O Casamento do Meu Melhor Amigo
1 Capítulo 1 - A noiva
Notas iniciais
Espero que gostem, está divertidíssima essa fic e amei escrevê-la. Gente mande seus reviews, please! eles são mt importantes.
Depois q o nyah voltou de suas longas férias ninguem mais deixa reviews ¬¬
PS: a fic não tem ninguem da banda, a história é focada mais no Gee e no Mikey.
Tédio. Essa palavra resumia meu mês. Comia pipoca sentada na beirada da minha cama com o telefone ao lado assistindo televisão. De vez em quando eu ria com algumas coisas no programa, mas na maioria das vezes, me sentia entediada por não ter nada pra fazer. O que estava me fazendo me sentir assim? Eis aqui a resposta: meu companheiro fiel não estava na cidade pra sairmos e nos divertirmos, estava numa viajem à trabalho da banda, que ele fazia parte, em Nova Iorque. Já estava por lá quase dois meses. E fazia tempo que não falava com ele nem por telefone. Ele era tudo pra mim, sem ele minha vida não tinha diversão. E essa viagem e não ter notícias dele estava me matando.
Não agüentava mais comer, mas eu não conseguia parar de enfiar mais uma mão de pipoca na minha boca. Isso que dá não ter o que fazer o dia inteiro...Estava eu em meu tédio quando o telefone tocou e eu larguei tudo e atendi depressa.
K: alô.
M: oi tudo bem?
K: Mikey??? – gritei no telefone. Acho que o deixei surdo com meu berro.
M: sim.
K: ai, que bom que me ligou. Estou morrendo de saudades.
M: eu também estou morrendo de saudades de você.
K: e aí, quando você volta?
M: adivinha?
K: amanhã?
M: não, eu já voltei. Estou em casa.
K: nossa! E por que não me avisou antes? Já teria ido te ver. eu vou praí.
M: calma, antes tenho uma novidade pra você.
K: novidade? Qual? – perguntei curiosa.
M: vou juntar minha escova de dente com alguém.
K: o que? – cai da cama quando ele me disse isso. Me levantei e catei o
telefone que estava no chão e coloquei de volta no ouvido.
M: o que aconteceu?
K: to de volta. O que você quis dizer com...juntar minha escova com alguém? – apesar de já saber o significado, precisava ouvir isso da boca dele.
M: eu vou me casar Karen. – de repente meu mundo caiu. Desabou sobre minha cabeça. Fiquei em choque. Não sabia o que responder. Só consegui perguntar histericamente...
K: CASAR?
M: é, não é o Maximo? – sim, o máximo. Não sabia o quanto.
Tudo começou a rodar em volta. Como assim casar? Tudo bem que somos amigos, mas nossa amizade era meio colorida. A gente ficava de vez em quando. E eu gostava, ele beijava bem e era também muito bom em outras coisas, mas depois a gente sempre voltava às mesmas, voltávamos a ser amigos. Eu não queria nada sério com ele. Gostávamos de brincar que éramos “amigos de foda”. Quando nos sentíamos sós, ficávamos. Mas aquilo de casar...como assim??? Aquilo caiu como uma bomba. Ele não podia casar, ele era meu...
M: quero que conheça minha noiva. – continuou ele ao telefone.
K: conhece-la é?
M: é. Faremos um jantar com a família amanhã.
K: legal...
M: você tem que conhece-la Karen, você irá se dar muito bem com ela.
Vocês são idênticas no jeito de falar, de pensar...tenho certeza que vão se dar muito bem.
K: eu também. Nossa! mal posso esperar pra conhece-la. – forcei uma risadinha de alegria.
M: então ta, amanhã apareça no restaurante Lenoár. Você sabe onde é, não?
K: ok. Eu sei.
M: então tchau. A gente se vê amanhã. Beijinhos fluflu.
K: pra você também bubu. – e desligamos o telefone. Os ridículos apelidinhos que costumávamos chamar um ao outro de sacanagem. Cara, estou péssima.
Eu joguei meu telefone longe de raiva. Como assim casar? E eu? Não era suficiente? Tudo bem que eu sempre o desprezei quando ele me pedia pra namorar, mas e daí? Era bom quando passávamos tempo junto. Ele podia ter esperado até eu me conformar com essa coisa de “namorado”. talvez eu lhe desse uma chance um dia...mas não, ele preferiu sair à trabalho e trazer uma cópia minha, um fake! Não acredito!...Pensei. ela fala como você, anda, come, arrota...remendei ele. Estava nervosa, tinha que fazer alguma coisa pra resolver isso. Tinha que reverter essa história. Nesse momento eu vi que ele não era só um simples amigo pra mim, era mais do que isso. Ele tinha que ser meu!
No dia seguinte ...
Cheguei no tal do restaurante e lá estava ela de costas ao lado de Mikey e do outro estava Donna (mãe do mikey) e do outro lado da mesa estava o irmão dele o Gerard. Ela jogava e balançava os cabelos dela como naqueles comerciais do condicionador SEDA. Olhei praquela cena de “família feliz” à mesa e fiquei sem reação, não sabia se ia lá cumprimenta-los ou dava meia volta.
O que faço agora? E se eu pular no pescoço dela e puxar os cabelos dela? Será que Mikey irá se importar? Lógico né? Será que pago um garçom pra derramar sopa quente sobre ela? Até que seria legal...olhei em volta procurando um garçom foi quando Mikey se virou pra mim e acenou. Gerard avisou a ele que eu tinha chegado. Logo Donna e a tal da noiva dele se viraram pra ver quem era. Enfim, o rosto da vadia. Ela até que era bem bonita, vi que seria difícil minha competição. Ela tinha a pele morena, os cabelos um pouco abaixo do ombro negros e lisos. Cheguei na mesa e sentei-me ao lado do Gerard. Todos ficaram me olhando e me deixando meio constrangida.
K: o que foi? – perguntei assustada.
D: já sabe da novidade? Mikey vai casar. – Disse rindo toda boba. Pra ela aceitar desse jeito, tinha dinheiro no meio.
K: ele me disse ontem por telefone.
M: Karen essa é Michelle, minha noiva.
Mi: prazer. – disse estendendo a mão dela toda sorridente. Me deu vontade de pegar um garfo e enfiar na mão dela, mas ao invés disso eu sorri gentilmente e cumprimentei com um aperto de mão.
K: muito bonita sua noiva. – falei pro Mikey mesmo não querendo admitir aquilo.
M: é mesmo muito linda. – e os dois se beijaram me deixando com cara de tacho. Donna os olhava sorridente.
D: o pai da minha futura nora é dono de umas das maiores empresas de cosméticos.
K: ah...poxa, que legal. – sabia que tinha dinheiro por trás disso.
Mi: meu pai tem bastante dinheiro sim, mas não tenha uma impressão errada de mim, eu me sustento sozinha, atualmente estudo pra ser pediatra.
K: ah...e pretende cuidar de que? – gerard soltou uma risada ao meu lado cuspindo todo o refrigerante que tinha dentro da boca. Depois que percebi a idiotice que tinha dito. Pediatra cuida de que? Putz que mancada.
Mi: de criança. – ela não se conteve e deixou escapar uma risadinha pondo a mão na boca pra abafar. – desculpa.
K: ok, viajei. Podem rir. – senti minhas bochechas queimarem de vergonha. Ai que mico! – e quando vai ser o casamento? – perguntei tentando acabar com aquele clima de todos rindo da minha cara.
M: o mais rápido possível. – observei as mãos dos dois sobre a mesa juntas e faziam carinhos um na mão do outro.
Mi: estamos arrumando ainda uma igreja, mas provavelmente deve ser daqui a uma ou duas semanas. – respondeu ela sorridente.
K: O QUE? – dessa vez quem cuspiu tudo da boca fui eu. Duas semanas?
M: é que estamos muito apaixonados sabe Karen, nunca gostei tanto de alguém desse jeito. – e os dois começaram a se beijar.
D: ó, não é uma gracinha? – disse Donna me olhando e depois olhando novamente pros dois com cara de babaca.
K: é... – disse forçando uma risada tentando mostrar felicidade naquilo.
Eu não conseguia acreditar nisso que estava vendo. Ontem ele me amava e hoje já está apaixonado por outra? E já vão se casar praticamente no dia seguinte? Estão todos pirando ou fui só eu que percebi isso?
O almoço chegou e eu fiquei aliviada pois enfim não ouviria mais nada sobre os dois. Mas eu estava enganada. Foi só passarem alguns minutos de silêncio pro Mikey começar com a historia de como os dois se conheceram. E começou a dizer que eles estavam fazendo o show deles em Nova Iork e então depois do show ela apareceu no camarim e aconteceu o que ele definiu como “amor à primeira vista”. Os dois ficaram encantados um com outro e começaram a conversar, trocaram telefones e aquela babozeira toda de se telefonarem, marcarem de se encontrar, primeiro beijo...blá blá blá. Não agüentava mais. Depois de comerem eles resolveram pedir sobremesa. Eu logo dei a desculpa de que estava cheia.
K: vou sair pra fumar. – disse me levantando.
M: desde quando fuma? – perguntou ele me olhando espantado.
K: desde ontem. – e dei uma risada nervosa. – com licença.
Saí do restaurante e andei de um lado a outro na calçada. Realmente fumo desde ontem. Depois do telefonema fiquei louca, tinha que fazer algo pra aliviar meu estresse e o que eu fiz? Desci e parei no primeiro bar que eu vi e comprei um maço de cigarros.
Voltando à frente do restaurante...
K: droga! Não é possível! Como assim casar daqui a duas semanas? – e chutei uma lata que estava na calçada. – amor a primeira vista – eu remendei Mikey e depois dei uma tragada no cigarro. – aquilo é uma vagabunda isso sim, onde já se viu, aceitar sair com o cara assim sem conhecer... – e dei outra tragada.
G: oi. – me virei e Gerard estava atrás de mim e também fumava.
K: oi. Você não ouviu nada né? – perguntei nervosa.
G: só a parte da vagabunda...
K: ai meu Deus. – e dei um tapa na minha testa.
G: calma, relaxa. Não vou contar nada.
K: valeu.
G: ciúmes?
K: não.
G: sei...
K: ta, assim...eu não sei o que estou sentindo agora. Não sei se é ciúmes ou sei lá o que seja. – foi quando me dei conta que estava falando com o desprezível do irmão do Mikey. Contando toda minha vida como se fôssemos amicíssimos. Ele e eu nunca trocamos um ai. — Por que estou falando isso pra você? É irmão dele...ai meu Deus...
G: você gosta dele. – disse como se fosse dono de uma imensa sabedoria.
K: gosto? – parei de resmungar e olhei pra ele curiosa.
G: sempre vi que se gostavam. Vocês dois já tiveram um caso não é?
K: bom...já ficamos algumas vezes. – não entrei em detalhes, o que ele
pensaria de mim se eu contasse que transávamos de vez em quando.
G: Mikey também gosta de você
K: Gosta?
G: bom, na verdade ele gostava. Você não deu importância pra ele. Agora ele ta em outra.
K: tape os ouvidos. – disse apontando pra ele. – ELE NÃO PODE CASAR QUE...MER..MERDA. – disso pulando em cima do cigarro feito uma louca e comecei minha caminhada de um lado a outro.
G: posso te ajudar. – me virei e olhei pra ele sem entender.
K: como assim? – perguntei chegando próximo à ele que fumava me observando bem calmo.
G: podemos separar os dois.
K: e por que iria querer isso?
G: tenho meus motivos.
K: e quais são?
G: isso...* e chegou perto de mim quase me beijando*...já é assunto meu.
Ficamos nos encarando quando Mikey, Michelle e Donna saíram do restaurante em meio de risadas. Nos afastamos um do outro e olhamos pros três que pararam na nossa frente.
M: e aí, vem conosco Karen?
K: pra onde vão? – perguntei ainda com a voz trêmula. Estava nervosa.
Mi: vamos pra nossa nova casa.
K: ah, eu tenho muito que fazer.
M: que idéia. você nunca faz nada. – nossa, essa doeu bem no fundo.
K: Mikey! pra sua informação, eu trabalho agora ta? Faço convites de casamentos. – menti.
M: jura?
Mi: legal. Pode fazer o nosso. – puta que pariu, o que eu fui inventar agora.
K: ah, mas vai ser um prazer. – disse rindo e depois me virei fingindo tossir e fiz cara de desespero.
Mi: quanto cobra? – perguntou ela já abrindo a bolsa.
K: presente de casamento. – respondi sem graça impedindo-a de me dar algum dinheiro. Gerard ria baixinho do meu lado.
D: então vamos embora né? Antes que fique tarde...
G: eu vou com a Karen. – todos nos olharam espantados. Gerard e eu nunca nos falamos. – vou ajudar nos convites.
M: legal, pode fazer um desenho maneiro pro convite. Meu irmão é ótimo em desenhar. – comentou com sua noiva Michelle.
MI: to vendo que o convite irá ficar muito bom.
K: Podes crer. – respondi forçando um sorriso.
D: então vamos logo por que eu quero conhecer onde os pombinhos irão morar. – enfim, pra alguma coisa aquela velha chata da mãe do Mikey serviu pra alguma coisa. Não agüentava mais inventar e uma hora eu ia estragar tudo e revelar que eu não sei nada de convites.
Depois de toda aquela despedida de sempre, eles pegaram um táxi e se foram.
K: que merda, o que eu inventei? to ferrada. – disse tapando meu rosto com as mãos.
G: calma. – e jogou o cigarro no chão e pisou em cima. – tenho um amigo que faz essas coisas. Eu ajudo.
K: é ajuda demais pra alguém que você nunca falou, não acha? – cruzei meus braços e olhei pra ele desconfiada.
G: não. – e me olhou tranqüilo.
K: ok, vou pra casa. – disse fazendo sinal pra um táxi que passava.
G: eu vou com você.
K: e pra que?
G: temos que tramar nosso plano ou não quer minha ajuda?
K: ta bom. Você paga o táxi. – disse dando um tapinha no peito dele e em seguida entrando no táxi.
G: por que eu? – perguntou ele incrédulo. E depois entrou no táxi com rumo ao meu apartamento.
Notas finais
Personagens novos: 
Kristin Cavallari como Karen
PS: vcs sabem quem é Gerard, quem é o Mikey, quem é Michelle e quem é Donna a mãe do Gee, portanto não vou colokar foto senão vou ter q fikar pesquisando e não tô afim hihihi.
Quando tiver novos personagens eu coloko a fotin aki! xD
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