele ainda sorrindo.

K: não quer entrar? – perguntei de imediato.

Chegamos no meu quarto e ele correu pra se jogar na cama.

M: primeira vez que eu chego aqui e encontro seu quarto arrumado.


K: ah mikey fala sério.


M: é verdade. – eu me deitei ao lado dele e ficamos nos olhando. – sinto sua falta.


K: sério? – perguntei ainda sem acreditar que ele estava me dizendo aquilo.


M: é claro, ficar sem uma amiga pra conversar por tanto tempo foi péssimo. – estava bom demais pra ser verdade. — se lembra quando cozinhávamos juntos e ficava uma merda?


K: lembro. Lembro também de quando você tentou fazer um bolo de carne e ficou, nossa, péssimo! Você colocou açúcar ao invés do sal.


M: poxa aquele dia foi foda. Vomitei horrores. – enfim, estávamos nos divertindo como nos velho tempo.


K: sabe aquele quebra cabeça gigante que ficamos tentando há dias montar?


M: que tem ele?


K: eu montei enquanto você viajava, quer ver?


M: mostra. – e eu me levantei e tirei do armário uma tábua e botei na cama.


K: Colei e tudo pra ficar intacto. Só pra te mostrar.


M: muito maneiro. Não teve mesmo o que fazer em? montar isso deve ter sido um sacrifício.


K: e foi. Mas valeu a pena. Viu como consigo fazer as coisas sem você?


M: nunca duvidei disso.


K: ah não? Você adorava me jogar na cara que se não fosse por você eu me daria mal em tudo. Isso não é verdade.


M: eu nunca disse isso. – disse com um sorriso cínico.


K: não imagina...


M: mas é verdade mesmo. Quem te dava atenção quando estava triste?


K: você.


M: Quem vivia com você nas horas que não tinha nada pra fazer? Quem te dava carinhos quando você estava necessitando e... – e ele se calou e depois começou a rir sem graça. – essa parte a gente pula.


K: é... – eu disse triste. O clima ficou estranho até que ele mudou o assunto.


M: e a tatuagem?


K: que tem?


M: você fez?


K: fiz, ficou lindo.


M: mostra.


K: não vai dar.


M: por que não?


K: por que... tá bom. – eu me levantei e abri o zíper das minhas calças.


M: que ta fazendo?


K: calma, já vai saber. Pronto. – disse amostrando a tatuagem que ficava um pouco acima da calcinha. A tatuagem era nossas iniciais. Ele olhou a tatuagem e deixou uma lágrima escapar.


M: obrigado.


K: pelo que?


M: por mostrar que é mesmo minha amiga.


K: de nada. Eu prometi à você que iria fazer, não foi? – nós sorrimos um pro outro e eu fechei meu zíper e me deitei ao lado dele abraçando ele. – me senti tão só sem você, Mikey. Não sabe o quanto.


M: também senti sua falta.


K: que bom. Isso mostra que gosta de mim também. – sorrimos um pro outro e eu me virei me deitando de barriga para cima e olhando pro teto.


M: eu estou mal amiga.


K: por que?


M: é o meu noivado, não sei se vai até o fim.


K: por que está dizendo isso?


M: michelle e eu brigamos feio hoje.


K: eu fiquei sabendo.


M: ela disse que sentia vergonha por namorar uma cara de banda de rock.


K: ela disse isso?


M: disse. Depois disse que foi por causa do pai dela, mas não sei...


K: talvez ela esteja dizendo a verdade.


M: será? Como pode alguém dizer algo sem achar isso?


K: ah não sei, talvez o pai tenha a pressionado.


M: ta vendo. Se ela é tão boba do pai, nosso casamento não vai ter futuro. Eu não quero casar só por casar Karen. Não quero casar e na outra semana estar fazendo minhas malas por que não deu certo, não era aquilo que queríamos...quero alguém que seja pra sempre. – aquilo me tocou lá no fundo. como eu gostava dele. Mas sentia pena da Michelle, mas eu não podia ajudar o lado dela contando tudo que conversamos no bar. O coração dele estava em jogo, meu futuro ao lado dele dependia disso.


K: você tem razão. Talvez não seja a hora ainda. – mesmo me matando por fazer isso com a Michelle no qual estava mesmo gostando da amizade dela, eu precisava ganha-lo. – eu não penso isso de você, Mikey. – disse encarando-o.


M: eu tenho que confessar uma coisa.


K: sobre? – e me apoiei no meu braço olhando para ele.


M: estou confuso com relação a você.


K: a mim? – perguntei nervosa.


M: no dia do restaurante ao te ver com o Gerard eu senti um pouco de ciúmes.


K: mas com o Gerard? Nós nem...


M: eu sei, mas eu pensei que tivessem. Depois ele me falou que não tinham nada a ver um com o outro que você não era o tipo dele.


K: ele disse isso? – não sei por que mas fiquei triste ao ouvir isso.


M: mas isso não vem ao caso. O que está pegando é isso de eu sentir ciúmes. Você sabe que já gostei de você e foi muito triste ficar longe de você por tanto tempo, mas aí conheci a Michelle, mas eu não sei se...


K: eu entendi Mikey. Também sinto o mesmo. – e abaixei a cabeça envergonhada.

Ele por iniciativa se aproximou cuidadosamente de mim e acariciou meus cabelos. Depois colocou a mão no meu rosto e me beijou carinhosamente. Eu apertava o corpo dele contra o meu sentindo-o mais uma vez. Cheguei a deixar algumas lágrimas escaparem enquanto nos beijávamos. Eu sei, que idiota eu fui, mas era imenso o que eu sentia por ele e por ter conseguido o que eu queria me deixou muito emocionada. Senti retribuída pelo sentimento que me invadia. Por que não senti isso antes? Por que só agora? Talvez fosse tarde demais...ou talvez não...


Mikey deslizou sua mão do meu rosto pelo meu pescoço em seguida meu corpo e parou na barriga e foi subindo minha camisa e acariciando meu corpo e de vez em quando me apertava com vontade me deixando louca. Eu o virei jogando-o na cama e subi em cima dele. Tirei minha camisa ficando só de sutiã e me debrucei nele e voltamos a nos beijar. Senti as mãos dele nas minhas costas e ele tentava tirar meu sutiã quando a porta do quarto se abriu.

Pulei de cima do mikey e me sentei ao lado dele e puxei a minha camisa que estava jogada na cama e tentei me tapar com ela.

M: Gerard? – perguntou mikey olhando pra ele e depois pra mim.


K: não é nada do que está pensando. – disse ao Mikey.


M: não tinham nada né? – disse ele se levantando da cama irritado e indo pra porta.


G: coloca alguma coisa na frente pra disfarçar. Eu ponho sempre a mão nos bolsos da calça, disfarça o volume. – Gerard falou bem cínico quando mikey passou ao lado dele. Quando Gerard fechou a porta eu dei um grito de raiva.


K: droga! Seu monte de banha! Por que fez isso? O que você quer aqui?


G: primeiramente, eu não sou um monte de banha, não mais. Eu agora sou gostoso e magro. Segundo eu não fazia idéia que trepava com o meu irmão, quero dizer, fazia sim, mas não agora depois dele estar quase se casando e terceiro olá, vim passar a noite com você.

Ok, não adiantava eu me espernear e gritar por que não adiantaria nada. Já tinha acontecido, mikey não ia voltar atrás. Gerard até que foi uma boa companhia, agüentou meu choro calado e fazia carinho no meu cabelo e eu aceitei as desculpas dele. Ta bom que ele é muito intrometido de ficar entrando no meu apartamento sem ser convidado, mas ele não imaginava que o Mikey estaria ali comigo. Mesmo assim eu o enchi de tapas.