O Casamento Real

7 o principio do fim?


Notas iniciais
ola meu amores mais um capitulo para vcs =)
betado pela minha diva NaiaraCullen (:
a fic ganhou sua primeira recomendação! brigada aninha_clara eu amei!! o capitulo é dedicado a você sua linda.
Boa leitura a todos!!

Philipe ainda olhava para a porta onde Alice havia saído, ele não acreditava que ela tinha realmente iniciado uma greve de sexo. “O que vou fazer agora?” se perguntava o príncipe ainda desolado, suspirou profundamente se levantando da cama, se dirigiu a porta indo também tomar o desjejum, quando seu celular toca.

– Alo Michael aconteceu alguma coisa?

– Sim majestade – o chefe da segurança deu um suspiro pesaroso e prosseguiu – mais um ataque, agora a uma pequena cidade um pouco afastada de Londres, diversas casas foram queimadas com famílias inteiras dentro, houve poucos sobreviventes.

– O que sabemos sobre quem fez isso? – perguntou o príncipe impaciente.

– Até agora infelizmente, está igual aos outros atentados, o responsável não deixou nenhum rastro, estamos interrogando os sobreviventes, mas eles estão muito abalados e amedrontados com a possibilidade de algum tipo de represália.

– Certo. Encontre-me no meu escritório em meia hora. Precisamos achar o culpado, essa situação já está saindo do nosso controle – disse o príncipe preocupado.


****


Em outro lugar longe do castelo um homem alto e forte de aparência fina sorria sombrio, falando no celular sobre seu último feito.

– Sim meu primo, fiz como me falou, não sobrou quase nada daquela cidadezinha, nossa equipe é realmente muito boa.

Uma gargalhada gélida é dada do outro lado da linha pelo misterioso homem mandante dos atentados.

– Perfeito. Philipe agora deve estar mais acuado do que nunca, você verá meu primo, nosso plano dará certo e ocuparemos nosso lugar de direito.

– É meu primo esse é só o começo do fim do nosso querido principezinho – disse o outro homem sorrindo também e desligando o celular.


*****


Philipe chegou até a mesa de café onde todos já estavam. Ele estava com o olhar apreensivo, olhou para o seu pai e disse firme.

– Aconteceu mais um ataque, agora em uma pequena cidade mais afastada de Londres.

O rei empalideceu-se, aqueles ataques estavam ficando mais freqüentes e não demorariam a chegar à imprensa e quando isso acontecesse sabia, que seria o inicio de um caos.

– O que Michael descobriu dessa vez? – disse o rei

– Igual a todas as outras vezes, não deixou rastros. – disse Philipe firme, ele sabia que a situação estava critica mais ele era o príncipe herdeiro e tinha que passar confiança e, sobretudo manter a situação sob controle.

– Eu estou indo no meu escritório encontrar com Michael para saber de mais detalhes – disse sério e volto-se para Alice que o olhava preocupada – Alice não saia de perto dos seus seguranças, mesmo dentro do campus eu quero que ande com eles, está me entendendo? – disse firme.


Alice apenas assentiu a situação estava muito séria ela sabia disso. Queria falar algo que ajudasse Philipe, todavia não sabia o que dizer então preferiu se calar, levantou da mesa foi até ele e lhe deu um abraço terno e disse para tomar cuidado, o soltou voltando para a mesa.

O príncipe se despediu de todos e saiu apressado para encontrar Michael, mas antes foi falar com os seguranças de Alice, ele sabia que ela era teimosa e que provavelmente não iria obedecer.

– Eu observei que não estão entrando no campus junto da princesa, a partir de hoje quero que não desgrudem dela, não a quero andando sozinha pela universidade, mesmo que ela os mande ficar esperando fora do campus é para segui-la. Vocês entenderam minhas ordens?

– Sim majestade – eles assentiram lhe fazendo reverência.

Ele então prosseguiu apressado seu caminho, chegou ao escritório para esperar Michael que apareceu logo em seguida.

– Majestade – ele o cumprimentou solene.

– Olá Michel, e pode me chamar de Philipe sabe disso, nos conhecemos desde criança e alem do mais você é meu braço direito.

– Certo Philipe não vamos discutir por isso, a situação está critica esses atentados não tem nenhuma sequência lógica e eles não levam nenhum bem da cidade, só ateiam fogo as casas matando todos os seus residentes.

Philipe suspirou pesaroso olhava para os papéis que Michael lhe trouxe e ele tinha razão o mandante desses atentados não seguia nenhuma sequência lógica e não deixava nenhum rastro, não havia nenhum motivo aparente para esses ataques e até agora o terrorista não havia entrado em contato.

– Eu não entendo o que podem estar querendo com isso – falou Michael.

– Michael não é possível, deve haver alguma lógica que liga todos os atentados, não existe crime perfeito o responsável por isso deve ter deixado alguma brecha e é ela que vamos achar, para pegar esse homem.

Michael era um homem lógico, gostava de coisas concretas era a primeira vez que se deparava com algo desse tipo, sempre quando ocorria algo assim o criminoso cometia algum deslize, mas esse homem não tinha deixado nada para trás, tudo que tinham era uma série de atentados a cidades pequenas, não havia lógica naquilo, ele franziu a testa com seus pensamentos “não, tem que ter alguma pista, não existe crime perfeito” ele pensava.

– Onde estão os sobreviventes? – Philipe perguntou.

– Em um abrigo na cidade vizinha, eles perderam tudo.

– Vamos até lá preciso falar com essas pessoas.

Os dois saíram apresados e entraram na BMW-x6 que o príncipe estava usando hoje, em vinte minutos chegaram à cidade vizinha e foram ao abrigo onde as famílias estavam, assim que Philipe entrou no local pode ver que a situação estava pior do que ele imaginava, a maior parte dos sobreviventes eram crianças e adolescentes que tiveram seus pais assassinados na chacina, os poucos adultos que ali continham eram mulheres e elas estavam em estado de choque, a maioria havia perdido seus maridos.

Muitas crianças choravam desesperadas as dores da perda de seus pais, algumas mulheres se agarravam aos seus bebês e choravam também, tudo que elas tinha haviam perdido junto com seus entes queridos, Philipe engoliu em seco e tentou se manter firme.

– Essas crianças que estão desacompanhadas não podem ficar aqui, precisam de um responsável por elas. Michael já foi averiguado se possuem algum parente vivo?

– Sim, algumas possuem e já entramos em contato com os familiares, mas a grande maioria não tem ninguém por si.

Philipe olhou piedoso para aquelas crianças suspirou profundamente tentando encontrar uma solução para elas e falou por fim:

– Junte todas as crianças que estão sem familiares vivos e encaminhe-as para orfanatos, elas não podem ficar aqui sozinhas.

– Certo – disse Michael que olhou para as mulheres e falou – e os adultos que perderam tudo o que faremos com eles?

Philipe olhou também para as mulheres, tinha que encontrar uma solução cabível para elas também, percorreu com os olhos novamente o abrigo e disse pesaroso:

– Por hora as deixe aqui, mas arrume uma forma de deixá-las mais confortáveis, enquanto isso veja com a assistente social uma forma de encaminhá-las para algum emprego e creches para as crianças e providencie uma moradia para elas o mais rápido possível.

Michael apenas assentiu, e os dois voltaram para o escritório.


****


Um homem em uma Mercedes-benz preta com os vidros muito escuros observava Alice em frente a universidade conversando tranquilamente com Gabrielle, ele exibia um sorriso sombrio nos lábios.“ O que o Philipe faria se sua linda princesinha sumisse?” Pensava olhando para Alice.

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Notas finais
acima coloquei a foto da alice (leighton meester)
eai meus amores o que acharam?? não esqueçam de deixar um review falando!!
beijinhoss